terça-feira, 29 de março de 2011

Laranjeiras








Botafogo









Agenda - ainda - lotada

Quem disse que depois de concluído o mestrado viria um vazio?

Ainda nem deu para pensar em sentir esse vazio. Há tantas coisas para fazer.

Primeiro que ainda tenho de fazer algumas correções no trabalho final. Para então imprimir três cópias ainda. No somatório, vou chegar a quase 1.500 folhas de papel utilizadas, e só na reta final! Depois tem que ver como se encaderna isso, levar na secretaria. Aí, sim, acho que estarei mais aliviada.

Ah, sim, depois ainda tem os artigos que devem ser escritos a partir da dissertação, mas isso vai ser depois da Páscoa.

Para completar, estou participando de um grupo de pesquisa sobre os 40 anos do IBICT e vamos começar a parte mais pesada agora!

Tirando esses compromissos mais, digamos, acadêmicos, tenho uma longa lista de coisas que planejava (planejo!) fazer depois do fim do mestrado. Há desde arrumação geral na casa até passeios pela cidade. Coisas que não fiz ao longo de dois anos!

Também vamos viajar um pouco. Primeiro, vou fazer um tour por São Paulo com o Claudio. Depois vou visitar o Nicolas e família, em Florianópolis, acompanhada pela minha amiga Marie.

Bom, depois de tudo isso talvez bata o vazio, mas quem sabe até lá já não tenha achado outras coisas bacanas para fazer, não é?!

quinta-feira, 24 de março de 2011

Mestrado concluído

É, dois anos passam bem rápido.

Ainda está tão clara na minha memória a noite em que Márcia e Helton estavam lá em casa e, pela primeira vez, eu comentei com alguém sobre um curso de mestrado que eu estava a fim de fazer. As inscrições iam até cinco dias depois e eu ainda nem sabia muito bem que projeto fazer, mas tinha uma ideia.

Essa ideia seria desenvolvida nos dias seguintes. E em 21 de janeiro de 2009 eu fazia minha inscrição na seleção do mestrado em Ciência da Informação, do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) em convênio com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Um mês de tensão depois e lá estava meu nome na lista de aprovados. Feliz da vida!

Foram dois anos de muitos trabalhos, vários fins de semana olhando o sol forte e o céu azul do Rio de Janeiro pela janela da sala, algumas madrugadas em frente ao computador, mas também alegria por estar de novo aprendendo, por conhecer gente nova, e por ter a chance de me dar conta de que o mundo é mais amplo do que imaginava.

Tive momentos de total desespero, mas, ao mesmo tempo, me vi cercada de colegas tão queridos e companheiros. E também tinha o colo e o abraço do Claudio para me consolar, acalmar e empurrar para frente. Talvez eu me esqueça de alguns autores, de algumas definições, mas dificilmente me esquecerei desses momentos tão mágicos compartilhados com pessoas tão especiais.

Dois momentos foram especialmente instigantes – e, por isso mesmo, de tensão: a qualificação e a defesa. Dois momentos essenciais no processo do mestrado.

O segundo deles, a defesa da dissertação, eu vivi faz poucos dias. Na última terça-feira, apresentei à banca o resultado de seis meses de trabalho intenso. Eu não gosto muito de apresentações, confesso. Apesar dos ensaios, na hora fiquei mais nervosa do que deveria e devo ter dito algumas bobagens, mas a verdade é que são raros os mestrandos que estão calmos em suas defesas. Não é justificativa, mas consola.

Os comentários que seguiram a apresentação me deixaram muito feliz e aliviada. Não apenas por terem sido bem positivos, mas por combinarem com o que eu estava pensando nos últimos dias: sim, dedicar dois anos da minha vida ao mestrado valeu muito a pena! Em todos os sentidos.

Que venham novos desafios, mas só depois de abril, porque agora eu vou descansar um pouco!

sexta-feira, 11 de março de 2011

Impressionante!

Não sei como eu ainda consigo ficar surpresa com isso, mas é (sempre) impressionante. Quem não tem nada para fazer da vida ou não sabe o que fazer da própria vida fica inventando problemas para os outros.

Faço forças para não me incomodar com coisas que, diretamente pelo menos, não tem relação comigo, mas tem vezes que é quase impossível. Fico abismada - e triste - por ver o quanto uma cabeça doente pode destruir uma vida. E, a reboque, inserir sentimentos ruins em várias outras.

Quanto será que uma pessoa com problemas de ordem psiquiátrica dá-se conta de que precisa de tratamento? Nunca? O destino dos outros é aguentá-la até ela morrer?

Quando será que isso terá fim?
Será que somente mesmo com a morte?

segunda-feira, 7 de março de 2011

Carnaval 2011

Este não está sendo o Carnaval dos mais agitados, não pelo menos no que diz respeito a blocos, desfiles e atividades momescas.

Porém, não poderia ter sido uma semana mais intensa.

Passei vários dias esperando pela revisão final da minha dissertação, a qual foi liberada somente no último minuto - esta foi a impressão que eu tive pelo menos. Os arquivos voltaram às 19h30 da noite de sábado. Confesso que já estava prestes a ter uma crise nervosa.

Não aguentando a pressão, meu corpo até achou uma gripe para colocar para fora o que o estava incomodando.

A dissertação está pronta para a defesa! (Apesar de eu não ter conseguido imprimi-la para entregar para a banca - faltou tinta, lugar para fazer a encadernação no feriado...) Resultado, vou ter que esperar até a quarta-feira de cinzas.

Que seja!

E hoje tirei o dia off.