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Mostrando postagens de Julho, 2011

Dia de domingo

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Depois da maratona de ontem e de confirmar que o sol se poem somente às 22h, hoje resolvi começar mais tarde as atividades.

O jantar com meu amigo Fellipe não deu certo. O voo dele, da Alemanha para cá, atrasou. Pontualidade não tem sido uma característica da Air France. Teremos de nos ver no Rio mesmo.

Depois de observar o sol se pôr na Catedral Notre-Dame e de gastar meia hora olhando os barcos que fazem os passeios pelo Sena, segui para o Quartier Latin.


Restaurante onde jantei.
Acabei pedindo um menu, o que acabou se revelando um erro. Já na entrada, eu estava satisfeita, mas fui até o fim. O menu consistia em salada com camarões, prato de salmão com molho branco leve e massa. Creme de baunilha de sobremesa.

Cheguei ao hotel nem pensando mais. Era quase meia-noite. Cai na cama e só acordei às 9h30.

Ano passado, Claudio e eu visitamos Montmartre no domingo e depois seguimos para o Marrais. Fiz o mesmo. Engraçado, nem parece que se passou um ano.




Comi quiche olhando para os telhados …

Alta quilometragem

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Ontem, depois umas caminhadas, percebi que não dava mais. Dormi cedo para hoje poder aproveitar bem.

As lojas abrem às 10h, mas as padarias já estavam abertas às 8h30, quando saí do hotel.

Estava um friozinho, mas não me arrependi de não levar o casaco, pois depois fez muito sol e ficou quente.

Comprei meu croissant e um cigarre, que é um pãozinho comprido recheado de chocolate e caminhei até o Jardim de Luxemburgo. Estava meio vazio, exceto por um ou outro corredor.


Dali, depois deu uma pausa, caminhei até a Igreja de Saint-Sulpice, um dos lugares onde se passa a trama do Código da Vinci.

O próximo destino era ali perto, a compra de uma encomenda numa farmácia cheia pra caramba!

Então Museu Rodin! Belo jardim, e com um perfume incrível de rosas. Muitos trabalhos, bem interessantes, mas gosto mesmo é de olhar a casa e imaginar como era morar ali cem anos atrás.


Estando ali, por que não um pulinho até a torre?

Em frente à Torre Eiffel, é um tal de pular, virar estrela, fazer de conta q…

Viajando a Paris

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Estou exausta, mas aqui vão alguns comentários curtos.

Air France mudou meu voo duas vezes. Eu chegaria a Paris as 6h, mas acabei aterrissando só perto da uma. Manhã e parte da tarde perdidos, mas tudo bem.


Air France é mais econômica nos acessórios de voo que a TAM.

Seleção de filmes me pareceu melhor, porém. Aproveitei para ver Potiche e O discurso do rei. Gostei dos dois.

No voo, até parecia que eu falo francês. Aeromoça só interagia nessa língua comigo.

De madrugada, para dar uma volta, resolvi beber água. Era Perrier. :-)

Eu nunca tinha usado aquela mascara para cobrir os olhos. Sabe que funciona? Apesar disso, dormi tripouco.

Do meu lado tinha um senhor. Como ele ia jogar um sonho de valsa intacto no lixo, perguntei se poderia me dar. Conversamos um pouco. Ele me contou que estava indo para a Alemanha para dar aulas de futebol. Logo pensei: xi, tomara que não seja ninguém conhecido. Acho que nem era um jogador das antigas. Espero. :-)

Quase quase

E não é que chegou o grande dia da minha tão planejada viagem? Sim, é amanhã!

A mala está pronta, as últimas coisas já foram apanhadas, tudo parece estar sob controle. Amanhã ainda trabalho até as 14h. Meu voo é apenas à noite. Ainda dá tempo para as coisinhas que sempre surgem na última hora.

Dia lindo

Sexta-feira incomum

Fazia tempo que não ficava em casa em uma sexta-feira pela manhã. Sempre tinha hora marcada ali no CREB para fazer RPG. Nesta semana, por conta da terceira dose da vacina do tétano, acabei desmarcando todas as atividades, pois meu braço ficou meio dolorido.

A nossa faxineira, a Joana, também veio hoje. Normalmente, ela vem às quartas, mas nesta semana houve uma pequena mudança. Então a movimentação começou cedo por aqui. Às oito horas, já estava com a maquina de lavar roupa ligada, as plantas já haviam sido regadas e eu já havia preparado meu suco de laranja, kiwi e aveia.

Deu até para ver no jornal que ainda está passando nos cinemas Le Petit Nicolas e essa será minha programação para o começo da tarde. :) Uma forma de me preparar para Paris na semana que vem.

Preparativos
Mais do que nunca, estou contando os dias para minha viagem de férias e de estudos. As férias de fato serão apenas nos primeiros dias, quando eu estiver em Paris. Quero aproveitar tanto esses qua…

Cilada.com

Vimos o filme Cilada.com em uma sessão organizada para blogueiros aqui no Rio. Vi o anúncio no twitter e acabei sendo convidada também. E lá fomos nós então ao Unibanco Arteplex. A sessão foi acompanhada pelo Thelmo Fernandes, o personagem Gerson, um dos amigos de Bruno.

O filme é bem engraçado. Não vai mudar a vida de ninguém, mas também provavelmente nem foi feito com essa pretensão. Achei que tem piadas bem engraçadas e outras nem tanto, mas é aquela coisa, normalmente rimos daquilo com que nos identificamos. Eu achei algumas partes beeemm engraçadas.

Tenho preconceitos contra quem, de cara, já não gosta de filme brasileiro - mesmo que eu não tenha visto tantos assim. Ando com pouca paciência para comportamentos do tipo "não vi e não gostei". Aceito críticas sobre o filme, mas somente daqueles que o tenham realmente visto.

Ainda relacionado ao filme, dia desses li a matéria publicada na Veja. Fiquei meio horrorizada. Tanto como leitora, mesmo que esporádica, quanto como j…

E mais uma contagem regressiva

Cá estou eu de novo em mais uma contagem regressiva. Parece que minha vida sempre vive em função de uma. No começo do ano, era a enervante contagem dos dias para o final do mestrado, a qual eu não tinha muita certeza se queria que passasse tão rápido.

Agora, faltam 16 dias para minha próxima viagem. Estou mais do que animada, começando já com os preparativos. Trocando dinheiro, fechando seguro-viagem, conferindo se está tudo certo com o curso que farei, planejando o que visitarei nos dias livres...

Ao mesmo tempo, tentando aproveitar o máximo o tempo que ainda resta, pois há muito a ser feito.

Adoro dias chuvosos!

Lembramos do que queremos e da maneira que queremos normalmente. Em algumas das minhas lembranças da infância chovia. As águas da chuva que escorriam pelas ruas de Esmeralda ou eram bem clarinhas ou eram barrentas. Quando eram clarinhas, eram ideais para se brincar na rua, soltando na correnteza qualquer coisa que pudesse ser imaginada como um barquinho. Em uma das casas em que moramos, os barquinhos eram de papel mesmo e costumavam naufragar tão logo fossem inundados por algumas gotas.

Dias de chuva também me lembram bolo, especialmente um de amendoim que a minha mãe fazia. Chamava-se fregolá. Primeiro torrava-se os amendoins, sendo a cada invadida por aquele cheiro bom de amendoim torrado. Depois, vinha a tarefa de descascá-los. Em questão de hora, haviam todos virado bolo. Sinto o cheiro agora. Era tão bom, mas ninguém comia bolo recém-assado, pois podia fazer mal. Então, era preciso achar o que fazer até que esfriasse um pouco.

Outra lembrança é de passear espremida em uma gaiota,…

La Barca

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Ela estava no Rio de passagem quando foi avistada pelo rapaz. Ele arriscou segui-la.

Na estação de trem, no final da longínqua década de 1930, não foi difícil descobrir para onde ela havia partido. Não hesitou e comprou uma passagem para Mendes, cidadezinha do interior fluminense, onde, descobriria mais tarde, ela morava.

Lá chegando, deu um jeito de saber qual era o endereço que precisava procurar. Decidido e munido de toda coragem do mundo, foi ter com o pai daquela mocinha... com quem ficaria casado por décadas, teria um filho, viajaria pelo mundo.

A mocinha morreu ontem, aos 92 anos.

Provavelmente os detalhes desta história nunca mais possam ser resgatados. Então fica aqui o meu registro do entusiasmo, da alegria e da admiração com que ela me contou como havia conhecido o companheiro de uma vida muito bem aproveitada.

Esta era a música deles, a qual ela adorava ouvir e sempre se emocionava.