sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Brasília, aqui vou eu!

Estou envolvida com os últimos preparativos para a viagem a Brasília, no domingo.

Vou participar do Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (Enancib). Meu artigo sobre os resultados da minha dissertação foi aceito e vou lá apresentá-lo. 

Estou bem animada, mas talvez não muito pelas razões que os acadêmicos valorizam. Vai uma turma bem grande aqui do Rio. Vamos chegar todos no domingo. Então, há dias já rola uma intensa troca de e-mails sobre hotel, passagens, táxis...

Grande parte do grupo - eu inclusive - vai com passagem e hospedagem paga pela UFRJ. Vai ser quase como uma excursão do colégio.

Claro que, sendo um pouco adulta, o encontro será muito proveitoso, pois os temas das palestras e discussões são bem interessantes.

De qualquer forma, estou na torcida para que sobre um tempinho para conhecer a cidade.

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Alguém aqui na rua está gostando de ser repórter do Globo naquela seção Eu-Repórter. Nesta semana, duas matérias foram publicadas. Uma sobre as vagas reservadas com latas de lixo. Outra, sobre a oficina aqui da esquina, que ocupa as vagas para realizar pintura e outros serviços. 

Não deixa de ser inspirador. Assuntos não faltam. 

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Mestre em fazer listas

Como boa virginiana que sou, ontem me peguei fazendo uma lista das várias pendências que tenho para resolver nos próximos meses, ou que espero resolver, pelo menos. A lista tem os itens mais diversos, de arrumação de fotos a planejamento de viagem, de marcação de consultas médicas até a preparação de um artigo. Funciona como um lembrete.

Quando o fim do ano se aproxima – ok, eu sei que ainda faltam mais de dois meses – já começo a fazer balanços e planos para o próximo ano. Quero tanta coisa! Uma boa parte sempre acaba se tornando realidade. Talvez porque foi pensada e planejada anteriormente, ou quem sabe por que estando em uma lista, eu tento fazer de tudo para torná-la realidade.

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O festival de Cinema do Rio está rolando já há alguns dias, mas ainda não conseguir ir ver nenhum filme. Quem sabe hoje. Em 2006, em meu primeiro festival, comprei um passaporte e vi 17 filmes dos 20 que tinha direito. Minha agenda era muito mais livre naquela época e o passaporte foi meu presente de aniversário – para mim mesma. :)

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Na minha lista imaginária – por enquanto – de planos para 2012 está uma viagem para o Peru, quer dizer, para Machu Picchu. Do ano que vem não vai passar!

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Hoje é Dia das Crianças e também Dia de Nossa Senhora Aparecida. O feriado é motivado pela santa, mas provavelmente a maioria de nós lembra-se mais da primeira data.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Entrando em forma

Em agosto, completei cinco anos de Rio de Janeiro. Período muito bem-vivido, diga-se de passagem. Único porém nessa experiência foram os quilos a mais que ganhei nesta meia década, praticamente um por ano...

Talvez um pouco pela idade, que dificulta barbaridade perder alguns quilos. Talvez por ter passado os últimos dois anos mais na frente do computador do que ao ar livre. Talvez por que aqui no Rio a gente come mais do que deveria e muitas vezes muito pior do que deveria. (Basta andar pelas ruas para ver que realmente está todo mundo com sobrepeso e, sim, estamos virando um país de gordinhos)

Constatações feitas, resolvi tomar vergonha na cara e tentar voltar para o meu peso, pois, se continuar neste ritmo, quando completar uma década de Rio terei me transformado numa bola. E, sinceramente, não quero este destino para mim – nem pra ninguém.

Há duas semanas, voltei à academia. Sonhava com a BodyTech, mas acabei me matriculando na – mais baratinha – Smart Fit. Fiz um contrato para um ano, o que sempre considero um risco, pensando no meu histórico, mas resolvi correr o risco. Literalmente. 

Por enquanto, vou indo bem. Um grande incentivo, confesso, é assistir Mulheres de Areia enquanto caminho/corro na esteira. A academia tem tudo que preciso, os equipamentos são novos, o lugar é limpo, organizado.

Outro é pensar que minhas roupas deixarão de apertar. Não existe coisa pior, ou verdade mais descarada de que perdemos o controle, do que uma roupa ficar bem desconfortável. E isso vem ocorrendo já há algum tempo.

Também estou tentando manter uma alimentação saudável. Saladas de todos os tipos, o que eu gosto muito. Até nisso a ida a academia tem ajudado, pois o Hortifruti fica ainda mais perto. Frituras e refrigerantes estão fora da dieta, obviamente. Doces só aqueles que realmente valem a pena.

Espero, desta forma, sair de vários apertos.  

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Estamos ficando muito estranhos...

Ontem fui a uma pizzaria aqui na Zona Sul, mais especificamente em Copacabana, a Caravelle. Lá pelas tantas, resolvi ir ao banheiro, que, de modo geral, estava limpo. Só tinha um porém, o assento do vaso sanitário estava todo mijado.

Eu até entendo as pessoas que não gostam de se sentar sobre o assento nos banheiros utilizados por muita gente. Agora, você mijar em TO-DO o assento, mas todo mesmo, e não ter a classe de pelo menos secar para a próxima pessoa que iria usá-lo, isso eu não entendo. Não entendo mesmo.

E era um banheiro feminino.

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Outra cena superestranha presenciamos ontem, quando fomos almoçar lá no Leblon. Tudo estava tranquilo até a chegada de uma família formada por mãe, pai e filho de uns cinco anos. O menino era agitadinho, mas até onde pudemos presenciar, não estava fazendo nada de mais ou que perturbasse quem estava ali.

A mãe, porém, se comportava como uma psicopata. Coitada da criança. Nem ouvimos a voz do menino, mas ele constantemente era ameaçado com "cala a boca! Cala a boca!" E que iria ficar de castigo e que logo levaria um tapa. O pai, um boca-aberta, não dizia uma palavra.

Ainda bem que já estávamos no fim e não precisamos mais ficar presenciando a cena.

Não é à toa que penso que certas pessoas não deveriam ter filhos. Esta mulher louca é uma delas.

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Por favor e com licença são termos em extinção, isso já é fato, mas passei a observar que o obrigado também está caindo em desuso. Nas últimas vezes em que ajudei alguém a fazer alguma coisa, ainda fiquei na expectativa de um obrigado, mas, engraçado, não houve.

Outro dia estava no shopping, perto de um desses guardas que circulam ali pelo Rio Sul. Observei que um casal veio pedir uma informação, o guarda os informou, e eles simplesmente viraram as costas e foram embora!

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Voltei à academia na semana passada. Lá, o que me impressionou foi o fato de ninguém sorrir. Você diz bom dia, diz tchau, prepara com o professor de educação física a sua ficha de exercícios e, por incrível que pareça neste nosso país tão simpático, passa por tudo isso sem ver um único sorriso. Deve estar atrelado ao preço. 99 reais mensais não devem cobrir sorrisos.