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Mostrando postagens de Janeiro, 2013

Pais e filhos

Ontem acabei de ler Por favor, cuidem da mamãe. À tarde, fui ver o filme francêsAmor. Ao final do dia, ao pensar sobre os dois, notei algumas semelhanças. As histórias são distintas, mas envolvem pessoas de idade avançada, o relacionamento entre pais e filhos e, de certa forma, como encarar as dificuldades em determinado ponto de nossas vidas.

O livro trata, resumidamente, da história de uma mãe que se perdeu em Seul ao ir visitar os filhos. Ao longo da leitura, percebemos o quão pouco cada filho sabia sobre a própria mãe e quão pouco o marido conhecia sobre a esposa. Em Amor, acompanha-se as últimas semanas (meses) de uma pianista que vive com o marido. Ao sofrer um enfarte, ela passa a ser cuidada pelo marido.

São histórias bem contadas, mas nada fáceis. Acho que é meio impossível não ficar pensando em nossas próprias vivências. Afinal, todos somos filhos e, com sorte, muitos ainda temos nossos pais.

As duas obras nos levam a pensar o quanto conhecemos de nossos pais, de nossos irmã…

Que venha fevereiro

O primeiro mês de 2013 está chegando ao fim, então é hora de fazer um rápido balanço deste começo de ano e de planejar o próximo. Neste mês, fiquei com a impressão de que fiz menos do que gostaria.

Existe algo que está me incomodando há meses, mas ainda não consegui solucionar. Talvez porque encontrar a solução dê bastante trabalho e eu ainda não tenha criado vergonha na cara para encarar. Trata-se do meu projeto de pesquisa de doutorado. Eu já tenho um pré-projeto, mas preciso desenvolvê-lo melhor. Aí começa o problema, pois isso significa ler mais, pesquisar, buscar informações. Algo que ainda não comecei. Quando mais for empurrando com a barriga, pior será, eu sei, mas parece que estou meio congelada.

Janeiro foi um mês de viagem ao Rio Grande do Sul, revelação de fotos, organização de gavetas, implementação de menu semanal, idas à academia, marcação de exames, limpeza da papelada em casa, receber visitas, planejar a viagem de julho e de dormir pouco.

Faltou colocar em prática as h…

Das coisas que amo fazer

Gosto de muita coisa nesta vida, mas se fosse colocá-las em ordem, a lista começaria assim:

1. Viajar
2. Ir ao cinema... à tarde

Viajar não interessa para onde ou por quanto tempo. Sair, conhecer lugares novos, rever tantos outros, encontrar e reencontrar pessoas. Isso me faz viver, me faz trabalhar, me faz forte.

Ir ao cinema à tarde significa viver o dia suavemente, significa liberdade, significa o resto do dia pela frente para fazer muitas outras coisas - embalada pela história 'vivida'.

Pensamentos aleatórios

Cura para todos os males

E eu...

E eu, que queria tanto, me pego indecisa.

Que esperava tanto, me pego descrente.

Que sonhava tanto, me pego insone.

Que sorria tanto, me pego triste.

Cuidando da alimentação

Nossos esforços têm dado resultado. Desde o Natal, já conseguimos emagrecer alguns bons quilos.

Prefiro pensar que não estamos fazendo dieta, mas adotando um novo estilo de alimentação. Não que estejamos comendo muito diferente do que comeríamos antes, mas fizemos algumas adaptações ao estilo antigo.

Tentamos evitar carboidratos à noite. Uma amiga nutricionista nos disse que essa é uma forma eficiente para perder peso, aliada, claro, aos exercícios físicos.

Sabe que tem sido bom? Toda noite comemos uma proteína diferente e saladas com molhos variados. Tenho usado especialmente as receitas de molhos do site Panelinha. E nem é preciso ter tantos ingredientes em casa: cebola, alho, vinagre de vinho branco, aceto balsâmico, azeite de oliva, pimenta do reino, mostarda Dijon, cheiro verde e sal podem ser usados em diversas combinações gostosas.

Na hora do almoço, podemos comer de tudo, mas em porções não muito grandes.

Como costumo levar comida para o trabalho, temos procurado deixar alguns…

Calor e suor

Nos últimos 15 dias, creio que fez um ou dois dias com temperaturas mais amenas. Nos demais, calor de 30 graus para cima.

Eu acho totalmente improdutivo ficar reclamando do clima. Por isso, tento não dar muita atenção ao calor. Até para não ter que ficar falando sobre ele com todo mundo que vive aqui. Um fato, porém, acaba me derrubando: suo feito uma condenada no rosto! Não dá nem para disfarçar.

De qualquer forma, procuro pensar que suar é uma coisa saudável, necessária para controlar a temperatura de nosso corpo, além de ajudar a eliminar toxinas e afins. Para compensar, procuro beber muita água, lavar o rosto com chegar em casa e evitar qualquer tentativa de cumprimentar alguém dando beijinhos.

Chuvinha bem-vinda!

Cai uma leve chuvinha sobre Botafogo neste exato momento. Depois de tantos dias de calor, é mais do que bem-vinda. Quando os dias de sol se prolongam por muito tempo, sempre começo a ficar com pena das plantas, não as minhas que rego, mas com essas que dependem da chuva.

Como sempre, a chuva traz novos acidentes, mortes e gente desabrigada. É preciso muita fé para não perder a esperança de que um dia a infraestrutura de algumas áreas da cidade/estado/país vai melhorar.  A cada ano, um novo local é destruído.

Ontem foi dia de começar a arrumar as fotos a serem impressas. Hoje, além de dar continuidade a isso, será a hora de selecionar o que ler durante o ano, talvez retirar alguns livros para doação e começar a enfrentar o último trabalho de aula.

Terminei finalmente de ver o filme Shame ontem. É bom, mas eu não o escolheria como o filme do ano, como fez o jornal O Globo.

Ano novo!

Com 16 minutos de pura beleza começou meu novo ano. O espetáculo de fogos desta virada foi o mais bonito que assisti em Copacabana. Sempre fico emocionada nos primeiros minutos, pois, mesmo que seja uma ilusão, parece que se ganha a chance de recomeçar, de fazer planos, de acreditar que vamos mudar para melhor no ano que está começando. Na prática não é tão simples, mas faz bem pensar que será assim.

Em todo início de semana, costumo ler as colunas da Época. Hoje é quarta, mas é começo da semana para mim. Há várias colunas, claro, sobre o ano novo. Uma que gostei muito foi a da colega Ana Celia Aschenbach (para ler), que fala sobre mudanças. Ela afirma que se não mudamos, a vida nos faz mudar a força, pois nada é estático. O trechinho que mais gostei foi:

“A vida é essencialmente dinâmica. Por isso é preciso adaptar-se continuamente às mudanças que ocorrem. Tudo é impermanente. Para cada existência, a verdade básica é que tudo muda.”

Talvez o segredo seja ser dono das mudanç…