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Mostrando postagens de Fevereiro, 2013

Seja bem-vindo, mês de março

Março traz sempre mudanças na rotina. Daqui a alguns dias recomeçam as aulas e os dias ficam mais corridos. Estou tentando ser mais realista nos meus planos. Para dar conta de fazer o que planejo e diminuir a frustração quando não consigo.

Então, sendo assim, neste mês de março, pretendo:
1. Seguir com o cardápio semanal;
2. Dar continuidade ao plano de corrida e começar, de leve, a fazer musculação. A nova ficha será feita na próxima segunda e pretendo fazer algo que realmente esteja próximo da realidade. Se continuar com o plano de corrida, farei musculação uma vez ou, no máximo, duas vezes por semana;
3. Aperfeiçoar o projeto do doutorado; e
4. Estudar alemão no curso semanal e um pouco mais em casa.

É isso. Creio que já está de bom tamanho!

Repassando fevereiro

Alimentação e atividades físicas

Fevereiro foi um mês para dar continuidade a decisões tomadas para 2013, como seguir um cardápio semanal e organizar as compras de forma mais racional e econômica. Comemos algumas vezes fora de casa, mas muito menos do que estávamos acostumados. Isso acabou ajudando tanto na manutenção de uma alimentação mais saudável quanto na diminuição de gastos.

Nunca imaginei que me daria tanta satisfação fazer nossas próprias refeições. Para mim, isso é um universo novo. Apesar de saber fazer o básico e não ter problemas para preparar uma comidinha simples, nunca fui de cozinhar. Sempre que alguém me perguntava se eu sabia cozinhar, respondia que tenho um cozinheiro em casa.

Essa situação tem se alterado aos poucos. Como Claudio vai à academia mais tarde do que eu, acabo começando a preparar nosso jantar. Tenho tido mais coragem, mesmo que nem sempre minhas receitas fiquem como nas fotografias dos livros/blogs. As receitas mais complicadas ainda deixo para o Cla…

Caminhando eu vou!

Costumo caminhar para ir ao trabalho, à universidade ou à academia, minhas três atividades principais no momento. E sou muito agradecida por ter essa possibilidade. Lendo o jornal de manhã, que falava sobre as filas para quem precisa pegar os ônibus do metrô (as estações Cantagalo e General Osório ficarão fechadas por um tempo), tive certeza mais uma vez do quando sou privilegiada.

As caminhadas servem não apenas para me levar aonde eu preciso, mas são momentos que servem para organizar o dia, ter pensamentos aleatórios e ainda fazer algum exercício. De casa ao trabalho, levo, em média 18 minutos. Até a universidade, quase meia hora. A academia é o que fica mais perto, cravados 16 minutos. Para chegar a cada um desses lugares, tomo caminhos em direções opostas. Vez ou outra, testo trajetos novos, para não enjoar.

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Caminhar pela cidade é uma das atividades que mais gostamos. Depois que isso se torna rotineiro, parece até que as distâncias diminuem. Ir ao Flamengo, ao Largo do Machad…

Lixo, sempre um tema polêmico

Todos nós produzimos lixo. Mesmo quem não cozinha em casa, não faz compras, não estuda ou não trabalha. Alguma espécie de lixo, todos nós produzimos diariamente.

Sendo assim, o tema lixo deveria ser tratado com naturalidade por todos, mas não funciona assim. Parece que lixo não tem dono, nunca. Ou é sempre problema do outro. Nunca meu, nunca seu.

Dentro de casa, parece impossível jogar lixo orgânico numa lixeira e lixo reciclável em outra. Ninguém está vendo mesmo.

Da porta de casa para fora, separado ou não, parece que não temos mais responsabilidade alguma. Tanto faz se o lixo vai ficar horas na rua até o caminhão passar, tanto faz se der um temporal, tanto faz se algum catador resolver vasculhar o saco e deixá-lo escancarado, tanto faz se os faxineiros do prédio misturam tudo. Tanto faz.

No trabalho, uma vez jogado na lixeira, alguém que resolva. Infelizmente, é assim que funciona no meu trabalho. Poucos se interessam em separar os papéis de restos de comida. Não querem fazer o t…

Lendo nas entrelinhas

Hoje de manhã, ao vir caminhando para o trabalho, segui o trajeto que tenho feito nas últimas semanas. Ao passar pela frente de um colégio, havia uma kombi estacionada e no vidro de trás um adesivo que dizia:

Nada é impossível. (São Judas Tadeu).

Não cheguei a dar 10 passos e vi uma garota de calça rosa e camiseta amarela, na qual estava escrito em letras maiúsculas e rosas:

Today
I'm starting
this! 

Pensei: só pode ser um sinal para hoje eu começar algo que venho empurrando com a barriga há muito tempo e que sinto uma medinho de dar errado.

Agora só preciso escolher uma das tantas coisas que gostaria de fazer e ainda não comecei. :)

Mentirinhas

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Estava navegando pelas colunas da revista Época e me deparei com uma engraçada. A colunista Margarida Telles faz referência ao site Daily Dishonesty, que apresenta, como o nome diz, uma lista de desonestidades diárias - que costumamos cometer. As pequenas mentiras são apresentadas de forma gráfica pela designer Lauren Hom.

Separei algumas do site:




No caso desta última, eu trocaria Breaking Bad por How I met your mother. :)

E o ano começa quando?

Um mesmo ano pode ter diferentes começos. Para alguns, o ano começa logo após o primeiro espocar dos fogos da virada. Para outros, logo após as férias ou no recomeço das aulas. Para a maioria, o ano começa mesmo hoje, na segunda-feira diretamente após o carnaval.

Como não tirei férias no começo deste ano e apesar de já ter feito muita coisa em 2013, a impressão que tenho é que a agitação na minha vida começará mesmo só no dia 11 de março, quando se reiniciam minhas aulas na universidade e no curso de alemão. Por ora, segue tudo tranquilo, com tempo para ver filmes, ir à academia, planejar o cardápio semanal e até estudar um pouco.

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Este carnaval foi o menos carnavalesco dos últimos anos. Viajamos no feriadão e não nos deixamos enfeitiçar pelos blocos. Passou em branco.

Espero não precisar dizer o mesmo do verão. Seria uma pena deixá-lo passar sem aproveitá-lo a contento. Janeiro foi um mês de chuvas e mal saímos de casa para ir à praia ou aproveitar a cidade. Fevereiro tem sido ma…

Feriadão e a vida que segue

O feriadão de carnaval foi muito bom! Ficamos três dias em meio ao verde, na bela VPT Farm, em Catalão/GO. Vários dos amigos, que fizemos por meio do Le Vin au Blog, também foram. Assim, passamos dias de muitas receitas gostosas acompanhadas por ótimos vinhos, espumantes e champagnes.

Para não perder a linha, fizemos caminhadas todas as manhãs. Acho que foi isso que fez com que recuperássemos o peso do início da viagem em poucos dias.

Algo que achei muito bom foi que todos estão nessa vibe de cuidar da alimentação, fazer exercícios, prestar atenção à saúde. Estão todos praticando alguma atividade física e todos perderam alguns quilos desde a última vez que nos vimos, no Natal.

Claro que nesses dias em Catalão comemos mais do que o costume, mas foi uma exceção – e estava tudo tão gostoso.

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No post de hoje, a Thais do Vida Organizada fez uma lista bem bacana de e-books que tratam sobre organização do tempo, qualidade de vida, estudos, etiqueta, entre outros assuntos. Alguns deles são…

Página de um livro bom

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Estava procurando o CD da Adele que o Claudio ganhou de aniversário e acabei me deparando com um CD do 14Bis. Passei os olhos pela lista de música e pensei: vai este mesmo!

A segunda música da coletânea é aquela que começa com uma das frases mais nonsense da música brasileira: "Zabelê, zumbi, besouro". A música é boa! Apesar de "zabelê, zumbi e besouro" sempre me fazer rir, esta música tem uma frase que adoro: "página de um livro bom". A frase segue o nome da música, linda juventude. Adorei a ideia de pensar nesta fase da vida como a página de um livro bom. A minha foi bem isso.


Ontem mesmo estava pensando sobre isso, quando o rádio tocava uma seleção de músicas dos anos 1990, todas elas me remetendo a minha adolescência lá em Esmeralda. Foi uma boa volta ao passado. Fiquei pensando como é engraçado pensar no passado. Às vezes, parece como um filme. Imagens desconexas, que nem parecem que foram vividas pela gente.

Anotações pré-carnavalescas

Viagem - Chegou o esperado dia de nossa viagem a Uberlândia, onde nosso amigo Gil estará nos esperando. Com diferença de poucos minutos, também chegarão ao aeroporto Vanessa e Alexandre, vindos de Campinas. Dali, seguimos para Catalão, cidade natal do Gil e da Érika, onde passaremos alguns dias. Estamos bem animados. E estou especialmente feliz por ir passar o carnaval na casa de uma nutricionista.

Nailz - A experiência no Nailz foi ok, nem maravilhosa, nem ruim. Acabei fazendo pé e mão (R$ 30). O lugar é um pequeno corredor, com uma bancada ladeada por cadeiras. Estava lotado. Aguardei um pouco e fui atendida por uma mocinha simpática – apesar de já serem quase 15h e ela ainda não ter almoçado.

O serviço é bom, mas quem projetou o espaço deve ter sido um homem. A mesa é ótima para manicure, mas um desastre para pedicure. É necessário espichar a perna por baixo da mesa. Eu sou pequena e não me senti confortável. Se for alguém maior, simplesmente não vai funcionar.

Eu não costumo tirar…

Devaneios de uma tarde nublada de quinta-feira

Contando as horas para embarcar no feriado de carnaval, literalmente. Aproveitaremos os dias de folga para passear um pouco. Vamos rever vários amigos de uma vez só!

Para tornar o dia ainda melhor, além de fazer o check-in para a viagem de amanhã, aproveitei para comprar as passagens para outra viagem. Por acaso, neste ano, o aniversário da minha mãe cai bem no domingo de páscoa. Resolvi aproveitar o feriadão e ir comemorar com ela a chegada dos 70.

Garanti assim, a terceira viagem do ano. :)

Daqui a pouco vou experimentar o serviço de uma esmaltaria que abriu aqui perto do trabalho. Chama-se Nailz. Funciona sem horário marcado, só chegar e ser atendido. O preço da pedicure (que acabei de descobrir é tanto masculino quanto feminino, segundo o VOLP) é R$ 18, um pouco mais baixo do que estou acostumada a pagar no Majestics, que para hoje não tinha mais horário. Tomara que as moças sejam competentes e tenham as mãos leves.

Estou ansiosa para cortar meu cabelo, mas tracei uma meta e aind…

Muito além do peso

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Assisti esse documentário não faz muito tempo e fiquei bastante impressionada. Explora um tema assustador: obesidade na infância.

Há quem trate este tema ainda com displicência, mas eu realmente acho que este ganho de peso que estamos tendo é algo preocupante.

Não acho bonito uma criança com sobrepeso, comendo coxinha com coca-cola às 10h da manhã (como já vi uma vez em Florianópolis) ou ganhando todo tipo de comida-lixo só porque é mais fácil para os pais ou porque acostumaram a criança de tal jeito que ela não aceita outro tipo de alimento - se é que dá para chamar de alimento batatas fritas em pacotes, bolachas recheadas, salgadinhos, coca-cola.

Eu como essas porcarias também de vez em quando, mas não é a regra. Não costumamos comprar, não costumamos consumir. Comer um negresco vez ou outra ou beber uma coca-cola lá de vez em quando não é problema. Problema é fazer isso todos os dias, como se fosse algo normal. Eu não acho normal.

Muito além do peso está disponível para download n…

Incentivo à malhação

Sábado passado fiz exames de sangue. Muitos exames. Alguns ainda não ficaram prontos, mas hoje já recebi uma série de resultados. Um dos que mais me preocupam, sempre, é o colesterol.

Entre 2010, no mesmo período em que estava terminando o mestrado, tive uma grande alteração, mas nos últimos dois exames, os resultados voltaram aos padrões normais, abaixo dos 200.

O aumento do tal colesterol bom, HDL, me fez pensar que a malhação e a alimentação mais regrada têm valido a pena.

Tomara que quando as aulas voltarem, eu consiga manter o ritmo de três ou quatro idas semanais à academia e o das caminhadas aos fins de semana.

A difícil arte de ser empático e tolerante

Todos os dias parece que temos nossa tolerância testada.

No meu caso, em particular, nem sempre consigo vencer minha intolerância com algumas pessoas.

Ontem, por acaso, a Martha Medeiros (alguém com quem eu era superintolerante anos atrás) escreveu sobre simpatia e empatia. Ela falou sobre o quanto é necessário aprendermos a nos colocar no lugar do outro. Isso me parece cada vez menos provável no mundo em que vivemos.

Não conheço ninguém que seja ao mesmo tempo realmente tolerante ou empático nesse sentido descrito pela colunista. Infelizmente.

Hoje li outra coluna, da Rita Domingues, do blog The busy woman and the stripy cat, na qual ela fala nas expectativas que temos em relação às pessoas, a situações. Acabamos sempre sofrendo um pouco quando imaginamos que algo será de tal forma ou que os outros se comportarão de determinada maneira (que é a que gostaríamos normalmente). Difícil o exercício de não criar expectativas.