domingo, 27 de outubro de 2013

Fim de semana produtivo

Quando o Claudio me avisou que ia viajar neste fim de semana, logo comecei a planejar como ocuparia meu tempo. Mil planos, pois sempre há muito que quero fazer.

Para a sexta-feira à noite, eu já tinha um compromisso. Um encontro na Lapa para comemorar os aniversários da Márcia e da Tati. No final, a Tati nem conseguiu ir, mas fui igual, pois gosto muito da Márcia também. Decisão acertada. Foi bem animado e divertido.

Como sempre, me atrapalhei com o ônibus. Eu costumo andar somente a pé. Quando preciso ir mais longe, tenho o privilégio de contar com meu motorista particular. Como ele havia viajado, resolvi pegar um ônibus e apenas voltar de táxi. Afinal, estamos no horário de verão e, na minha ingenuidade, acredito que a luz do dia nos protege.

Peguei o ônibus certo, mas ao não ter certeza da parada exata para descer, fui parar lá na Avenida Chile. Nem tão dramático assim, mas já começava a escurecer. Eu, menina corajosa pra caramba, já fiquei toda assustada. Deu tudo certo, cheguei meio assustada ao Carioca da Gema, mas sã e salva.

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Como adoro tomar café na rua, no sábado pela amanhã aproveitei para ir comer um waffle na Cafeína. Depois ainda dei uma voltinha no Botafogo Praia Shopping. Eu já comecei a comprar os presentes de Natal e ontem encontrei mais um. Assim o gasto fica mais diluído e não começo o ano com o cartão de crédito pesado. Aproveite para passear um pouco, pois sabia que o resto do dia seria em casa.

A tarde foi bastante produtiva. Fiz buscas documentadas na web, coisa que deveria ter feito já no começo do ano. Bom, antes tarde do que nunca.

Como fiquei em casa, fiz duas sopas bem saborosas para meu almoço e depois para o jantar.

Ainda consegui ler um livro inteiro, do qual gostei muito. Ele está apresentado aqui: http://www.escolhasuavida.com.br/

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Como acordei supercedo, me animei a ir tomar café em Copacabana. Na volta, lembrei-me de observar uma máquina sobre a qual o Claudio havia me falado dias atrás: uma troca-livros, instalada ali no Metrô de Botafogo. Achei a ideia genial.





















Depois de ler o jornal, pretendo estudar mais um pouco até o Claudio chegar.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Vida que recomeça a cada dia!

Em um tempo em que usar móveis, carros e roupas de décadas passadas virou uma interessante tendência, acredito que ainda temos muito preconceito com quem nasceu na época em que a Variant ainda estava na moda.

Decidi tratar sobre velhos e tecnologia em minha pesquisa de doutorado. Eu ainda não defini qual será o tema específico, mas tenho lido bastante sobre o assunto, em busca – não de uma resposta, mas – da tal pergunta que moverá meus estudos pelos próximos dois anos.

Em uma dessas leituras, me deparei com a seguinte frase: “quando falei para o meu filho que iria construir uma casa aos 65 anos, ele me disse que eu estava louca”. Não pude deixar de me lembrar das expressões de surpresa que recebo ao dizer que minha mãe está mobiliando um apartamento novinho em folha aos 70 anos.

Nada me deixa mais feliz do que ver minha mãe superempolgada com a casa nova.

Ela já teve outra casa nova montada também com esmero – e dificuldades. Agora é diferente. Sem três filhos pequenos para criar, quem ganha atenção são as inúmeras flores do novo jardim, os temperos e hortaliças que crescem felizes na pequena hortinha e as prateleiras da cozinha que recebem babadinhos de  frivolité.

Meses atrás, eu achei que minha mãe nunca mais se animaria com nada. Ela estava com os dois braços imobilizados, precisando de ajuda para tudo. Pois deu a volta por cima, como em várias outras situações ao longo da vida. Esforçou-se para se curar. Uma ou outra dor ainda a acompanharão pelos próximos anos, mas retomou o mais importante: a vontade de viver.

E que viva bastante!
Aproveitando tudo que tem direito... Aos 70, aos 80 anos e o que mais vier. A vida está aí para ser vivida!

domingo, 6 de outubro de 2013

Colocando ordem na vida

Na sexta-feira à noite e no sábado inteiro, fiquei lendo o livro do David Allen muitas vezes indicado pela Thaís Godinho do blog Vida Organizada. Coletei tudo que me veio à mente e estava espalhado pela casa. Passei boa parte do sábado processando as informações em notas no Evernote. No próprio livro, o autor escreve que são necessários pelos menos dois dias inteiros para dar conta de tudo. E realmente faz sentido. Eu ainda não consegui terminar o processo todo.

Gostei desse exercício de listar tudo, pois me fez pensar em coisas que gostaria de fazer daqui a algum tempo, as quais não tenho condições de começar agora, mas gostaria de fazer num futuro não muito longe. Foi bom perceber que tenho muitos e muitos projetos. Coloquei tudo no papel e aos poucos vou passando para este aplicativo que escolhi. Ainda estou lendo o livro sobre como usá-lo melhor. Tudo isso é bastante trabalhoso e toma tempo, mas creio que ficarei bem feliz ao concluir esta etapa inicial.

Engraçado é que no final do sábado, minha cabeça parecia estar vazia. E ainda continuo com este sentimento, como se tudo tivesse passado para o bloco de anotações e para o Evernote. É claro que o passo seguinte é revisar todos os conteúdos e começar a executar as ações programadas, mas é animador saber que grande parte do que pretendo fazer está organizado em algum lugar, onde posso marcar as prioridades e mais ou menos prever quando poderei colocá-las em prática.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Um dia diferente

No dia 3 de outubro comemora-se a reunificação da Alemanha. Por isso, temos um feriado no trabalho. Só me lembrei da folga de hoje no domingo. Este foi um ano tão sem feriados que até havia me esquecido deles. Planejei então tirar o dia para estudar.

Na terça-feira, Claudio me mandou o link de um lançamento de livro que ocorreria na Gávea. Um livro que poderia ser interessante na minha busca por um projeto de doutorado. Imagina minha felicidade ao me dar conta que seria bem no feriado e eu poderia participar.

Cedinho já estava eu indo em direção à Gávea. O lançamento era do livro A bela velhice, da pesquisadora Mirian Goldenberg. Eu já havia lido um livro da autora para minha dissertação e no começo do ano até pensei em fazer uma disciplina ministrada por ela. A professora Mirian é professora de antropologia no IFSC, o Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ.

Acabei comprando também outro livro, chamado Noites de insônia - Cartas de uma antropóloga a um jovem pesquisador - a referência a Rilke me fez lembrar o quanto adoro este autor alemão e preciso lê-lo novamente. Além do lançamento do livro, houve outras atrações na programação, como show dos idosos, debate com a autora e apresentação emocionante do Coral do Vital. Gostei muito da experiência.

Aproveitei que estava na Gávea para ir até o Leblon trocar um valioso vale-livros que a mãe do Claudio havia me dado. Quando estava voltando para casa, fiquei sabendo que a Cris Guerra, do blog Hoje vou Assim estava no Rio e haveria sessão de autógrafos do Moda Intuitiva. Pensei: preciso ir!

Como eu tinha marcado para fazer minha sobrancelha em Botafogo, voltei para casa, deixei os livros, fiz o que tinha que fazer e voltei para Ipanema. Claudio me encontrou lá. Cris autografou os quatro livros - um para mim e três para algumas amigas queridas. Já me arrependi de não ter comprado para outras pessoas. Depois ficamos batendo um papo. A Cris é uma querida!

Completadas as sessões de autógrafos do dia, fomos comer uma coisinha no Via7. Sempre achei esse restaurante um pouco caro demais para o que oferece, mas como tudo anda tão caro no Rio, agora os preços do Via7 nem parecem mais tão ofensivos. Para completar o dia, tarte tatin no Bazzar.

E depois voltamos para casa, pois ainda tenho que rever os slides das aulas das últimas sextas-feiras, às quais não fui...