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Mostrando postagens de Outubro, 2013

Fim de semana produtivo

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Quando o Claudio me avisou que ia viajar neste fim de semana, logo comecei a planejar como ocuparia meu tempo. Mil planos, pois sempre há muito que quero fazer.

Para a sexta-feira à noite, eu já tinha um compromisso. Um encontro na Lapa para comemorar os aniversários da Márcia e da Tati. No final, a Tati nem conseguiu ir, mas fui igual, pois gosto muito da Márcia também. Decisão acertada. Foi bem animado e divertido.

Como sempre, me atrapalhei com o ônibus. Eu costumo andar somente a pé. Quando preciso ir mais longe, tenho o privilégio de contar com meu motorista particular. Como ele havia viajado, resolvi pegar um ônibus e apenas voltar de táxi. Afinal, estamos no horário de verão e, na minha ingenuidade, acredito que a luz do dia nos protege.

Peguei o ônibus certo, mas ao não ter certeza da parada exata para descer, fui parar lá na Avenida Chile. Nem tão dramático assim, mas já começava a escurecer. Eu, menina corajosa pra caramba, já fiquei toda assustada. Deu tudo certo, cheguei m…

Vida que recomeça a cada dia!

Em um tempo em que usar móveis, carros e roupas de décadas passadas virou uma interessante tendência, acredito que ainda temos muito preconceito com quem nasceu na época em que a Variant ainda estava na moda.

Decidi tratar sobre velhos e tecnologia em minha pesquisa de doutorado. Eu ainda não defini qual será o tema específico, mas tenho lido bastante sobre o assunto, em busca – não de uma resposta, mas – da tal pergunta que moverá meus estudos pelos próximos dois anos.

Em uma dessas leituras, me deparei com a seguinte frase: “quando falei para o meu filho que iria construir uma casa aos 65 anos, ele me disse que eu estava louca”. Não pude deixar de me lembrar das expressões de surpresa que recebo ao dizer que minha mãe está mobiliando um apartamento novinho em folha aos 70 anos.

Nada me deixa mais feliz do que ver minha mãe superempolgada com a casa nova.

Ela já teve outra casa nova montada também com esmero – e dificuldades. Agora é diferente. Sem três filhos pequenos para criar, qu…

Colocando ordem na vida

Na sexta-feira à noite e no sábado inteiro, fiquei lendo o livro do David Allen muitas vezes indicado pela Thaís Godinho do blog Vida Organizada. Coletei tudo que me veio à mente e estava espalhado pela casa. Passei boa parte do sábado processando as informações em notas no Evernote. No próprio livro, o autor escreve que são necessários pelos menos dois dias inteiros para dar conta de tudo. E realmente faz sentido. Eu ainda não consegui terminar o processo todo.

Gostei desse exercício de listar tudo, pois me fez pensar em coisas que gostaria de fazer daqui a algum tempo, as quais não tenho condições de começar agora, mas gostaria de fazer num futuro não muito longe. Foi bom perceber que tenho muitos e muitos projetos. Coloquei tudo no papel e aos poucos vou passando para este aplicativo que escolhi. Ainda estou lendo o livro sobre como usá-lo melhor. Tudo isso é bastante trabalhoso e toma tempo, mas creio que ficarei bem feliz ao concluir esta etapa inicial.

Engraçado é que no final d…

Um dia diferente

No dia 3 de outubro comemora-se a reunificação da Alemanha. Por isso, temos um feriado no trabalho. Só me lembrei da folga de hoje no domingo. Este foi um ano tão sem feriados que até havia me esquecido deles. Planejei então tirar o dia para estudar.

Na terça-feira, Claudio me mandou o link de um lançamento de livro que ocorreria na Gávea. Um livro que poderia ser interessante na minha busca por um projeto de doutorado. Imagina minha felicidade ao me dar conta que seria bem no feriado e eu poderia participar.

Cedinho já estava eu indo em direção à Gávea. O lançamento era do livro A bela velhice, da pesquisadora Mirian Goldenberg. Eu já havia lido um livro da autora para minha dissertação e no começo do ano até pensei em fazer uma disciplina ministrada por ela. A professora Mirian é professora de antropologia no IFSC, o Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ.

Acabei comprando também outro livro, chamado Noites de insônia - Cartas de uma antropóloga a um jovem pesquisador - a…