sábado, 26 de abril de 2014

Amsterdã

Nem bem pisamos em Amsterdã, uma chuva fininha começou a cair. Com chuva e malas, tudo parece ficar mais complicado. Demoramos um tempão para encontrar o bonde certo que nos levaria ao hotel - o que nem era tão difícil assim. 

Apesar desses atrapalhos iniciais, tudo correu muito bem, inclusive com dois dias de sol bem bonitos.

No dia seguinte à chegada, caminhamos muiiiito! Também visitamos o Museu Van Gogh. Bem legal! Alguns dos quadros mais famosos estão em outros museus, mas conhecemos pinturas diferentes e interessantes.

Depois do museu, visitamos o Mercado das Flores. A mãe comprou muitas sementes de flores e os tais bulbos de ranúnculo e tulipa que queria tanto e não parava de perguntar desde o começo da viagem. 

Iniciamos o segundo dia bem cedo, indo ao Keukenhof, um parque dedicado às tulipas. O lugar é realmente lindo. Valeu muito à pena. Na volta ainda caminhamos um pouco pela cidade. 


Amsterdã é diferente das outras cidades que já visitei. Não apenas pelos canais, mas pelas bicicletas. Confesso que ainda não acredito que exista um lugar tão civilizado com os ciclistas. De manhã é lindo de se ver. 

A arquitetura também me impressionou bastante. As grandes janelas, os predinhos baixos, os tijolos terrosos, is ganchos no alto da fachada para serem usados nas mudanças. É tudo bastante diferente. 

Esta não está sendo uma viagem gastronômica, mas ainda pretendo provar os waffles.

Bruges

Dormimos uma noite em Bruges. A cidade é antiga, bonitinha, cheia de turistas, com muitas lojas e repleta de restaurantes que vendem mexilhões com batatas fritas. 


Saímos de Bruxelas de manhã. Pegamos o trem da estação central até a sul às 9:54 e depois um para Bruges às 10h26. A viagem leva pouco mais de uma hora. 

Nosso hotel ficava a uns 500m da estação. Apesar da previsão de chuva, pegamos só tempo bom. Assim, pudemos ir caminhando até o hotel. 


Malas deixadas no hotel, partimos para rever a cidade. Mãe adora uma loja. Entramos naquelas abertas em um domingo de Páscoa. Depois fizemos um passeio de barco. 

Escolhemos um restaurante mais internacional para almoçar. Mais umas caminhadas e voltamos para o hotel. Olhamos umas coisinhas na web e nos preparamos para sair de novo.

A noite estava linda! 


domingo, 20 de abril de 2014

Bruxelas

Chegamos na quarta, dia 16, a Bruxelas, depois de praticamente dois de viagem, iniciada em Vacaria, passando por Porto Alegre, Rio de Janeiro e Paris. 

O voo foi bem tranquilo, felizmente. Saímos às 16h20 do Rio e chegamos em Paris às 8h04. Antes das 9h já estávamos liberadas. 

O que eu faria diferente numa próxima é marcar a viagem seguinte para antes do meio-dia. Cansamos de esperar pelo trem das 13h07 - que ainda atrasou 20 minutos. 


Bruxelas é fofinha. Pequenina, mas linda! Eu gosto daqui. Há lugares belos para se visitar, chocolates, cervejas, lojas variadas, além de moules et frites. 


Caminhamos muito hoje, praticamente o modo Claudio-Rafaela de curtir as férias. A mãe aguentou firme. Só que com ela, às 20h já estamos nos recolhendo no hotel. Com o Claudio, eu ainda iria sair para jantar e tomar um vinhozinho. 

É bom falar inglês em um lugar em que este não é o idioma oficial. 

Na frente de nosso hotel, do comecinho da manhã até a noite cair, passam bandos de asiáticos. Para uma ocidental como eu, parece sempre ser o mesmo grupo. 

Ainda quero comprar alguns chocolates. Ainda não sei quais, mas sei que serão de lojas diferentes, para poder provar sabores variados. 

A internet no hotel é péssima. Quer dizer, meu telefone conecta, mas nada acontece. Algo realmente frustrante, pois não sei resolver. :-(

De qualquer forma, o hotel (Ibis Grand Place) é muito bem localizado. Fica na Praça Agora, pertinho da praça principal e a poucos metros da estação Bruxelles-Central. O café da manhã, como em qualquer hotel da rede Accor, é pago (14 euros) à parte, mas vale a pena. 


Fomos até o Atomium, a reprodução de um átomo gigante. Tinha programado passear dentro dele, mas chegando lá não tivemos coragem. Apenas passeamos e aproveitamos o sol. 

domingo, 6 de abril de 2014

Wine Run - pós-viagem

Chegamos do Rio Grande do Sul faz poucas horas, para onde viajamos na sexta-feira a fim de participar da Wine Run. Nossos amigos Gil e Érika, de Uberlândia, já estavam lá e foram nos buscar na rodoviária - na última vez que fomos a Bento Gonçalves também havia amigos nos esperando na rodoviária, o Alexandre e a Vanessa. :)

Na primeira noite, depois de pegarmos o kit da corrida, fomos comer xis, como havíamos combinado há meses. Eu adoro e aqui no Rio nunca consegui encontrar um xis como os que são feitos no Rio Grande do Sul. Assim, toda vez que vou para lá, eu aproveito para matar a vontade.

Fomos dormir cedo, pois a programação no dia seguinte começaria bem cedo.

Às 6h45 já estávamos tomando café. O ônibus que nos levaria até a largada sairia do centro de Bento às 7h30. Érika e eu fomos neste, pois faríamos a primeira parte da prova. Claudio e Gil seguiram na condução das 8h e ficaram um bom tempo nos esperando no revezamento 1 - especialmente o Claudio. Se bem que eu consegui fazer meus 9,9km em 1h22, quase 20 minutos a menos do que eu havia planejado. Fiquei satisfeita. Claudio fez os 11,1km dele quase no mesmo tempo.

Concluída a prova, voltamos para o hotel. Meu corpo cobrou o preço do excesso de treino, sol demais e alimentação precária. No começo da tarde, quando saímos para o almoço, minha cabeça parecia que iria explodir. E quem disse que toda cidade tem farmácias em cada esquina. Em Bento, encontrar uma farmácia não é para iniciantes.

Fomos ao Canta Maria e eu comi somente uma sopinha.

À noite, dor de cabeça curada, a fome era de leão e aí sim me dei o direito de comer galeto, massa, polenta e salada! Foi muito bom!

Como ganhamos carona até Porto Alegre bem cedo, até consideramos passar o dia por lá, mas como tinha que fazer algumas coisas aqui em casa, acabamos antecipando o voo. Afinal, a lista é enorme até a próxima viagem, na sexta-feira que vem!
  

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Wine Run - pré-viagem

Daqui a pouquinho partiremos rumo ao Galeão, onde pegaremos o voo para Porto Alegre. De lá, seguiremos para Bento Gonçalves, onde amanhã participaremos da Wine Run, uma corrida pelo Vale dos Vinhedos.

Estou indo para me divertir, pois treinei muito mal nos últimos tempos. Como tenho uma viagem grande na próxima semana, não posso me lesionar de jeito nenhum. Então vou fazer com muita tranquilidade.

Não que meu comportamento tenha sido muito diferente em outras provas. Sou daquelas que não está muito interessado no desempenho, mas sim em ser feliz completando a prova - acho que sou assim em tudo na minha vida.

Esta prova tem um grau de dificuldade bastante alto, pois não há retas, só subidas e descidas, sendo alguns delas realmente acentuadas. Optamos pela prova de revezamento. Eu farei 9,9km; Claudio, 11,1km. Tenho que completar meu trecho em até 2h, senão somos eliminados. Isto está me angustiando um pouco, mas espero completar em até 1h40. Tomara que dê! :)

Por ora, ficam de lado o interminável projeto de doutorado e tudo o resto que não caiba na mala - preocupações de trabalho, leituras que ainda quero fazer, arrumações...

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Felicidade (s)em reservas

Para mim isso é felicidade pura:

7 hotéis reservados no Booking.com até início de janeiro de 2015
5 viagens programadas
13 destinos!

:)

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Por uma vida menos volumosa

Ao longo do último ano, reduzi muitas coisas na minha vida.

Livrei-me de revistas, recortes de jornais e muitos papéis de cursos que andei fazendo nos últimos tempos e que nunca mais iria ler. Guardei somente o que é realmente uma referência importante e que não encontrarei facilmente na internet.

Sobrou pouca coisa considerada importante.

Ainda tenho alguns textos sobre metodologia e ciência da informação que jogarei fora tão logo passe o doutorado. Por enquanto, ainda estão sendo úteis.

Fotografei e depois levei para a reciclagem convites de festas, lembranças de nascimento e ingressos de shows, papéis que costumava guardar para um dia fazer um álbum bem bacana - na maioria dos casos, esse dia nunca chegou, provavelmente nunca chegará.

Há ainda algumas coisas para serem “liberadas”, como os folhetos que pegamos em viagens. São coisas que fazia sentido guardar quando não havia internet, agora muito se recupera na web. Alguns papéis têm valor sentimental, mas outros tantos posso fotografar e descartar.

Dei vários livros em 2013, menos do que gostaria, pois a estante ainda está cheia. Como consegui separar o que tenho vontade de ler, vi que tinha muita coisa ainda nova. O resultado foi que neste ano ainda não comprei sequer um livro – e já estamos em abril! Na estante estão livros que gosto muito e outros que ainda não consegui me desapegar.

Roupas e calçados sempre tive poucos, pois faço limpezas em meus armários todo mês. Estou tentando adotar a prática de comprar boas e poucas peças. Neste ano, tirando algumas roupas de baixo, comprei apenas um sapato preto com saltinho, que estava procurando desde o ano passado.

Aos poucos vamos conseguindo deixar somente aquilo que usamos. A cozinha é o território mais complicado de “esvaziar”, apesar de ser, ao mesmo tempo, o mais fácil de identificar o que realmente se usa - quando comecei este post ainda não tinha invertido a ordem de duas gavetas, o que acabou rendendo a doação de vários utensílios que o Claudio e eu sequer tiramos da gaveta nos últimos 7 anos. Já nos livramos de canecas que estavam guardadas há mais de meia década sem uso. Colocamos em uso taças que estavam esperando para... que mesmo? Tiramos coisas lascadas. Adotamos novos usos para determinados objetos - como a bacia da batedeira, que nunca era usada e percebemos que serve para muitas coisas, pois é a maior vasilha que temos em casa para misturar massa, fazer saladas etc.

Quanto mais se "limpa" a casa, mais se percebe quanta coisa inútil enche gavetas, entulha estantes, entope armários que poderiam muito bem ser melhor aproveitados. Ao livrar a casa de tantos objetos nunca usados, parece que todo o resto fica mais leve.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Organização

Tenho lido bastante sobre organização, simplificação da vida e desapego desde o segundo semestre de 2012. De lá para cá, já conseguir evoluir bastante nesses temas.

 Em novembro de 2012, eu já planejava fazer o curso da OZ sobre organização. Demorei um ano para realizar este desejo, mas consegui em fevereiro passado.

Gostei do curso. Aprendi boas técnicas de organização, mas creio que muitas das informações repassadas no curso eu poderia ter obtido na web. Claro que no curso tudo é oferecido de forma esquematizada. Em casa, eu teria que pensar sobre o que estou querendo aprender e partir para a busca.

O curso é bastante focado em quem está a fim de trabalhar como organizadora profissional. Neste caso, além de aprender sobre negócios, o certificado da OZ é fundamental, pois é a empresa referência em formação no momento.

Para quem quer simplesmente se organizar, como é o meu caso, talvez o investimento seja alto demais.

De qualquer modo, fiquei feliz em fazê-lo. Especialmente porque tenho outro projeto ligado à organização, e esse curso acabou servindo como uma base para o que pretendo fazer daqui a pelo menos quatro anos.