quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Há coisas que não mudam

Minha semana de trabalho termina na quinta-feira por volta das 16h. 
Para relaxar um pouco, tiro normalmente a noite de quinta para jantar fora com o Claudio, beber um vinho em casa, ler algo que não seja muito pesado ou ver clipes no YouTube. 
Este último é meu passatempo preferido. 
Para minha sorte, não existia isso na minha adolescência. Senão não teria feito outra coisa na vida além de ver videoclipes. 
Como escuto repetidamente vários deles, o robozinho do YouTube já conhece meu gosto. Agora pouco ele me sugeriu um com uma música do Jerry Maguire, filme que, por incrível que pareça, nunca vi. Sei que é uma falha grave no currículo de uma pessoa que assiste basicamente só a comédias românticas no cinema. Bem, ainda não vi, mas vai chegar a hora. Ainda mais porque me dei conta de uma coisa: eu continuo achando o Tom Cruise o ator mais lindo deste mundo. Já tive outros amores, como o Tom Hanks, o Edward Norton e o Mark Ruffalo, para citar alguns, mas o Tom Cruise nunca perdeu espaço no meu coração.

De tudo um pouco

Vivemos tempos estranhos
Sei lá se algum dia foi diferente, mas talvez agora esteja pior. Parecemos seguir a lógica dos computadores, ou é 1 ou é 0, não existe meio termo, não existe opção diferente daquelas localizadas nos extremos. O equilíbrio, o 1/2 parece não haver mais. Não é apenas sobre política, mas sobre tudo. Se você não concordar com minha opinião, que está sempre certa, eu não quero mais saber de você. Aliás, quem ouve de verdade a opinião do outro? E quem ainda reflete sobre suas opiniões?
Eu tenho medo de pessoas que gritam para impor suas opiniões, mas também tenho medo dos que desdenham da opinião dos outros, fazendo muxoxos ou virando a cara. Isto é tão assustador. Ninguém está livre de passar por uma ou outra situação, mas acho que deveríamos ficar mais alertas, tentar ouvir (mesmo!) e talvez resgatar a capacidade de avaliar o que pensamos - será que tudo é realmente do jeito que acreditamos? Será que o outro não tem nem um tantinho de razão?

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Conquistas merecidas
Um amiga que mora aqui no Rio comprou um apartamento recentemente. Nos conhecemos há 20 anos, fizemos faculdade juntas. Ficamos muitos anos sem nos vermos. Há uns cinco ela se mudou para o Rio. Apesar de agora estarmos na mesma cidade de novo, não é fácil nos vermos. Trabalhamos em áreas distintas, temos nossas próprias rotinas e acabamos nunca encontrando o tempo para um encontro. Apesar disso, eu sei que se eu precisar de uma amiga para qualquer parada, posso contar com ela. (Espero que ela pense o mesmo) Hoje trocamos algumas mensagens, para ver se finalmente nos encontramos. Ela me falou sobre o apartamento. Acho que é nessas horas que intimamente a gente sabe se realmente gosto do outro ou não. Percebi que realmente gosto desta amiga. Senti uma felicidade tão grande ao saber que ela realizou este projeto, resultado direto de seu trabalho.

Mais cedo também li no Facebook que outra amiga comprou o carro que desejava há algum tempo. Mais do que ser um bem, o carro vai conferir a ela um enorme ganho de qualidade de vida. Nas manhãs de inverno (do Rio Grande do Sul), quando tiver que sair de casa cedo para ir trabalhar em outra cidade, não precisará mais congelar à espera do ônibus ou de uma carona. Não se tratou de comprar uma coisa apenas por comprar, mas realmente buscar por um recurso que vai melhorar imensamente o seu dia a dia. E ela mais do que ninguém merece ter este conforto.

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Estou feliz por ter lido neste mês um livro em alemão. Já estou pensando até em iniciar outro. Apesar de ter que investir meu tempo em leituras mais técnicas, antes de dormir tenho me dado o direito de me deleitar com assuntos mais leves. Não que o livro que estou acabando seja exatamente leve, mas é bem mais spannende do que um livro acadêmico.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

O bloco passou

Quando você pensa que os dias quentes estão chegando ao fim, lá vêm eles de novo. Temos usado muito o ar condicionado em casa, o que é terrível para a nossa média de gastos de energia. Pelo menos o consumo de gás costuma diminuir, pois passamos a tomar banhos frios. Em janeiro, não ligamos nenhuma vez o gás para tomar banho.

O Carnaval chegou ao fim. Quer dizer, não no Rio, onde até domingo ainda haverá blocos pelas ruas. No resto do Brasil, a semana termina em ritmo lento, mas com todo mundo se preparando para dar continuidade aos projetos que estavam meio parados.

Sigo trabalhando no texto da minha tese. Aos poucos, as páginas vão aumentando. Esses dias achei um tesouro. Em uma pilha de papéis que eu pretendia escanear - de disciplinas antigas -, encontrei vários textos que poderão ser muito úteis na redação de um capítulo da tese. Eu me dedicarei a eles neste fim de semana.

Hoje tive que ir ao banco Itaú, na agência do Botafogo Praia Shopping. Ela tem um horário diferente, abrindo só às 12h. Como cheguei mais cedo, tive que esperar. Se há algo que me tira do sério é atraso. Não sei se isso ocorre todos os dias, mas hoje as portas só foram abertas às 12h05. Se eles fazem isso todos os dias, em um ano roubam 20 horas de atendimento aos clientes. Enquanto eu e mais meia dúzia esperávamos ansiosos para entrar, a faxineira e os guardas conversavam animadamente do lado de dentro. Detalhe é que a área dos caixas automáticos estava imunda. Mas quem se importa, né?

Para me distrair um pouco dos textos acadêmicos ou técnicos que tenho lido, ontem escolhi um livro em minha estante. Fazia anos que o havia comprado, mas nunca tinha lhe dado uma chance. Chama-se "Es ist nie zu spät für alles", algo como "nunca é tarde demais para tudo". É uma história bem levinha, ideal para relaxar. Ontem consegui ler 84 páginas, o que me deixou bem feliz. Claro que o fato de ser uma linguagem bem coloquial ajuda muito, mas quem sabe depois dele me animo a ler em alemão outros livros um pouco mais pesadinhos que também me aguardam ansiosos na estante.

Gostaria de fazer um post sobre Punta del Este, mas ando tão preguiçosa. Só não tenho preguiça para planejar uma nova viagem. Para isso estou animada na mesma hora, o que me faz pensar que não padecemos de falta de tempo, mas de falta de vontade para realizar certas coisas. Não conheço ser humano que seja realmente sem tempo.

Depois de quase oito anos de espera, nesta semana fizemos crepes/panquecas em casa. Que coisa mais boa! Compramos foi queijos diferentes para o recheio. A combinação de ementhal com gruyère
ficou excelente!

Hoje esqueci meu celular em casa. Isto é tão libertador. :)

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Saudades das festinhas adolescentes

Um vídeo de uma música antiga, dançante, colocado no Facebook por um conhecido me fez lembrar das muitas vezes que eu saía para dançar nos tempos da faculdade.
Antes disso, lá em Esmeralda volta e meia havia algum "som". Alguma empresa de fora era contratada para montar uma parede de caixas de som, iluminação apropriada e colocar a música. Como era bom! Eram ocasiões muito esperadas.
Outras oportunidades para dançar eram as festinhas realizadas na casa de um ou outro.
Se me perguntarem quais eram as músicas que tocavam na época, anos 1990, eu não sei dizer, mas encontrei um vídeo no YouTube há pouco e me lembrei de várias delas, ótimas para dançar.
Tão bom ter lembranças boas!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Coceira

Sentir vontade de viajar é quase como sentir uma coceira, chega a incomodar. Estou assim há dias. Só que agora as viagens estão no modo pause, pelo menos enquanto o Claudio não renovar o passaporte e eu não fizer meu referencial teórico, minha pesquisa de campo, a análise dos resultados e a conclusão da minha tese...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Lembranças de leituras das antigas

Dia desses li que O Escaravelho do Diabo vai virar filme. Comemorei. Eu não me lembro bem da história do livro, mas lembro de tê-lo lido na adolescência como fiz com quase toda a Coleção Vaga-lume. Hoje estava pensando no filme 50 Tons de Cinza, que deve estrear nos próximos dias e lembrei-me de um livro que li lá pelos 13 anos chamado Vera Verão. Ao procurar por esse livro na web, descobri, somente agora, que ele foi escrito pelo Cony. Nunca me lembraria disso. Dele também li, na época, Luciana Saudade e A gorda e a volta por cima - Não tenho certeza se li Rosa, vegetal de sangue, pois a capa me perturbava um pouco. Isso me fez pensar que antigamente eu simplesmente gostava de ler, independentemente de quem fosse o autor.