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Mostrando postagens de Fevereiro, 2015

Há coisas que não mudam

Minha semana de trabalho termina na quinta-feira por volta das 16h.  Para relaxar um pouco, tiro normalmente a noite de quinta para jantar fora com o Claudio, beber um vinho em casa, ler algo que não seja muito pesado ou ver clipes no YouTube.  Este último é meu passatempo preferido.  Para minha sorte, não existia isso na minha adolescência. Senão não teria feito outra coisa na vida além de ver videoclipes.  Como escuto repetidamente vários deles, o robozinho do YouTube já conhece meu gosto. Agora pouco ele me sugeriu um com uma música do Jerry Maguire, filme que, por incrível que pareça, nunca vi. Sei que é uma falha grave no currículo de uma pessoa que assiste basicamente só a comédias românticas no cinema. Bem, ainda não vi, mas vai chegar a hora. Ainda mais porque me dei conta de uma coisa: eu continuo achando o Tom Cruise o ator mais lindo deste mundo. Já tive outros amores, como o Tom Hanks, o Edward Norton e o Mark Ruffalo, para citar alguns, mas o Tom Cruise nunca perdeu espaç…

De tudo um pouco

Vivemos tempos estranhos
Sei lá se algum dia foi diferente, mas talvez agora esteja pior. Parecemos seguir a lógica dos computadores, ou é 1 ou é 0, não existe meio termo, não existe opção diferente daquelas localizadas nos extremos. O equilíbrio, o 1/2 parece não haver mais. Não é apenas sobre política, mas sobre tudo. Se você não concordar com minha opinião, que está sempre certa, eu não quero mais saber de você. Aliás, quem ouve de verdade a opinião do outro? E quem ainda reflete sobre suas opiniões?
Eu tenho medo de pessoas que gritam para impor suas opiniões, mas também tenho medo dos que desdenham da opinião dos outros, fazendo muxoxos ou virando a cara. Isto é tão assustador. Ninguém está livre de passar por uma ou outra situação, mas acho que deveríamos ficar mais alertas, tentar ouvir (mesmo!) e talvez resgatar a capacidade de avaliar o que pensamos - será que tudo é realmente do jeito que acreditamos? Será que o outro não tem nem um tantinho de razão?

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C…

O bloco passou

Quando você pensa que os dias quentes estão chegando ao fim, lá vêm eles de novo. Temos usado muito o ar condicionado em casa, o que é terrível para a nossa média de gastos de energia. Pelo menos o consumo de gás costuma diminuir, pois passamos a tomar banhos frios. Em janeiro, não ligamos nenhuma vez o gás para tomar banho.

O Carnaval chegou ao fim. Quer dizer, não no Rio, onde até domingo ainda haverá blocos pelas ruas. No resto do Brasil, a semana termina em ritmo lento, mas com todo mundo se preparando para dar continuidade aos projetos que estavam meio parados.

Sigo trabalhando no texto da minha tese. Aos poucos, as páginas vão aumentando. Esses dias achei um tesouro. Em uma pilha de papéis que eu pretendia escanear - de disciplinas antigas -, encontrei vários textos que poderão ser muito úteis na redação de um capítulo da tese. Eu me dedicarei a eles neste fim de semana.

Hoje tive que ir ao banco Itaú, na agência do Botafogo Praia Shopping. Ela tem um horário diferente, abrindo …

Saudades das festinhas adolescentes

Um vídeo de uma música antiga, dançante, colocado no Facebook por um conhecido me fez lembrar das muitas vezes que eu saía para dançar nos tempos da faculdade.
Antes disso, lá em Esmeralda volta e meia havia algum "som". Alguma empresa de fora era contratada para montar uma parede de caixas de som, iluminação apropriada e colocar a música. Como era bom! Eram ocasiões muito esperadas.
Outras oportunidades para dançar eram as festinhas realizadas na casa de um ou outro.
Se me perguntarem quais eram as músicas que tocavam na época, anos 1990, eu não sei dizer, mas encontrei um vídeo no YouTube há pouco e me lembrei de várias delas, ótimas para dançar.
Tão bom ter lembranças boas!

Coceira

Sentir vontade de viajar é quase como sentir uma coceira, chega a incomodar. Estou assim há dias. Só que agora as viagens estão no modo pause, pelo menos enquanto o Claudio não renovar o passaporte e eu não fizer meu referencial teórico, minha pesquisa de campo, a análise dos resultados e a conclusão da minha tese...

Lembranças de leituras das antigas

Dia desses li que O Escaravelho do Diabo vai virar filme. Comemorei. Eu não me lembro bem da história do livro, mas lembro de tê-lo lido na adolescência como fiz com quase toda a Coleção Vaga-lume. Hoje estava pensando no filme 50 Tons de Cinza, que deve estrear nos próximos dias e lembrei-me de um livro que li lá pelos 13 anos chamado Vera Verão. Ao procurar por esse livro na web, descobri, somente agora, que ele foi escrito pelo Cony. Nunca me lembraria disso. Dele também li, na época, Luciana Saudade e A gorda e a volta por cima - Não tenho certeza se li Rosa, vegetal de sangue, pois a capa me perturbava um pouco. Isso me fez pensar que antigamente eu simplesmente gostava de ler, independentemente de quem fosse o autor.