domingo, 28 de fevereiro de 2016

Fevereiro, o mês mais longo do ano

Sim, eu sei que não é. Todo mundo sabe. Mesmo neste ano bissexto, fevereiro sempre será o mais curto, pelo menos se levarmos em conta apenas o calendário.

Só que neste ano, para mim, está sendo o mais longo. Eu nem sei explicar direito, mas, veja, amanhã ainda será fevereiro. Consegui fazer tanta coisa neste mês e ele ainda está aí.

O mais curioso é este fevereiro especificamente tinha tudo para passar voando. Era o mês que eu tinha para terminar o texto da tese, o mês em que a chefe estaria de férias, último mês de férias do Claudio, mas aconteceu algum feitiço do tempo e ele demorou pra caramba para passar.

Tudo bem, agora está mesmo quase no fim, mas eu tinha que registrar isso.

Ainda teve a gripe que prejudicou minha média de idas à academia. Como acho que amanhã não irei, fecharei o mês com 18 dias. Janeiro foi melhor, com 24 dias de academia. Não se pode ter tudo.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

O corpo se entregou

Depois de semanas firme e forte, trabalhando duro para terminar o que tinha que ser terminado, parece que meu corpo agora relaxou e se deu o direito até de ficar doente. Na semana passada, quando já tendo enviado o texto pronto para o orientador, eu estava me sentindo extremamente cansada, mas continuei com a rotina normal.

Houve a emoção do show dos Rolling Stones no sábado, além da prova de nivelamento do curso de inglês da PUC. No domingo fizemos a caminhada na Lagoa e o passeio por Ipanema. Até aí tudo bem.

Na segunda, a história começou a virar. Amanheci com uma forte dor de garganta, que durante o dia foi piorando. E eu não tive nem como fugir para casa, pois tinha agendado há semanas uma palestra no Goethe-Institut. Além de ter que fazer a apresentação, que saiu sabe-se lá como, eu tive de ficar dando informações e atendimento ao longo da tarde. Quando a tarefa chegou ao fim, eu só queria estar em casa. Ainda esperei pelo Claudio num café no Centro para voltarmos juntos. Por sorte, ele estava na cidade.

Passei mais ou menos 36 horas em repouso, pois não consegui ir trabalhar ontem. Ainda estou me sentindo mal, apesar de estar melhor que ontem. Trabalhei normalmente hoje. Como já tinha uma consulta marcada para amanhã com um especialista, não quis ir ao médico antes.

Bom, espero que quando o meu orientador enviar a lista de correções eu já esteja restabelecida.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Domingo livre

Depois de não sei mais quantos domingos à frente do computador, hoje foi até estranho ficar o dia todo na rua. Começamos com uma volta na Lagoa Rodrigo de Freitas. Depois seguimos para Ipanema para almoçarmos e comprarmos algumas coisinhas. Quando entrei no Zona Sul, me deu até vontade de rir, pois eu não tinha que escolher tudo rápido para logo voltar para casa. Foi bom fazer tudo com calma sem o compromisso de correr para casa.
Quando voltamos para casa eu até liguei o computador, pois tinha um frila para terminar, coisa que fiz em menos de meia hora. Depois deu tempo para fazer um bolo, ouvir a chuva lá fora e fazer esses posts aqui.
Ainda não reativei a assinatura do Netflix, mas isso não demorará a ocorrer. Então poderei voltar para casa, pensar no que comer e escolher um filme para relaxar. Isso, porém, só vai acontecer mesmo depois da defesa. Por ora, ainda vivo a angústia de aguardar o retorno do meu orientador.
Bom, já tive um domingo feliz e livre. Uma coisa de cada vez.

Rolling Stones

Ontem fomos ao show dos Rolling Stones.
Devo confessar que nunca dei muita atenção aos Rolling Stones. Leio uma ou outra notícia sobre eles, mas prestar atenção as suas músicas nunca foi algo que fiz.
Em um belo dia, estava lá no trabalho, quando uma colega foi a minha sala para contar que ela e outras duas haviam comprado ingresso para o show que seria realizado no Rio. Meio sem pensar muito, comprei ingressos para mim e para o Claudio.
À medida que a data se aproximava, eu só pensava que tinha cometido um grande erro.
O dia chegou e lá fomos nós. Eu feliz porque iria ver o show do Ultraje.
Comemos uma coisinha na Tijuca, caminhamos até o Maracanã e estávamos devidamente instalados quando caiu um verdadeiro dilúvio.
Depois de acompanhar a agonia da produção para consertar os telões que pifaram com a chuva, olhamos atentos para o palco quando tocou o primeiro acorde.
Lá estavam eles, aqueles senhores de 70 anos com mais energia que muita gente de 35.
Eu continuei não conhecendo as músicas e talvez nem volte a escutar as que ouvi no show, mas minha opinião sobre os Rolling Stones mudou radicalmente. Eles me conquistaram. Foi um showzaço! Eles não estão na pista há mais de 50 anos por acaso. Sabem ser um entretenimento de primeira.
No final, valeu muito ter comprado os ingressos por impulso.
Foi uma noite inesquecível.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

10 anos

Hoje faz 10 anos de um passeio em Niterói. 10 anos do show dos Rolling Stones que eu não fui. 10 anos de uma festa muito especial na Tijuca. Bateu uma saudade daquela época de coração leve e poucas preocupações.


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Sim, parece que a primeira etapa foi concluída

Ontem, depois de passar umas seis horas à frente do computador, finalizei o primeiro texto completo da tese, com introdução, desenvolvimento, conclusão, agradecimentos, resumo, referências e listas de figuras, quadros e siglas. Saí para jantar e na volta enviei por e-mail o documento ao meu orientador.

Agora começa a ansiosa espera pela resposta dele.

Imagino que terei de completar e reescrever muitas coisas ainda, mas só terei mesmo certeza quando ele me der um retorno. Lamentavelmente a fama dele não é das melhores. Vou tentar conter minha ansiedade e dar-lhe pelo menos alguns dias antes de começar a cobrá-lo. Digamos... até sexta-feira.

Até lá pretendo terminar uns outros estudos que estão atrasados, descansar um pouco a cabeça, ler um pouco, seguir indo à academia e, quem sabe, ir ao cinema para ver qualquer coisa que seja.

Quando fiz o mestrado, na reta final fiquei viciada na fazendinha do Facebook. Na preparação do plano de estudos para concorrer ao doutorado, em clipes de comerciais antigos no YouTube. Desta vez, minha válvula de escape, por assim dizer, foram os livros. Desde o começo do ano, quando as coisas começaram a ficar mais puxadas, li nove livros e meio. ;) Bom, desta vez foi, pelo menos, uma distração mais produtiva.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Sexta-feira

Eu não trabalho às sextas-feiras. Já faz alguns anos. Começou ainda com as disciplinas do mestrado. Em um dos semestres havia oferta de duas matérias às sextas. Foi uma boa solução. Gostei tanto que sempre que aparecia uma matéria nesse dia, eu pegava. Foi assim que fiz uma de linguística. :)

Depois que terminei as disciplinas, mantive o meu horário de trabalho sem as sextas-feiras, pois aí poderia me dedicar à tese durante três dias inteiros, o que, teoricamente, faria o trabalho render. Bom, em muitos fins de semana prolongados foi assim mesmo. Em outros, nem tanto.

Muitas vezes tiro este dia para dar uma arrumada na casa, lavar roupa, cozinhar alguma coisa, resolver coisas na rua. Nunca gasto tempo dormindo, mesmo porque o Claudio acorda cedo e fico me sentindo meio mal por dormir até tarde. Não só por isso. Confesso que não me lembro de dormir até depois das nove, só se tivesse ido dormir bem tarde mesmo.

Hoje acordei cedo, sem despertador. São 10h e já fiz inúmeras coisas. Ligar para o conserto do ferro de passar, pedir para enviarem uma revista que não veio, remarcar voo da Gol (ai, que raiva, quando cancelam o voo sem ao menos um pedido de desculpas!), li o Rio Show, passei os olhos pela programação dos cinemas (estou quase livre para me jogar!) e comprei um livro de presente para a mãe, que faz aniversário em março.

Agora me preparo para terminar mais um etapa da revisão da tese. Depois irei à academia. Quem sabe aproveite para pegar o ferro no conserto. Quando saio à rua, gosto de fazer o máximo de coisas possível. Depois de um dia nublado, hoje o sol reapareceu. Tomara que não esquente demais.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Depois do Carnaval 2016

Deu tudo certo!

Ainda não terminei a tese, mas estou na reta final. Isso faz um bem!
Escrevi o capítulo que faltava, inseri em um mesmo arquivo todas as partes que estava fazendo de forma avulsa, como agradecimentos, listas de siglas e de figuras, ficha catalográfica, capa etc., e iniciei a revisão. Falta 1/4 para terminar. Ainda levarei uns dois dias, pois a parte final do documento é a mais importante, trata da pesquisa em si. Já fiz várias anotações para as considerações finais. Estou otimista. Espero ter tudo fechado até domingo, dia 14. Assim poderei enviar o texto com bastante tempo para o orientador. É claro que depois terei ajustes a fazer e algumas coisas a reescrever, mas encerrarei uma etapa. Já planejo fazer uma revisão na normalização da tese enquanto o texto estiver com o orientador. Não sei ainda como farei, pois imagino que vá trabalhar depois no documento que ele me enviar. Vamos ver. Uma coisa de cada vez.

No sábado de manhã fomos ao supermercado e ao hortifruti e compramos diversos ingredientes para várias receitas. Fizemos quase tudo. Ficou faltando apenas a torta de maçã. Nos últimos dias a atividade na cozinha foi intensa. Claudio fez pão, pizza, massa e risoto. Fizemos caldo de legumes, que já usamos no risoto, e ontem quiche de cebola com a receita da avó dele, dona Cedinha. É uma receita já meio clássica aqui em casa. Claudio preparou a massa e eu cuidei do recheio, o que envolve cortar dois quilos de cebola. Se eu mesma não fizesse, nunca acreditaria que aquela coisa ardida se transformaria quase em um creme depois de 40 minutos na panela. Cozinhar é realmente fazer mágica. A torta de maçã ficou para o fim de semana, que já está quase aí.

Consegui ir à academia todos os dias. Não corri como planejava, mas caminhei pelo menos 45 minutos por dia. Para quem ficou o resto do tempo sentada à frente do computador, acho que já foi alguma coisa. Por ter apenas caminhado, acabei lendo quase três livros inteiros de quinta-feira para cá. Bom, confesso, talvez eu tenha apenas caminhado justamente por que não conseguia parar de ler. Claro que não eram livros científicos, mas meus romances mais leves. Quer dizer, um deles nem era assim tão leve (O sentido de um fim, de Julian Barnes). Estou tentando terminar todos os livros que tenho no kindle. Só vou comprar novos quando chegar ao fim dos que já tenho.

Quando eu terminar a tese, pretendo fazer uma arrumação e limpeza gigante em casa. Salve-se quem puder!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Carnaval 2016

Eu nunca aproveitei com todo vigor o Carnaval do Rio. Já fui a uns poucos blocos em anos alternados. Em dois anos viajamos, uma vez para o interior de Goiás, outra para o interior do Mato Grosso do Sul.

Neste ano passaremos aqui. Claudio vai aproveitar os dias quentes para ir à praia, correr, fazer pão, cozinhar uns jantares gostosos para nós dois. Eu, na maior parte do tempo, estarei aqui, à frente deste Dellzinho terminando minha tese. Agora falta pouco. Bom pelo menos para terminar a minha versão final para avaliação do orientador. Se ele resolver alterar muita coisa, o trabalho talvez ainda leve uns dias para chegar ao fim. Vamos ver.

Nos próximos quatro dias e meio pretendo revisar - novamente - tudo que já fiz, corrigindo algumas abordagens e deixando o texto mais alinhado com o objeto de estudo. Devo também escrever um último capítulo que falta e dedicar algumas horas às considerações finais e à introdução. Depois revisar as tabelas e figuras, dar uma última avaliada nas referências, ver se estão normalizadas e se todas foram realmente usadas no texto. Ainda preciso fechar a lista de siglas e dar uma última checada nos agradecimentos. Ah, sim, escrever o resumo e o abstract.

Tudo isso já está devidamente anotado em uma lista.

Também tenho planos de correr durante estes dias - a academia abrirá praticamente todos os dias em horário de domingo. Quero cozinhar um pouco, preparar algumas quentinhas para as próximas semanas de trabalho. Assim não preciso cozinhar todas as noites, o que sempre acaba ocupando um bom tempo. 

Estou animada!!!