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Mostrando postagens de Abril, 2016

Lapinha Spa - primeiras impressões

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Depois de um voo supertranquilo e rápido, cheguei ao aeroporto de Curitiba, onde o senhor Carlos me esperava. Depois de aguardar por uma outra hóspede, percorremos os 86km até o Lapinha spa.

Nem bem chegamos, já fomos convidadas a almoçar. No domingo o almoço é sem dieta, seja ela qual for. A comida estava saborosa. Primeiro um figo, depois uma salada farta, o prato quente (nhoquete de pinhão, com beterraba cozida no suco de uva e palmito feito com ghee) e sobremesinha (bolinho de limão com calda de frutas vermelhas). 
Em seguida deixei minhas coisas no quarto e fui fazer a consulta médica, que levou uns 40 minutos. Primeiro uma enfermeira tira peso e medidas. Depois vem a conversa com a médica. Feito isso, fui agendar as massagens que estão incluídas no pacote de uma semana. 
Antes de pensar em fazer outra coisa, a simpática mexicana Sandra me levou para conhecer todas as dependências da Lapinha, lugar amplo e todo bem cuidado.

O dia transcorreu tranquilo. Consegui até relaxar um pou…

Na Alemanha

A minha temporada alemã está quase chegando ao fim. Na primeira semana participei de um seminário para funcionários "antigos" que trabalham em outros lugares que não a Alemanha. Foi interessante, conheci colegas de pelo menos 21 lugares diferentes do planeta, reencontrei uma colega de São Paulo. Foram dias bem puxados, com muitas atividades durante o dia e programas culturais à noite. Cheguei ao fim da semana supercansada.

No fim de semana visitei uma família amiga na Holanda. Eles moram em uma cidade bonitinha chamada Arnhem. Foi uma odisseia para chegar até lá (e para voltar), mas valeu a pena. Fiquei muito feliz em revê-los, especialmente o Tito, garotinho esperto de seis anos. Visitamos dois museu interessantes, o da cidade e outro chamado Kröller-Müller. Além disso, caminhamos bastante pela cidade e conversamos muito. Foi ótimo!

Hoje tenho meus últimos compromissos aqui em Bonn. Mais tarde arrumarei minha mala, para amanhã partir para Frankfurt, de onde sai meu voo para…

De longe

Tive a sorte de não assistir ao que ocorreu ontem no Brasil.

Estava voltando da visita a um casal de amigos que decidiu fugir da nossa bagunça carioca. Não acho que tudo no Brasil seja tão ruim assim, mas não os julgo, têm um filho pequeno que agora pode correr solto pela ruas, brincar em parques livremente e ter acesso a uma biblioteca pública linda, repleta de atividades e materiais sobre tudo, para citar só alguns exemplos.

A oportunidade de circular por algumas cidades europeias dá a oportunidade de ver o quanto estamos longe, o quando nem sabemos por qual caminho seguir. Crescer em um lugar em que as ruas são limpas, o transporte funciona, as possibilidades culturais são muitas e cada um procura fazer sua parte (porque aprendeu no colégio e em casa que é assim) deve, imagino, influenciar o modo de ser de uma criança e no adulto que irá se transformar.

Eu não sou a favor do impeachment. Não acho que seja a saída. Uma pessoa deixará o poder, mas ficará toda uma corja ainda. Por que…

Viagens

Até nem acreditei quando o Swarm me informou que aquela era minha primeira viagem de avião na sexta-feira. Pensei um pouco. E não que ele tinha razão. Comecei o ano longe de casa, mas depois que voltamos do Uruguai acabei me dedicando totalmente ao doutorado. Só agora é que surgiu a necessidade/oportunidade de sair um pouco do Rio.

Bom nos últimos três dias eu já viajei três vezes de avião. Fui do Rio a Porto Alegre, de onde segui para Caxias de ônibus. Depois voltei de Porto Alegre diretamente para o aeroporto internacional, de onde parti para a Alemanha.

E cá estou eu, no mesmo hotel em que fiquei em 2012. Amanhã inicia-se uma semana de palestras e cursos sobre assuntos de interesse dos funcionários do DAAD que trabalham fora da Alemanha. Fico sempre meio nervosa por causa do alemão, mas não tem jeito. Agora já estou aqui.

A viagem foi meio cansativa. Não consegui dormir direito. Hoje vai ser aquela noite maravilhosa de sono como acontece sempre depois de chegar à Europa.

A Alemanha…

Quando é que não estamos sozinhos de verdade nesta vida?

Nossos amigos nos ouvem, nossos namorados até opinam, mas me parece que na hora da tomada de decisão, da escolha capaz de mudar a vida, contamos mesmo é só com nós mesmos.

Eu não tenho que tomar decisões neste momento. Tudo que tenho que fazer nos próximos meses já está definido, tenho tarefas suficientes para pelo menos até o meio de julho.

Só que lá no fundo da alma parece sempre haver uma confusão das bem grandes. E nas horas de questionamentos desse porte, sejam quais eles foram, só temos mesmo os nossos pensamentos, a nossa força, a nossa própria companhia para aguentar o tranco.