sábado, 19 de novembro de 2016

Seis semanas para 2017

Este ano foi tão cheio de tudo, mas ao mesmo tempo parece ter passado tão rápido. Sei que é um clichê irritante dizer que os dias passaram voando, pois na prática o tempo passa do mesmo jeito sempre, mas de repente faltam apenas seis semanas para terminar este ano. Incrível como isso pode modificar até mesmo nosso ânimo. Estou cheia de planos, de novo.

Até o último dia de 2016 tenho três pequenas viagens agendadas: uma de trabalho; uma para fazer as provas de Biblioteconomia na UCS; a última para participar de um casamento. Há muito tempo não encerro o ano já com uma viagem prevista para o ano seguinte. Eu sei que farei algumas, mas até agora não tenha uma passagem comprada para 2017.

Quem sabe isso muda dentro dos próximos dias. Mal sehen... 

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Anotações


Ah, Canadá, que saudade.
Chove lá fora. Véspera de feriado. Dia tranquilo no trabalho, mas completamente abarrotado de tarefas. No final do dia muitas com um sinal de "feito" ao lado, o que dá um pequena satisfação. Pipoca para encerrar a tarde. Zero Assoluto com vídeo novo. Música alta. Um pouco de felicidade na melhor companhia. Livros novos à espera. Apaixonada pelo kindle, ainda mais. 14 livros nas últimas semanas. Historinha de amor para iluminar um dia nublado. Saudades do Canadá e da Itália. Qual seria o melhor destino agora? Chokito. Arrumação. Trabalhos de aula. Leve pânico ao pensar nas provas, mas alívio por serem apenas mais quatro semanas. Ufa! 2016 não foi para iniciantes, mas o que não mata, fortalece, dizem. Perspectiva de uns dias de folga. Só falta decidir quando. Vontade de sair por aí, logo.

Ah, o futuro!

Dizem os entendidos que devemos aproveitar o hoje, viver o presente, intensamente. Ah, mas quando o presente sucks, o que resta mesmo é pensar no futuro - e começar a planejá-lo. De repente, all'improvviso, a vida enche-se de planos novamente. Como isto é bom!!!

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Viagens de trabalho

Uma colega de trabalho está grávida, o que tem me feito fazer algumas viagens. Depois de uma a Vitória em outubro, estou fazendo esta outra, a Salvador, agora em novembro. Eu adoro viajar, mesmo quando não se consegue ver muita coisa do destino, como é o caso agora.

Nessas viagens de trabalho sempre preciso fazer uma palestra sobre estudar e pesquisar na Alemanha e fazer atendimentos individuais no estande Research in Germany, a marca criada pela Alemanha para divulgar suas ofertas acadêmicas e científicas. No final, ficamos fechadas em um centro de conferência. A única opção é uma saída à noite, para jantar, mas nessas ocasiões nem sempre é possível compreender a cidade que se está visitando.

Vou precisar voltar tanto a Vitória quanto a Salvador com mais calma e uma programação turística.

sábado, 5 de novembro de 2016

Fascinação por dias nublados

Diz a música da minha conterrânea Adriana Calcanhoto que cariocas não gostam de dias nublados. Mais uma prova de que não sou e nunca serei carioca, pois adoro dias nublados e chuvosos, como hoje. Gosto tanto de estar em casa quanto de estar na chuva.

Eu acho que não tenho tantas lembranças assim de quando era muito pequena, mas algumas das poucas ocorrem em dias chuvosos. Lembro-me de brincar com o Cássio e os amigos dele de fazer barquinhos de papel e de soltar onde a calha da casa despejava a água que vinha do telhado. Lembro-me de passear de gaiota com o Cássio e a Fernanda. Nós duas dentro de uma fechada artesanalmente e o Cássio a empurrando abaixo de chuva. Lembro-me de gostar de ir à casa da dona Eva nos dias de chuva, só para ver os pequenos riozinhos que se formavam no terreno da esquina, que não tinha casas na época. Lembro-me também de gostar de ler e de ver filmes em dia de chuva, concentrada nessas atividades, mas com o barulho de chuva ao fundo.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

All'improvviso

De repente a vida parece que pede mudança, pede movimento, pede para que algumas situações cheguem ao fim. Mesmo que se planeje quase tudo, que se tente prever o que virá em seguida, há momentos que parecem ser movidos por uma força involuntária, nos tornamos meros espectadores de nós mesmos. Já vivi esse sentimento/sensação outras vezes na vida. Acho excelente. E acho ruim ao mesmo tempo. O certo é que nem sempre tudo fica como está.