quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Vida de frila

O texto a seguir foi inspirado no post mais recente da minha amiga Karlinha e num post feito pelo Maurício ontem.

Depois de tantos anos tendo um trabalho fixo, achei que iria enlouquecer quando resolvi vir para o Rio sem ter nada muito certo. Talvez se tivesse encontrado um bom emprego, hoje eu não estivesse escrevendo este post, é bem verdade. Dei o azar de ter um emprego daqueles que provocam dores nas costas e vontade de ficar doente todos os dias.

Bom, a história teve final feliz: pedi demissão e há pouco mais de um ano trabalho como frila. Sou dona do meu horário e, teoricamente, posso ficar um dia inteiro sem fazer nada se quiser. Na realidade, não funciona bem assim, pois todos os dias tenho algo para fazer. Hoje mesmo, enquanto estou aqui escrevendo este post, estou já pensando num texto que tenho de acabar para uma editora até amanhã. E depois, até o fim do mês, vários outros textos para terminar.

Eu sei que não terei essa vida para sempre, pois acho que no ano que vem voltarei a ter um trabalhinho normal como todo mundo, mas por ora está mais do que bom assim. Imagina, poder sair às três da tarde para tomar um suco de laranja com o namorado... não é para qualquer emprego...

Um comentário:

Maurício Oliveira disse...

Aposto que você vai acabar viciando e não vai mais querer largar essa vida de frila... Beijo.