segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Balanço 2012 e os primeiros pensamentos para 2013

Estava começando a escrever este post, já com a primeira frase digitada, quando resolvi dar uma olhadinha no post do final de 2011 em que fiz um balanço do ano. Para minha surpresa, a frase era exatamente a mesma. Que legal! Foi meu primeiro pensamento. Começava assim: "Não posso reclamar de 2011".

Fato é que não posso reclamar mesmo da minha vidinha tranquila. Sou muito agradecida por isso. Apesar de algumas angústias que eventualmente surgem, os três quilos que se apegaram ao meu corpo e a indecisão sobre o que fazer no doutorado, levo uma vida pacata e feliz.

Em 2012, isso não foi diferente. Ao começar o ano, eu tinha algumas metas. Olhando-as agora, um ano depois, fico feliz de ver que consegui quase tudo que tinha planejado.

Li pelo menos um livro por mês, acho que até mais, além dos materiais de aula, que foram muitos. Fiz também um curso on-line sobre Comunicação Científica, que achei bem bom. As disciplinas do doutorado foram mais interessantes do que as realizadas durante o mestrado.

No quesito um filme por semana, creio que falhei, apesar de no último mês ter aumentado um pouco minha média. De qualquer forma, não deu para ver pelo menos 50 filmes neste ano.

Outro plano era começar o doutorado, o que era meio óbvio, uma vez que eu tinha passado na seleção. Este foi realizado completamente. Outro plano consolidado era trabalhar mais horas, coisa que também fiz.

Não confiei muito no meu desejo ao escrever uma viagem a cada dois meses, mas ele se realizou melhor do que o esperado. Intimamente queria fazer pelo menos uma viagem por mês, mas na hora em que escrevi as resoluções, acho que não quis forçar a barra. A verdade é que fiz até mais de 12 viagens, mesmo que curtas, no ano.

Janeiro - comecei o ano em Buenos Aires, passando mais alguns dias em Montevidéu, Vale dos Vinhedos e Vacaria
Montevidéu

Fevereiro - Ivinhema, com o Claudio, para passar o carnaval
Churrasco em Ivinhema

Março - viagem a trabalho ao Rio Grande do Sul, passando por Porto Alegre, Santa Maria, Pelotas e Vacaria
Palestra sobre o Ciência sem Fronteiras

Abril - viagem a trabalho à Alemanha, com passadinha pela Bélgica. Foi uma viagem muito boa! No final do mês, passei mais dois dias a trabalho em Uberaba e Uberlândia, onde Claudio me encontrou e passamos um ótimo fim de semana junto com Érika, Gil e Antônia. Esta última acabou contando como viagem para o mês de maio
Colegas do mundo todo

Junho - viagem a trabalho a Teresópolis e outra por diversão a Campinas, para o Encontro de Vinhos e para encontrar com todos nossos amigos do mundo do vinho
Pedaço da Alemanha em Teresópolis

Julho - viagem muito agradável a Morro de São Paulo, na Bahia. E mais alguns dias em Ivinhema, onde encontrei com as sobrinhas, irmão, cunhada e mãe. Duas viagens para compensar o mês de agosto que ficou sem
Quarta Praia de Morro de São Paulo

Agosto - era para ser um mês sem viagens, mas um incidente familiar em fez passar quase 20 dias em Ivinhema, que entraram em setembro
Vida no campo

Setembro - na volta de Ivinhema fui direto para BH, de onde parti para Cordisburgo, local do casamento dos queridos Zé e Sabrina. Em setembro, haveria ainda a viagem a Inhotim com minhas amigas Ana, Neusa e Angela. Verdadeiro espetáculo a céu aberto!
Gruta de Maquiné, na bela Cordisburgo

Outubro - não havia nada programado, mas de repente surgiu uma viagem de trabalho para Recife, Natal, Belém e Manaus
 
Teatro Amazonas

Em novembro, foi um mês de receber os amigos que vieram para o aniversário do Claudio
Dezembro - para fechar o ano, três passeios. O primeiro a Volta Redonda, para o belo casamento da Cristiane e do João Marcos. Depois, nossa viagem de aniversário do Claudio a Buenos Aires. E, por fim, com três paradas, a viagem natalina: a Tremembé, Campinas e Secretário
Paella especial, em Campinas

Não sei se devo pedir o mesmo para 2013 ou apenas deixar rolar. Só sei que começo o ano com três viagens com passagens já compradas, para janeiro, fevereiro e julho. Bom, sinceramente, espero que surjam mais nove!

Estamos promovendo algumas mudanças em nossa vida já faz algumas semanas. Em 2013, espero dar continuidade a uma vida mais minimalista, sem tralhas, sem emoções desnecessárias, com muito planejamento.

A meta de um livro por mês e um filme por semana espero manter - e conseguir realizar.

Terei de qualquer jeito que pensar em meu projeto de doutorado. Ainda mais se quiser sonhar com um doutorado-sanduíche.

Em termos profissionais, a vida seguirá meio parecida, por enquanto.

Quero voltar a correr, dar mais atenção ao que como, quem sabe aprender a cozinhar um pouco mais e também, se conseguir vencer meus medos, a nadar.

Que 2013 seja espetacular para todos nós!

Mês de despedida do ano

Dezembro foi um mês bem agradável, com casamento, confraternizações variadas, viagem a Buenos Aires, encontros com muitos amigos na reta final, bronzeado e dias ensolarados.

Agora chega a hora de fazer o balanço do mês e do ano como um todo.
Dos planos para dezembro, pouco consegui colocar em prática, mas valeu mesmo assim. Há tempo para tudo o mais nos próximos 12 meses. 

Planos para DEZEMBRO 2012
- Imprimir fotinhos e algumas para presentear aos amigos. Não deu para fazer a seleção direito. E agora já temos algumas mais novas e legais dos encontros mais recentes.
- Dar continuidade ao uso do método GDT, aperfeiçoando-o. FEITO
- Empacotar presentes de Natal. FEITO
- Terminar trabalhos de aula. FEITO em parte, ainda tem mais um para o próximo mês. 
- Aprontar uma versão do projeto de doutorado e marcar encontro com orientador. Nem perto de conseguir... :( #angústia!
- Começar a organizar método de estudo de inglês e alemão. Ainda não deu.
- Definir como serão os posts do projeto Rio 2013. Mais ou menos.
- Viagem a Buenos Aires. FEITO e muito bem!
- Planejar últimos detalhes da ida a Tremembé, Campinas e Itaipava. FEITO
- Reorganizar livros e definir quais serão doados. Definir uma prioridade de leituras para 2013. Ainda não...
- Planejar 2013, mais especificamente os primeiros seis meses.  Ainda não...
- Terminar o planejamento da viagem de julho de 2013. Em parte
- Fazer uma limpeza nas revistas Runner. FEITO

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Dezembro

Dezembro é um mês engraçado. Quer dizer, dezembro faz as pessoas terem comportamentos curiosos.

Durante os outros 11 meses ninguém tem tempo para nada. O que mais se ouve é: "Estou na maior correria." "Sem tempo para respirar." "Quero férias!" "Chega sexta-feira!"

De repente, chega dezembro. O mundo continua igual, mas todo mundo quer se encontrar, marcar amigo-secreto, fazer um brinde, colocar a conversa em dia... E, como em um passe de mágica, o tempo que nunca tiveram (tivemos) ao longo de 11 meses aparece!

E logo desaparece, claro, pois são tantos compromissos que logo recomeçam as lamúrias. "Não aguento mais tanto comer." "Todo dia tem festa!" "Todo mundo resolveu se encontrar."

Não chego à conclusão alguma, mas fico pensando que somos mesmo muito enrolados, desorganizados e com uma quedinha para reclamar de tudo.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Balanço de novembro e planejamento para dezembro

Eu já imaginava que novembro passaria rápido. Quer dizer, que eu teria essa sensação. Meu mês esteve dividido em duas partes. A primeira começou ainda em outubro, quando dei início à contagem regressiva para o aniversário do Claudio. Foram 40 dias de pequenos presentinhos. Os mais esperados, para mim, estavam programados para os dias 16 e 19 de novembro.

Dia 16 foi a festa surpresa que comecei a organizar ainda em abril. Planejar com essa antecedência foi a melhor coisa que fiz. Deu tempo de fazer os orçamentos com calma, de escolher o lugar contando com a ajuda dos amigos mais experientes, de convidar as pessoas de longe primeiro e dar-lhes a oportunidade também de programar a vinda com calma.

Eu fiquei muito feliz com o resultado. A festa foi no restaurante Pistache, onde reservei o deck. O serviço foi perfeito. Creio que o Claudio e os convidados gostaram. No fim de semana da festa, recebemos muitas visitas e revimos várias pessoas queridas. No final, 57 convidados conseguiram estar presentes. Assim, metade do mês passou com grande expectativa.

Passada a festa, eu ainda tinha programado outra surpresa para o Claudio: um fim de semana em Buenos Aires, para onde iremos agora dia 6! Como se trata de uma viagem, estou mais do que animada. E, confesso, foi um presente também para mim. Desta forma, a outra metade do mês, foi de expectativa em relação à viagem.

Houve outras atividades, claro, como o final do semestre na universidade. Dois seminários e três trabalhos escritos. Ainda estou terminando esses últimos. Espero conseguir fechar tudo até o dia 14 de dezembro e, aí sim, me dedicar a outros planos, como o projeto da tese.

Aproveito para registrar aqui, para meu próprio controle, uma avaliação das metas para novembro e o que pretendo fazer em dezembro. 

NOVEMBRO 2012
- Imprimir fotos do ano. Não consegui cumprir, mas tomei a decisão de imprimir somente as fotinhos de resumo dos meses, as quais terminei de preparar. Decidi imprimir menos fotos do que estava acostumada, por uma questão de espaço em casa, de dinheiro e deste novo modo de vida que estamos adotando. Ainda tenho que decidir se vou imprimir as fotos que sempre dou de presente de final de ano para os amigos.
- Começar a usar o método GTD. FEITO, mas ainda acho que tenho que me organizar melhor com o estabelecimento de prazos.
- Ir à academia com maior regularidade. FEITO, em parte. No começo do mês consegui mais. Depois, degringolou...
- Planejar Natal e Ano Novo. FEITO
- Comemorar o aniversário do Claudio. FEITO
- Começar a comprar os presentes de Natal. FEITO
- Terminar os trabalhos de aula. Ainda em processo...
- Trabalhar no projeto de doutorado. Não consegui, infelizmente.
- Voltar a estudar inglês e alemão, em casa. Ainda não deu.

Planos para DEZEMBRO 2012
- Imprimir fotinhos e algumas para presentear aos amigos.
- Dar continuidade ao uso do método GDT, aperfeiçoando-o.
- Empacotar presentes de Natal.
- Terminar trabalhos de aula.
- Aprontar uma versão do projeto de doutorado e marcar encontro com orientador.
- Começar a organizar método de estudo de inglês e alemão.
- Definir como serão os posts do projeto Rio 2013.
- Viagem a Buenos Aires.
- Planejar últimos detalhes da ida a Tremembé, Campinas e Itaipava.
- Reorganizar livros e definir quais serão doados. Definir uma prioridade de leituras para 2013.
- Planejar 2013, mais especificamente os primeiros seis meses.
- Terminar o planejamento da viagem de julho de 2013.
- Fazer uma limpeza nas revistas Runner. 

 Bom, já me parece de bom tamanho.

Sensação boa

Que felicidade! Férias. Mesmo tendo ainda que terminar três trabalhos de aula, nunca imaginei que ficaria tão feliz com o final do semestre. Tão logo concluímos a apresentação do trabalho na aula da professora Lena, fui acometida por esta sensação tão boa. Depois ainda fomos almoçar em um lugar com vista superbonita.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Por uma vida mais feliz

Nunca vi três quilos e meio mais amorosos do que esses que insistem em não me deixar! Eles até já estão achando que sempre fizeram parte da minha vida. Saiam pra lá! Eu não gosto de vocês!

A gripe parece perder as forças dia a dia. Espero que até dezembro ela já tenha ido embora.

Falando em dezembro, para minha total alegria dezembro será uma mês repleto de saídas do Rio. Primeiro, vamos a Volta Redonda, para um casamento. Depois, Buenos Aires, que eu amo e sempre fico muito, mas muito feliz de voltar. Terceiro, viagem a Tremembé para visitar parentes, Campinas, para visitar amigos e Itaipava, para passar o natal. Muita alegria para alguém que adora viajar!

Tranquilidade

Não sei se foi porque finalmente entreguei o documento da qualificação, mas de repente me deu uma tranquilidade. Ainda preciso enfrentar a banca, mas isso ainda parece meio distante e acho que a ficha deve cair somente depois do fim de semana.

A viagem ao Rio Grande do Sul aconteceu no momento certo. E talvez isso também ajude a ter essa sensação.

Outra razão pode ser a perspectiva de uma festa incrível no fim de semana, quando a Carol e o Marcelo se casarão em alto estilo. Estou contando as horas. Vai ser muito legal!

E também talvez porque agora estou quase me permitindo sonhar com a viagem que faremos no mês que vem. Até então, minha cabeça estava tão tomada que nem podia pensar em caminhar por Paris ou me imaginar em Cesiomaggiore, na Itália.

Isso é muito bom!

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Semana fora do normal

Esta semana foi um pouco esquisita. Novamente cortada por um feriado, mas diferente da semana passada, quando recebemos visitas e a casa ficou superanimada.

Terça-feira foi um dia bem especial, aniversário do Claudio. Como não precisei trabalhar, fiquei mais feliz e acabei tirando realmente o dia livre. Nem peguei nos livros e cadernos de aula. Foi bom. Apesar de isso ser apenas empurrar o mal com a barriga.

De qualquer forma, a semana havia começado meio esquisita. Acho que fiquei meio cansada dos agitados dias anteriores, quando dormimos pouco e fizemos mil coisas. Fiquei cansada, mas foi por um ótimo motivo, nossas visitas, que adoramos receber, sempre.

Passei a segunda-feira no trabalho caindo pelas tabelas, literalmente. Se tivesse um sofá aqui na minha sala, eu teria dormido esparramada.

Nesta semana, os estudos não foram realmente a minha prioridade, ainda mais depois que descobrimos que a professora de quinta não poderia ir à aula e um seminário que apresentaríamos fora transferido para o dia 29.

Aproveitei para acabar de ler os 50 Tons de Liberdade. Comecei meio que reclamando. Depois de duas semanas, eu havia perdido a conexão com os personagens. Mergulhei de cabeça nos primeiros dois volumes, de tal forma que eles pareciam meus conhecidos, mas depois de duas semanas e tanta programação, acabei meio que me desligando.

Foi difícil recuperar a paciência com o instável Christian Grey, mas à medida que voltei a ler, e novamente aos supetões, logo me vi enredada pela história. O livro é cheio de defeitos, mas, como adoro uma história de amor, acabei fisgada novamente. Acabei ontem e, confesso, as últimas páginas, nas quais ela mostra a versão de Christian, me fez querer voltar ao começo do livro. Nada mais óbvio, pois é quando ocorre o envolvimento amoroso, por assim dizer, antes de começarem com o - intenso - contato físico. No fundo, não resisto a uma história de amor, por mais tola e superproduzida que seja.

Para completar a semana, uma gripe começou a chegar às quatro da tarde de quarta-feira. Maldito ar condicionado do consulado alemão. Hoje já é sexta e sinto que o fim de semana será meio de molho. Pena que agora não posso mais me escapar dos trabalhos de aula. Será um pesado fim de semana de estudos, mas não há de ser nada - Pollyanna -, na outra semana já estarei de férias!!!

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Dispersão e dores

Lendo sobre a lei de Bradford, que trata sobre a dispersão dos artigos acadêmicos sobre determinado assunto, acabei, claro, me dispersando. Tem sido assim nos últimos dias. Talvez seja a pressão de ter que terminar cinco trabalhos para o curso, talvez.

Os últimos dias foram bastante agitados. Primeiro chegaram algumas visitas, depois ocorreu finalmente a festinha de aniversário do Claudio, em seguida tivemos o almoço de aniversário do blog e mais alguns programas com os amigos de fora que estavam na cidade.

Agora, querendo voltar à realidade, me pego meio distraída. E, no fundo, é tão bom estar distraída. Há alguns dias, estou com uma dor no meu ombro direito. Um amigo disse que deve ter sido muita tensão por conta do aniversário, mas eu nem fiz grandes esforços para organizar a festa, foi até divertido.

Tenho dois médicos à tarde. Então só poderei investigar esta dor amanhã. Espero que até lá ela se distraia e vá embora...

Agora talvez seja melhor me manter atenta apenas às dispersões de Bradford.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Inevitável

Sempre que morre alguém próximo ou algum famoso que conheço desde criança, fico pensando... na vida.

A morte é inevitável, todos sabemos, mas ela sempre consegue nos pegar de surpresa. Parece que não acreditamos quando alguém chega ao fim. Eu nunca fui tão ligada ao ator Marcos Paulo, mas de um jeito ou de outro, sempre soube o que ele andava fazendo ou com quem estava namorando. Em 2001, durante férias em Natal, ficamos hospedados no mesmo hotel. Ele ainda era casado com a Flávia Alessandra e a filha dos dois era pequenininha.


Essa aproximação com o tema me faz pensar o óbvio: melhor mesmo é aproveitar cada momento da melhor forma possível, sem ficar se prendendo no que não vale a pena.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Vida minimalista - ou meu assunto preferido no momento

Minimalismo

Confesso que até ontem eu nunca tinha parado para pensar nessa palavra. Claro que algum sentido ela tem para mim, mas nunca pensei na conotação que ela passou a ter neste momento.

De umas semanas para cá, como já escrevi aqui, comecei a me interessar (ainda mais) por organizar coisas, organizar tarefas, organizar minha vida.

Minha leitura diária preferida vem sendo do blog Vida Organizada e, por acaso, descobri que uma das minhas melhores amigas aqui no Rio também está nessa. Então, começamos a conversar muito sobre assuntos afins. Estamos até pensando em fazer o curso de personal organizer da OZ no começo de 2013.

Ontem, a querida Daise, de Florianópolis, me mandou uma ótima dica de blog: http://busywomanstripycat.blogspot.com.br. É de uma portuguesa bem simpática, a Rita B. Domingues.
Navegando pelo blog, descobri que a Rita escreveu o Guia rápido para simplificar a vida. Ontem mesmo já baixei no iPad para começar a ler.

Assim como livros de vida saudável, o guia tem temas e ideias que talvez todo mundo já tenha ouvido falar, mas que nunca se consegue colocar em prática - seja por preguiça ou a impertinente desculpa da falta de tempo (o que, sinceramente, é a desculpa mais esfarrapada do mundo, pelo menos entre as pessoas que eu me relaciono).

Minha meta é ir organizando tudo aos poucos, diminuindo as tralhas em casa e simplificando a vida, para gastar tempo com o que realmente interessa.

(Obrigada, Daise!)

sábado, 3 de novembro de 2012

Organizando a vida

Desde que comecei a ler o vidaorganizada.com, estou tentando colocar minha vida mais em ordem, assim como as coisas aqui em casa. Sempre tive ataques de organização, nunca gostei de ter excesso de coisas em casa, mas agora estou tentando realmente ficar com o necessário, colocando esse necessário na melhor ordem possível. Como a Thaís sempre escreve, organização nunca tem fim. 

No começo do mês passado, fiz uma lista de coisas que queria realizar em outubro:


OUTUBRO
- Levar os lixos recicláveis para o Light Recicla. FEITO, mas agora já estamos novamente com muitos quilos de lixo reciclável esperando para serem entregues. Estou me programando para fazer isso na próxima terça-feira, 06.11
- Imprimir fotos do ano. NÃO consegui fazer, mas pelo menos preparei as fotinhos.
- Começar a planejar as compras de natal. NÃO DEU AINDA.
- Terminar leituras das prof. Gilda. FEITO, mas agora há novos...
- Estudar mais o material do curso on-line sobre comunicação científica. FEITO em termos, ainda não chegou ao fim.
- Marcar os últimos médicos do ano. FEITO
- Buscar lentes de contato. FEITO

Chega a hora então de programar o mês de novembro, que já começou.

NOVEMBRO
- Imprimir fotos do ano.
- Começar a usar o método GTD.
- Ir à academia com maior regularidade.
- Planejar Natal e Ano Novo.
- Comemorar o aniversário do Claudio.
- Começar a comprar os presentes de Natal.
- Terminar os trabalhos de aula.
- Trabalhar no projeto de doutorado.
- Voltar a estudar inglês e alemão, em casa.

Acho que já está bom de projetos para este mês. Devido aos trabalhos de aula, terei que dedicar mais tempo aos estudos. Torcer para conseguir, finalmente, administrar meu tempo de maneira mais satisfatória.

No mais, estou baixando hoje a ferramenta Toodledo, para ajudar no meu projeto de usar o método GTD.

Nesta semana, consegui ir quatro vezes à academia, o que me deixou muito feliz. Fiz apenas caminhadas. Quero voltar a correr e a malhar, mas já fiquei superfeliz por conseguir me exercitar, mesmo que de maneira mais leve. Perder 3kg é uma meta para ser vencida em 2013 de qualquer jeito!

A partir de hoje também viverei a experiência de ter internet 24h. Fomos na Vivo ontem e mudamos nosso plano. Vamos ver como vou conseguir lidar com isso ou se ficarei ainda mais viciada...

sábado, 20 de outubro de 2012

Novela

Tenho poucas novelas no meu currículo. Nunca fui muito viciada, mas pelo menos umas quatro ou cinco me lembro de ter seguido com atenção: Bebê a Bordo, Top Model, Vamp, quando ainda era adolescente; Andando nas Nuvens, logo depois de formada (no meio da novela, fui morar na Alemanha), porque tinha uma redação de jornal; e Mulheres de Areia, bem recentemente, porque era como uma viagem ao passado, no tempo em que se vivia sem celular e escovas progressivas.

Desde que vim morar no Rio, Claudio e eu nunca paramos para ver novela, tampouco ficamos em casa para ver final de novela. Onde já se viu?!, diria eu em muitos e muitos outros momentos. 

Bom, a gente sempre, sublinhado e em bold, acaba mordendo a língua quando somos enfáticos, intolerantes e preconceituosos demais: não é que me peguei planejando como faria para assistir o final de Avenida Brasil ontem à noite? 

Compramos sushi e abrirmos um vinho branco para acompanhar a novela! Claudio precisou dar uma saidinha, mas voltou logo. No final, como não temos televisão na sala, acabamos vendo a novela para depois ir jantar.

Eu não tinha acompanhado Avenida Brasil, mas a falação toda despertou minha curiosidade. Eu havia visto um trecho uma vez quando fui à emergência do Copa D'Or. Foi lá que vi pela primeira vez a Carminha, aquele pessoal dançando na abertura da novela e a Nina. Na época, achei a novela pesada demais. 

Quando fui para o Mato Grosso do Sul, na falta de nada melhor para ocupar a noite, assistia todas as novelas com a mãe. Acabei me inteirando mais da história, que naquele momento não estava tão cheia de tragédias.

Ao voltar, em desliguei de novo, mas nas últimas duas semanas, me peguei vários dias ligando a tv para acompanhar o que estava ocorrendo. Assim, não poderia perder o último capítulo. 

A Globo pode ter forçado uma barrazinha, mas a verdade é que fiquei até emocionada por algo envolver tantas pessoas. Somos mesmo uns noveleiros! E não temos que ter vergonha disso. 

O final foi previsível, o autor não quis arriscar muito, me pareceu, mas eu gostei. O bem superou o mal, a vilã pagou pelo que fez, perdoou a inimiga, mas não perdeu seu senso de humor característico ("Só o que me falta, além de pobre, gorda!"). 

Li muitos comentário no Facebook e hoje de manhã no salão de beleza. Foi até engraçado. Pareceu-me, e isso não tem base científica alguma, que meus amigos classe-média queriam que o mal imperasse. Já para as manicures, que, julgo eu, encaixam-se na dita classe C, o final foi belo, exatamente pelo bem vencer o mal. 

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Um dia bom!

Hoje foi um dia cheio de tantas atividades.

Comecei acordando uma hora mais cedo do que deveria. Sei lá, acho que, como alguns computadores, meu corpo achou que já era horário de verão.

Entreguei o presentinho 35 da contagem regressiva para o aniversário do Claudio. 

Hoje a aula era no fundão, como é chamado o campus da UFRJ, que fica na Ilha do Fundão, lá para os lados do Galeão. 

Combinei de ir com uma colega e nos encontramos na frente do Botafogo Praia Shopping para nossa última aventura até o fundão. Normalmente, temos aula aqui na Praia Vermelha e ir ao fundão causou certa revolta. Bom é que as cinco semanas passaram e agora voltaremos à programação normal de aulas ali no IBICT. No final, nem foi tão ruim assim. Fui a quatro das cinco aulas. Ganhei carona para ir em duas delas e sempre voltei com colegas, de carro. 

De tarde, a aula foi cancelada. A professora não conseguiu voltar de Campinas devido ao "caos aéreo". Aproveitei para adiantar outras coisinhas em casa, pois mais tarde teria reunião com meu orientador. Como o IBICT está em obras, marcamos no consultório dele, em Ipanema. Meu orientador é médico. Prático, não? Se eu tiver um surto, já tenho a quem recorrer. 

Depois, encontrei com o Claudio na esquina da Vinicius e fomos jantar. Estávamos morrendo de fome. Aproveitamos para comer no Shopping Leblon, pois eu ainda queria tentar pegar um autógrafo na Travessa. 

Na semana passada, depois de ler este texto aqui da Cristiane Segatto, decidi comprar o livro Te Cuida - Guia Prático para uma vida saudável, do médico mineiro Cláudio Domênico. Nem sabia que era lançamento. Adorei, li em três dias. Aí no domingo saiu uma matéria com ele n'O Globo, avisando que o livro seria lançado hoje. Fiquei pensando que gostaria de encontrá-lo pessoalmente. 

Resumo: esperamos 1h30 na fila, mas valeu. Ele foi supersimpático, apesar de ter autografado quase 1500 livros. Vendeu todos! Esgotou na Travessa e, olhei agora, no site também. Fico feliz, pois o livro é muito bom, inspirador, eu diria. Pretendo fazer algumas alterações na minha vida baseadas nele.

Chegando em casa, ao ler meus e-mails, tive ainda outros momentos felizes. Teremos visitas de amigos em novembro, uma amiga querida de tempos me escreveu uma frase linda. Poucas coisas que dão mais alegrias que os meus amigos - e sou-lhes muito grata por isso.

Hoje vou dormir feliz!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Pena de si mesmo? Adianta para quê?

Hoje quase caí na cilada de ficar com pena de mim mesma.

Trabalhei, apesar de ser feriado, mas até aí, normal, pois estou acostumada faz tempo a trabalhar em feriados ou fins de semana. Até ganhei uma carona, para não precisar circular pelas ruas vazias do começo da manhã.

A tal peninha veio mesmo na hora de sair do trabalho. Só percebi que estava chovendo quando cheguei na porta da rua. Pensei em pedir para o Claudio me pegar, mas ele estava em Copacabana almoçando. Foi aí que pensei: coitadinha de mim, vou ter que ir a pé, sem guarda-chuva, de óculos, vou me molhar toda.

Nos primeiros 100 metros, fui encolhida, causando dó.

Foi quando me dei conta que era uma grande bobagem. A chuva estava fininha, eu estava bem agasalhada, água seca e que estava tomando chuva pelo simples fato de ter esquecido de pegar um guarda-chuva de manhã. A previsão era de chuva, não fui pega de surpresa.

Também pensei que ficar com pena de mim mesma não ia mudar em nada a situação.Cheguei um pouco molhada, é verdade, mas nada que um banho não curasse. Aliás, até falei para o Valdeílson, nosso porteiro da tarde, que hoje nem precisaria tomar mais banho, pois já tinha tomado um de chuva. :)

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Vidinha que segue

Às vezes parece que não dá tempo para fazer tudo que está lista de pendências. E são tantas as pendências. Aquelas mais fáceis acabam sendo realizadas, mas quando se trata de algo mais trabalhoso ou chato, há uma força que impede o primeiro passo para terminar o que precisa ser feito. Pelo menos tem me parecido assim. Tenho algumas tarefas pendentes há semanas e cadê a (força de) vontade para levá-las até o fim?!

Ontem, voltando da universidade, percebi que ainda estava bastante claro. Lembrei-me que logo começa o horário de verão, um dos períodos do ano que mais gosto. Adoro a impressão de os dias parecerem mais longos.

Viagem à vista! Não existe nada que me deixe mais feliz, ainda mais quando há vários destinos previstos para os próximos meses. :)

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Inspiração

Fico tão feliz quando descubro uma música nova (mesmo que seja dos anos 1960), um autor novo ou, como está ocorrendo neste momento, um blog novo! Estou apaixonada pelo vidaorganizada.org. É fantástico. Já peguei várias dicas e estou começando a colocá-las em prática. Hoje, por exemplo, comecei a fazer uma limpeza nas minhas revistas guardadas. Realmente, sobraram poucas.

Seguindo o post de hoje da Thais, resolvi fazer um balanço de setembro e pensar em uma listinha de pendências/atividades para outubro.

SETEMBRO
- Passei os primeiros sete dias cuidando da minha mãe. Apesar de a situação não ser das mais fáceis, eu fiquei muito feliz por poder fazer isso. Fiquei realmente surpresa com o andamento dos quase 20 dias que fiquei cozinhando, lavando, dando banho, organizando a casa, molhando as plantas etc. Nunca achei que fosse capaz de cuidar de alguém.
- Comemorei muito bem meu aniversário, o melhor dia do ano. 
- Consegui ler grande parte dos textos repassados pelos professores, mas ainda faltam muitos e muitos.
- Fui ao supercasamento da Sabrinha e do Zé Rodrigo.
- Visitei Inhotim, lindo museu a céu aberto em Minas Gerais. Na viagem ainda tive a oportunidade de conhecer várias pessoas legais.

OUTUBRO
- Levar os lixos recicláveis para o Light Recicla.
- Imprimir fotos do ano.
- Começar a planejar as compras de natal.
- Terminar leituras das prof. Gilda.
- Estudar mais o material do curso on-line sobre comunicação científica.
- Marcar os últimos médicos do ano.
- Buscar lentes de contato.

Acho que é isso. :)

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Dia de aniversário

Ontem foi meu aniversário. Eu amo o dia 20 de setembro! 
É o dia em que me sinto mais feliz no ano, independente se nos dias anteriores estou feliz ou triste, se as coisas estão dando certo ou não, se está chovendo ou fazendo sol. Neste dia, tudo é perfeito! 

E ontem foi assim mesmo. Tão logo levantei, tive de terminar um trabalho de aula, mas logo depois fui tomar um café da manhã como mais gosto: fora de casa! Tive aula e no intervalo, para minha total alegria, meus colegas haviam preparado uma festa surpresa. Eu realmente não esperava. Fiquei até meio boba. 

Nesse meio tempo, meu telefone não parava de receber mensagens. Eu sei que há quem ache que ligar para alguém é mais especial e tudo mais, mas eu fica bem feliz por ter a mensagem por escrito e por poder lê-la várias vezes, o que significa renovar a alegria repetidamente.

À tarde, ao ir para o trabalho, ganhei flores do meu chefe. Ele sempre compra um vasinho de flores quando alguém está de aniversário. Não deixa de ser esperto, sendo que de colegas homens só temos ele e o nosso faz-tudo. 

Ganhei vários presentes bacanas, inclusive um enviado de Campinas pela minha amiga Vanessa. Como eu amo os brigadeiros especiais feitos por ela, fiquei supercontente.

Mais tarde, fomos jantar em um restaurante muito bom e tive mais um momento especial.

O dia acabou sendo tão cheio de atividades que pouco depois das 23h eu já estava caindo de sono. 

Dormi feliz e agradecida pela felicidade de ter tido um dia tão bom.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Quando nos achamos melhores do que os mais vividos

Com café com leite, dispenso o açúcar. Quando tomo um espresso, preciso invariavelmente adoça-lo. Podendo escolher, só atravesso a rua onde há um sinal, e em 90% dos casos quando está vermelho para os carros. Não como filé mignon, mas adoro um bife de fígado.

Para qualquer outra pessoa, talvez esses hábitos pareçam ridículas manias. Não para mim. Os mantenho há anos. E cada vez estou mais acostumada a eles.

Não conheço ninguém que não tenha manias, comportamentos extravagantes ou costumes inusitados. Assim como nunca encontrei alguém tão evoluído que nunca tenha feito algum comentário maldoso sobre os hábitos dos outros.

Com a idade, nossos comportamentos “esquisitos” tendem a ficar ainda mais inevitáveis.

Fiquei pensando sobre isso, dias atrás, ao me deparar com pelo menos três situações. Apesar de contarem com protagonistas diferentes, todas tinham algo em comum: um alguém mais jovem implicando com o algum comportamento de alguém mais velho.

Aí fiquei me perguntando: Quando é que pessoas mais velhas perdem o direito de ter vontade própria, de decidir como querem viver suas vidas? Quando é que seus hábitos de anos passam a ser vistos como excentricidades? Quando é que começamos a achar que somos tão mais equilibrados, sensatos e coerentes, a ponto de querer determinar o que os outros devem fazer ou, até mesmo, achar certo?

As respostas, obviamente, eu ainda não encontrei.

Só sei que precisamos ficar atentos ao nosso comportamento, para não começarmos a pensar que somos donos da razão.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Como chegar a Morro de São Paulo

Morro de São Paulo fica em uma ilha na Bahia. Pertence ao município de Cairú, mas a cidade referência por aqui é Valença.

Chegar a Morro de São Paulo é uma pequena aventura, independente da forma escolhida. Há três: por ar, por mar e uma combinação reunindo três etapas. Foi esta a que escolhemos. 


Antes de detalhar como foi, um pouco sobre as outras duas. A mais rápida, e mais cara, é pegando um aviãozinho, que pousa ali na 3a Praia. A segunda mais rápida demora em média 2 horas. É feita de catamarã, saindo de Salvador, do Terminar Marítimo do Mercado Modelo. Esta custa, em média, R$ 80. O porém é que dependendo do dia pode balançar para caramba. Ouvimos comentário de que se for num dia de chuva, que todo mundo tem que ficar no mesmo ambiente, há certo cheiro de vômito no ar. 


Como já tínhamos ouvido essa história de que muita gente passa mal e como não somos acostumados, resolvemos optar pelo transporte mais longo, mas também o mais barato.

Chegamos ao Aeroporto Luis Fernando Magalhães às 11h50 e pegamos um táxi comum, que custou R$ 78. Os táxis rodam com bandeira 2. Assim mesmo, segundo nosso motorista, sai bem mais barato que o táxi especial do aeroporto, que custa R$ 98 até o Terminal Marítimo São Joaquim, que é de onde saem as balsas para a Ilha de Itaparica.

Ao chegar ao terminar, há uma bilheteria bem grande. Em cada guichê, há um cartazinho dizendo qual o próximo ferry boat. O nosso foi às 13h. Eu cheguei para comprar, falei para onde queria ir e nada de o baiano responder. Repeti e ele continuou me olhando. Nisso, tive de virar para o Claudio e pedir para ele fazer alguma coisa. Passo seguinte foi perguntar quando custavam os dois bilhetes. Ele respondeu, não entendi. (Eu eu que achava ser poliglota da língua portuguesa...).


Por fim nos entendemos (Claudio traduziu): R$ 3,95 por pessoa para pegar a balsa até Bom Descanso Despacho, em Itaparica. O trajeto dura cerca de 45 minutos. Bem tranquilo. Ainda comi um biju de coco, molinho e que vinha com sacolinha. Bom, dispensei a "sacólinha" e comi feliz minha tapioca, que estava bem boa. Na volta, planejo comer outra. Custa R$ 1.


Chegando a Bom Descanso, ficamos assim meio preocupados por dois minutos, pois não sabíamos para onde ir para pegar o ônibus. Resolvemos seguir a multidão. Deu certo. Chegamos bem logo à rodoviária, onde compramos duas passagens para Valença. Cada uma custou R$ 15,43. Fomos em um micro-ônibus, mas na mesma hora, às 14h, saia um ônibus normal.


Em Valença, o motorista nos avisou onde descer. A essa altura bateu uma fome e paramos em uma das lanchonetes perto do Rio Una. Do outro lado saem as lanchas rápidas. Pegamos a das 17h. Como estava chovendo, fomos todos dentro da embarcação. Havia umas 30 pessoas, muitos gringos e alguns locais. Havia uma família com 10 malas!


A viagem foi boa, com certos momentos de tensão. O motor da lancha pareceu ter algum problema. Em um momento, o barqueiro abriu o motor e foi acelerando ali mesmo. Eu só pensando onde estavam os coletes salva-vidas.


Quarenta minutos depois, enfim, chegamos. Já era noitinha, apesar de cedo. Descer da lancha foi a emoção maior - maior medo de cair na água. Claudio desceu com nossas malinhas. Nem precisamos alugar um carrinho de mão, pois nossa pousada era bem no centro. Para chegar do porto ao centro é necessário subir duas lombadonas, mas deu tudo certo. Nada como trazer pouca bagagem.


Chegamos, nos instalamos em nossa pousada, que fica bem em frente à praça, e fomos comer. Escolhemos, depois de uma rápida andada e também por causa da chuva, uma pizzaria aqui na frente do hotel mesmo. Pizza boa, preço justo. Matamos nossa fome e logo voltamos para o hotel. Estava um frio lá fora e o cansaço era enorme.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Aventuras centrais

Para uma garota do interior como eu, uma ida ao centro da cidade é sempre uma aventura que muito me agrada. É nesses momentos que me sinto realmente morando em uma cidade grande.

Moro aqui no meu pequeno mundinho de poucas quadras em Botafogo, demorando no máximo 20 minutos para me deslocar até onde minha vida acontece. Assim, quando saio dos meus domínios, sinto até uma emoção. E ir ao centro, por certo, causa-me o maior frenesi.

O centro do Rio, chamado pelos locais de "a cidade", é puro movimento, tem gente de todos os jeitos, mas especialmente homens e mulheres jovens usando a última moda em terninhos e vestidos coloridos. A moda das calçadas, curiosamente, é cópia fiel do se vê nas vitrines da Rio Branco e arredores. 

Isso não é tudo que tem para ser visto, claro. Entre um passo rápido e outro, uma conferida se a bolsa está no mesmo lugar, sobram segundos de tempo para dar-se conta do que mudou desde a última vez. Há sempre uma loja diferente no lugar daquela que já foi familiar um dia. 

E há ainda as livrarias, os livros tentadores, o café entre livros que faz qualquer alma ficar feliz. Assim ficou a minha hoje ao almoçar entre livros na Travessa. Ô coisa boa! Sai de lá com apenas um volumezinho fino, do Paulo Freire. Aliás, sobre leitura.

E o que sentir quando se encontra uma conhecida? E ainda mais um conhecida do outro lado do Atlântico?

Talvez que: não importa quão grande seja, não importa o número de ruas e cruzamentos, não importa quantas pessoas circulam pelas ruas, por algum momento até a maior das cidades pode ganhar traços de cidade pequena. 

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Despedida

House acabou hoje aqui no Brasil.
Ano passado foi o Harry Potter.

Fico aqui me perguntado quando - e se - vou me apaixonar por algum personagem de novo. Possivelmente sim, mas será desta maneira incondicional?  

Só o tempo dirá.
Por ora, estou me sentindo meio órfã.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Rio+20

Até hoje eu ainda não tinha nem percebido que está rolando a Rio+20 na cidade. Passei o fim de semana fora - em um seminário do DAAD, em Teresópolis - e como não preciso pegar ônibus/carro para nada, minha rotina não tinha sido invadida.

Hoje, porém, ao vir para o IBICT, passei pelo campus Praia Vermelha da UFRJ. Minha nossa! Há uma multidão instalada no campinho da UFRJ. E essa multidão toma café na UFRJ, onde fui comprar uma garrafinha d'água antes da aula. E toma as calçadas.

Aliás, você percebe o quanto é ranzinza ao ter que dividir a calçada com os outros. E eu sou muito ranzinza. Especialmente quando você tem que sair da calçada, pois as pessoas desconhecem que as calçadas são vias de mão dupla... Bom, também nada que comprometa um belo dia de sol como hoje.

Espero nos próximos dias conseguir dar uma volta pela Rio+20, pelo menos nos pavilhões do Aterro do Flamengo e no Forte de Copacabana.

domingo, 27 de maio de 2012

Preparando mais uma viagem

Estava meio desanimada dias atrás, mas agora esta sensação passou. E a solução foi tão óbvia.

Foi só marcar uns dias de férias e começar a planejar a próxima viagem para que tudo ficasse bem.

Desta vez, vamos para Morro de São Paulo, na Bahia. Alguns amigos já visitaram e falaram que é lindo.

Os voos já foram agendados. Agora, estou procurando onde ficaremos. Ainda não consegui definir o perfil do lugar que queremos, mas logo chegaremos a um acordo. Há muitas opções por lá, dos tipos mais variados.

É tão bom fazer esse tipo de contagem regressiva!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Perdição

Basta eu estar cheia de atividades para encontrar algo bem mais interessante para fazer.

Eu não vivo mais sem o You Tube, mas agora encontrei outra grande atração no meu site preferido da web: filmes dos anos 80 completos. Estou me controlando, mas já assisti novamente Admiradora Secreta e Namorada de Aluguel.

Ah, sim, também tem uns mais recentes. Desses, vi de novo Scusa si ti chiamo amore, que eu adoro.

Muito mais interessante que os textos de metodologia...

sábado, 12 de maio de 2012

Padrinhos

Acabamos de chegar de um batizado e fiquei pensando nos meus padrinhos.

Tanto eu quanto o Claudio temos a sorte de termos padrinhos incomparáveis, que não podiam ter sido melhor escolhidos. Apesar da distância e de hoje em dia não ser mais tão fácil encontrá-los, todos os encontros são sempre repletos de carinho. Eu me sinto em casa quando visito o padrinho e a madrinha. 

Quando a minha madrinha me abraça, parece que está me pegando no colo. E do padrinho sempre vem o convite para ficar mais um pouco. Quando eu era criança, dormia com frequência na casa deles e parece que nada mudou.

Desejo que o Bernardo tenha esta mesma sorte, pois com esse amor e essa 'proteção' somos muito mais felizes nesta vida. 

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Em casa

Chego a achar até meio assustador, mas pela primeira vez na vida fiquei feliz por não ter uma nova viagem programada, pelo menos uma nova viagem para as próximas semanas. Eu amo viajar, é o que eu mais adoro fazer nesta vida, mas essas últimas três semanas me deram uma canseira.

Talvez também pela quantidade de coisas que tenho para ler, interpretar, resolver... Talvez isso tenha me feito pensar que preciso ficar um pouco parada no mesmo lugar. E é isso que farei até o final de junho, quando iremos a Campinas, para encontrar nossos amigos queridos que moram por lá.

terça-feira, 20 de março de 2012

Dia a dia

Não faz muito tempo que descobri que dia a dia não tinha mais hífen. Assim como lua de mel e pôr do sol. Quando houve a mudança ortográfica, a primeira coisa que fiz foi comprar um dicionário novo. Quem poderia imaginar que aquele pequeno Houaiss ainda não tinha corrigido tudo, apesar de estampar com destaque na capa "nova reforma ortográfica".

A rua aqui na frente de casa está me lembrando algumas das ruas lá de Esmeralda - da época em que eu ainda morava lá. Estão trocando o asfalto e está a maior poeira. Alguns carros que estão estacionados ali na frente têm uma camada grossa de sujeira. Assim como as grades do prédio, que costumam ser bem branquinhas.

Depois de uma semana de viagem pelo Rio Grande do Sul, a vida segue em ritmo intenso aqui no Rio. No DAAD, muito trabalho. No doutorado, muitos e muitos textos para serem lidos e analisados. Tenho de terminar um artigo até amanhã. Ainda bem que pelo menos os três frilas que tinha para este mês eu já acabei.

Claudio aprendeu a fazer pizza no ano passado e desde então alegra-se em testar receitas. Daqui a mais alguns dias, receberemos meus queridos amigos do mestrado para provarem sabores variados.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Vida intensa

Meus dias têm sido bastante corrido. E, acho que pela primeira vez em muitos anos, aquela máxima de que o ano começa depois do carnaval não valeu para mim.

Desde que voltei da viagem de férias, em 9 de janeiro, não parei. Logo na primeira semana de volta, aumentei meu horário de trabalho. E também o volume de trabalho, ganhei novas atribuições e nunca estive tão ocupada nas minhas 30 horas semanais. Nem estou reclamando, pois estou achando melhor assim do que a pasmaceira que era antes.

Apesar de tudo isso, consegui assistir minha novelinha do meio da tarde até quase seu fim, que foi agora no dia 9 de março. Também consegui seguir religiosamente o treino de corrida.

E no Carnaval viajei para Ivinhema para encontrar minhas sobrinhas fofas. Elas estão muito lindas!

As aulas do doutorado começaram na semana passada, tornando meus dias bastante cheios. Para completar, tivemos visitas nas últimas duas semanas.

Primeiro, os amigos queridos de Campinas e Uberlândia. Quem dera tivéssemos esses amigos por aqui. Foi um semana muito legal e intensa.

Na semana seguinte, foi a vez da esperada visita do meu querido Nicolas e da minha amiga mais especial, a Márcia. Com o aumento da carga de trabalho nem consegui dar toda a atenção que eles merecem, mas acho que mesmo assim conseguimos ter bons momentos juntos.

As visitas ainda nem tinham ido embora quando eu tive que viajar. Desde domingo estou no Rio Grande do Sul, divulgando um programa de bolsas para a Alemanha. Hoje encerrei esta parte e terei três dias junto com a minha mãe, em Vacaria.

E em abril ainda tem a Alemanha, mas não estou reclamando. Pelo contrário. :)

domingo, 5 de fevereiro de 2012

De Porto Alegre a Colônia do Sacramento de carro

Em dezembro de 2011, viajamos de Porto Alegre até Colônia do Sacramento de carro. Foi uma ótima experiência. A viagem é muito tranquila.

Antes, porém, de pegar a estrada, é preciso prestar atenção a alguns detalhes. Dois mais importantes deles são:

- Providenciar a Carta Verde, um seguro obrigatório para os vizinhos Uruguai e Argentina. O que fizemos custou R$ 124,81 para 11 dias. Fizemos com a Porto Seguro.

- Se o carro que atravessará a fronteira é de alguém que não estará junto, também é preciso pegar uma procuração. No nosso caso, o carro era da minha mãe. Ela foi ao cartório de Vacaria e lá fez uma procuração. Usamos o modelo disponível no blog http://viajandodecarro.com/ e deu tudo certo. 

Minha mãe fez a declaração em Vacaria, no Rio Grande do Sul. Não sabíamos, mas este documento só pode ser legalizado no consulado mais próximo da cidade em que foi autenticado. Assim, tivemos de ir ao consulado do Uruguai em Porto Alegre. A legalização é feita de um dia para outro e custa R$ 76, que precisam ser depositados no banco Santander. Em Porto Alegre, há uma agência a duas quadras do consulado. Quem tem carro financiado deve se informar, pois também é necessário providenciar algum tipo de documento.

Com esses dois documentos em mãos, estávamos prontos para nossa aventura.

Começamos a viagem em uma terça de manhã, saindo de Porto Alegre antes das 7h30.


Combinamos seguir direto até Pelotas pela BR-116, cerca de 350km. Durante o trajeto, fui lendo o Guia O Viajante Rio Grande do Sul, de Zizo Asnis, e vi que São Lourenço do Sul seria mais apropriado para uma parada do que Pelotas – de Porto Alegre a Jaguarão São Lourenço do Sul dá 200km. Trata-se de uma cidade pequena, à beira da Lagoa dos Patos, e onde é possível comer o inesquecível pastel do Terrasse Schultz. Foi o que fizemos.



Ah, sim, importante mencionar que até atravessar a fronteira do Uruguai, pagamos R$ 37,40 de pedágio, que começam logo após a saída de Porto Alegre até chegar a Jaguarão.

De Pelotas (na verdade, de São Lourenço do Sul), seguimos em direção a Jaguarão – voltaríamos pelo Chuí. São 200km pela BR-116.

Quando chegamos a Jaguarão era meio-dia. Resolvemos abastecer o carro e aproveitamos para comer um hambúrguer no Posto Shell, que é superarrumado e tem atendentes bem atenciosos. 

Depois de atravessar a ponte de Jaguarão, paramos rapidamente nas lojas da fronteira, mas acabamos não achando nada interessante para comprar.


Por volta das 13h, entramos no Uruguai, na cidade de Rio Branco, que faz divisa com Jaguarão. Pegamos a rota 18, para seguir para Treinta y Tres. Logo depois de passarmos a fronteira, tentamos localizar onde ficava a aduana. É uma construção simples, que se não tivéssemos cuidado, teríamos passado batido. Sorte que paramos. O policial controlou nossos passaportes e documento do carro e seguimos adiante. Nem olhou para a Carta Verde, mas pediu para conferir a licença do carro.

Andamos mais 130km até Treinta y Tres, onde visitamos um conhecido, o Fernando. Ele estava nos esperando com água gelada. Chegamos pontualmente às 16h. Ficamos meia hora e pegamos a estrada novamente, pois havíamos reservado hotel em Montevidéu. A viagem foi bastante tranquila, grandes retas na rota 8, quase 300km. Ao chegar à cidade, também não tivemos problemas de nos localizarmos, pois Montevidéu tem grandes avenidas, o que facilita bastante.

Da fronteira até Montevidéu, pagamos dois pedágios, somando R$ 10. (Atualização: em janeiro de 2015, os pedágios custam 65 pesos uruguaios cada, o equivalente a R$ 8,50)

Às 20h30, estávamos instalados no Intercity (U$ 85) e fomos jantar em um restaurante pertinho dali, o La Otra.

Na manhã seguinte, partimos para Colônia. Pagamos mais dois pedágios, R$ 10 ao todo. Antes de partir, abastecemos novamente. Durante toda a viagem, de ida e volta, creio que pagamos mais ou menos R$ 500 de gasolina. O nosso carro era um Celta 1.0, bem econômico.







De Montevidéu a Colônia do Sacramento, pegamos a rota 1. Saímos às 8h30 e chegamos às 11h30. Viagem tranquila. Passeamos por Colônia, comemos empanadas e às 14h, pegamos o barco para irmos para Buenos Aires, onde passaríamos o ano-novo. Deixamos o carro no estacionamento do Buquebus por três dias (R$ 35).

Depois de dias ótimos em Buenos Aires, voltamos de Buquebus para Colônia, pegamos o carro e seguimos para Montevidéu. Pagamos mais dois pedágios até lá, R$ 10 ao todo. Dormimos três noites em Montevidéu – uma no hotel Ibis (U$ 81, sem café) e duas no Intercity (U$ 190, com café incluído).


A cidade é interessante, apesar de algumas partes serem meio abandonadas. A beira-rio é muito agradável e há praias pertinho do centro e do bairro onde ficamos, Pocitos. O pôr do sol é lindo! E os uruguaios são muito simpáticos. E falam rápido! Difícil entendê-los, devo dizer.


Em um dos dias em Montevidéu, aproveitamos para conhecer algumas vinícolas: Bouza, Pisano e Juanico. Na Bouza, além da visita guiada, almoçamos. A degustação foi realizada durante o almoço. Pedimos dois tipos diferentes de degustação – uma custou R$ 30 e a outra, com vinhos melhores, R$ 55. No total, nosso almoço custou R$ 203, muito bem investidos. A comida estava deliciosa. E os pães do couvert são inesquecíveis.


Na Pisano e na Juanico, fizemos visitas mais personalizadas.



Dos lugares que conhecemos em Montevidéu, recomendamos o Francis e o La Fonda del Puertito, ótimo para comer lula à doré. 

Abaixo algumas cenas de Montevidéu.







A próxima parada na viagem seria Punta del Este.

Difícil conseguir hotel com bom preço nessa época. Assim, olhando na internet, acabei descobrindo uma guesthouse e foi lá que ficamos. R$ 85 a noite. Trata-se do apartamento do inglês Brad e da argentina Martina, casal simpático que aluga dois quartos. Tirando o box pequenininho para tomar banho, o lugar é muito bom.

No caminho entre Montevidéu, passamos pela vinícola Alto de La Ballena e também pela fábrica de doce de leite Lapataia. Duas visitas muito agradáveis. Sem esquecer os pedágios, mais R$ 10 por dois deles.

Também passamos pela Casapueblo, lugar lindo criado pelo artista Carlos Páez Vilaró.




Na manhã de quinta-feira, nosso passeio estava chegando ao fim, pegamos a rota 10 e depois a 9 em direção ao Chuí, cerca de 220km. Pagamos os últimos R$ 5 de pedágio. Antes de atravessar a fronteira, carimbamos nossos passaportes e passamos no free shop.



Estávamos novamente no Rio Grande do Sul. Seguimos pela RS-471 até quase Rio Grande, onde pegamos a RS-473 para retornarmos à BR-101. Passamos pela reserva do Taim, lugar lindo, cheio de capivaras, bonito de ver. O almoço foi na pequena Santa Vitória do Palmar.

Do Chuí até Porto Alegre, percorremos mais 520km. Nesse trecho, pegamos mais quatro pedágios: R$ 31,20. Chegamos a Porto Alegre no final da tarde, por volta das 18h30. Esta viagem foi mais cansativa que a ida.


Dicas:
- Fizemos a viagem em 10 dias, sendo que três foram em Buenos Aires. Em uma próxima, me dedicaria apenas ao Uruguai, ficaria uma noite em Colônia, mais uma em Montevidéu e pelo menos umas três em Punta del Este.
- Também tentaria reservar um tempo para conhecer a região Sul do Rio Grande do Sul. Acabamos não entrando em Pelotas. Também não conseguimos dar uma parada na praia, que ficava bem pertinho da RS-471.
- Levar alguns pesos uruguaios, pelo menos para os pedágios.
- Comprar água e algum lanchinho para o trecho que será percorrido no Uruguai.
- Abastecer ainda no Brasil, antes de pegar a estrada. Não há muitos postos no caminho.
- Informar-se sobre o nome das rotas que terá que percorrer. As estradas são bem sinalizadas, mas é sempre bom ter noção de onde se está indo.
- Quando for fazer compras em restaurantes e supermercados, uma boa opção é pagar com cartão de créditos. Estrangeiros não pagam alguns impostos quando pagam com cartão de crédito, o que dá uma diferença de quase 20% na fatura. Claro que ainda pagamos os 6,38% de IOF, mas no final acaba compensando assim mesmo. 

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

2012

2012:

- um filme por semana - ou mais;
- um livro por mês - ou mais;
- começo do doutorado;
- aumento da carga horária no trabalho;
- uma viagem - mesmo que curta - a cada dois meses;
- manter o Le Vin au Blog atualizado;

E mais algo que ainda estou pensando...

Feliz 2012 a todos!