sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Lindo dia de sol

Caí da cama bem cedo hoje. Tinha minha sétima sessão de RPG às 7h30. Foi bom, pois o dia rendeu. Ainda tenho uma lista enorme de coisas para fazer, mas aos poucos, ela vai sendo vencida.

Já terminei um frila, arrumei meu guarda-roupa, separei algumas coisas para dar, coloquei roupas para lavar, fiz almoço, almocei, organizei uma última pendência da minha pesquisa de campo, fiz lista de compras, coloquei minhas anotações de gastos em dia, li uma parte do jornal, molhei as plantas, bebi vários copos de água.

Hoje está o maior calor aqui no Rio, especialmente aqui na sala de casa. O dia está lindo lá fora. Do que avisto daqui, vejo um céu azulzinho e sol bonito.

Ontem recebi o cartão de natal mais especial, do meu afilhado Nicolas, feito por ele mesmo. E com meu nome! Muito fofo, mas mais fofo ainda foi o presente enviado pela minha comadre, um pen drive com fotos do Nico e um vídeo em que ele aparece cantando uma música de Natal diferente. É muita fofura!

Agora, volta ao trabalho, que ainda preciso fazer uns 10 gráficos, limpar mais algumas coisinhas, empacotar uns presentes, organizar meu sábado e sair para dar uma volta, que eu vou merecer depois de tudo isso!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Rapidinhas

Claudio comemora hoje aniversário de batismo. :)

Diferente de outros dias, hoje está mais fresco, o Rio voltou a ficar nublado.

Ontem, bem na hora da festa de fim de ano do DAAD, caiu uma chuvona de verão, com aqueles pingos enormes. Sorte que Ursula e eu já havíamos chegado e pudemos ver a chuva da janela do Clube Germânia.

A festa foi bem boa, muitas pessoas com relações com a Alemanha, mas não tantos alemães. Nossa mesa acabou virando a mesa 'jovem' da festa. Acho que eu era a mais velha.

A comida estava muito boa, assim como os drinques. Aproveitamos!

Aproveitei a manhã livre hoje para marcar médicos, programar a troca de cupons de compras coletivas, marcar exames... A agenda nova já está cheia de compromissos.

Show do Roberto Carlos na Praia de Copacabana. É claro que eu vou! E a mãe vai junto!

Aliás, a programação de fim de ano já está bem definida. Hoje tem encontro do mestrado, noite de Natal e almoço natalino na casa de parentes, amigo-secreto com amigos próximos. Só falta mesmo festinha de Natal da turma de amigos.

Compra dos presentes de Natal já foi iniciada, mas ainda faltam muitos. Por que será que algumas pessoas são fáceis de serem presenteadas e para outras é impossível encontrar uma opção de presente?

A minha lista pessoal já está pronta, mas essa é para ser atendida ao longo do ano e por mim mesma. :) Afinal, quem me daria uma viagem para outro continente?

Continuo muito apaixonada pelo meu iPad. Melhor presente do ano.

Pendências de décadas foram resolvidas nos últimos dois anos. Isso faz um bem para o coração e para a cabeça. Recentemente, mais algumas.

A casa já está decorada para o Natal. Neste ano não teve árvore, mas o clima não poderia estar mais natalino.

De repente, descobri Vitor Ramil! Tão bom!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Tecnologia (só) para complicar

De que adiantam seis aparelhos de CD pela casa, tocadores de MP3 nos armários, tocador para iPhone, iPad e afins, se tudo parece tão pouco prático de usar. Um precisa regular todas as tantas caixas de som, outro ligar a tomada atrás de labirintos de fios atrás de armários pesados, outro recarregar baterias, outro conectar à web que fica indo e vindo...

A tecnologia nem sempre é muito prática. (Ou sou eu...)

Saudades do aparelho de som único para uma casa inteira. Era só colocar o disco e curtir...

Eu só queria ouvir música que flui pelo ambiente...

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Experiências universitárias

Está é minha segunda visita à PUC. Na primeira, vim para falar com uma provável orientadora. Depois acabei passando na seleção do mestrado da UFRJ, numa área bem mais a ver comigo e de graça.

Hoje, vim a trabalho. Isso acabou comprometendo a minha orientação, mas consegui remarcar com o professor. Aqui na PUC é tudo bem tranquilo, o campus é muito bonito, arborizado e cheio de vida.

Junto com uma colega, fui pela primeira vez a um bandejão. Na minha uni, isso não existia. Foi uma experiência bem tumultuada. E nem tão barata assim.

As dores deram uma aliviada neste último fim de semana. Ainda estou tomando os remédios, mas já na reta final - espero.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Ansiosa

Na semana passada, conheci a emergência do Hospital São Lucas. Acordei as 4h com um incômodo que já vinha se anunciando há alguns dias. Dito e feito, estava com uma pequena infecção. O resultado do exame demorou duas longas horas. Tomei os remédios e passei o dia todo na cama. No dia seguinte, já estava (quase) recuperada.

Hoje de manhã, lá estava eu de novo. O médico foi bem mais atencioso que a da semana passada. Porém, desta vez eu não sai "curada" do hospital. Diagnóstico para uma dor chata no peito: ansiedade. O que vem a ser isso, perguntei ao médico. Você está ansiosa com alguma coisa que precisa fazer no futuro. Não fiquei muito convencida com a simplicidade da explicação. Comprei os remédios, tomei-os e me sinto exatamente igual ao momento em que acordei - novamente - às 4h...

Seria fácil entender se eu tivesse ficado assustada de ontem para hoje com tudo que vem acontecendo na cidade, mas a verdade é que faz dois meses que essa dor tem aparecido. Só que de ontem para cá de forma constante.

Vamos ver se amanhã isso vira assunto do passado.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Coletivos

O dia hoje estava nublado e talvez isso também tenha contribuído para a sensação estranha que tomou conta da cidade. Por todos os lados, havia policiais. Pelo menos aqui na Zona Sul. Pessoas falando aos celulares comentavam alto sobre notícias de ataques de bandidos aqui e ali.

Acabei me lembrando de outras duas situações em que me vi envolvida em uma situação vivenciada por grande parte da população do lugar onde eu morava.

A primeira vez foi durante o apagão de Florianópolis, no final de outubro de 2003. Passamos, nós moradores da ilha, dois dias sem energia elétrica e também sem saber quando tudo voltaria ao normal. Lembro que fugi para o continente, pois a vida continuava, apesar da falta de luz, água, elevador, lugares para comer...

A segunda foi em março passado, quando choveu além do normal aqui no Rio e precisamos ficar um dia fechados dentro de casa porque as ruas estavam todas alagadas.


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Passeando por Ipanema num sábado ensolarado


Viagem de metrô

Costumava andar mais de metrô. No começo da vida carioca, eu achava o máximo o metrô. Era limpo, organizado e rápido. No correr desses quatro anos tanta coisa mudou e meu encantamento deu lugar a um misto de impaciência com raiva. Eu não gosto mais do metrô do Rio.

O serviço mudou para pior e consegue piorar a cada vez que preciso dele. Primeiro, é mais caro que o ônibus. Sim, acaba sendo mais rápido, mas você chega ao seu destino tão estressado quanto se tivesse enfrentado um engarrafamento sobre a terra.

Hoje fui à estação Maria da Graça, na Zona Norte, Linha 2. Eu havia usado a Linha 2 uma vez só, quando ainda seguia para a Tijuca. Depois da mudança, não. Aliás, depois da mudança, Botafogo se transformou em uma visão do inferno. Arrisco dizer que o metrô consegue, hoje, despertar os sentimentos mais odiosos em seus usuários.

Felizmente, moro perto do trabalho e da faculdade e não preciso do transporte público para meus deslocamentos, pois o que milhares de pessoas precisam passar todos os dias eu não desejaria para ninguém. As pessoas viajam espremidas, disputando centímetros de forma animal, passando calor, raiva, humilhação.

Até quando?

Em polvorosa

Os motivos apontados são variados, mas a verdade é que o Rio está ainda mais estranho nas últimas semanas. A violência parece estar mais perto de todo mundo. Eu, que já sou apavorada por natureza, sinto-me muito insegura no momento.

Especialmente porque vários dos ataques dos meliantes foram bem na esquina do meu trabalho, bem perto de onde já fui assaltada meses atrás. Claro que uma coisa não tem nada a ver com a outra. O meu assalto foi cometido por um ladrão pé-de-chinelo. Agora, o assunto é mais sério. São bandidos altamente armados e sem escrúpulo algum - se é que hoje em dia ainda existe algum bandido com escrúpulos.

Ir para o trabalho todos os dias está sendo penoso, sempre caminho tenso a parte da pedreira na Pinheiro Machado.

***

A notícia boa da semana é que estou na reta final das minhas aplicações de questionários. Depois, vem a parte mais chata, que é entrevistar parte dos colegas por telefone. Farei porque precisa ser feito, mas vontade mesmo não tenho nenhuma.

A resposta dos colegas tem sido bem animadora. Creio que até o fim de semana, conseguirei alcançar mais de 75% de participação, o que é realmente uma resultado acima da média.

Quando esse processo tiver chegado ao fim será o momento de me dedicar à análise dos dados. Sinceramente, nessa hora, eu queria ir para um lugar remoto e ficar lá quieta só estudando. Infelizmente, não dá para ser assim. Parece que quando mais precisamos de silêncio e meditação, a agenda fica mais lotada.

domingo, 14 de novembro de 2010

Fim de semana e outros

Passeio que deve ser muito interessante: na Grã-Bretanha existem roteiros por lugares onde ficam as árvores mais antigas. Gostaria de fazer.

Contagem regressiva: faltam 4 dias para estreia da penúltima parte de Harry Potter. Não vejo a hora!

Sétima temporada do House está muito boa. Acho que gosto do House tanto quanto gosto do Harry Potter.

Fim de semana cultural: na sexta-feira, teatro na Maison de France, Deus da Carnificina; no sábado, apresentação de dança Periferico: Proyecto Tango; no domingo: Um parto de viagem.

Como eu amo meu iPad!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Los geht's!

Passei parte da noite enviando e-mails para meus colegas do programa de pós-graduação do Ibict, a população-alvo da minha pesquisa de campo.

Dos 63 e-mails enviados, 14 já foram respondidos, o que já dá uma boa média de 22%. Se for considerar somente os meus 28 colegas, a média sobre para 42%.

Pouco menos da metade dos e-mails, foi mandada depois da meia-noite. De modo que espero obter mais algumas respostas ao longo dos próximos dias. Tomara que vários outros se interessem em participar da minha pesquisa, pois isso pode enriquecer os resultados.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Pensamentos de uma quarta à noite

Nem acredito que estou quase liberada para aplicar os questionários da minha pesquisa de campo. Depois de sete testes, hoje meu orientador me ajudou a fazer os últimos - espero - ajustes. Agora, é reformular, dar mais uma olhadinha e mandar bala. Sinceramente, não vejo a hora de chegar o fim do mês para estar com essa etapa vencida. E, aí sim, começar a escrever tudo!

Tenho andado bem cansada. Acho que de início foi o fato de ter começado a viver o horário de verão uma semana depois de todo mundo. Ainda estou me adaptando. Curioso é que sempre me adaptei muito bem, mas neste ano estou sentindo mais. Será a idade?

Eu adoro horário de verão, mas desta vez ele tem me feito ir dormir mais tarde. Quando vemos já são mais de oito horas e aí até fazer uma jantinha, dar mais uma estudada, ler um pouco, já é mais de meia-noite, uma tragédia para quem planeja se levantar às 6h30 para uma caminhada. Desde que voltei de Aracaju ainda não consegui retomar essa rotina.

Pelo menos não abandonei a papinha receitada pelo Dr. Pimenta. Aliás, estou bem feliz com as gotinhas que ele me deu. Eu estava com uma taxa preocupante de cobre no meu organismo. Depois de dois meses de gotinhas, finalmente, tudo parece ter voltado ao normal. Estou bem feliz e um tanto menos preocupada.
Nem acredito que estou quase liberada para aplicar os questionários da minha pesquisa de campo. Depois de sete testes, hoje meu orientador me ajudou a fazer os últimos - espero - ajustes. Agora, é reformular, dar mais uma olhadinha e mandar bala. Sinceramente, não vejo a hora de chegar o fim do mês para estar com essa etapa vencida. E, aí sim, começar a escrever tudo!

Tenho andado bem cansada. Acho que de início foi o fato de ter começado a viver o horário de verão uma semana depois de todo mundo. Ainda estou me adaptando. Curioso é que sempre me adaptei muito bem, mas neste ano estou sentindo mais. Será a idade?

Eu adoro horário de verão, mas desta vez ele tem me feito ir dormir mais tarde. Quando vemos já são mais de oito horas e aí até fazer uma jantinha, dar mais uma estudada, ler um pouco, já é mais de meia-noite, uma tragédia para quem planeja se levantar às 6h30 para uma caminhada. Desde que voltei de Aracaju ainda não consegui retomar essa rotina.

Pelo menos não abandonei a papinha receitada pelo Dr. Pimenta. Aliás, estou bem feliz com as gotinhas que ele me deu. Eu estava com uma taxa preocupante de cobre no meu organismo. Depois de dois meses de gotinhas, finalmente, tudo parece ter voltado ao normal. Estou bem feliz e um tanto menos preocupada.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Tropa de Elite 2

Acabei de voltar do cinema. Assistimos Tropa de Elite 2.

Sabia que eu sairia meio mal do filme, mas não achei que fosse tanto. O problema não é de forma alguma o filme, que é bem feito. O problema é a história que ele conta.

Eu sei que se não se eu não morasse aqui, eu nunca teria ido ver. Bom, eu não queria ir, mas como o Claudio sempre vai ver minhas comédias românticas, achei que sereia justo acompanhá-lo.

Eu ando com muito medo. Nas últimas semanas, vários arrastões vêm ocorrendo na cidade. Estou assustada. Alguns foram bem perto de onde eu trabalho, bem perto de onde eu mesma fui assaltada...

Não tenho muito para perder, mas tenho medo da agressão do ato em si. Não desejo a ninguém.

Voltando ao filme. Ver nele cenas já relatadas nos jornais, é para ficar realmente deprimida. Eu gostaria de acreditar que tem solução, mas não dá. Toda vez que olho um carro da polícia, fico confusa com que sentimento deveria ter. Não sei ao certo qual é.

Saí do filme triste, desesperançada. Talvez isso mude amanhã, talvez eu volte a acreditar que não devemos perder a fé, mas, por hoje, nåo consigo.

domingo, 31 de outubro de 2010

Aracaju







Domingo em casa

Acho que a minha vizinha de cima faz caminhadas dentro de casa... E sempre de salto. Desde que me mudei para cá, penso sobre isso. Ela se levanta cedo e já coloca salto e nos momentos em que está em casa - e que eu estou também -, ela fica caminhando do quarto para a sala, da sala para o quarto, sem parar... Até já pensei em comprar uma pantufa, mas como não tenho muita certeza de que ela a usaria, resolvi não gastar meu dinheiro à toa...

Hoje foi dia de eleições, de novo. A seção onde eu voto, ali na Casa de Ruy Barbosa, estava muito tranquila. No primeiro turno, tinha fila e os mesários, todos bem jovens, estavam meio perdidos. Hoje, havia apenas uma mulher na minha frente, já sendo atendida. Acho que o processo não levou nem um minuto. Nos arredores, as ruas estavam bem limpas. Segundo turno é melhor que primeiro turno nesse aspecto.

Eu trabalho amanhã, mas muita gente só vai voltar na quarta-feira. Hoje é apenas a metade desse penúltimo feriadão. Pelo menos no dia 15, eu também terei folga.

Na semana passada, participei do Enancib. Foi bem interessante. Gostei muito e, se eu continuar nessa área no ano que vem, acho que vou considerar uma ida a Brasília para a próxima edição.

Aos poucos a agenda de 2011 vai se definindo. Confesso que já tenho uma lista enorme de coisas que quero fazer depois que acabar o mestrado. A defesa da dissertação deve ser em março, mas creio que me 'livrarei' de tudo um pouco depois, pois normalmente é preciso fazer algumas correções no documento final. Na minha lista: casamento de uma amiga nos Estados Unidos, estudar inglês para fazer o Toefl, tentar melhorar o alemão, estudar para um concurso, fazer ginástica a sério e, claro, encontrar tempo para fazer algumas coisas com os amigos... Tudo são planos ainda, vamos ver como as coisas vão se desenhando...

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Viajar e outros pensamentos

Hoje, lendo a coluna desta semana da Eliane Brum, na Época, me deparei com um trecho que adorei: "Viajar é uma escolha profunda, que não depende da distância nem do destino. Nela, estamos sempre sozinhos, ainda que no meio de hordas de turistas. As paisagens externas iluminam nossa paisagem interior, para o bem e para o mal. Não visitamos Roma, Nova York ou Paris, as pirâmides do Egito, o deserto do Saara, as savanas africanas, o Rio de Janeiro, a Amazônia ou o outro lado da rua. O que fazemos é revisitar a nós mesmos no contato com diferentes culturas e percepções de mundo. A mudança de paisagem ilumina os cantos escuros dos precipícios e as profundezas dos lagos que nos habitam. Sempre esperamos que exista em nós um belvedere, é esta a nossa expectativa ao viajar. E nem sempre é um belvedere o que encontramos. Por isso toda viagem é subjetiva e, possivelmente, quando detestamos um lugar ou um povo é porque não gostamos do que vimos em nós."

O texto completo pode ser lido em http://migre.me/1Mq8R.

***

Hoje foi o segundo dia de Enancib, o encontro anual para tratar de ciência da informação. Participei como monitora do Grupo de Trabalho 8. Este grupo trata de informação e tecnologia. Muito interessantes os trabalhos que ouvi e melhor ainda o debate após as apresentações. Valeu a pena. Amanhã tem mais.

Estou gostando bastante dessa história de compras coletivas. Já economizei uma boa grana em vários programas. Claro que aquela hidratação no cabelo ou a limpeza de pele talvez não fossem feitas agora, mas pelo preço pago, nem dá para se arrepender da compra por impulso.

Ontem, reencontrei vários colegas do mestrado que não via há muito tempo. Não fizemos mais matérias juntos. Também encontrei os companheiros de sempre. Dá uma alegria conversar um pouco, nem que seja nos poucos minutos entre uma apresentação ou outra. São tão afetuosos os abraços e atenciosos os sorrisos que dá um calorzinho no coração.

Na semana passada também tive uma boa dose de carinho. Reencontrei pessoas do tempo do colégio. Não colegas, mas professoras. E a avó de uma amiga de infância. Ela me abraçou de maneira tão terna que quase chorei. Eu ia muito a casa dela quando era criança, junto com a minha amiga.

Amanhã, minha sobrinha Isabelle completa 4 anos! E na segunda é a vez do Nicolas, meu afilhado mais novinho, chegar aos 5! Tão bonitinhos!

Achei que isso nunca iria acontecer, mas... o Zona Sul acabou com o preço promocional das pizzas!

domingo, 24 de outubro de 2010

Aracaju

Passei uma semana em Aracaju, capital de Sergipe, o menor estado brasileiro.

Foi uma experiência muito boa.

No Nordeste, eu já havia ido a Natal, Maceió e Fortaleza, mas acho que o lugar em que mais aproveitei a cidade foi agora em Aracaju.

Ficamos hospedadas - minha mãe, eu e mais outras 42 pessoas do Rio Grande do Sul - em um hotel à beira-mar. O lugar se chama Atalaia. É uma área relativamente nova. O hotel em que ficamos, por exemplo, foi construído há apenas um ano.

A infraestrutura existente no local é impressionante. Há um longo calçadão, áreas para práticas de esportes variados, um lago artificial, kartódromo, espaço pensado para crianças. Fiquei bem impressionada.

Nessa orla também há alguns restaurantes e casas de forró. Aos restaurantes, eu não fui, mas na última noite, fomos ao Cariri, uma casa de forró bem bacana, uma prova de que boas ideias podem transformar qualquer galpão em uma interessante casa de shows.

Na primeira caminhada que fizemos pela orla, paramos em um quiosque de tapioca. Eu havia comido tapioca em 2001, uma única vez. Foi bom descobrir que gosto. Minha mãe comprou mais de um quilo de farinha de tapioca para fazer em casa.

Nessa região da cidade, não se vê lixo na rua. A área central, onde fica o comércio, não é assim tão arrumadinha. Algumas ruas parecem a Conselheiro Mafra, a rua paralela à Felipe Schmidt lá em Florianópolis. De qualquer modo, caminhar por ali é agradável.

Aracaju tem dois shoppings, o Jardins e o Riomar. O mal da globalização é deixar todos os shoppings com a mesma cara... Tirando duas ou três lojas locais, as demais são todas de grandes redes...

Existe em Aracaju um teleférico que passa por cima do zoológico. Acabei não indo, pois descobri há pouco tempo que tenho medo de altura... Quem foi, adorou.

Nosso guia em Aracaju era muito bom. Por isso recomendo a quem for a Sergipe procurar por ele: Erivaldo - eriguia@hotmail.com. Simpático e muito competente. E ainda dança forró!





quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Trabalho de formiguinha

Tenho me sentido uma formiguinha fazendo a minha dissertação. Uma coisa de cada vez, feita com cuidado, para que tudo dê certo no final. Hoje fechei o questionário. Quer dizer, fechei o questionário para poder testá-lo. Depois que meus quatro voluntários tiverem respondido às perguntas e passado por uma rápida entrevista, farei uma nova revisão, acertando o que ainda estiver fora do prumo, para, então, partir para a pesquisa pra valer.

Pensei que me incomodaria com esse processo, mas sabe que estou adorando?!

domingo, 3 de outubro de 2010

Domingo de eleição

Estamos aqui acompanhando os resultados da eleição, tentando calcular se vai ter ou não segundo turno. Vendo quanto cada um dos nossos candidatos está marcando. Por razões do coração, tenho grande interesse pelos resultados do Rio Grando Sul e de Santa Catarina. Por razão geográfica, também me interessa saber como andam as coisas aqui no Rio.

Fico impressionadíssima com alguns resultados. Gente, o Garotinho é o mais votado aqui para deputado federal! Para o senado, a coisa não é menos assustadora, com Crivella e Lindberg na dianteira...

No Rio Grande do Sul, fico feliz de a Ana Amélia Lemos estar em segundo, até agora, para as vagas do senado. Rigotto, está em terceiro. Preferia ele ao Paim, que está na frente, mas tudo bem... Em Santa Catarina, confesso que fiquei abismada com o fato de o Luiz Henrique da Silveira ser o mais votado...

Enquanto tento não gastar muito tempo nisso, vou dando continuidade à elaboração do questionário que fará parte da minha pesquisa de campo do mestrado. Tarefa árdua, eu diria, mas que está quase no fim. Depois vem a etapa do pré-teste e da aplicação para valer... Terei de fazer uma espécie de campanha política para arrebanhar voluntários!

Pelo menos o dia está chuvoso e não dá vontade de sair correndo para a praia para iluminar um pouco mais o tom adquirido nas férias...

sábado, 2 de outubro de 2010

Futuro do pretérito

Pretérito imperfeito e futuro do pretérito são dois tempos que 'deveriam' ser extintos do nosso vocabulário... Normalmente, estão ligados a frases pra lá de inúteis...

Queria tanto ter comprado...
Teria sido tão bom se tivéssemos ido...
Se eu tivesse feito isso...
Se você tivesse pensado antes...
Você poderia isso, você deveria ter feito aquilo...

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Blog novo!

Minha amiga e comadre Márcia Feijó, que já era autora do Casa da Feijó, agora está com blog novo, o Feito em Casa. Parece superempolgada. E deve ficar mesmo, o blog é tudo de bom: comidas deliciosas, dicas interessantes e muita coisa feita em casa. :)



Viver para comer!









segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Idas e voltas

Voltar nem sempre é fácil, ainda mais quando se volta de lugares lindos como os que visitamos nas últimas semanas. Aos poucos, porém, tudo vai se ajustando e, querendo ou não, voltando à normalidade.

Retomei o trabalho hoje. Normalmente é assim, mesmo no jornal não era diferente. Parece que nada mudou. As pessoas continuam ali, fazendo tudo igual, tanto dentro quanto fora do trabalho. Encaro isso como mais uma mostra de como viajar é bom. Saímos da vidinha normal e mergulhamos em algo novo. A viagem nem precisa ser aquela dos sonhos, basta mudar de ares um pouco.

Cai dentro do mestrado novamente. Isso não foi fácil, já tinha me desintonizado. O trabalho rendeu hoje. Amanhã, e depois de amanhã... tem mais.

Hoje à noite fiz o melhor molho de tomate da minha vida. Claudio foi encontrar os amigos. Então foi um jantar comigo mesma. E sabe que foi bem bom. :)

Já tenho tantos planos para depois do mestrado, que acho que o ritmo não vai diminuir, vai é aumentar...

Estamos a uma semana das eleições e eu ainda não consegui parar para pensar nisso. É ruim, eu sei, mas só de lembrar vagamente dos candidatos... ai... dá um cansaço.

Domingo foi um dia muito legal, apesar da chuvinha fina. Encontramos pessoas muito bacanas. Primeiro, fomos almoçar com o Zé e a Sabrina. Restaurante querido da crítica, mas que deixa muito a desejar aquele Lorenzo ali do Jardim Botânico. De qualquer forma, a companhia salvou o dia.

Depois, encontro com o Tito e os pais. Ele está tão fofo! Todo bonitinho. E se comportou direitinho na pizzaria. Tomara que tenha sido só a primeira vez que saímos com ele. Essa foi a primeira vez que fui a algum restaurante - aqui no Rio - acompanhada de uma criança.

Antes da viagem, eu havia ido a um homeopata por recomendação de outra médica. Trata-se de um senhorzinho muito simpático, o Dr. Pimenta. Ele me deu vários pitos, do tipo: Tem que beber mais água, menina! Fez eu confessar todas as bobagens alimentares que faço. No final, saí de lá com uma receita de uma 'papinha' para comer toda manhã. Bem fácil. Bater no liquidificador: 1 colher de semente de linhaça, 1 colher de gergelim, uma porção boa de uma fruta (mamão, abacate, banana...) mais o suco de duas laranjas. Já fiz de mamão, abacate e morango. Também está na receita uma colher de granola. Eu optei por colocá-la no final e não bater com o resto. Fica bem bom. De início, você pensa que falta açúcar, mas depois vai se acostumando. Já vou entrar na segunda semana.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Em direção à Itália

Voltaremos à França no fim da outra semana, mas agora partiremos para uma rápida passagem pela Itália e pela Alemanha. Gostei muito desta primeira parte da viagem, especialmente:

- Pont du Gard, uma ponte de dois mil anos perto de Nîmes;

- Vinhedos da Borgonha, percorridos bem de perto em uma manhã ensolarada;

- Passeios por belas cidades, como Troyes, Beaune, Chablis e Les Baux;

- Feira de rua de Apt, que toma a cidade toda. Compramos belas azeitonas, queijos e pastinhas;

- Caminhadas por villages do Luberon;

- Festa do início da colheita da uva em Avignon, capital dos vinhos Côte du Rhône;

- e, depois de rápida passagem por Bandol, chegada à bela Nice.

Vamos sentir saudades.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Pelo interior da França 2

Chegamos a Lyon hoje. Depois do check-in no hotel, saímos para dar uma voltinha antes do pôr-do-sol. Fomos até a Ópera. Foi impressionante. Numa mesma área havia capoeira, street dance, rollers, ciclistas, show de jazz, muitos restaurantes, pessoas passeando com cachorros, uma mulher indo para casa com um gatinho bem pequenininho...

Nosso hotel fica bem no centro. É tripequeno, o quarto, mas o terraço é ótimo. Foi onde jantamos as coisinhas gostosas compradas em Villefranche sur Saone.

Antes, fomos fazer uma visita agendada há tempos, com ajuda da Marie e do Miguel ( no francês). Fomos à vinícola de Marcel Lapierre, produtor francês que conhecemosem 2008 no Rio. O filho dele, Mathieu, foi quem nos atendeu,supergentil. Saímos de lá com as duas garrafas que compramos - e mai as quatro que ele abriu para degustarmos. Nos próximos dias não precisamos comprar vinhos. :)

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Pelo interior da França


Ainda bem que ainda passaremos mais um dia em Paris, para nos despedirmos dessas gostosuras ai de cima. Esta padaria fica em Montmartre.

Depois de alguns dias muito bacanas em Paris, partimos em direçao a belos cenarios do interior da França.

Realmente é uma paisagem diferente daquela a que estamos acostumados. Paramos em Troyes, Auxerre e Chablis, passando no caminho por diversos povoados. Gosto muito do tom monocromatico. Aqui as flores dao o colorido. Legal é que em um mesmo vaso sao plantadas varias mudas. Farei isso em casa quando voltar. (Falando nisso, muito obrigada, Mauro, por molhar nossas plantinhas)

O teclado frances é um pouco diferente do nosso. Devo estar fazendo uma boa ginastica com meu céerebro neste momento.

Agora estamos em Dijon, num cybercafe, baixando as fotos da maquina. A tarde sera pela Borgonha.

A verdade é que viajar é muito bom e estou bem feliz!

domingo, 29 de agosto de 2010

Paris - Segundas impressoes

Mais algumas impressoes da viagem:

- Italianos resolveram aproveitar os ultimos dias de ferias por aqui... É o idioma, depois do frances é claro, que mais temos ouvido.

- Notei que o sistema de duas descargas ja foi bem adotado por aqui. Isso é fantastico.

- Legal observar que nos restaurantes a que fomos que ninguem bebia coca-cola e sim agua. Mesmo porque uma garrafa de agua sempre e servida como cortesia quando se pede.

- O cafe da Amelie Poulain é mais bonito no filme, mas valeu a visita.

- Num domingo é preciso ficar atento, pois tudo fecha impressionantemente cedo.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Paris, primeiras impressoes

Fazia um pouco mais de 11 anos que eu tinha vindo a Paris. Lembrava de poucas coisas. Em dois dias, deu para observar varias outras.

Mulheres francesas sao magras. Deve ser a dieta muito boa que seguem de bom croissant, bom vinho...

Esta mais frio do que eu esperava.

Vim a Europa para conhecer mais sobre meus antepassados e por ironia do destino me deparei com uma 'parente' aqui em Paris. O sobrenome igual quase nos fez ficar sem hotel.

Hoje sera noite de baguette fresquinha, queijos variados e um vin rouge.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Au revoir

Os últimos dias foram bem puxados, apesar de eu já estar de férias.

No domingo, apesar do pouco treino, resolvi fazer a meia maratona. Foi uma experiência muito bacana! Recomendo - e muito. Durante os 21 quilômetros, você vai encontrando tanta gente animada e corajosa. Emocionante passar pelo Vidigal e ir tocando na mão de um monte de molequinhos enfileirados que estão ali empolgados para te fazer seguir adiante.

Eu fui ficando muito para trás e quando passei pela orla já não havia muita gente, mas os que estavam lá, estavam bem animados. Eu passava batendo palmas e quando via um monte de gente estava fazendo o mesmo.

É uma prova cansativa, é certo, mesmo para quem correu apenas uma parte e caminhou o resto. Só que é tão empolgante que em nem um momento passa pela cabeça desistir. Quando cheguei ao km 14 ainda ganhei um reforço. Duas amigas de Caxias do Sul, a Eliane e a Zilá, estavam lá me esperando para me acompanhar. Acabei deixando as duas para trás. :)

O cansaço de verdade bateu no km 17, mas aí faltava tão pouco, que fui levada pela emoção. Ainda restavam uns poucos junto comigo.

Na reta final, eu quase chorei. Fiquei me segurando muito para não começar a soluçar quando passei a linha de chegada. É muito emocionante! Ano que vem tem mais.











***

Este mês de agosto foi bastante pesado, mas agora está na hora de descansar. Esses últimos três dias foram intensos, com uma lista enorme de coisas para resolver, mas está quase na hora de entrarmos no avião e curtirmos nossas férias!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Referências

Estava escutando uma música do Simple Minds e o Claudio gritou lá do quarto:

- Quer ir ao show do Simple Minds?
- Mas agora já perdemos a promoção!

Fiquei pensando que não conheço aquela música porque é do Simple Minds, mas por ser da trilha de dois filmes. E foi o que disse em seguida para o Claudio.

- Você ouve essa música e pensa na banda. Eu a ouço e me lembro de dois filmes dos anos 80.

A música era esta:

domingo, 15 de agosto de 2010

Ano bom

Estava pensando dia desses que não posso reclamar deste ano, pois ele está sendo mais produtivo do que esperava. Não tivemos os vários jantares que realizamos aqui em casa no ano passado, em compensação nunca fomos tantas vezes à praia como no último verão.

Já fizemos duas provas, na semana que vem faremos mais uma e, pelo que já vimos, neste ano dará para fazer todas as corridas do Circuito Adidas.

O mestrado, apesar de todo o sofrimento inerente, está indo bem. Acho que o processo está sendo bom para amadurecer.

Vimos a temporada inteira de House, sem perder um capítulo.

Viajei duas vezes para o Rio Grande do Sul. E ainda tenho duas viagens grandes no segundo semestre, sendo que uma é a ida à Europa, depois de seis anos! e a outra, a Aracaju, é a retomada das viagens junto com a mãe.

E ainda temos cinco meses pela frente, cheios de boas perspectivas.

sábado, 14 de agosto de 2010

E foi-se mais uma semana

Esta semana foi muito mais tranquila que a última, mas acho que agora já está na hora de começar a me preocupar de novo com meu mestrado, um pouquinho, pelo menos, antes das férias.

Hoje ouvi novamente a gravação, para começar a ver o que mudarei, o que ficará igual, o que será reduzido... Há muito, mas muito trabalho pela frente. Que venha!

***

Hoje fui à reunião dos 40 anos do programa de pós-graduação do Ibict. Foi a mais divertida até agora. Estava todo mundo com uma veia para o bom humor. Foi boa e acho que uma das mais produtivas.

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Passadas as bancas, começamos a pensar na festa que faremos para comemorar esta fase. Será na casa de uma colega que nem está aqui no Rio para concordar ou não. :)

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Afilhados

Esses dias eu tinha contado para minha comadre que estava com alguns probleminhas de saúde, algumas carências de vitaminas. Hoje ela me escreveu contando que comentou isso com meu afilhado, de quase cinco anos. Logo que ouviu essa notícia, ele saiu correndo, sumindo no corredor do apartamento. De repente, voltou e mostrou para a mãe o que havia ido pegar: uma caixa de paracetamol, que gostaria de enviar para a madrinha aqui. Quase chorei ao ler isso. Dá uma pena viver longe do Nicolas.

Outra notícia que tive nas últimas semanas foi da minha afilhada mais antiga, mas não a mais velha. Caroline tem 18 anos. É linda! E, acabei de saber, passou no vestibular da FURB para Medicina. Fiquei bem feliz.

Um post para o Dauro: Rua Paulino Fernandes, Botafogo

Agora acho que não me esqueço mais. No último domingo, aproveitando o sol, saímos à cata de um lugar para tomar um café. Depois de dar de cara com o Cake & Co. abarrotado de gente, resolvemos ir lá no Armazém do Pão, na rua de trás, como costumo dizer. Na volta, passamos pela Paulino Fernandes, rua que teimo em não guardar na memória. Acho que agora não terei mais problemas, pois gravei que ali tem uma agência de correios, bem pequena e com pouco movimento. Hoje mesmo fui lá.

Para o Dauro matar as saudades, algumas fotinhos. :)





sábado, 7 de agosto de 2010

Um resumo dos últimos dias

Qualificação

Na quinta-feira passada foi realizada minha banca de qualificação do mestrado. Que tensão! Passei o início da semana bem preocupada. Preparei a apresentação, repassei cada slide com meu orientador. Levamos quase duas horas fazendo isso. Corrigi o que estava incompleto. Repassei tudo, ensaiei várias vezes. E chegou o grande dia. É claro que eu estava angustiada, mas acabou dando tudo certo. Esqueci apenas de uma das frases ensaiadas, mas ela nem fez falta.

A apresentação serviu como um complemento ao documento escrito que eu já havia entregado. Foram 20 páginas escritas e mais 20 minutos apresentando a ideia do mestrado. Eu vou pesquisar sobre busca e recuperação da informação na web, dentro do programa de pós-graduação em Ciência da Informação do convênio IBICT e UFRJ.

Depois da apresentação e dos comentários da banca, resolvi me dar uns dias para descansar a cabeça. Aproveite a quinta à tarde para ver um filme (Queime depois de ler). Depois fui comemorar com o Claudio, que também tinha um compromisso bem importante na quinta. Foi legal.

Fleur de Lune

Na sexta-feira, dediquei-me a acabar um frila e à noite fui conhecer a Fleur de Lune, uma gatinha meiga, muito fofinha e esperta. Ela é 'filhinha' da Marie. Ela é tão levinha. Muito fofa. Para fechar a noite, fomos jantar no Carmelo, um restaurante bem simpático ali no Catete.



Sábado de bobeira

Adoramos sair para caminhar sem rumo e nem sei quando havia sido a última vez. Creio que ainda no ano passado... Como me dei esses dias de 'férias', hoje acordamos tarde e saímos sem rumo. Depois de uma breve parada no Jardim Botânico, acabamos indo tomar café lá na Cafeína do Leblon. Estava meio esquisita - café meio frio, manteiga derretida demais... -, mas foi divertido, no final.

Após o café, saímos em direção a Ipanema. Queríamos ver o que havia de novo. Fomos da ponta do Leblon até a Praça General Osório, parando aqui e ali de vez em quando. Muito bom!







domingo, 1 de agosto de 2010

Ando bem repetitiva, mas realmente não penso em outra coisa, a tal da qualificação. Meus colegas e eu só falamos disso, Claudio acho que não aguenta mais saber e meu pescoço, coitado, não vê a hora que tudo isso passe.

Aliás, amanhã vou para a quarta sessão de fisioterapia, mas hoje tive uma recaída medonha. Acho que só vai curar mesmo depois que eu fizer a apresentação e puder pensar somente em uma coisa: a viagem de férias.

Até agora, diferente de todas as outras vezes, ainda não pesquisei a exaustão as cidades por onde passaremos, quais são os melhores passeios, onde ficam as lojas de vinhos - para o Claudio -, se ainda vai ter liquidações de verão... Tudo isso, tomará meu tempo, mas de maneira muito mais leve e divertida, a partir da próxima semana.

Fim de semana - estudos, diversão e mais

Entramos finalmente na semana da banca de qualificação. Como diz minha mãe: "Se tem que morrer, que não adoeça". Sendo assim, não vejo a hora de chegar a quinta-feira e resolver essa história!

A apresentação está pronta. Amanhã, mostrarei novamente ao orientador para os últimos ajustes. Ainda preciso ensaiar e pretendo fazer isso bem feito até quinta. É a pior parte, a apresentação - por vários motivos.

***

Passamos o fim de semana em Copacabana, na casa da mãe do Claudio. Só demos uma saidinha para ir até a Barra da Tijuca no aniversário do Gilberto. Gostei tanto da festa, tinha pessoas tão interessantes. Uma das coisas que mais gostei do grupo, acredito, foi o fato de não ter ninguém que monopolizasse a conversa. Acho que não gosto quando vou a algum lugar e só uma pessoa fala, tem histórias para todas as situações... E ainda pude rever o Esperto e o Feliz, que continuam os mais fofos deste mundo!

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Novidade boa

Acessei meu blog agora pouco e me deparei, na coluna dos blogs amigos, com uma notícia que me alegrou muito no Futilidades Literais.

Marcos Fernando Kirst será o patrono da 26ª Feira do Livro de Caxias do Sul.

Fiquei tão orgulhosa de ver meu primeiro editor recebendo tal honraria. Ele merece. E acho isso ainda mais depois que li um de seus livros: O Gato que não sabia de nada, lançado pela Belas-Letras, editora também lá de Caxias, de um ex-colega de faculdade, o Gustavo Guertler.

Parabéns, Marcos!

terça-feira, 27 de julho de 2010

Um pouco de tudo

Tenho três livros da UFRJ aqui em casa desde novembro. Já tentei devolvê-los várias vezes, mas nunca consigo. A biblioteca a que pertencem - a do CCJE, batizada Eugenio Gudin - está fechada para reformas desde o começo do ano. A previsão de abertura era 18 de abril, mas, sabe como é, obras parecem nunca acabar no prazo previsto.

Como estamos em época de férias, não tenho ido à universidade por esses dias. Fui então ver se achava alguma informação na web. No site da UFRJ não consta nenhuma informação sobre o assunto. No site da própria biblioteca, sequer falam que foi fechada, que dirá que está novamente aberta. O recurso, como diria minha mãe, é carregar mais uma vez os livros e torcer para que já esteja aberta.

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Ando tão tensa com a história da banca de qualificação que hoje tive de ir ao ortopedista. Claro que não foi só isso. Soma-se à qualificação, um travesseiro alto demais na casa da minha mãe, carregar uma mala cheia de coisas pesadas, o frio passado no Sul e a corrida do fim de semana. Junta-se tudo isso e tem-se uma dor no pescoço. Nada que o remédio certo e umas 10 sessões de fisioterapia não resolvam...

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Acabei de descobrir que o Smart, meu carrinho preferido, tem câmbio automático. Gostei ainda mais dele.

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No domingo, fiz minha quarta prova no Aterro do Flamengo. Estava há um mês sem treinar, mas achei a prova bem tranquila. Fiz os 5km em 38:27. Mais do que da última vez, mas tudo bem.



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Na noite anterior à corrida, fomos ao casamento da Carol e do Marcelo. Foi tudo lindo, num lugar belíssimo.









domingo, 25 de julho de 2010

Semana cheia

Quando será que essa sensação de cansaço irá embora?

Talvez depois de uma boa noite de sono. O fim de semana foi bem agitado e bom. Ontem, depois de um passeio na Barra durante o dia, fomos à festona de casamento do Marcelo e da Carol. Estava tudo perfeito, lindo! Adoramos.

Algumas horas depois de voltarmos para casa, o despertador tocou. Tínhamos um compromisso agendado há semanas: a edição inverno do Circuito das Estações Adidas. Eu corri 5km, Claudio, 10km.

O curioso é que achei que essa prova foi mais tranquila que a última, realizada em março. O mais bizarro é que não treino desde o final de junho... O dia estava com sol, mas fresco. Isso deve ter ajudado também.

Para completar, fomos comer feijoada na hora do almoço. Depois de tudo isso, nada melhor do que um longo cochilo. Foi o que fiz, mas acho que dormirei ainda assim muito bem à noite.

A semana promete ser bem cheia, com preparação para a banca de qualificação na próxima semana, adaptação das lentes novas, exames variados do check-up anual...

terça-feira, 20 de julho de 2010

Contagem regressiva

Faltam 16 dias para a banca de qualificação.

Faltam 31 dias para minhas férias!

Faltam 33 dias para a meia maratona. (Seu eu vou mesmo fazer, é outra história)

Faltam 36 dias para a nossa viagem de férias.

Faltam 62 dias para o meu aniversário!

Faltam 88 dias para a viagem com a mãe para Aracaju. :)

Dia do amigo

Quando acordei hoje nem fazia ideia de que hoje era o Dia do Amigo, mas depois de receber tantas mensagens sobre o assunto, acabei me convencendo. :)

Então, Feliz Dia do Amigo!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

De volta ao Rio

Eu gosto bastante de morar no Rio. Em agosto, completarei quatro anos aqui.

Por isso, fico sempre me perguntando por que sempre demoro um tempo para voltar a me sentir ambientada quando volto de viagem. Nem precisa ser uma viagem longa, às vezes pode ser uma saidinha de dois, três dias.

Nesta última vez, fiquei oito dias fora. Ontem, passamos o dia praticamente fechamos no apartamento da mãe do Claudio e hoje foi o primeiro dia de volta à vida normal.

É tão estranho...

Se bem que o dia hoje foi bem diferente do que é normalmente. Corri de um lado para outro, cuidando no relógio para não perder a hora de tudo que tinha para fazer.

De manhã, fui ao trabalho, em Laranjeiras. Às 13h, precisei catar uma papelaria no Flamengo, encadernar, finalmente!!!, o documento de qualificação.

Deixei uma cópia ali mesmo no Flamento para uma amiga levar para uma das professoras da banca. Ela mora em Niterói.

Tinha ainda dentista e oftalmologista programados para a tarde. Um no Catete, outro no Leblon... E ainda precisava deixar a outra cópia, para a segunda professora-avaliadora, em Botafogo.

O resultado é que tudo acabou só lá pelas 16h30, quando pude, enfim, almoçar.

Depois disso tudo, resolvi me dar a noite de folga. Vou descansar e aproveitar.

Afinal, agora tem ainda a apresentação, mas disso cuidarei a partir de amanhã.

***

Fazia tempo que não ia ao Leblon no meio da tarde. Será que sempre foi assim ou de uns tempos para cá a profissão de passeador de cachorro ganhou força?

Ninguém almoça no Leblon depois das quatro da tarde. Os restaurantes todos estavam bem vazios, o que desencoraja os retardatários, como eu hoje.

Impressionante, você pode ficar uma semana só fora, mas sempre surge uma novidade na cidade. Hoje, a surpresa foi uma Fornalha ali no Flamengo.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Cenas do frio







Que corda é essa?

Claudio registrou este flagrante dia desses. Estão pintando o prédio ao lado e os gatos do vizinho se divertiram.


- Que corta é essa?



- Ei, tem mais uma ali!



- O que você está fazendo, cara?



- Estou tentando resolver um mistério.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Observações de uma viagem

Sábado passado, viajei do Rio para Caxias do Sul.

No Galeão, uma família perguntava para uma atendente da Gol se dava para ver o Cristo de algum lugar do aeroporto. A moça explicou de forma gentil que o Galeão ficava um pouco longe do Corcovado.

Em Curitiba, único movimento era em frente à casa do pão de queijo. E foi para lá que eu fui. Depois, para aguentar a hora de espera, comprei umas palavras cruzadas.

Nem precisava, pois tinha um livro comigo, mas deu uma vontade de fazer palavras cruzadas.

Em Caxias, pude voltar à Doce Docê. As tortas não se comparam às da Chuvisco, mas tudo causa tão boa impressão e me dá uma sensação tão boa de familiaridade, que não tive como resistir. Comi um brancão!

***

É tão ruim quando se perde a confiança. Eu já acreditei nas companhias aéreas. E nem faz tanto tempo que perdi a ilusão de que elas funcionavam. Essa confiança vinha sendo abalada aos poucos, mais pelas experiências dos outros do que pelas minhas, mas em janeiro depois de uma viagem demorar 12 horas a mais que o previsto, eu realmente não acredito mais.

No sábado, quando o avião começou a demorar para chegar, eu já estava ficando nervosa. Quando o destino é outra cidade grande, acho que o prejuízo é menor, mas quando estamos indo para o interior, com horários de ônibus limitados, o problema não é pequeno quando o voo atrasa. No final, deu tudo certo, mas não sei quando voltarei a acreditar em companhias aéreas.

***

Eu tinha me esquecido o quando é difícil estudar com o frio, ou melhor, ficar trabalhando no computador quando o ar está gelado. Além do pé gelado o tempo todo, os dedos das mãos costumam ficar levemente doloridos do frio. Lembrei rapidinho.

Por outro lado, poder comer feijão mexido no café, com pão feito em casa e café passado na hora compensa e muito o frio.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Semaninha pesada

Eu levo uma vidinha muito leve, com marolinhas de vez em quando. E talvez seja por isso que achei esta última semana especialmente pesada. Estou na reta final de preparação do documento de qualificação. Troquei de orientador há dois meses, achando que assim o processo andaria mais rápido. Sou a única orientanda desse professor, enquanto que antes era uma entre oito. Só que não foi bem assim. Ele é ocupado demais, como todo mundo hoje em dia, e não tem lá muito tempo para efetivamente me orientar.

Nem tudo está perdido quando temos bons amigos. E é exatamente isso que tenho na minha turminha de mestrado. Meus colegas não só são ótimos companheiros de intervalos, aulas, almoços e idas ao shopping quanto são muito atenciosos na hora de dar uma forcinha no documento de qualificação. Essa foi a minha sorte, pois se não fosse por eles, nem sei como andaria meu projeto. Consegui chegar a uma versão que talvez já desse para apresentar à banca, mas ainda quero mudar algumas coisas, pois não estou satisfeita. Meu prazo já está mais do que estourado, mas como ninguém ainda entregou, vou ganhando uns diazinhos a mais para os ajustes.

Talvez esse sentimento estranho nesta semana tenha a ver com o fato da mãe de um conhecido ter morrido, de eu ter ido dormir uma noite às cinco da manhã e nas duas seguintes, às 3h. Estou realmente cansada. Também tem toda essa história nas capas dos jornais desse crime horrível em Minas. Não sei os outros, mas eu fiquei realmente abalada com as barbaridades que podem ter acontecido. Cada dia uma coisa pior é revelada.

Para completar ainda terei de ir ao Rio Grande do Sul sem querer nem poder muito, mas isso pode ter um lado positivo.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Reta final ou o encerramento de uma fase

Esta semana é decisiva, é o fechamento de uma fase. Até sexta-feira, terei minha última aula do mestrado, farei e apresentarei o último trabalho e, se tudo der certo, entregarei o documento de qualificação para a banca examinadora. Depois de sexta, terei algumas semanas para me preparar para outro desafio: a apresentação do projeto à banca, marcada para dia 5 de agosto. Contagem regressiva.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Concentração

Não sei por que, mas tem sido tão difícil manter a concentração nos últimos dias.

Ainda preciso escrever algumas páginas do documento da qualificação e isso me leva a procurar referências a todo momento na web. Computador sem internet não existe, mas é, ao mesmo tempo, também um ladrão de atenção. Quando dou por mim, fui abduzida pelo YouTube e estou procurando algo do tipo "música de fundo para garota estudando". Sempre acho e uma música leva a outra, que leva a outra...

Pouco depois, minha mente pergunta: Será que o orientador finalmente respondeu ao meu e-mail? 'Bora lá checar. Ele não escreveu, mas de uma hora para outra todo mundo comentou as mesmas fotos dos meus amigos no Facebook. Sim, eu sei que a gente mesmo é quem programa o que vai receber no e-mail. Estando no Facebook, que tal dar uma olhada na fazendinha? Vai que algo está no ponto para ser colhido...

Aí, do nada, me lembro que preciso abrir um post no Le Vin au Blog para o vinho do mês. Já estamos atrasados com isso (e estamos mesmo, pois o prazo é hoje, dia 1.).

Falando em blogs, vem à mente que preciso sair para comprar o presente para a Isabela, que daqui a pouco já vai fazer dois meses e eu ainda nem consegui pensar num bom presente para ela.

Quando penso no tempo é que volto para a realidade e cai a ficha de que faltam apenas poucos dias, ou melhor, que o tempo já estourou e eu deveria já estar com o trabalho fechado. Nessa hora, eu paro o que estiver fazendo, desligo o som do YouTube e volto para o Word. É exatamente isso que eu vou fazer agora.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Correspondências

As colunas de Eliane Brum são sempre inspiradoras. Desde que as descobri, toda segunda-feira acesso ao site da revista Época. Não perco uma.

***

A de hoje trata sobre cartas de amor. Não aquelas escritas por jovens apaixonados, mas as escritas para amigos, namorados, filhos, parentes. Eliane conta sobre o belo presente preparado para os 80 anos do pai. Cada pessoa próxima dele recebeu a incumbência de lhe escrever uma carta de amor. Achei tão legal essa ideia, que até gostaria de copiar.

***

Tempos atrás coloquei aqui uma lista de tarefas que precisava realizar. Lá estava responder à carta do Fábio. Eu, ‘escrevedora’ de cartas que sempre fui, atualmente só tenho um correspondente. O Fábio é um primo emprestado do Claudio. Criatura pura, mas não boba, o que se revela a cada carta recebida.

Sempre fui de escrever cartas. Quando criança, escrevia para minha prima Carla, três anos mais velha. Ela tinha uma letra gordinha, bonita, que um dia eu gostaria de ter igual. No início dos anos 1990, sem ter amigos que eventualmente tivessem mudado de cidade – meus amigos de infância só começaram a sair de Esmeralda muitos e muitos anos depois –, a opção que eu tinha era a de pegar endereços de outros adolescentes no caderno “teen” (essa palavra nem existia na época) da Zero Hora.

Troquei dezenas de cartas com a Kátia de Porto Alegre, com um menino de Antonio Prado e com outro de Santa Barbara do Sul, fora algumas cartas únicas com correspondentes passageiros.

Todos os dias durante as férias – e nas épocas de aulas também – eu caminhava até o correio para ver se tinha chegado alguma carta. Eu não tinha paciência para esperar até as quatro e meia quando o César, o carteiro, vinha buscar o malote que chegava no ônibus das cinco e passava lá por casa. A rodoviária era praticamente do lado da minha casa.

Quando eu fui embora, escrevia para meus amigos que também tinham ido embora. Minha mãe também mantinha ativa minha caixa de correio.

Tudo começou a mudar quando o inovador e-mail passou a fazer parte de nossas vidas. Nem tudo foi assim tão rápido, é verdade, pois nem todos os amigos tinham e-mail. Eu mesma só fui ter um hotmail em 1999.

Da metade dos anos 2000 para cá, todos criaram suas contas de e-mail. Cartas viraram coisa do passado e manter-se atualizada sobre se os amigos estão bem e o que estão fazendo também. Alguns podem dizer que Orkut e facebook estão aí para isso, mas quantos amigos – daqueles amigos de verdade – ficam grudados nessas ferramentas da vida moderna? Dos meus, não muitos.

Na última carta do Fábio, ele me contou todo animado que tem um e-mail. Fiz de conta que não li, não quero nem saber e espero que ele nunca imagine que eu também tenho uma conta de e-mail, pois isso, com certeza, seria o fim da alegria de pelo menos uma vez por mês receber na caixa de correio – aquela de madeira lá no térreo – não aquelas inúmeras contas disso e daquilo, mas uma cartinha com notícias inéditas e escritas com toda atenção somente para mim.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Caminhando pela Cinelândia

Toda quinta-feira vou ao centro do Rio, pois tenho aula de alemão no Goethe, que fica ali no Passeio Público. Assim, toda quinta passo apressada pela Cinelândia. Ontem, porém, precisei resolver outras coisas no centro e fui mais cedo. Deu até para fazer uma fotinhas dos prédios bonitos da Praça Marechal Deodoro:


Praça Mahatma Gandhi


Detalhe do Odeon



Câmara dos Vereadores, com prédio do Banco do Brasil ao fundo



Prédio do Amarelinho



Theatro Municipal, todo limpinho e brilhante depois da grande reforma

Da viagem ao Rio Grande do Sul


Passando de ônibus em frente ao CTG Rincão da Lealdade, em Caxias do Sul. De 1994 a 1998, passei incontáveis vezes por aqui, pois a UCS fica nas redondezas.



'Bergamota' e erva-mate, dois clássicos do Rio Grande do Sul.



Café da tarde na casa da madrinha. Enquanto o leite ferve, os pinhões vão assando demoradamente sobre o fogão à lenha.



Outono que se preze tem folhas caídas pelo chão.