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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Chile - última impressoes

Observei mais algumas coisinhas em Santiago e antes que eu me esqueca: - os rios correm muito rápido; - os restaurantes, muitos deles, nao abrem aos domingos à noite; - os supermercados parecem ter menos coisas atraentes que os brasileiros ' mas isto por ser uma questao cultural, o que nos interessa pode nao ser o mesmo que interessa aos chilenos; - nao sei se já escrevi antes, mas existem muitas lojas de departamentos, no centro, algumas tem varios enderecos, divididos por departamento; - nao há muitas lixeiras nas ruas, apesar disso, alguns bairros sao bem limpos - mais a regiao chique de Vitacura e Las Condes, da Providencia para o centro é mais sujinho; - a Bodega Concha y Toro é mesmo um centro de entretenimento. Sobre os vinhos pouco se aprende, mas se passa uma hora bem agradável, numa espécie de show. Bom, acho que foram essas as impressoes que me causou Santiago. Ainda passarei mais uns dias por lá em breve, quando voltar de Mendoza, antes de seguir para casa, no Rio.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Chile - mais impressões

Mais algumas impressões da cidade:

- Nunca chove nesta época do ano. Por isso, todos os jardins são irrigados - automaticamente, quase tomamos um banho hoje...

- Há muitas igrejas em todas as partes da cidade;

- O metrô é limpo e a tarifa é mais barata que a do Rio, de 380 pesos a 420 pesos, no horário de pico é mais caro;

- Para andar de ônibus é preciso comprar um cartão chamado Bip!. Só descobrimos isso depois de andar de graça durante duas vezes. Na primeira, achamos que o motorista não nos cobrou por que havia muita gente entrando; na segunda, entendemos que ele não cobra a viagem, só se paga com tarjeta;

- A cordilheira fica encoberta na maior parte do dia...

- Não cruzamos com muitos brasileiros por aqui;

- No metrô aqui perto de "casa", uma associação arrecada ração para cachorro. Deduzi que é para os cachorros de rua;

- Falando neles, só se encontram no centro e nos bairros mais pobres. Em Las Condes e Vitacura, onde andamos hoje, não existem, ou, pelo menos, são bem raros;

- Os restaurantes aqui são bem mais caros do que em Buenos Aires, mas comparativamente são mais baratos que no Rio;

- Fiquei decepcionada com o pisco sour... Provei hoje e não achei tão bom quanto esperava... Vou voltar aos vinhos...

sábado, 6 de dezembro de 2008

Chile - programação

Hoje é nossa quarta noite em Santiago e já deu para fazer um bocado de coisas. No segundo dia, caminhamos feito loucos no Cerro San Cristóbal, um morro com uma santa no topo. Fomos de táxi até a santa, mas depois resolvemos voltar a pé... Bom, por alto, devem ter sido umas duas horas de caminhada, com paradas para fotos, para apreciar a vista e ver dezenas de adolescentes se divertindo numa piscina pública que tem no tal cerro.

Depois, de volta à civilização ainda percorremos mais alguns quilômetros até Vitacura, onde jantamos no ótimo Porto Fuy. Adoramos os pratos e o clima do restaurante. Falaremos mais dele no Le Vin au Blog daqui a alguns dias. Ontem, fomos para a região das vinícolas e para a costa oeste do continente. Passamos, de verdade, por Valparaíso, e paramos um pouco em Viña del Mar, mas estava muito desconfortável. Saímos preparados para ir à praia, mas quando chegamos lá estava um frio horrível. Não foi um passeio tão bom, mas a cidade de Viña del Mar é bonitinha e arrumada.

Ah, esqueci, no segundo dia também fomos até a Almaviva, vinícola toda produzida que tem aqui. Pertence à Concha y Toro, mas não fica junto com a megabodega do Chile. Foi bem agradável o passeio, gastamos o dinheiro do nosso porquinho em um Almaviva, que será degustado lá pelo fim de 2009.

Ontem, na nossa microviagem, fomos a mais duas vinícolas: Casa Marin e Matetic. Fomos bem atendidos e degustamos alguns vinhos muito bons. Mais umas comprinhas, que o Claudio vai ter que dar um jeito de fazer caber na mala...

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Chile

Claudio e eu chegamos a Santiago hoje de tarde, depois de seis horas de viagem.

Como anoitece bem mais tarde do que no Rio, por volta das 21h, conseguimos aproveitar bem este primeiro dia, descobrindo o centro da cidade.

Minhas primeiras observações sobre a capital do Chile:

- Tem dezenas de cachorros sem dono andando pelas ruas;
- Existem belos prédios antigos, do final do século XIX;
- Come-se muito cachorro-quente no centro da cidade;
- O sistema de transporte parece ser eficiente;
- Aqui não se come empanadas como em Buenos Aires;
- Os chilenos são atenciosos;
- Apesar do número de vinícolas nos arredores da cidade, pelo menos no centro, não existem muitas lojas de vinho e nos supermercados os bons vinhos são raros.

Por enquanto, é isso. Vamos sair para jantar agora. Acho que será na Providencia.

Livro novo e dor de garganta

 Eu não sei explicar bem o porquê, mas tenho uma quedinha por dias nublados. Obviamente, eu adoro os dias de sol, mas sinto uma tranquilidad...