Depois de uma sexta-feira de muita chuva e humor cinza, a semana começa ensolarada e com ânimo mais colorido. Trabalhei bastante em meu projeto durante o fim de semana e apesar de ainda não ter uma questão de pesquisa, já consegui enumerar vários questionamentos, dentre os quais um possa vir a ser o meu tão esperado "problema".
Além de estudar, também consegui fazer pequenos passeios. Rápidos, mas prazerosos. No sábado, em uma pausa nas leituras, fomos tomar um café no Cake & Co. Além de comer um docinho, pude ver rapidamente minha amiga Marie, que tomara um café com a Sabrina e a Marcela.
No domingo, logo depois de acordarmos, fomos ao Leblon. Enquanto o Claudia fazia o treino de 8km na orla, eu resolvi caminhar um pouco e fazer algumas fotos. Bem no começo da minha caminhada, ouvi alguém chamando meu nome. Era minha amiga Bia, acompanhada pelo Luís e pela Gabí. Esta é uma das famílias mais bonitas que conheço. Se um dia eu tivesse um filho, gostaria de ser como a Bia. Depois ainda encontramos a Sabrina com os pais e os irmãos. O Zé estava correndo e fez alguns quilômetros com o Claudio. Depois da caminhada, o dia começou a abrir. Havia ainda um ventinho frio, mas o humor já era outro.
À tarde, depois do almoço em família, fomos tomar um café no nosso local queridinho do momento: o Café B, na Livraria da Travessa de Ipanema. Adoramos a Tarte Tatin de lá. Irresistível. Depois, o dia seguiu feliz com leituras.
Hoje a semana começa com feriado! Nada melhor para colocar tudo em dia, estudar mais um pouco e me preparar para a reunião que terei logo mais com meu orientador.
Cenas do Rio
segunda-feira, 20 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Ansiedade acadêmica
Ando bem nervosa ultimamente pela indecisão do projeto de doutorado. Quanto mais nervosa fico, mais paralisada me sinto. Isso acaba criando um ciclo muito ruim. Como disse, quanto mais paralisada, mais nervosa. Quanto mais nervosa, mais paralisada. As reuniões com meu orientador não têm me ajudado a quebrar essa rotina. Amanhã terei mais uma. As últimas duas foram desalentadoras. Espero que amanhã seja melhor.
Toda vez que falo com alguém sobre isso, a primeira frase é: "troca de orientador!". Não é assim tão fácil, pois continuarei sem projeto. Tudo bem que já tive dois começos de ideias que foram "destruídas" logo de início pelo orientador, mas não acho - ainda - que isso seja motivo suficiente para mudar de orientador. Mesmo por que isso não é a coisa mais simples do mundo. Só sei que por ora estou até com dor na minha barriga de ansiedade.
Atualização: acabei de ler meu horóscopo e achei engraçado o que estava escrito nele.

Tempo de ser paciente.
Toda vez que falo com alguém sobre isso, a primeira frase é: "troca de orientador!". Não é assim tão fácil, pois continuarei sem projeto. Tudo bem que já tive dois começos de ideias que foram "destruídas" logo de início pelo orientador, mas não acho - ainda - que isso seja motivo suficiente para mudar de orientador. Mesmo por que isso não é a coisa mais simples do mundo. Só sei que por ora estou até com dor na minha barriga de ansiedade.
Atualização: acabei de ler meu horóscopo e achei engraçado o que estava escrito nele.
Tempo de ser paciente.
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terça-feira, 14 de maio de 2013
Do sono à vontade de mudar
Definitivamente, café não faz nem cósquinha no sono pós-almoço que me atacou hoje. (Comecei a fazer este post na semana passada. Felizmente, desde então, não tive mais esse sono arrebatador que às vezes ataca no começo do tarde)
Gostaria de ter a disposição e disciplina da minha ex-colega de jornal Maristela. Na primeira semana do ano, ela escreveu no Facebook que sua resolução de ano novo era escrever ficção todos os dias, custasse o que custasse. Há poucas semanas, ela lançou um novo livro. Acabei de comprá-lo e fiquei feliz com o resultado. Chama-se Os deliciosos biscoitos de Oma Guerta.
Faltam dois meses para a viagem de férias. Agora sim a contagem regressiva começa a ficar interessante. Não vejo a hora de não ter que pensar em projeto de doutorado, trabalho ou coisas do dia a dia.
Amanhã passaremos o dia todo em função dos 40 anos do DAAD. Primeiro, haverá uma solenidade no Palácio Guanabara. À tarde, será realizado um seminário para ex-bolsistas do DAAD em um hotel no Flamengo. Terei de perder minha aula, mas acho que no fundo será por uma boa causa.
De tempos em tempos dá uma vontade de promover mudanças na vida. Estou passando por uma fase dessas. Vontade de mudar quase tudo! Quem sabe seja o momento de começar a planejar 2013. Tudo dependerá do bendito projeto!
Gostaria de ter a disposição e disciplina da minha ex-colega de jornal Maristela. Na primeira semana do ano, ela escreveu no Facebook que sua resolução de ano novo era escrever ficção todos os dias, custasse o que custasse. Há poucas semanas, ela lançou um novo livro. Acabei de comprá-lo e fiquei feliz com o resultado. Chama-se Os deliciosos biscoitos de Oma Guerta.
Faltam dois meses para a viagem de férias. Agora sim a contagem regressiva começa a ficar interessante. Não vejo a hora de não ter que pensar em projeto de doutorado, trabalho ou coisas do dia a dia.
Amanhã passaremos o dia todo em função dos 40 anos do DAAD. Primeiro, haverá uma solenidade no Palácio Guanabara. À tarde, será realizado um seminário para ex-bolsistas do DAAD em um hotel no Flamengo. Terei de perder minha aula, mas acho que no fundo será por uma boa causa.
De tempos em tempos dá uma vontade de promover mudanças na vida. Estou passando por uma fase dessas. Vontade de mudar quase tudo! Quem sabe seja o momento de começar a planejar 2013. Tudo dependerá do bendito projeto!
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domingo, 12 de maio de 2013
Resultado do Circuito Light Rio Antigo
Acabou de sair o resultado da prova.
Meu tempo foi 35:28 no Circuito Light Rio Antigo. Estou bem satisfeita. Engraçado é que nas outras corridas que fiz, meu tempo foi mais ou menos esse mesmo. Não mudo meu trotinho por nada neste mundo. :)
O Claudio fez em 28:04.
Dá vontade de já marcar a próxima!
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Projeto de doutorado, corrida e festejos
Este fim de semana foi repleto de atividades e tarefas. Consegui estudar mais do que costumo estudar no fim de semana, mas ainda não foi suficiente. Preciso realmente me dedicar mais nas noites ao longo da semana e aos fins de semana. A questão ainda é a mesma: definir o projeto de doutorado.
Já me encontrei duas vezes com meu orientador e nas duas ele me desestimulou a continuar nos temas que eu havia pensado. Foi bastante frustrante. Na última vez, ele me deu várias ideias, mas não gostei de nada dos projetos apresentados. Então resolvi seguir buscando um projeto na segunda ideia que eu havia tido. Estou meio desanimada, mas é preciso seguir em frente.
Se no lado acadêmico as coisas vão meio mal, na parte das atividades físicas segue tudo bem. Hoje participamos do Circuito Light Rio Antigo - Etapa Lapa. Fizemos a prova de 5km. Eu estava meio em dúvida se conseguiria, pois no domingo passado fui correr na Lagoa e mal consegui correr 2km - em minha defesa, é preciso dizer que eram 13h e o sol estava arrebatador.
Por isso, quando terminei a prova, tendo corrido durante o tempo todo, fiquei muito contente. Fiz a prova em pouco mais de 35min, o que considerei algo fantástico. Depois da prova, decidimos voltar a pé para casa. Há quem se assuste, mas para nós vir caminhando do centro até Botafogo é algo totalmente normal. É uma chance bem legal de conhecer melhor a cidade.
Em outubro, repetiremos o circuito na companhia de alguns amigos corredores.
Hoje foi Dia das Mães e fizemos uma feijoada para comemorar a data e o aniversário do Mauro. Creio que esta foi a melhor feijoada que o Claudio já preparou. Estava muito boa!
Nesta semana, será comemorado o aniversário de 40 anos do DAAD. Haverá festa - e muito trabalho para nós.
Que seja uma semana produtiva para todos!
Já me encontrei duas vezes com meu orientador e nas duas ele me desestimulou a continuar nos temas que eu havia pensado. Foi bastante frustrante. Na última vez, ele me deu várias ideias, mas não gostei de nada dos projetos apresentados. Então resolvi seguir buscando um projeto na segunda ideia que eu havia tido. Estou meio desanimada, mas é preciso seguir em frente.
Se no lado acadêmico as coisas vão meio mal, na parte das atividades físicas segue tudo bem. Hoje participamos do Circuito Light Rio Antigo - Etapa Lapa. Fizemos a prova de 5km. Eu estava meio em dúvida se conseguiria, pois no domingo passado fui correr na Lagoa e mal consegui correr 2km - em minha defesa, é preciso dizer que eram 13h e o sol estava arrebatador.
Por isso, quando terminei a prova, tendo corrido durante o tempo todo, fiquei muito contente. Fiz a prova em pouco mais de 35min, o que considerei algo fantástico. Depois da prova, decidimos voltar a pé para casa. Há quem se assuste, mas para nós vir caminhando do centro até Botafogo é algo totalmente normal. É uma chance bem legal de conhecer melhor a cidade.
Em outubro, repetiremos o circuito na companhia de alguns amigos corredores.
Hoje foi Dia das Mães e fizemos uma feijoada para comemorar a data e o aniversário do Mauro. Creio que esta foi a melhor feijoada que o Claudio já preparou. Estava muito boa!
Nesta semana, será comemorado o aniversário de 40 anos do DAAD. Haverá festa - e muito trabalho para nós.
Que seja uma semana produtiva para todos!
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quinta-feira, 2 de maio de 2013
Outono
Outono e primavera são meus meses preferidos, apesar de eu gostar também do verão e do inverno. Sim, sou alguém que não consegue gostar apenas de uma coisa.
Outono é uma estação especial. Não está mais o calorão do verão, nem o frio cortante do inverno. Apesar de amanhecer mais cedo, os finais de dia têm uma luz incrível. As manhãs têm aquela brisa geladinha que faz a gente se sentir mais viva. Eu gosto também das temperaturas mais amenas, especialmente quando vou caminhando para o trabalho. Coisa boa não chegar suando.No outono podemos usar casaquinhos. Eu adoro casaquinhos!
Outono no Rio significa praias menos lotadas, sol quentinho combinando direitinho com a brisa que vem do mar, os frutos de árvores que não sei os nomes caem estalando sobre os carros (e provocando sustos e risadas).
Outono é uma estação especial. Não está mais o calorão do verão, nem o frio cortante do inverno. Apesar de amanhecer mais cedo, os finais de dia têm uma luz incrível. As manhãs têm aquela brisa geladinha que faz a gente se sentir mais viva. Eu gosto também das temperaturas mais amenas, especialmente quando vou caminhando para o trabalho. Coisa boa não chegar suando.No outono podemos usar casaquinhos. Eu adoro casaquinhos!
Outono no Rio significa praias menos lotadas, sol quentinho combinando direitinho com a brisa que vem do mar, os frutos de árvores que não sei os nomes caem estalando sobre os carros (e provocando sustos e risadas).
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quarta-feira, 1 de maio de 2013
1º de maio de 2013
Um mês inteirinho e repleto de oportunidades começa hoje!
Abril parece que passou como um sopro. Acabei nem fazendo um post sobre o que planejava. Olhando agora, nem sei se evoluí muito nos meus projetos de março para cá. Em abril, parece que apenas vivi, sem me preocupar muito com o que tinha para fazer.
Claro que nem tudo foi assim.
Comecei abril fora do Rio. Acompanhei minha mãe em uma cirurgia no Rio Grande do Sul. Acabei ficando a primeira semana lá. Dediquei-me a fazer-lhe companhia, não dando muito atenção para a lista de tarefas que pensei em realizar durante os dias de "férias" que tirei do trabalho e das aulas. Voltei com a lista maior ainda, mas sem me preocupar tanto.
Havia uma preocupação maior que leituras de aula, exercícios de alemão ou compromissos de trabalho: a decisão sobre meu projeto de doutorado. Pensei em várias ideias, argumentos, grupos a serem pesquisados. Tão logo voltei, tive a primeira reunião do ano com meu orientador. Ele me fez desistir de todos os meus planos. Quase chorei, e voltei para a estaca zero.
Agora, prestes a ter uma nova reunião, continuo correndo atrás do tema. Já tive novas ideias, fiz novas leituras e pesquisas. Talvez agora consiga encontrar algo mais conectado com a ciência da informação. Vamos ver. Também algo mais próximo do jornalismo.
Aquela primeira semana longe de casa acabou atrapalhando todo o planejamento do mês em relação à alimentação. Acabamos saindo mais de casa para comer. Plano certo para maio é retomar o cardápio semanal e as compras bem definidas no hortifruti e no supermercado. A rotina na academia foi mantida, por isso, felizmente, não houve alterações em nosso peso.
Faltam dois meses para nossa viagem de férias e queremos estar muito em forma quando partirmos para um mês de esbórnia. É uma forma de atenuar o desastre que já prevemos. :) Bom, quem sabe conseguimos seguir uma dieta mediterrânea.
Marcamos a primeira corrida do ano. Isso acaba servindo como incentivo para não bobear com os treinos. Como acabei um curso que estava fazendo às quartas à noite e resolvi dar um tempo na análise, estou com duas noites a mais para treinar - e para me dedicar aos estudos também, prioridade no momento.
Nos planos que tinha definido em março estava dar uma atenção especial ao alemão. Estou tentando pelo menos fazer todas as tarefas de casa. A convivência com a estagiária polonesa também tem sido boa para praticar o idioma.
Comecei a fazer um curso de inglês on-line oferecido pela CAPES a pós-graduandos. Está sendo bom. Para cumprir as tarefas, tenho dedicado algumas horas por semana ao curso.
Até a data da viagem, também gostaria de relembrar algumas coisas do italiano. Da outra vez, o pouco que ainda lembro (do curso feito nos anos 2000) mostrou-se útil em mais de uma situação.
Abril parece que passou como um sopro. Acabei nem fazendo um post sobre o que planejava. Olhando agora, nem sei se evoluí muito nos meus projetos de março para cá. Em abril, parece que apenas vivi, sem me preocupar muito com o que tinha para fazer.
Claro que nem tudo foi assim.
Comecei abril fora do Rio. Acompanhei minha mãe em uma cirurgia no Rio Grande do Sul. Acabei ficando a primeira semana lá. Dediquei-me a fazer-lhe companhia, não dando muito atenção para a lista de tarefas que pensei em realizar durante os dias de "férias" que tirei do trabalho e das aulas. Voltei com a lista maior ainda, mas sem me preocupar tanto.
Havia uma preocupação maior que leituras de aula, exercícios de alemão ou compromissos de trabalho: a decisão sobre meu projeto de doutorado. Pensei em várias ideias, argumentos, grupos a serem pesquisados. Tão logo voltei, tive a primeira reunião do ano com meu orientador. Ele me fez desistir de todos os meus planos. Quase chorei, e voltei para a estaca zero.
Agora, prestes a ter uma nova reunião, continuo correndo atrás do tema. Já tive novas ideias, fiz novas leituras e pesquisas. Talvez agora consiga encontrar algo mais conectado com a ciência da informação. Vamos ver. Também algo mais próximo do jornalismo.
Aquela primeira semana longe de casa acabou atrapalhando todo o planejamento do mês em relação à alimentação. Acabamos saindo mais de casa para comer. Plano certo para maio é retomar o cardápio semanal e as compras bem definidas no hortifruti e no supermercado. A rotina na academia foi mantida, por isso, felizmente, não houve alterações em nosso peso.
Faltam dois meses para nossa viagem de férias e queremos estar muito em forma quando partirmos para um mês de esbórnia. É uma forma de atenuar o desastre que já prevemos. :) Bom, quem sabe conseguimos seguir uma dieta mediterrânea.
Marcamos a primeira corrida do ano. Isso acaba servindo como incentivo para não bobear com os treinos. Como acabei um curso que estava fazendo às quartas à noite e resolvi dar um tempo na análise, estou com duas noites a mais para treinar - e para me dedicar aos estudos também, prioridade no momento.
Nos planos que tinha definido em março estava dar uma atenção especial ao alemão. Estou tentando pelo menos fazer todas as tarefas de casa. A convivência com a estagiária polonesa também tem sido boa para praticar o idioma.
Comecei a fazer um curso de inglês on-line oferecido pela CAPES a pós-graduandos. Está sendo bom. Para cumprir as tarefas, tenho dedicado algumas horas por semana ao curso.
Até a data da viagem, também gostaria de relembrar algumas coisas do italiano. Da outra vez, o pouco que ainda lembro (do curso feito nos anos 2000) mostrou-se útil em mais de uma situação.
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quarta-feira, 24 de abril de 2013
Pensamentos sobre diferentes atividades
Distanciar-se de quem nos faz mal é a melhor saída. Sempre.
Parece que as ideias começam a se organizar e o projeto de doutorado está quase pronto para nascer. Não dá para largar o pensamento positivo!
Ando meio desligada em relação aos lançamentos cinematográficos. Por isso fiquei tão surpresa quando descobri que está para ser lançada uma nova versão de O Grande Gatsby. Até aí, tudo bem. Curioso é ter escolhido este filme para assistir dias atrás. Pensando agora, pode ter sido algo subliminar, não sei. Fato é que o assisti sem saber do novo projeto.
O filme é de 1974, com jovens atores que vieram a ficar (ainda mais) conhecidos depois, como o belo Robert Redford e Mia Farrow. Eu gostei, apesar de o ritmo de 1974 ser um pouco enervante para os tempos atuais. Fiquei curiosa para ver essa nova adaptação. O roteiro da primeira, li no IMDB, começou a ser feito por Truman Capote e foi terminado por Francis Ford Coppola. Neste novo, o roteiro é assinado por Baz Luhrmann, que também o dirige. Esperar para ver como foi pensada esta nova versão da história famosa de Fitzgerald. Pelo trailer, será bem menos sutil que a primeira: http://thegreatgatsby.warnerbros.com/
Ontem foi feriado no Rio de Janeiro em comemoração ao dia de São Jorge. Mesmo tendo trabalhado, fui liberada mais cedo e aproveitei o final da tarde para caminhar em Copacabana. Se eu morasse lá, com certeza aproveitaria muito a oportunidade de fazer caminhadas à beira-mar.
Parece que as ideias começam a se organizar e o projeto de doutorado está quase pronto para nascer. Não dá para largar o pensamento positivo!
Ando meio desligada em relação aos lançamentos cinematográficos. Por isso fiquei tão surpresa quando descobri que está para ser lançada uma nova versão de O Grande Gatsby. Até aí, tudo bem. Curioso é ter escolhido este filme para assistir dias atrás. Pensando agora, pode ter sido algo subliminar, não sei. Fato é que o assisti sem saber do novo projeto.
O filme é de 1974, com jovens atores que vieram a ficar (ainda mais) conhecidos depois, como o belo Robert Redford e Mia Farrow. Eu gostei, apesar de o ritmo de 1974 ser um pouco enervante para os tempos atuais. Fiquei curiosa para ver essa nova adaptação. O roteiro da primeira, li no IMDB, começou a ser feito por Truman Capote e foi terminado por Francis Ford Coppola. Neste novo, o roteiro é assinado por Baz Luhrmann, que também o dirige. Esperar para ver como foi pensada esta nova versão da história famosa de Fitzgerald. Pelo trailer, será bem menos sutil que a primeira: http://thegreatgatsby.warnerbros.com/
Ontem foi feriado no Rio de Janeiro em comemoração ao dia de São Jorge. Mesmo tendo trabalhado, fui liberada mais cedo e aproveitei o final da tarde para caminhar em Copacabana. Se eu morasse lá, com certeza aproveitaria muito a oportunidade de fazer caminhadas à beira-mar.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Amor por dias de chuva
Não sei se é porque quando chovia a mãe fazia alguma coisa boa para comermos, mas dias de chuva me trazem uma sensação muito boa, de acolhimento. Mesmo que eu tenha de sair de casa, parece que o dia vai ser mais produtivo justamente porque começou chovendo. Lembro que tinha essa sensação quando trabalhava como estagiária na Caixa. Continuo a tendo hoje em dia.
Nos tempos de jornal, ficava sem saber, pois as redações em que trabalhei não nos deixavam ver o mundo externo tão facilmente. Refletindo agora sobre isso, talvez em Florianópolis os dias de chuva não fossem tão agradáveis. Não pela chuva em si, mas pelo Vento Sul, que nos pegava de jeito na frente do jornal.
Nos tempos de jornal, ficava sem saber, pois as redações em que trabalhei não nos deixavam ver o mundo externo tão facilmente. Refletindo agora sobre isso, talvez em Florianópolis os dias de chuva não fossem tão agradáveis. Não pela chuva em si, mas pelo Vento Sul, que nos pegava de jeito na frente do jornal.
A chuva inspirou muitos outros:
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quarta-feira, 17 de abril de 2013
Céu azul, sol brilhando
Com temperatura mais amena, o dia amanheceu lindo hoje no Rio. O céu está azul, o sol brilha como deve ser.
Ontem fomos a um restaurante que gosto muito, o Anna. Fica no Jardim de Alah, do lado de Ipanema. Já fomos lá algumas vezes e a experiência é sempre agradável. Diferente de outros restaurantes, o lugar é espaçoso, as mesas não são coladas umas às outras, há tranquilidade, nada de vozerio. Os garçons são muito educados e nada invasivos. Além de tudo isso, as massas são muito bem feitas. Único porém é não aceitar cartões.
O jantar faz parte de um projeto do Claudio e dos amigos de ir a pelo menos um bom restaurante por mês. Eles costumam se encontrar mensalmente e agora resolveram nos incluir na programação. Ficamos muito felizes com a iniciativa.
No mês passado, fomos ao Gonzalo. Curiosa para saber onde será a saída de maio.
Nada pode deixar uma doutoranda mais feliz do que encontrar uma revista que trata exatamente sobre o tema em que está interessada em desenvolver na tese. Há esperança!
Ontem fomos a um restaurante que gosto muito, o Anna. Fica no Jardim de Alah, do lado de Ipanema. Já fomos lá algumas vezes e a experiência é sempre agradável. Diferente de outros restaurantes, o lugar é espaçoso, as mesas não são coladas umas às outras, há tranquilidade, nada de vozerio. Os garçons são muito educados e nada invasivos. Além de tudo isso, as massas são muito bem feitas. Único porém é não aceitar cartões.
O jantar faz parte de um projeto do Claudio e dos amigos de ir a pelo menos um bom restaurante por mês. Eles costumam se encontrar mensalmente e agora resolveram nos incluir na programação. Ficamos muito felizes com a iniciativa.
No mês passado, fomos ao Gonzalo. Curiosa para saber onde será a saída de maio.
Nada pode deixar uma doutoranda mais feliz do que encontrar uma revista que trata exatamente sobre o tema em que está interessada em desenvolver na tese. Há esperança!
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terça-feira, 16 de abril de 2013
Sou muito agradecida:
(não necessariamente nessa ordem)
por poder escolher o que comer; por ter uma cama quentinha no inverno; por ter um quarto refrigerado no verão; por não precisar escolher produtos pelo preço, mas pela vontade; por morar perto do trabalho; por morar perto da universidade; por fazer um doutorado; por ter um trabalho de 30 horas, que me permite estudar, passear e ainda ter tempo livre para mim; por ter vontade de correr; por ter força de vontade para emagrecer; por não precisar me preocupar com moradia; por não ter que me preocupar se haverá comida; por não ter que me preocupar se haverá água, tanto para tomar um banho quanto para cozinhar; por ter um amor; por ter meus padrinhos tão queridos; por ainda ter minha mãe; pelos muitos amigos; por ter acesso a livros e filmes; por poder ir ao cinema e ao teatro quando desejar; por poder visitar museus; por poder viajar de vez em quando; por gostar de chá; por ser feliz com o que tenho; por gostar de dias ensolarados; por gostar de dias nublados; por gostar de animais; por me importar com a natureza; por não precisar ter um carro; por ter um anjo da guarda supereficiente.
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segunda-feira, 15 de abril de 2013
Em 15 minutos de caminhada por Botafogo
Em nosso prédio trabalham pelo menos 10 funcionários. Como em todos os ambientes, há sempre aqueles que gostamos mais. Receber um sorriso do Márcio todas as manhãs ajuda a começar melhor o dia.
Logo na primeira quadra, uma garrafa plástica jogada a menos de um metro da lixeira. Será que foi trazida pelo vento e pela chuva de ontem ou foi deixada ali por um preguiçoso? Resolvi começar o dia dando uma ajuda para a cidade ficar (ainda) mais bonita. Joguei a tal garrafinha na lixeira.
Seria bom se ocorresse isso:
Logo cedo assim, encontro os mendigos ainda dormindo pelas ruas ou começando a se movimentar, começando a seguir o seu interminável deslocamento pela cidade, com rumos que nem imagino quais sejam. Um deles deparou-se com um par de All Star preto, ainda em bom estado, largados na frente de um prédio. Parou, conferiu o número e levou-os consigo, Deve ter achado que poderiam ser úteis nesses dias de frio que se aproximam.
Sob o viaduto que dá acesso a Muniz Barreto, dois táxis bloqueiam a passagem. Atrás deles, um motoqueiro e um carro vermelho buzinam insistentemente. Demoro alguns segundos até perceber que os taxistas protagonizam um espetáculo de xingamentos. Uma mãe que traz o filho para a creche corre na direção contrária. “Vai que um está armado e levo um tiro”, diz ela para o segurança do colégio. “Isso que são colegas”, comenta o mesmo guarda para outro passante. Para os taxistas, o dia já começa meio torto.
Observo as roupas de uma funcionária do Edifício Argentina. Mais alguns gramas e poderei usar uma roupa assim, penso.
Fazia alguns dias que o Edifício Samara, na Farani, tinha deixado de ser dormitório de mendigos, mas hoje tinha alguns ali novamente. É impressionante como conseguem emporcalhar aquele canto do prédio. Dormem em meio ao lixo e nem percebem. Sinto um misto de repulsa com pena. Mais repulsa.
Nas calçadas da Pinheiro Machado, na parte da pedreira, mais lixo abandonado na calçada. Dá uma dor ver isso.
No jornal do fim de semana, havia uma matéria sobre a briga do ministério público com a Comlurb – Comlurb é a companhia que limpa a cidade. O MP quer que a Comlurb instale lixeiras coloridas, para que os lixos sejam separados. A Comlurb alega que isso trará um aumento muito grande no custo da coleta, pois terá de ter coletas separadas. Eu adoro lixeiras separadas, mas, sinceramente, acho que instalá-las no Rio será jogar dinheiro fora. Se atualmente sequer jogamos o lixo nas lixeiras de cor única, imagina se vamos separar o lixo por tipo? Aí de que vai adiantar a Comlurb providenciar coletas separadas? Este é o caso da frase clássica: não estou sendo pessimista, mas realista.
Logo na primeira quadra, uma garrafa plástica jogada a menos de um metro da lixeira. Será que foi trazida pelo vento e pela chuva de ontem ou foi deixada ali por um preguiçoso? Resolvi começar o dia dando uma ajuda para a cidade ficar (ainda) mais bonita. Joguei a tal garrafinha na lixeira.
Seria bom se ocorresse isso:
Logo cedo assim, encontro os mendigos ainda dormindo pelas ruas ou começando a se movimentar, começando a seguir o seu interminável deslocamento pela cidade, com rumos que nem imagino quais sejam. Um deles deparou-se com um par de All Star preto, ainda em bom estado, largados na frente de um prédio. Parou, conferiu o número e levou-os consigo, Deve ter achado que poderiam ser úteis nesses dias de frio que se aproximam.
Sob o viaduto que dá acesso a Muniz Barreto, dois táxis bloqueiam a passagem. Atrás deles, um motoqueiro e um carro vermelho buzinam insistentemente. Demoro alguns segundos até perceber que os taxistas protagonizam um espetáculo de xingamentos. Uma mãe que traz o filho para a creche corre na direção contrária. “Vai que um está armado e levo um tiro”, diz ela para o segurança do colégio. “Isso que são colegas”, comenta o mesmo guarda para outro passante. Para os taxistas, o dia já começa meio torto.
Observo as roupas de uma funcionária do Edifício Argentina. Mais alguns gramas e poderei usar uma roupa assim, penso.
Fazia alguns dias que o Edifício Samara, na Farani, tinha deixado de ser dormitório de mendigos, mas hoje tinha alguns ali novamente. É impressionante como conseguem emporcalhar aquele canto do prédio. Dormem em meio ao lixo e nem percebem. Sinto um misto de repulsa com pena. Mais repulsa.
Nas calçadas da Pinheiro Machado, na parte da pedreira, mais lixo abandonado na calçada. Dá uma dor ver isso.
No jornal do fim de semana, havia uma matéria sobre a briga do ministério público com a Comlurb – Comlurb é a companhia que limpa a cidade. O MP quer que a Comlurb instale lixeiras coloridas, para que os lixos sejam separados. A Comlurb alega que isso trará um aumento muito grande no custo da coleta, pois terá de ter coletas separadas. Eu adoro lixeiras separadas, mas, sinceramente, acho que instalá-las no Rio será jogar dinheiro fora. Se atualmente sequer jogamos o lixo nas lixeiras de cor única, imagina se vamos separar o lixo por tipo? Aí de que vai adiantar a Comlurb providenciar coletas separadas? Este é o caso da frase clássica: não estou sendo pessimista, mas realista.
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sexta-feira, 12 de abril de 2013
E a semana chegou ao fim
Esta não foi mesmo uma das melhores semanas dos últimos tempos.
Como tudo na vida, porém, ela também está chegando ao fim, e o final vai ser bom. Daqui a pouco iremos à festa de aniversário de um dos amigos do Claudio que eu mais gosto.
Hoje tive reunião com meu orientador. A nova ideia de projeto que eu havia tido não interessou muito a ele. Ou melhor, não cabe muito bem na linha de pesquisa dele. Assim, meio que voltei à estaca zero. Com alguns apontamentos de caminhos, mas ainda sem a razão da tese, a questão de pesquisa.
Isso me deixou um pouco triste, mas não desanimada, pois não há tempo desânimo. Marcamos novo encontro para daqui a três semanas. Ou seja, muito trabalho nos próximos dias.
Como tudo na vida, porém, ela também está chegando ao fim, e o final vai ser bom. Daqui a pouco iremos à festa de aniversário de um dos amigos do Claudio que eu mais gosto.
Hoje tive reunião com meu orientador. A nova ideia de projeto que eu havia tido não interessou muito a ele. Ou melhor, não cabe muito bem na linha de pesquisa dele. Assim, meio que voltei à estaca zero. Com alguns apontamentos de caminhos, mas ainda sem a razão da tese, a questão de pesquisa.
Isso me deixou um pouco triste, mas não desanimada, pois não há tempo desânimo. Marcamos novo encontro para daqui a três semanas. Ou seja, muito trabalho nos próximos dias.
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segunda-feira, 8 de abril de 2013
Um dia incomum
Gosto dos dias comuns, que passam sem grandes novidades, nem para o bem, nem para o mal. Hoje não é um dia destes. O dia, que amanheceu ensolarado, nublou depois do meio-dia. Comigo não foi muito diferente. Diferente de todos os dias de calmaria, hoje foi um dia meio estressante no trabalho. Quando é por algo que devíamos ter feito e não fizemos, tudo bem sentir pressão. Ruim mesmo é quando o estresse vem de algo que você, na prática, não pode resolver. Esperar que alguma outra pessoa faça o que você precisa resolvido é uma agonia só.
Para completar, não param de chegar e-mails dos professores com novos textos, novas tarefas, novas leituras e interpretações. Nunca achei que duas disciplinas seriam tão trabalhosas. E olha que nem passamos do primeiro mês. Haja força para chegar ao fim do semestre. Não é que seja ruim, mas é que as leituras não cabem no tempo livre que tenho.
E nesta semana há ainda a reunião com meu orientador. Talvez seja isso que esteja me deixando mais nervosa. Até sexta-feira preciso definir o que farei da minha vida pelos próximos três anos. Claro, é menos dramático do que isso, mas existe aí um fundo de verdade. O projeto que discutirei com meu professor será realizado até março de 2016. Ainda não me sinto muito segura com o projeto que estou definindo.
Passar uns dias em Vacaria foi bom. A vida corre em outro ritmo por lá. Para mim, claro, que sempre estou a passeio.
Faltam 91 dias para nossa próxima viagem. Noventa e um dias de muito trabalho pelo jeito.
Para completar, não param de chegar e-mails dos professores com novos textos, novas tarefas, novas leituras e interpretações. Nunca achei que duas disciplinas seriam tão trabalhosas. E olha que nem passamos do primeiro mês. Haja força para chegar ao fim do semestre. Não é que seja ruim, mas é que as leituras não cabem no tempo livre que tenho.
E nesta semana há ainda a reunião com meu orientador. Talvez seja isso que esteja me deixando mais nervosa. Até sexta-feira preciso definir o que farei da minha vida pelos próximos três anos. Claro, é menos dramático do que isso, mas existe aí um fundo de verdade. O projeto que discutirei com meu professor será realizado até março de 2016. Ainda não me sinto muito segura com o projeto que estou definindo.
Passar uns dias em Vacaria foi bom. A vida corre em outro ritmo por lá. Para mim, claro, que sempre estou a passeio.
Faltam 91 dias para nossa próxima viagem. Noventa e um dias de muito trabalho pelo jeito.
sábado, 6 de abril de 2013
Anotações de viagem 2
Ontem fui comer um xis. Felicidade!
Mães sempre ficam chorosas com a partida dos filhos.
Quando falo que moro no Rio, a primeira reação é: "E as enchentes?"
Meu primeiro companheiro de viagem me disse animado que em 40 minutos chegaria ao destino, ali, pouco antes do Campestre.
Pensei: "Eu ainda levarei umas 12 horas".
O segundo vizinho de banco me contou várias histórias com personagens do passado - os políticos de Caxias -, me deu uma quaresma (parecida com a fruta do conde) e se despediu de mão pegada.
A Caxiense tem alguns horários de ônibus que seguem até o aeroporto em Porto Alegre. Vou no do meio-dia.
Se não tivesse tanto peso na mala, daria um pulo na Tumelero. Não a loja de canos, mas a de vinhos, que fica perto da rodoviária de Caxias.
Mães sempre ficam chorosas com a partida dos filhos.
Quando falo que moro no Rio, a primeira reação é: "E as enchentes?"
Meu primeiro companheiro de viagem me disse animado que em 40 minutos chegaria ao destino, ali, pouco antes do Campestre.
Pensei: "Eu ainda levarei umas 12 horas".
O segundo vizinho de banco me contou várias histórias com personagens do passado - os políticos de Caxias -, me deu uma quaresma (parecida com a fruta do conde) e se despediu de mão pegada.
A Caxiense tem alguns horários de ônibus que seguem até o aeroporto em Porto Alegre. Vou no do meio-dia.
Se não tivesse tanto peso na mala, daria um pulo na Tumelero. Não a loja de canos, mas a de vinhos, que fica perto da rodoviária de Caxias.
Painel na rodoviária de Caxias do Sul
Nevoeiro na serra entre Vacaria e São Marcos
Igreja Matriz de Vacaria, Nossa Senhora de Oliveira
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Anotações de viagem
O dia amanhece primeiro para quem mora no último andar.
Ah se fosse sempre feriado na Linha Vermelha.
Trilha da viagem de ida: bebês chorando.
Uma torrada, só de queijo, e um cortado, por favor. De repente, eu, que nasci e morei quase 23 anos no Rio Grande do Sul, me peguei em dúvida se o garçom me entenderia se eu pedisse uma torrada.
Tinha esquecido dos ônibus extras nos feriados. Peguei o das 11:01.
Água custa R$ 3 na Rodoviária de Porto Alegre. Na de Caxias, R$ 2. Em Passo Fundo, no hospital, R$ 1,50. No super, R$ 0,85.
Por que tanta angústia por não ler nada (do que deveria) nos últimos dias? Já que tem que ser assim, podia pelo menos ser com o coração tranquilo e sem (auto)cobranças.
Depois de dois dias e meio dentro de um hospital, hoje voltaremos para casa.
Interessante notar como se forma uma rede de solidariedade entre aqueles que esperam por parentes que passam por cirurgia.
É triste termos que manter plano de saúde particular, mas no final ainda bem que o temos.
Ah se fosse sempre feriado na Linha Vermelha.
Trilha da viagem de ida: bebês chorando.
Uma torrada, só de queijo, e um cortado, por favor. De repente, eu, que nasci e morei quase 23 anos no Rio Grande do Sul, me peguei em dúvida se o garçom me entenderia se eu pedisse uma torrada.
Tinha esquecido dos ônibus extras nos feriados. Peguei o das 11:01.
Água custa R$ 3 na Rodoviária de Porto Alegre. Na de Caxias, R$ 2. Em Passo Fundo, no hospital, R$ 1,50. No super, R$ 0,85.
Por que tanta angústia por não ler nada (do que deveria) nos últimos dias? Já que tem que ser assim, podia pelo menos ser com o coração tranquilo e sem (auto)cobranças.
Depois de dois dias e meio dentro de um hospital, hoje voltaremos para casa.
Interessante notar como se forma uma rede de solidariedade entre aqueles que esperam por parentes que passam por cirurgia.
É triste termos que manter plano de saúde particular, mas no final ainda bem que o temos.
quarta-feira, 27 de março de 2013
Sobre textos
Hoje li isso no blog da Rita: praticar exercícios deveria estar no mesmo nível de atividades como comer e dormir em termos de ‘compromisso’. Concordo.
Estou fazendo o curso Tratamento de texto e conteúdo editorial no Centro Cultural da Justiça Federal toda quarta-feira à noitinha. Para a aula de hoje, a professora nos passou uma tarefa: escrever um pequeno texto sobre o prazer do texto. Já comecei a rascunhar, mas ainda não cheguei à versão final.
Hoje é a terceira aula do curso. Vamos ver se a professora consegue chegar na hora. Meu lado certinho tende a não gostar de pessoas que sempre chegam atrasadas.
Texto é meu ganha-pão há quase duas décadas. Aliás, ao pensar sobre previdência privada, aposentadoria, planos para o futuro, dei-me conta de que comecei a trabalhar há pouco mais de 21 anos. Nesse período, fiquei sem trabalhar durante o primeiro ano de faculdade e outro que morei na Alemanha. Descontando esses dois anos, sobram 19! Pena que nem todos os empregos contaram para a aposentadoria. :-(
Estou fazendo o curso Tratamento de texto e conteúdo editorial no Centro Cultural da Justiça Federal toda quarta-feira à noitinha. Para a aula de hoje, a professora nos passou uma tarefa: escrever um pequeno texto sobre o prazer do texto. Já comecei a rascunhar, mas ainda não cheguei à versão final.
Hoje é a terceira aula do curso. Vamos ver se a professora consegue chegar na hora. Meu lado certinho tende a não gostar de pessoas que sempre chegam atrasadas.
Texto é meu ganha-pão há quase duas décadas. Aliás, ao pensar sobre previdência privada, aposentadoria, planos para o futuro, dei-me conta de que comecei a trabalhar há pouco mais de 21 anos. Nesse período, fiquei sem trabalhar durante o primeiro ano de faculdade e outro que morei na Alemanha. Descontando esses dois anos, sobram 19! Pena que nem todos os empregos contaram para a aposentadoria. :-(
terça-feira, 26 de março de 2013
Um pouco de tudo que acontece por aqui
Na semana passada, consegui dar conta de tudo que tinha para fazer. Li
todos os textos propostos pelos professores, fiz tarefas do alemão e
cumpri o treino pesado da semana. Acabei de entrar na sétima!
Hoje ganhei do meu chefe um coelhinho da Lindt. Christian acaba de voltar da Alemanha e, além de biscoitos, trouxe esses chocolates em forma de coelho. Meu paladar para chocolate é bastante brasileiro e nem sempre gosto dos europeus, mas presente é presente e vou comer com gosto meu coelhinho.
Esta semana estou tendo apenas ideias gordas! Um perigo!
(Em outros dias, eu teria dado o coelhinho, por exemplo)
Preciso comprar um livro de linguística. Primeiro, pensei em passar em uma livraria. Acabei deixando para depois, achei o preço on-line mais convidativo e adiei a compra por uns dias. Resultado: não achei mais na Saraiva, onde poderia comprar e pegar na loja, para não pagar frete, e fiquei com o tempo bem curto para comprar on-line – viajo na sexta.
Nas demais, prazos enormes ou preços de fretes a jato impensáveis. Depois de ligar para a Cultura, e descobrir que só havia o livro em SP, e para a Livraria do Maneco, em Caxias do Sul, pensando em mandar entregar em Vacaria, acabei comprando on-line mesmo. Negócio agora é torcer para que chegue a tempo de SP.
As lojas da Saraiva do Centro e da Zona Sul simplesmente não atendem ao telefone.
Seria bem mais fácil se o livro fosse digital.
Aliás, estou louca para comprar o livro da Mama Walsh, a matriarca da família criada pela Marian Keyes. Depois de retratar as filhas em vários livros, a escritora querida fez um sobre a mãe. E esse tem digital. Perigo é não dar mais atenção para o resto.
O outono chegou no prazo desta vez. O clima está mais ameno e já dá até para usar um casaquinho.
Viajo para o Rio Grande do Sul no fim de semana e fui avisada de que o Minuano já está marcando presença. Haja cachecol.
Hoje ganhei do meu chefe um coelhinho da Lindt. Christian acaba de voltar da Alemanha e, além de biscoitos, trouxe esses chocolates em forma de coelho. Meu paladar para chocolate é bastante brasileiro e nem sempre gosto dos europeus, mas presente é presente e vou comer com gosto meu coelhinho.
Esta semana estou tendo apenas ideias gordas! Um perigo!
(Em outros dias, eu teria dado o coelhinho, por exemplo)
Preciso comprar um livro de linguística. Primeiro, pensei em passar em uma livraria. Acabei deixando para depois, achei o preço on-line mais convidativo e adiei a compra por uns dias. Resultado: não achei mais na Saraiva, onde poderia comprar e pegar na loja, para não pagar frete, e fiquei com o tempo bem curto para comprar on-line – viajo na sexta.
Nas demais, prazos enormes ou preços de fretes a jato impensáveis. Depois de ligar para a Cultura, e descobrir que só havia o livro em SP, e para a Livraria do Maneco, em Caxias do Sul, pensando em mandar entregar em Vacaria, acabei comprando on-line mesmo. Negócio agora é torcer para que chegue a tempo de SP.
As lojas da Saraiva do Centro e da Zona Sul simplesmente não atendem ao telefone.
Seria bem mais fácil se o livro fosse digital.
Aliás, estou louca para comprar o livro da Mama Walsh, a matriarca da família criada pela Marian Keyes. Depois de retratar as filhas em vários livros, a escritora querida fez um sobre a mãe. E esse tem digital. Perigo é não dar mais atenção para o resto.
O outono chegou no prazo desta vez. O clima está mais ameno e já dá até para usar um casaquinho.
Viajo para o Rio Grande do Sul no fim de semana e fui avisada de que o Minuano já está marcando presença. Haja cachecol.
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terça-feira, 19 de março de 2013
Mil atividades
O semestre finalmente começou no doutorado e logo já me vejo cercada de textos obrigatórios. Por enquanto, os temas abordados nas duas matérias que escolhi estão sendo interessantes e já consegui ler o material repassado pelos professores para a semana seguinte. Espero que seja assim durante o semestre, com tempo suficiente para dar conta de tudo, ou melhor, eu conseguindo me organizar para dar conta de tudo.
Dia desses, dando continuidade às experiências culinárias, fiz cookies integrais de aveia e mel. Ainda preciso acertar a temperatura ideal para não ficarem queimadinhos embaixo, mas o sabor ficou bem bom. O cookie mostrou-se um ótimo acompanhamento para um cafezinho. A receita veio do blog By Marina, mas eu o encontrei no Gordelícias. É bem simples e prática. Pretendo repetir em breve. Por enquanto, temos de consumir tudo que temos produzido.
Ando pensando em comprar um celular novo, mas quando olho os preços, começo a achar que o meu ainda está muito bom para ser trocado. Vamos ver até quando resisto aos impulsos consumistas. E, depois também, tem que pensar que estou no Rio e quando tiver um telefone novinho em folha vou andar cheia de medos. Talvez, por ora, seja melhor, manter o velhinho.
Entrei na sexta semana do meu treino de corrida. Esta planilha é realmente muito boa. Quando você começa, pensa que não vai dar conta, mas o treino é tão bem feito, que você vai ganhando condicionamento sem notar. Já consigo correr intervalados de 10min sem sofrer. Esses dias eram três de 10min, com intervalos de apenas 3min. Para quem não corria nem 100m sem morrer no começo do ano foi um avanço e tanto.
A primeira semana "para valer" do semestre foi meio tumultuada e acabei tendo de mudar os dias dos treinos, mas no final deu certo. Nesta, creio que já conseguirei me organizar melhor. Na semana passada foi mais difícil porque resolvi começar um curso novo na quarta à noite e a gripe me pegou de jeito em outro dia.
Falando no curso novo, trata-se de um curso relacionado à produção editorial. Na turma, há vários jornalistas. Fazia muito tempo que não me sentia tão integrada. Não tinha ideia de que falar de texto me daria tanto prazer.
Dia desses, dando continuidade às experiências culinárias, fiz cookies integrais de aveia e mel. Ainda preciso acertar a temperatura ideal para não ficarem queimadinhos embaixo, mas o sabor ficou bem bom. O cookie mostrou-se um ótimo acompanhamento para um cafezinho. A receita veio do blog By Marina, mas eu o encontrei no Gordelícias. É bem simples e prática. Pretendo repetir em breve. Por enquanto, temos de consumir tudo que temos produzido.
Ando pensando em comprar um celular novo, mas quando olho os preços, começo a achar que o meu ainda está muito bom para ser trocado. Vamos ver até quando resisto aos impulsos consumistas. E, depois também, tem que pensar que estou no Rio e quando tiver um telefone novinho em folha vou andar cheia de medos. Talvez, por ora, seja melhor, manter o velhinho.
Entrei na sexta semana do meu treino de corrida. Esta planilha é realmente muito boa. Quando você começa, pensa que não vai dar conta, mas o treino é tão bem feito, que você vai ganhando condicionamento sem notar. Já consigo correr intervalados de 10min sem sofrer. Esses dias eram três de 10min, com intervalos de apenas 3min. Para quem não corria nem 100m sem morrer no começo do ano foi um avanço e tanto.
A primeira semana "para valer" do semestre foi meio tumultuada e acabei tendo de mudar os dias dos treinos, mas no final deu certo. Nesta, creio que já conseguirei me organizar melhor. Na semana passada foi mais difícil porque resolvi começar um curso novo na quarta à noite e a gripe me pegou de jeito em outro dia.
Falando no curso novo, trata-se de um curso relacionado à produção editorial. Na turma, há vários jornalistas. Fazia muito tempo que não me sentia tão integrada. Não tinha ideia de que falar de texto me daria tanto prazer.
terça-feira, 12 de março de 2013
Pensieri
Ontem assisti o filme Up, que estava na minha lista havia anos. Que filme mais bonitinho! Que bela história de amor viveram Carl e Ellie. Fui dormir bem tarde, mas bem feliz.
A gripe resolveu acompanhar esta primeira semana de aulas. Fazer o quê? Também nem posso reclamar. Melhor uma gripe de vez em quando do que algum problema mais sério.
Minha primeira aula será apenas na sexta-feira. Amanhã, teremos aula inaugural, que eu nem sei se conseguirei ir. Mudei meu horário no trabalho, mas a aula foi marcada justamente fora dos horários previstos. Chato já na primeira semana pedir para trocar o horário recém-instaurado.
Hoje é dia do bibliotecário. Há alguns anos, desde que comecei a me envolver com a ciência da informação, tenho pensado seriamente em fazer uma nova graduação, em biblioteconomia.
Neste ano, tentei tornar esse sonho realidade, mas ainda não foi desta vez. Pedi reingresso na UFRJ, mas como apenas 390 dos meus créditos de comunicação social tinham a ver com o novo curso, minha inscrição não foi homologada. Eram necessários pelo menos 660. Fiquei triste na hora, mas logo passou. Acredito que as coisas sempre ocorrem da melhor forma. Se não era para começar agora, que seja no futuro, ou não.
Minha cabeça vive cheia de ideias. E já estou com uma nova. Se não der para ser biblioteconomia, já tenho outro plano prontinho.
Voltei às aulas de alemão. A primeira foi bem boa. Turma cheia. Vai ser mesmo uma revisão gramatical, bem o que eu estava querendo. Começamos revendo as declinações básicas do alemão, Akkusativ, Dativ, Genitiv. Vamos ver o que me espera na próxima quinta.
Os preparativos para nossa viagem seguem de vento em popa. Ontem reservamos o carro. Esses dias, escolhi o último hotel e comprei ingressos para o show da banda The Killers, que veremos em Lucca. Agora, faltam apenas os ingressos para uma ou duas galerias de Florença e fazer uma estimativa do que iremos gastar com comida.
Pensando na Itália, dia desses resolvi escrever para o consulado italiano para saber como está o andamento dos pedidos de cidadania italiana. Fiquei surpresa pela resposta rápida que recebi. Eu me inscrevi aqui no Rio em setembro de 2008. Descobri que estão chamando os processos de 2004. Terei mais alguns anos de espera. A boa notícia é que todos os inscritos serão chamados. A legislação andou mudando de uns tempos para cá. Espero que meu caso ainda seja analisado. Pelo visto, terei passado dos 40 quando me chamarem... Ainda assim, não dá para desanimar. Afinal, ninguém sabe o que o futuro nos reserva.
A gripe resolveu acompanhar esta primeira semana de aulas. Fazer o quê? Também nem posso reclamar. Melhor uma gripe de vez em quando do que algum problema mais sério.
Minha primeira aula será apenas na sexta-feira. Amanhã, teremos aula inaugural, que eu nem sei se conseguirei ir. Mudei meu horário no trabalho, mas a aula foi marcada justamente fora dos horários previstos. Chato já na primeira semana pedir para trocar o horário recém-instaurado.
Hoje é dia do bibliotecário. Há alguns anos, desde que comecei a me envolver com a ciência da informação, tenho pensado seriamente em fazer uma nova graduação, em biblioteconomia.
Neste ano, tentei tornar esse sonho realidade, mas ainda não foi desta vez. Pedi reingresso na UFRJ, mas como apenas 390 dos meus créditos de comunicação social tinham a ver com o novo curso, minha inscrição não foi homologada. Eram necessários pelo menos 660. Fiquei triste na hora, mas logo passou. Acredito que as coisas sempre ocorrem da melhor forma. Se não era para começar agora, que seja no futuro, ou não.
Minha cabeça vive cheia de ideias. E já estou com uma nova. Se não der para ser biblioteconomia, já tenho outro plano prontinho.
Voltei às aulas de alemão. A primeira foi bem boa. Turma cheia. Vai ser mesmo uma revisão gramatical, bem o que eu estava querendo. Começamos revendo as declinações básicas do alemão, Akkusativ, Dativ, Genitiv. Vamos ver o que me espera na próxima quinta.
Os preparativos para nossa viagem seguem de vento em popa. Ontem reservamos o carro. Esses dias, escolhi o último hotel e comprei ingressos para o show da banda The Killers, que veremos em Lucca. Agora, faltam apenas os ingressos para uma ou duas galerias de Florença e fazer uma estimativa do que iremos gastar com comida.
Mr. Brightside
Pensando na Itália, dia desses resolvi escrever para o consulado italiano para saber como está o andamento dos pedidos de cidadania italiana. Fiquei surpresa pela resposta rápida que recebi. Eu me inscrevi aqui no Rio em setembro de 2008. Descobri que estão chamando os processos de 2004. Terei mais alguns anos de espera. A boa notícia é que todos os inscritos serão chamados. A legislação andou mudando de uns tempos para cá. Espero que meu caso ainda seja analisado. Pelo visto, terei passado dos 40 quando me chamarem... Ainda assim, não dá para desanimar. Afinal, ninguém sabe o que o futuro nos reserva.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Paz
De repente, a gente redescobre umas músicas do século passado. Tão bom!
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Deutsch - Liebe und Hass
Tenho uma relação de amor e ódio com o idioma alemão.
Gosto de ouvi-lo, de lê-lo e algumas vezes até de falá-lo, mas tenho momentos de total aversão. E isso normalmente quando as coisas ficam difíceis, quando as combinações de verbos, pronomes específicos e declinações mostram-se complicadas demais.
Depois de um ano afastada (apesar de o idioma fazer parte do meu dia a dia no trabalho), estou voltando hoje às intermináveis aulas de alemão. A expectativa é sempre grande. Será que os assuntos escolhidos serão interessantes, será que o professor realmente vai relembrar o que já esqueci, será que vou realmente reter na minha cabeça todas as informações novas?
Resposta ainda não há, mas espero de coração que seja uma boa experiência.
Gosto de ouvi-lo, de lê-lo e algumas vezes até de falá-lo, mas tenho momentos de total aversão. E isso normalmente quando as coisas ficam difíceis, quando as combinações de verbos, pronomes específicos e declinações mostram-se complicadas demais.
Depois de um ano afastada (apesar de o idioma fazer parte do meu dia a dia no trabalho), estou voltando hoje às intermináveis aulas de alemão. A expectativa é sempre grande. Será que os assuntos escolhidos serão interessantes, será que o professor realmente vai relembrar o que já esqueci, será que vou realmente reter na minha cabeça todas as informações novas?
Resposta ainda não há, mas espero de coração que seja uma boa experiência.
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quarta-feira, 6 de março de 2013
Como escapei da chuva, mesmo sem planejar
Ontem caiu a maior chuva no Rio, mas como meu anjo da guarda trabalha muito bem eu nem vi.
Ontem foi um dia com horários diferentes do que estou acostumada. Como iria participar de uma feira de estudantes à tarde, inverti meu horário. De manhã, fui à academia, resolvi pequenas coisinhas em casa e fiz a declaração de imposto de renda. Depois de almoçar em casa, ainda passei no correio para devolver uma compra on-line que não gostei e caminhei até o trabalho.
Só fomos para a feira mais tarde. Era em um hotel antigo que foi reformado há pouco tempo, o Windsor, que fica bem na divisa entre o Leme e Copacabana. Eu já havia estado neste hotel anos atrás, quando vim ao Rio para a coletiva do Fernando Meirelles e do Ralf Fiennes. Naquela época, ainda chamava-se Le Méredien.
Como eu tinha médico no início da noite, saí da feira antes do final. Meu plano era pegar uma bike ali do lado do hotel e ir pedalando até a Santa Clara, mas o ponto da Bike Rio estava em manutenção. Eu tinha ainda que passar no banco e acabei indo a pé da Princesa Isabel até a Constante Ramos. O Google Maps me diz que são 2km, que podem ser percorridos em 25min. Exatamente! Demorei ainda mais 5min no banco. Resultado: cheguei 10min atrasada ao meu compromisso.
Foi só eu entrar no prédio, a chuva desabou! Eu ouvi que estava forte, mas não fiquei prestando muito atenção. Quando saí, sem sombrinha, liguei para o Claudio.Quem sabe ganhava uma carona, mas ele estava na academia. Só então soube que estava bem alagado em diferentes pontos da cidade. Como o que não tem remédio, remediado está, e havia uma cafeína bem embaixo do prédio onde eu estava, resolvi que ficaria ali, comendo tranquilamente, até a chuva parar.
A chuva não passou, mas ficou bem fraquinha. Peguei um táxi, sem me molhar muito, e segui para casa. Àquela hora, depois de quase uma hora depois da chuvona, a água já havia baixado.
Meu anjo da guarda deve ter ido dormir cansado. :)
Ontem foi um dia com horários diferentes do que estou acostumada. Como iria participar de uma feira de estudantes à tarde, inverti meu horário. De manhã, fui à academia, resolvi pequenas coisinhas em casa e fiz a declaração de imposto de renda. Depois de almoçar em casa, ainda passei no correio para devolver uma compra on-line que não gostei e caminhei até o trabalho.
Só fomos para a feira mais tarde. Era em um hotel antigo que foi reformado há pouco tempo, o Windsor, que fica bem na divisa entre o Leme e Copacabana. Eu já havia estado neste hotel anos atrás, quando vim ao Rio para a coletiva do Fernando Meirelles e do Ralf Fiennes. Naquela época, ainda chamava-se Le Méredien.
Como eu tinha médico no início da noite, saí da feira antes do final. Meu plano era pegar uma bike ali do lado do hotel e ir pedalando até a Santa Clara, mas o ponto da Bike Rio estava em manutenção. Eu tinha ainda que passar no banco e acabei indo a pé da Princesa Isabel até a Constante Ramos. O Google Maps me diz que são 2km, que podem ser percorridos em 25min. Exatamente! Demorei ainda mais 5min no banco. Resultado: cheguei 10min atrasada ao meu compromisso.
Foi só eu entrar no prédio, a chuva desabou! Eu ouvi que estava forte, mas não fiquei prestando muito atenção. Quando saí, sem sombrinha, liguei para o Claudio.Quem sabe ganhava uma carona, mas ele estava na academia. Só então soube que estava bem alagado em diferentes pontos da cidade. Como o que não tem remédio, remediado está, e havia uma cafeína bem embaixo do prédio onde eu estava, resolvi que ficaria ali, comendo tranquilamente, até a chuva parar.
A chuva não passou, mas ficou bem fraquinha. Peguei um táxi, sem me molhar muito, e segui para casa. Àquela hora, depois de quase uma hora depois da chuvona, a água já havia baixado.
Meu anjo da guarda deve ter ido dormir cansado. :)
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segunda-feira, 4 de março de 2013
Uma semana para se despedir das férias
Última semaninha de férias e bate uma baita ansiedade, vontade de arrumar a casa para enfrentar os períodos de mais atividade, vontade de passear muito antes de ficar com a agenda cheia, vontade de ver todos os filmes possíveis antes de assumir outras responsabilidades.Não deveria ser assim, né? Bom, vou tentar relaxar.
***
Hoje, mais tarde, finalmente vou fazer a minha nova programação para a musculação. Na semana passada, o treinador me deu um bolo. Espero que hoje nada o impeça de ir à academia.
Hoje entro na quarta semana de treino de corridas. Está começando a ficar mais pesado, mas como o treino é progressivo, está dando para acompanhar o ritmo.
***
A coluna da Eliane Brum de hoje fala sobre um assunto que tem andado muito em voga aqui em casa: alimentação. O título do texto da conterrânea é “Açúcar, sal e gordura: engrenagens da junk food”. Trata sobre o que a empresa alimentícia faz para nos viciar em porcarias. Fiquei contente porque ela cita o filme Muito Além do Peso, do qual sou fã.
Como Eliane escreve, temos a mania de nos sentirmos vítimas do "sistema" (seja ele qual for). Às vezes, até não temos saída. No caso da alimentação, porém, acho que nenhuma desculpa cola - pelo menos não entre as pessoas que convivo, que podem comprar o que quiserem. Escolhemos o que comer, ninguém nos obrigada a nada.
***
Nesta nossa tentativa de fazer o máximo de nossas refeições em casa e de consumir o máximo de produtos caseiros, descobrimos várias receitas legais no site Panelinha e no Gordelícias. Este último foi dica da Érika, nossa amiga nutricionista. Existem tantas receitas bacanas e saudáveis.
***
Hoje, mais tarde, finalmente vou fazer a minha nova programação para a musculação. Na semana passada, o treinador me deu um bolo. Espero que hoje nada o impeça de ir à academia.
Hoje entro na quarta semana de treino de corridas. Está começando a ficar mais pesado, mas como o treino é progressivo, está dando para acompanhar o ritmo.
***
A coluna da Eliane Brum de hoje fala sobre um assunto que tem andado muito em voga aqui em casa: alimentação. O título do texto da conterrânea é “Açúcar, sal e gordura: engrenagens da junk food”. Trata sobre o que a empresa alimentícia faz para nos viciar em porcarias. Fiquei contente porque ela cita o filme Muito Além do Peso, do qual sou fã.
Como Eliane escreve, temos a mania de nos sentirmos vítimas do "sistema" (seja ele qual for). Às vezes, até não temos saída. No caso da alimentação, porém, acho que nenhuma desculpa cola - pelo menos não entre as pessoas que convivo, que podem comprar o que quiserem. Escolhemos o que comer, ninguém nos obrigada a nada.
***
Nesta nossa tentativa de fazer o máximo de nossas refeições em casa e de consumir o máximo de produtos caseiros, descobrimos várias receitas legais no site Panelinha e no Gordelícias. Este último foi dica da Érika, nossa amiga nutricionista. Existem tantas receitas bacanas e saudáveis.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Eu amo meu iPad
Mesmo sabendo que nós devemos ter amor pelas pessoas e não pelas coisas, preciso confessar... eu amo meu iPad, desde o primeiro momento em que o tive em minhas mãos, em agosto de 2010. Mesmo tendo sido lançadas duas atualizações, eu continuo gostando muito do meu e nem penso em comprar outro.
O que me inspirou a comprar o iPad foi o fato de ter que ler muitos e muitos PDFs em meus estudos de mestrado. Achei que facilitaria muito e não precisaria ficar fazendo impressões. De fato, ele foi de grande ajuda no processo de confecção da minha dissertação. Só que o mestrado acabou e durante alguns meses, o iPad ficou esquecido, especialmente depois que comprei o iPhone.
Quando o doutorado começou, em 2012, ele voltou a ganhar alguma atenção. Nos últimos meses, porém, com a assinatura do Netflix e depois de ter baixado o aplicativo Kindle, meu iPad ganhou vida nova. É ótimo para ver filmes e parece ter nascido para exibir livros. Foi como reavivar uma paixão antiga.
Por causa disso, a tentação de comprar muitos livros na Amazon.com.br tem sido bem grande. Os preços são realmente convidativos e todas as semanas há uma promoção interessante.
A boa notícia para quem não tem algum tipo de tablete é que o aplicativo pode ser baixado também no PC. Acabaram-se as desculpas, é hora de começar a ler!
O que me inspirou a comprar o iPad foi o fato de ter que ler muitos e muitos PDFs em meus estudos de mestrado. Achei que facilitaria muito e não precisaria ficar fazendo impressões. De fato, ele foi de grande ajuda no processo de confecção da minha dissertação. Só que o mestrado acabou e durante alguns meses, o iPad ficou esquecido, especialmente depois que comprei o iPhone.
Quando o doutorado começou, em 2012, ele voltou a ganhar alguma atenção. Nos últimos meses, porém, com a assinatura do Netflix e depois de ter baixado o aplicativo Kindle, meu iPad ganhou vida nova. É ótimo para ver filmes e parece ter nascido para exibir livros. Foi como reavivar uma paixão antiga.
Por causa disso, a tentação de comprar muitos livros na Amazon.com.br tem sido bem grande. Os preços são realmente convidativos e todas as semanas há uma promoção interessante.
A boa notícia para quem não tem algum tipo de tablete é que o aplicativo pode ser baixado também no PC. Acabaram-se as desculpas, é hora de começar a ler!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Seja bem-vindo, mês de março
Março traz sempre mudanças na rotina. Daqui a alguns dias recomeçam as aulas e os dias ficam mais corridos. Estou tentando ser mais realista nos meus planos. Para dar conta de fazer o que planejo e diminuir a frustração quando não consigo.
Então, sendo assim, neste mês de março, pretendo:
1. Seguir com o cardápio semanal;
2. Dar continuidade ao plano de corrida e começar, de leve, a fazer musculação. A nova ficha será feita na próxima segunda e pretendo fazer algo que realmente esteja próximo da realidade. Se continuar com o plano de corrida, farei musculação uma vez ou, no máximo, duas vezes por semana;
3. Aperfeiçoar o projeto do doutorado; e
4. Estudar alemão no curso semanal e um pouco mais em casa.
É isso. Creio que já está de bom tamanho!
Então, sendo assim, neste mês de março, pretendo:
1. Seguir com o cardápio semanal;
2. Dar continuidade ao plano de corrida e começar, de leve, a fazer musculação. A nova ficha será feita na próxima segunda e pretendo fazer algo que realmente esteja próximo da realidade. Se continuar com o plano de corrida, farei musculação uma vez ou, no máximo, duas vezes por semana;
3. Aperfeiçoar o projeto do doutorado; e
4. Estudar alemão no curso semanal e um pouco mais em casa.
É isso. Creio que já está de bom tamanho!
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Repassando fevereiro
Alimentação e atividades físicas
Fevereiro foi um mês para dar continuidade a decisões tomadas para 2013, como seguir um cardápio semanal e organizar as compras de forma mais racional e econômica. Comemos algumas vezes fora de casa, mas muito menos do que estávamos acostumados. Isso acabou ajudando tanto na manutenção de uma alimentação mais saudável quanto na diminuição de gastos.
Nunca imaginei que me daria tanta satisfação fazer nossas próprias refeições. Para mim, isso é um universo novo. Apesar de saber fazer o básico e não ter problemas para preparar uma comidinha simples, nunca fui de cozinhar. Sempre que alguém me perguntava se eu sabia cozinhar, respondia que tenho um cozinheiro em casa.
Essa situação tem se alterado aos poucos. Como Claudio vai à academia mais tarde do que eu, acabo começando a preparar nosso jantar. Tenho tido mais coragem, mesmo que nem sempre minhas receitas fiquem como nas fotografias dos livros/blogs. As receitas mais complicadas ainda deixo para o Claudio executar.
Aquelas que envolvem preparação de massas, também deixo que ele faça. Mais porque esta é sua paixão no momento. Em fevereiro, Claudio testou receitas de pão sírio, ciabatta, francês e pastel de forno integral. Ficaram todas muito boas! Também fizemos nosso primeiro pão integral na panificadora, obtendo um resultado muito bom.
É muito bom saber o que estamos comendo e, mais ainda, nas quantidades adequadas.
Em fevereiro, consegui ir à academia 16 vezes e comecei o plano de corridas. Já estou terminando a terceira semana. Durante a viagem a Goiás, fizemos caminhadas. Então estamos fechando o mês com um bom saldo de atividades físicas.
Durante a viagem no carnaval, nos encontramos com vários amigos. Foi muito legal observar que todos começaram uma mudança de hábito deste o início do ano. Havíamos nos encontrado nas vésperas do Natal, então foi fácil fazer uma comparação. Mais de um mês depois, todos estamos realizando algum tipo de atividade física e cuidando da alimentação. Se for juntar o que todos já eliminamos de sobrepeso, daria fácil bem mais de 10 quilos.
Nossa nova atitude trouxe bons resultados para nós dois. Além de diminuirmos alguns quilos, obtive ótimos resultados no último exame de sangue. Além, claro, de não precisar ficar ajeitando a roupa a cada cinco minutos, algo que estava começando a ficar recorrente por conta dos quilos extras. Agora, a 1kg da minha meta, estou bem mais feliz.
Estudos e trabalho
Ao começar o mês, estava meio emperrada com os estudos. Precisava revisar e reescrever meu projeto de doutorado. Bom, ainda não está concluído, mas tive uma nova ideia e já consegui esboçá-la. Ainda há muito trabalho pela frente, mas consegui sair do zero.
Optei fazer apenas duas disciplinas do doutorado e deixar a última para o próximo semestre. Assim, terei mais tempo para me dedicar com calma a essas duas. Acho que será mais produtivo.
Ainda não deu para organizar meu tempo para estudar tudo que acho que deveria, mas tomei algumas decisões. Neste semestre, voltarei ao curso de alemão. Farei minha matrícula amanhã no Goethe. Não será para um curso regular, mas uma espécie de reforço, chamado Training Deutsch C1/C2. Acho que vai ajudar a recuperar alguma coisa.
Em fevereiro também apareceram uns frilas. Eles costumam surgir quando menos se espera. Existe um em especial que gosto muito de fazer. Basicamente é ler livros e fazer releases. Já faço isso para uma editora há mais de seis anos. Neste mês, foram três. E acabei de receber e-mail para fazer mais um. A graninha extra será muito bem gasta na viagem de julho. :-)
No trabalho oficial, o ano parece ter começado para valer. Acabou a pasmaceira das primeiras semanas pré-carnaval. Finalmente!
Fevereiro foi um mês para dar continuidade a decisões tomadas para 2013, como seguir um cardápio semanal e organizar as compras de forma mais racional e econômica. Comemos algumas vezes fora de casa, mas muito menos do que estávamos acostumados. Isso acabou ajudando tanto na manutenção de uma alimentação mais saudável quanto na diminuição de gastos.
Nunca imaginei que me daria tanta satisfação fazer nossas próprias refeições. Para mim, isso é um universo novo. Apesar de saber fazer o básico e não ter problemas para preparar uma comidinha simples, nunca fui de cozinhar. Sempre que alguém me perguntava se eu sabia cozinhar, respondia que tenho um cozinheiro em casa.
Essa situação tem se alterado aos poucos. Como Claudio vai à academia mais tarde do que eu, acabo começando a preparar nosso jantar. Tenho tido mais coragem, mesmo que nem sempre minhas receitas fiquem como nas fotografias dos livros/blogs. As receitas mais complicadas ainda deixo para o Claudio executar.
Aquelas que envolvem preparação de massas, também deixo que ele faça. Mais porque esta é sua paixão no momento. Em fevereiro, Claudio testou receitas de pão sírio, ciabatta, francês e pastel de forno integral. Ficaram todas muito boas! Também fizemos nosso primeiro pão integral na panificadora, obtendo um resultado muito bom.
É muito bom saber o que estamos comendo e, mais ainda, nas quantidades adequadas.
Em fevereiro, consegui ir à academia 16 vezes e comecei o plano de corridas. Já estou terminando a terceira semana. Durante a viagem a Goiás, fizemos caminhadas. Então estamos fechando o mês com um bom saldo de atividades físicas.
Durante a viagem no carnaval, nos encontramos com vários amigos. Foi muito legal observar que todos começaram uma mudança de hábito deste o início do ano. Havíamos nos encontrado nas vésperas do Natal, então foi fácil fazer uma comparação. Mais de um mês depois, todos estamos realizando algum tipo de atividade física e cuidando da alimentação. Se for juntar o que todos já eliminamos de sobrepeso, daria fácil bem mais de 10 quilos.
Nossa nova atitude trouxe bons resultados para nós dois. Além de diminuirmos alguns quilos, obtive ótimos resultados no último exame de sangue. Além, claro, de não precisar ficar ajeitando a roupa a cada cinco minutos, algo que estava começando a ficar recorrente por conta dos quilos extras. Agora, a 1kg da minha meta, estou bem mais feliz.
Estudos e trabalho
Ao começar o mês, estava meio emperrada com os estudos. Precisava revisar e reescrever meu projeto de doutorado. Bom, ainda não está concluído, mas tive uma nova ideia e já consegui esboçá-la. Ainda há muito trabalho pela frente, mas consegui sair do zero.
Optei fazer apenas duas disciplinas do doutorado e deixar a última para o próximo semestre. Assim, terei mais tempo para me dedicar com calma a essas duas. Acho que será mais produtivo.
Ainda não deu para organizar meu tempo para estudar tudo que acho que deveria, mas tomei algumas decisões. Neste semestre, voltarei ao curso de alemão. Farei minha matrícula amanhã no Goethe. Não será para um curso regular, mas uma espécie de reforço, chamado Training Deutsch C1/C2. Acho que vai ajudar a recuperar alguma coisa.
Em fevereiro também apareceram uns frilas. Eles costumam surgir quando menos se espera. Existe um em especial que gosto muito de fazer. Basicamente é ler livros e fazer releases. Já faço isso para uma editora há mais de seis anos. Neste mês, foram três. E acabei de receber e-mail para fazer mais um. A graninha extra será muito bem gasta na viagem de julho. :-)
No trabalho oficial, o ano parece ter começado para valer. Acabou a pasmaceira das primeiras semanas pré-carnaval. Finalmente!
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Caminhando eu vou!
Costumo caminhar para ir ao trabalho, à universidade ou à academia, minhas três atividades principais no momento. E sou muito agradecida por ter essa possibilidade. Lendo o jornal de manhã, que falava sobre as filas para quem precisa pegar os ônibus do metrô (as estações Cantagalo e General Osório ficarão fechadas por um tempo), tive certeza mais uma vez do quando sou privilegiada.
As caminhadas servem não apenas para me levar aonde eu preciso, mas são momentos que servem para organizar o dia, ter pensamentos aleatórios e ainda fazer algum exercício. De casa ao trabalho, levo, em média 18 minutos. Até a universidade, quase meia hora. A academia é o que fica mais perto, cravados 16 minutos. Para chegar a cada um desses lugares, tomo caminhos em direções opostas. Vez ou outra, testo trajetos novos, para não enjoar.
***
Caminhar pela cidade é uma das atividades que mais gostamos. Depois que isso se torna rotineiro, parece até que as distâncias diminuem. Ir ao Flamengo, ao Largo do Machado ou à Cobral no Humaitá a pé é algo muito normal.
***
Em um livro que li recentemente, há uma cena em que a mocinha conversa com um cadeirante. Ela olha com pena para ele, o que ele percebe. Quando ela resolve perguntar como ele se sente, ele não mede palavras. Pergunta como ela se sente, uma vez que também passa a maior parte do dia em uma cadeira? A questão é bem pertinente e ela nem sabe o que responder.
Apesar de termos capacidade de nos movimentarmos, acabamos gastando muitas horas de nossos dias sentados, seja na frente da televisão, virados para um computador, dentro de um carro...
***
Tenho adorado os dias de sol. Mesmo que não seja tão agradável para andar na rua, fico muito mais animada a cada manhã quando vejo que o céu está azul e o sol está lindo lá fora.
As caminhadas servem não apenas para me levar aonde eu preciso, mas são momentos que servem para organizar o dia, ter pensamentos aleatórios e ainda fazer algum exercício. De casa ao trabalho, levo, em média 18 minutos. Até a universidade, quase meia hora. A academia é o que fica mais perto, cravados 16 minutos. Para chegar a cada um desses lugares, tomo caminhos em direções opostas. Vez ou outra, testo trajetos novos, para não enjoar.
***
Caminhar pela cidade é uma das atividades que mais gostamos. Depois que isso se torna rotineiro, parece até que as distâncias diminuem. Ir ao Flamengo, ao Largo do Machado ou à Cobral no Humaitá a pé é algo muito normal.
***
Em um livro que li recentemente, há uma cena em que a mocinha conversa com um cadeirante. Ela olha com pena para ele, o que ele percebe. Quando ela resolve perguntar como ele se sente, ele não mede palavras. Pergunta como ela se sente, uma vez que também passa a maior parte do dia em uma cadeira? A questão é bem pertinente e ela nem sabe o que responder.
Apesar de termos capacidade de nos movimentarmos, acabamos gastando muitas horas de nossos dias sentados, seja na frente da televisão, virados para um computador, dentro de um carro...
***
Tenho adorado os dias de sol. Mesmo que não seja tão agradável para andar na rua, fico muito mais animada a cada manhã quando vejo que o céu está azul e o sol está lindo lá fora.
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Lixo, sempre um tema polêmico
Todos nós produzimos lixo. Mesmo quem não cozinha em casa, não faz compras, não estuda ou não trabalha. Alguma espécie de lixo, todos nós produzimos diariamente.
Sendo assim, o tema lixo deveria ser tratado com naturalidade por todos, mas não funciona assim. Parece que lixo não tem dono, nunca. Ou é sempre problema do outro. Nunca meu, nunca seu.
Dentro de casa, parece impossível jogar lixo orgânico numa lixeira e lixo reciclável em outra. Ninguém está vendo mesmo.
Da porta de casa para fora, separado ou não, parece que não temos mais responsabilidade alguma. Tanto faz se o lixo vai ficar horas na rua até o caminhão passar, tanto faz se der um temporal, tanto faz se algum catador resolver vasculhar o saco e deixá-lo escancarado, tanto faz se os faxineiros do prédio misturam tudo. Tanto faz.
No trabalho, uma vez jogado na lixeira, alguém que resolva. Infelizmente, é assim que funciona no meu trabalho. Poucos se interessam em separar os papéis de restos de comida. Não querem fazer o trabalho que não é deles (!). Que trabalho é esse, eu ainda não consegui entender. Talvez o tamanho de nossas bundas diminuísse se nos déssemos o trabalho de levantar para levar os papéis a serem reciclados até a lixeira adequada.
Uma discussão recente na cidade foi o lixo que sobrou nas ruas depois da passagem dos blocos. Choveram reclamações contra a prefeitura e a companhia de limpeza. Os argumentos são que havia gente demais, que não havia lixeiras. Tão fácil sempre achar uma desculpa. Os garis são as pessoas que mais trabalham nesta cidade! Se cada um fosse responsável pelo lixo que produz, o cenário com certeza seria diferente.
E não apenas nos blocos. O que dizer da sujeirada que fica na praia no final de um dia? Por acaso ali também havia gente demais, de tal forma que era impossível chegar a uma lixeira? Por acaso não havia lixeiras suficientes, mesmo havendo várias perto do calçadão?
Por enquanto, nesta questão, somos os mais competentes criadores de desculpas.
Quem quer fazer, encontra uma forma. Quem não quer, encontra uma desculpa.
Sendo assim, o tema lixo deveria ser tratado com naturalidade por todos, mas não funciona assim. Parece que lixo não tem dono, nunca. Ou é sempre problema do outro. Nunca meu, nunca seu.
Dentro de casa, parece impossível jogar lixo orgânico numa lixeira e lixo reciclável em outra. Ninguém está vendo mesmo.
Da porta de casa para fora, separado ou não, parece que não temos mais responsabilidade alguma. Tanto faz se o lixo vai ficar horas na rua até o caminhão passar, tanto faz se der um temporal, tanto faz se algum catador resolver vasculhar o saco e deixá-lo escancarado, tanto faz se os faxineiros do prédio misturam tudo. Tanto faz.
No trabalho, uma vez jogado na lixeira, alguém que resolva. Infelizmente, é assim que funciona no meu trabalho. Poucos se interessam em separar os papéis de restos de comida. Não querem fazer o trabalho que não é deles (!). Que trabalho é esse, eu ainda não consegui entender. Talvez o tamanho de nossas bundas diminuísse se nos déssemos o trabalho de levantar para levar os papéis a serem reciclados até a lixeira adequada.
Uma discussão recente na cidade foi o lixo que sobrou nas ruas depois da passagem dos blocos. Choveram reclamações contra a prefeitura e a companhia de limpeza. Os argumentos são que havia gente demais, que não havia lixeiras. Tão fácil sempre achar uma desculpa. Os garis são as pessoas que mais trabalham nesta cidade! Se cada um fosse responsável pelo lixo que produz, o cenário com certeza seria diferente.
E não apenas nos blocos. O que dizer da sujeirada que fica na praia no final de um dia? Por acaso ali também havia gente demais, de tal forma que era impossível chegar a uma lixeira? Por acaso não havia lixeiras suficientes, mesmo havendo várias perto do calçadão?
Por enquanto, nesta questão, somos os mais competentes criadores de desculpas.
Quem quer fazer, encontra uma forma. Quem não quer, encontra uma desculpa.
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Lendo nas entrelinhas
Hoje de manhã, ao vir caminhando para o trabalho, segui o trajeto que tenho feito nas últimas semanas. Ao passar pela frente de um colégio, havia uma kombi estacionada e no vidro de trás um adesivo que dizia:
Nada é impossível. (São Judas Tadeu).
Não cheguei a dar 10 passos e vi uma garota de calça rosa e camiseta amarela, na qual estava escrito em letras maiúsculas e rosas:
Today
I'm starting
this!
Pensei: só pode ser um sinal para hoje eu começar algo que venho empurrando com a barriga há muito tempo e que sinto uma medinho de dar errado.
Agora só preciso escolher uma das tantas coisas que gostaria de fazer e ainda não comecei. :)
Nada é impossível. (São Judas Tadeu).
Não cheguei a dar 10 passos e vi uma garota de calça rosa e camiseta amarela, na qual estava escrito em letras maiúsculas e rosas:
Today
I'm starting
this!
Pensei: só pode ser um sinal para hoje eu começar algo que venho empurrando com a barriga há muito tempo e que sinto uma medinho de dar errado.
Agora só preciso escolher uma das tantas coisas que gostaria de fazer e ainda não comecei. :)
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Mentirinhas
Estava navegando pelas colunas da revista Época e me deparei com uma engraçada. A colunista Margarida Telles faz referência ao site Daily Dishonesty, que apresenta, como o nome diz, uma lista de desonestidades diárias - que costumamos cometer. As pequenas mentiras são apresentadas de forma gráfica pela designer Lauren Hom.
Separei algumas do site:
No caso desta última, eu trocaria Breaking Bad por How I met your mother. :)
Separei algumas do site:
No caso desta última, eu trocaria Breaking Bad por How I met your mother. :)
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
E o ano começa quando?
Um mesmo ano pode ter diferentes começos. Para alguns, o ano começa logo após o primeiro espocar dos fogos da virada. Para outros, logo após as férias ou no recomeço das aulas. Para a maioria, o ano começa mesmo hoje, na segunda-feira diretamente após o carnaval.
Como não tirei férias no começo deste ano e apesar de já ter feito muita coisa em 2013, a impressão que tenho é que a agitação na minha vida começará mesmo só no dia 11 de março, quando se reiniciam minhas aulas na universidade e no curso de alemão. Por ora, segue tudo tranquilo, com tempo para ver filmes, ir à academia, planejar o cardápio semanal e até estudar um pouco.
***
Este carnaval foi o menos carnavalesco dos últimos anos. Viajamos no feriadão e não nos deixamos enfeitiçar pelos blocos. Passou em branco.
Espero não precisar dizer o mesmo do verão. Seria uma pena deixá-lo passar sem aproveitá-lo a contento. Janeiro foi um mês de chuvas e mal saímos de casa para ir à praia ou aproveitar a cidade. Fevereiro tem sido mais generoso.
Quando morava no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, batia uma tristeza quando chegava ao fim o horário de verão. Era o prenúncio de dias de ventos mais frescos até a temperatura cair de vez e só voltar a esquentar depois de novembro.
O que me alivia é que no Rio o verão segue ainda por um bom tempo. Então nem preciso ficar triste porque os relógios voltaram ao horário velho. Ainda há muito sol para pegar até chegarem os primeiros (e poucos) dias de frio.
Como não tirei férias no começo deste ano e apesar de já ter feito muita coisa em 2013, a impressão que tenho é que a agitação na minha vida começará mesmo só no dia 11 de março, quando se reiniciam minhas aulas na universidade e no curso de alemão. Por ora, segue tudo tranquilo, com tempo para ver filmes, ir à academia, planejar o cardápio semanal e até estudar um pouco.
***
Este carnaval foi o menos carnavalesco dos últimos anos. Viajamos no feriadão e não nos deixamos enfeitiçar pelos blocos. Passou em branco.
Espero não precisar dizer o mesmo do verão. Seria uma pena deixá-lo passar sem aproveitá-lo a contento. Janeiro foi um mês de chuvas e mal saímos de casa para ir à praia ou aproveitar a cidade. Fevereiro tem sido mais generoso.
Quando morava no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, batia uma tristeza quando chegava ao fim o horário de verão. Era o prenúncio de dias de ventos mais frescos até a temperatura cair de vez e só voltar a esquentar depois de novembro.
O que me alivia é que no Rio o verão segue ainda por um bom tempo. Então nem preciso ficar triste porque os relógios voltaram ao horário velho. Ainda há muito sol para pegar até chegarem os primeiros (e poucos) dias de frio.
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Feriadão e a vida que segue
O feriadão de carnaval foi muito bom! Ficamos três dias em meio ao verde, na bela VPT Farm, em Catalão/GO. Vários dos amigos, que fizemos por meio do Le Vin au Blog, também foram. Assim, passamos dias de muitas receitas gostosas acompanhadas por ótimos vinhos, espumantes e champagnes.
Para não perder a linha, fizemos caminhadas todas as manhãs. Acho que foi isso que fez com que recuperássemos o peso do início da viagem em poucos dias.
Algo que achei muito bom foi que todos estão nessa vibe de cuidar da alimentação, fazer exercícios, prestar atenção à saúde. Estão todos praticando alguma atividade física e todos perderam alguns quilos desde a última vez que nos vimos, no Natal.
Claro que nesses dias em Catalão comemos mais do que o costume, mas foi uma exceção – e estava tudo tão gostoso.
***
No post de hoje, a Thais do Vida Organizada fez uma lista bem bacana de e-books que tratam sobre organização do tempo, qualidade de vida, estudos, etiqueta, entre outros assuntos. Alguns deles são gratuitos. Vale dar uma olhada: http://vidaorganizada.com/trabalho/estudos/sugestoes-de-e-books/sugestoes-de-e-books-1/
***
Hoje estava conferindo a data de início do semestre. Ainda tenho três semanas de dias tranquilos, com tempo para ir à academia, ir ao cinema no meio da tarde e ficar um pouco sem fazer nada.
Dia 11 tudo recomeça. Muda meu horário no trabalho, começam as leituras intermináveis e instala-se o nervosismo de dar conta de tudo. Além do trabalho e do doutorado, neste semestre resolvi voltar às aulas de alemão, mas com carga horária reduzida.
Vamos ver como será!
Para não perder a linha, fizemos caminhadas todas as manhãs. Acho que foi isso que fez com que recuperássemos o peso do início da viagem em poucos dias.
Algo que achei muito bom foi que todos estão nessa vibe de cuidar da alimentação, fazer exercícios, prestar atenção à saúde. Estão todos praticando alguma atividade física e todos perderam alguns quilos desde a última vez que nos vimos, no Natal.
Claro que nesses dias em Catalão comemos mais do que o costume, mas foi uma exceção – e estava tudo tão gostoso.
***
No post de hoje, a Thais do Vida Organizada fez uma lista bem bacana de e-books que tratam sobre organização do tempo, qualidade de vida, estudos, etiqueta, entre outros assuntos. Alguns deles são gratuitos. Vale dar uma olhada: http://vidaorganizada.com/trabalho/estudos/sugestoes-de-e-books/sugestoes-de-e-books-1/
***
Hoje estava conferindo a data de início do semestre. Ainda tenho três semanas de dias tranquilos, com tempo para ir à academia, ir ao cinema no meio da tarde e ficar um pouco sem fazer nada.
Dia 11 tudo recomeça. Muda meu horário no trabalho, começam as leituras intermináveis e instala-se o nervosismo de dar conta de tudo. Além do trabalho e do doutorado, neste semestre resolvi voltar às aulas de alemão, mas com carga horária reduzida.
Vamos ver como será!
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Página de um livro bom
Estava procurando o CD da Adele que o Claudio ganhou de aniversário e acabei me deparando com um CD do 14Bis. Passei os olhos pela lista de música e pensei: vai este mesmo!
A segunda música da coletânea é aquela que começa com uma das frases mais nonsense da música brasileira: "Zabelê, zumbi, besouro". A música é boa! Apesar de "zabelê, zumbi e besouro" sempre me fazer rir, esta música tem uma frase que adoro: "página de um livro bom". A frase segue o nome da música, linda juventude. Adorei a ideia de pensar nesta fase da vida como a página de um livro bom. A minha foi bem isso.
Ontem mesmo estava pensando sobre isso, quando o rádio tocava uma seleção de músicas dos anos 1990, todas elas me remetendo a minha adolescência lá em Esmeralda. Foi uma boa volta ao passado. Fiquei pensando como é engraçado pensar no passado. Às vezes, parece como um filme. Imagens desconexas, que nem parecem que foram vividas pela gente.
A segunda música da coletânea é aquela que começa com uma das frases mais nonsense da música brasileira: "Zabelê, zumbi, besouro". A música é boa! Apesar de "zabelê, zumbi e besouro" sempre me fazer rir, esta música tem uma frase que adoro: "página de um livro bom". A frase segue o nome da música, linda juventude. Adorei a ideia de pensar nesta fase da vida como a página de um livro bom. A minha foi bem isso.
Ontem mesmo estava pensando sobre isso, quando o rádio tocava uma seleção de músicas dos anos 1990, todas elas me remetendo a minha adolescência lá em Esmeralda. Foi uma boa volta ao passado. Fiquei pensando como é engraçado pensar no passado. Às vezes, parece como um filme. Imagens desconexas, que nem parecem que foram vividas pela gente.
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Anotações pré-carnavalescas
Viagem - Chegou o esperado dia de nossa viagem a Uberlândia, onde nosso amigo Gil estará nos esperando. Com diferença de poucos minutos, também chegarão ao aeroporto Vanessa e Alexandre, vindos de Campinas. Dali, seguimos para Catalão, cidade natal do Gil e da Érika, onde passaremos alguns dias. Estamos bem animados. E estou especialmente feliz por ir passar o carnaval na casa de uma nutricionista.
Nailz - A experiência no Nailz foi ok, nem maravilhosa, nem ruim. Acabei fazendo pé e mão (R$ 30). O lugar é um pequeno corredor, com uma bancada ladeada por cadeiras. Estava lotado. Aguardei um pouco e fui atendida por uma mocinha simpática – apesar de já serem quase 15h e ela ainda não ter almoçado.
O serviço é bom, mas quem projetou o espaço deve ter sido um homem. A mesa é ótima para manicure, mas um desastre para pedicure. É necessário espichar a perna por baixo da mesa. Eu sou pequena e não me senti confortável. Se for alguém maior, simplesmente não vai funcionar.
Eu não costumo tirar toda a cutícula das unhas das mãos, o que sempre provoca reações nas manicures. Há as que aceitam e não estão nem aí, mas, como a de ontem, há as que acham muito feio fazer isso. Como já vivi isso tantas vezes, hoje em dia nem perco meu tempo tentando explicar o meu gosto. Tirando isso, o atendimento foi ok.
Monotonia – Impressionante como nada parece acontecer na sexta-feira pré-carnaval. Pelo menos aqui no trabalho. Até respondi uns 30 e-mails, mas, no geral, não toca o telefone, não chegam visitas... Ainda bem que meu horário termina ao meio-dia às sextas. Férias – Isso me faz pensar que daqui a pouco começam as aulas e logo terei um novo horário de trabalho. Por enquanto, meu horário está muito bom, mas em três semanas tudo será diferente. Não posso reclamar, quem decidiu estudar fui eu!
Carnaval - Neste ano, tinha muita vontade de ir à Sapucaí. A Alemanha será tema da Unidos da Tijuca. Ainda quero viver essa experiência, apesar de carnaval estar longe de ser uma coisa que eu goste. Nunca vi um desfile completo na televisão e nem pretendo. Não me identifico com a ideia toda do carnaval ou com a música. Há muita gente que gosta de samba no Brasil, mas está longe de ser uma música nacional. De qualquer modo, creio que ir à avenida pode ser uma vivência interessante. Quem sabe no ano que vem.
Nailz - A experiência no Nailz foi ok, nem maravilhosa, nem ruim. Acabei fazendo pé e mão (R$ 30). O lugar é um pequeno corredor, com uma bancada ladeada por cadeiras. Estava lotado. Aguardei um pouco e fui atendida por uma mocinha simpática – apesar de já serem quase 15h e ela ainda não ter almoçado.
O serviço é bom, mas quem projetou o espaço deve ter sido um homem. A mesa é ótima para manicure, mas um desastre para pedicure. É necessário espichar a perna por baixo da mesa. Eu sou pequena e não me senti confortável. Se for alguém maior, simplesmente não vai funcionar.
Eu não costumo tirar toda a cutícula das unhas das mãos, o que sempre provoca reações nas manicures. Há as que aceitam e não estão nem aí, mas, como a de ontem, há as que acham muito feio fazer isso. Como já vivi isso tantas vezes, hoje em dia nem perco meu tempo tentando explicar o meu gosto. Tirando isso, o atendimento foi ok.
Monotonia – Impressionante como nada parece acontecer na sexta-feira pré-carnaval. Pelo menos aqui no trabalho. Até respondi uns 30 e-mails, mas, no geral, não toca o telefone, não chegam visitas... Ainda bem que meu horário termina ao meio-dia às sextas. Férias – Isso me faz pensar que daqui a pouco começam as aulas e logo terei um novo horário de trabalho. Por enquanto, meu horário está muito bom, mas em três semanas tudo será diferente. Não posso reclamar, quem decidiu estudar fui eu!
Carnaval - Neste ano, tinha muita vontade de ir à Sapucaí. A Alemanha será tema da Unidos da Tijuca. Ainda quero viver essa experiência, apesar de carnaval estar longe de ser uma coisa que eu goste. Nunca vi um desfile completo na televisão e nem pretendo. Não me identifico com a ideia toda do carnaval ou com a música. Há muita gente que gosta de samba no Brasil, mas está longe de ser uma música nacional. De qualquer modo, creio que ir à avenida pode ser uma vivência interessante. Quem sabe no ano que vem.
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Devaneios de uma tarde nublada de quinta-feira
Contando as horas para embarcar no feriado de carnaval, literalmente. Aproveitaremos os dias de folga para passear um pouco. Vamos rever vários amigos de uma vez só!
Para tornar o dia ainda melhor, além de fazer o check-in para a viagem de amanhã, aproveitei para comprar as passagens para outra viagem. Por acaso, neste ano, o aniversário da minha mãe cai bem no domingo de páscoa. Resolvi aproveitar o feriadão e ir comemorar com ela a chegada dos 70.
Garanti assim, a terceira viagem do ano. :)
Daqui a pouco vou experimentar o serviço de uma esmaltaria que abriu aqui perto do trabalho. Chama-se Nailz. Funciona sem horário marcado, só chegar e ser atendido. O preço da pedicure (que acabei de descobrir é tanto masculino quanto feminino, segundo o VOLP) é R$ 18, um pouco mais baixo do que estou acostumada a pagar no Majestics, que para hoje não tinha mais horário. Tomara que as moças sejam competentes e tenham as mãos leves.
Estou ansiosa para cortar meu cabelo, mas tracei uma meta e ainda não consegui atingi-la. Espero que isso aconteça em breve! Cabelo comprido é legal, mas começa a dar uma agonia depois de certo ponto.
A boa notícia do dia foi que o euro caiu. Em época de preparativos para uma viagem à Europa, não podia ter novidade melhor. Vamos ver se cai mais um pouquinho nos próximos dias.
Já quase me esqueci qual foi o último dia totalmente sem chuva aqui no Rio. Todos os dias, em algum horário, cai uma chuvinha ou chuvona. Está sendo um verão bem diferente este. Eu tinha um conhecido que costumava dizer que as estações estavam ocorrendo com atraso. Se ele tiver razão, verão mesmo será lá por abril ou maio. Vamos ver.
Ontem fizemos mais uma arrumação em casa. Sensação tão boa!
Para tornar o dia ainda melhor, além de fazer o check-in para a viagem de amanhã, aproveitei para comprar as passagens para outra viagem. Por acaso, neste ano, o aniversário da minha mãe cai bem no domingo de páscoa. Resolvi aproveitar o feriadão e ir comemorar com ela a chegada dos 70.
Garanti assim, a terceira viagem do ano. :)
Daqui a pouco vou experimentar o serviço de uma esmaltaria que abriu aqui perto do trabalho. Chama-se Nailz. Funciona sem horário marcado, só chegar e ser atendido. O preço da pedicure (que acabei de descobrir é tanto masculino quanto feminino, segundo o VOLP) é R$ 18, um pouco mais baixo do que estou acostumada a pagar no Majestics, que para hoje não tinha mais horário. Tomara que as moças sejam competentes e tenham as mãos leves.
Estou ansiosa para cortar meu cabelo, mas tracei uma meta e ainda não consegui atingi-la. Espero que isso aconteça em breve! Cabelo comprido é legal, mas começa a dar uma agonia depois de certo ponto.
A boa notícia do dia foi que o euro caiu. Em época de preparativos para uma viagem à Europa, não podia ter novidade melhor. Vamos ver se cai mais um pouquinho nos próximos dias.
Já quase me esqueci qual foi o último dia totalmente sem chuva aqui no Rio. Todos os dias, em algum horário, cai uma chuvinha ou chuvona. Está sendo um verão bem diferente este. Eu tinha um conhecido que costumava dizer que as estações estavam ocorrendo com atraso. Se ele tiver razão, verão mesmo será lá por abril ou maio. Vamos ver.
Ontem fizemos mais uma arrumação em casa. Sensação tão boa!
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Muito além do peso
Assisti esse documentário não faz muito tempo e fiquei bastante impressionada. Explora um tema assustador: obesidade na infância.
Há quem trate este tema ainda com displicência, mas eu realmente acho que este ganho de peso que estamos tendo é algo preocupante.
Não acho bonito uma criança com sobrepeso, comendo coxinha com coca-cola às 10h da manhã (como já vi uma vez em Florianópolis) ou ganhando todo tipo de comida-lixo só porque é mais fácil para os pais ou porque acostumaram a criança de tal jeito que ela não aceita outro tipo de alimento - se é que dá para chamar de alimento batatas fritas em pacotes, bolachas recheadas, salgadinhos, coca-cola.
Eu como essas porcarias também de vez em quando, mas não é a regra. Não costumamos comprar, não costumamos consumir. Comer um negresco vez ou outra ou beber uma coca-cola lá de vez em quando não é problema. Problema é fazer isso todos os dias, como se fosse algo normal. Eu não acho normal.
Muito além do peso está disponível para download no site: http://www.muitoalemdopeso.com.br/
Abaixo uma sinopse apresentada também no site:
Obesidade, a maior epidemia infantil da história.
"Um filme obrigatório para qualquer pessoa que se importe com a saúde das nossas crianças" Jamie Oliver
Pela primeira vez na história da raça humana, crianças apresentam sintomas de doenças de adultos. Problemas de coração, respiração, depressão e diabetes tipo 2.
Todos têm em sua base a obesidade.
O documentário discute por que 33% das crianças brasileiras pesam mais do que deviam. As respostas envolvem a indústria, o governo, os pais, as escolas e a publicidade. Com histórias reais e alarmantes, o filme promove uma discussão sobre a obesidade infantil no Brasil e no mundo.
Recomendo!
Há quem trate este tema ainda com displicência, mas eu realmente acho que este ganho de peso que estamos tendo é algo preocupante.
Não acho bonito uma criança com sobrepeso, comendo coxinha com coca-cola às 10h da manhã (como já vi uma vez em Florianópolis) ou ganhando todo tipo de comida-lixo só porque é mais fácil para os pais ou porque acostumaram a criança de tal jeito que ela não aceita outro tipo de alimento - se é que dá para chamar de alimento batatas fritas em pacotes, bolachas recheadas, salgadinhos, coca-cola.
Eu como essas porcarias também de vez em quando, mas não é a regra. Não costumamos comprar, não costumamos consumir. Comer um negresco vez ou outra ou beber uma coca-cola lá de vez em quando não é problema. Problema é fazer isso todos os dias, como se fosse algo normal. Eu não acho normal.
Muito além do peso está disponível para download no site: http://www.muitoalemdopeso.com.br/
Abaixo uma sinopse apresentada também no site:
Obesidade, a maior epidemia infantil da história.
"Um filme obrigatório para qualquer pessoa que se importe com a saúde das nossas crianças" Jamie Oliver
Pela primeira vez na história da raça humana, crianças apresentam sintomas de doenças de adultos. Problemas de coração, respiração, depressão e diabetes tipo 2.
Todos têm em sua base a obesidade.
O documentário discute por que 33% das crianças brasileiras pesam mais do que deviam. As respostas envolvem a indústria, o governo, os pais, as escolas e a publicidade. Com histórias reais e alarmantes, o filme promove uma discussão sobre a obesidade infantil no Brasil e no mundo.
Recomendo!
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Incentivo à malhação
Sábado passado fiz exames de sangue. Muitos exames. Alguns ainda não ficaram prontos, mas hoje já recebi uma série de resultados. Um dos que mais me preocupam, sempre, é o colesterol.
Entre 2010, no mesmo período em que estava terminando o mestrado, tive uma grande alteração, mas nos últimos dois exames, os resultados voltaram aos padrões normais, abaixo dos 200.
O aumento do tal colesterol bom, HDL, me fez pensar que a malhação e a alimentação mais regrada têm valido a pena.
Tomara que quando as aulas voltarem, eu consiga manter o ritmo de três ou quatro idas semanais à academia e o das caminhadas aos fins de semana.
Entre 2010, no mesmo período em que estava terminando o mestrado, tive uma grande alteração, mas nos últimos dois exames, os resultados voltaram aos padrões normais, abaixo dos 200.
O aumento do tal colesterol bom, HDL, me fez pensar que a malhação e a alimentação mais regrada têm valido a pena.
Tomara que quando as aulas voltarem, eu consiga manter o ritmo de três ou quatro idas semanais à academia e o das caminhadas aos fins de semana.
A difícil arte de ser empático e tolerante
Todos os dias parece que temos nossa tolerância testada.
No meu caso, em particular, nem sempre consigo vencer minha intolerância com algumas pessoas.
Ontem, por acaso, a Martha Medeiros (alguém com quem eu era superintolerante anos atrás) escreveu sobre simpatia e empatia. Ela falou sobre o quanto é necessário aprendermos a nos colocar no lugar do outro. Isso me parece cada vez menos provável no mundo em que vivemos.
Não conheço ninguém que seja ao mesmo tempo realmente tolerante ou empático nesse sentido descrito pela colunista. Infelizmente.
Hoje li outra coluna, da Rita Domingues, do blog The busy woman and the stripy cat, na qual ela fala nas expectativas que temos em relação às pessoas, a situações. Acabamos sempre sofrendo um pouco quando imaginamos que algo será de tal forma ou que os outros se comportarão de determinada maneira (que é a que gostaríamos normalmente). Difícil o exercício de não criar expectativas.
No meu caso, em particular, nem sempre consigo vencer minha intolerância com algumas pessoas.
Ontem, por acaso, a Martha Medeiros (alguém com quem eu era superintolerante anos atrás) escreveu sobre simpatia e empatia. Ela falou sobre o quanto é necessário aprendermos a nos colocar no lugar do outro. Isso me parece cada vez menos provável no mundo em que vivemos.
Não conheço ninguém que seja ao mesmo tempo realmente tolerante ou empático nesse sentido descrito pela colunista. Infelizmente.
Hoje li outra coluna, da Rita Domingues, do blog The busy woman and the stripy cat, na qual ela fala nas expectativas que temos em relação às pessoas, a situações. Acabamos sempre sofrendo um pouco quando imaginamos que algo será de tal forma ou que os outros se comportarão de determinada maneira (que é a que gostaríamos normalmente). Difícil o exercício de não criar expectativas.
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Pais e filhos
Ontem acabei de ler Por favor, cuidem da mamãe. À tarde, fui ver o filme francês Amor. Ao final do dia, ao pensar sobre os dois, notei algumas semelhanças. As histórias são distintas, mas envolvem pessoas de idade avançada, o relacionamento entre pais e filhos e, de certa forma, como encarar as dificuldades em determinado ponto de nossas vidas.
O livro trata, resumidamente, da história de uma mãe que se perdeu em Seul ao ir visitar os filhos. Ao longo da leitura, percebemos o quão pouco cada filho sabia sobre a própria mãe e quão pouco o marido conhecia sobre a esposa. Em Amor, acompanha-se as últimas semanas (meses) de uma pianista que vive com o marido. Ao sofrer um enfarte, ela passa a ser cuidada pelo marido.
São histórias bem contadas, mas nada fáceis. Acho que é meio impossível não ficar pensando em nossas próprias vivências. Afinal, todos somos filhos e, com sorte, muitos ainda temos nossos pais.
As duas obras nos levam a pensar o quanto conhecemos de nossos pais, de nossos irmãos, de nossos filhos. A convivência diária não significa conhecer a fundo. Quanto tempo de nossos dias dedicamos a essas pessoas tão importantes? Devemos mesmo dedicar? Devemos nos dar o direito de levarmos nossas vidas, assim como eles levaram as suas? Pais devem cuidar dos filhos até quando? Filhos têm mesmo a obrigação de cuidar dos pais? O quanto cada um pode ou deve esperar do outro? Até quanto os pais podem determinar o que o filho deve fazer? Quando é que os filhos começam a se achar no direito de dizer o que os pais devem fazer? Qual o comportamento certo em tudo isso?
Ficaram muitos questionamentos. Ainda não consegui encontrar muitas das respostas. Sigo pensando.
O livro trata, resumidamente, da história de uma mãe que se perdeu em Seul ao ir visitar os filhos. Ao longo da leitura, percebemos o quão pouco cada filho sabia sobre a própria mãe e quão pouco o marido conhecia sobre a esposa. Em Amor, acompanha-se as últimas semanas (meses) de uma pianista que vive com o marido. Ao sofrer um enfarte, ela passa a ser cuidada pelo marido.
São histórias bem contadas, mas nada fáceis. Acho que é meio impossível não ficar pensando em nossas próprias vivências. Afinal, todos somos filhos e, com sorte, muitos ainda temos nossos pais.
As duas obras nos levam a pensar o quanto conhecemos de nossos pais, de nossos irmãos, de nossos filhos. A convivência diária não significa conhecer a fundo. Quanto tempo de nossos dias dedicamos a essas pessoas tão importantes? Devemos mesmo dedicar? Devemos nos dar o direito de levarmos nossas vidas, assim como eles levaram as suas? Pais devem cuidar dos filhos até quando? Filhos têm mesmo a obrigação de cuidar dos pais? O quanto cada um pode ou deve esperar do outro? Até quanto os pais podem determinar o que o filho deve fazer? Quando é que os filhos começam a se achar no direito de dizer o que os pais devem fazer? Qual o comportamento certo em tudo isso?
Ficaram muitos questionamentos. Ainda não consegui encontrar muitas das respostas. Sigo pensando.
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terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Que venha fevereiro
O primeiro mês de 2013 está chegando ao fim, então é hora de fazer um rápido balanço deste começo de ano e de planejar o próximo. Neste mês, fiquei com a impressão de que fiz menos do que gostaria.
Existe algo que está me incomodando há meses, mas ainda não consegui solucionar. Talvez porque encontrar a solução dê bastante trabalho e eu ainda não tenha criado vergonha na cara para encarar. Trata-se do meu projeto de pesquisa de doutorado. Eu já tenho um pré-projeto, mas preciso desenvolvê-lo melhor. Aí começa o problema, pois isso significa ler mais, pesquisar, buscar informações. Algo que ainda não comecei. Quando mais for empurrando com a barriga, pior será, eu sei, mas parece que estou meio congelada.
Janeiro foi um mês de viagem ao Rio Grande do Sul, revelação de fotos, organização de gavetas, implementação de menu semanal, idas à academia, marcação de exames, limpeza da papelada em casa, receber visitas, planejar a viagem de julho e de dormir pouco.
Faltou colocar em prática as horas de estudos que gostaria de fazer, organizar ainda diversos lugares da casa, ler mais e ver mais filmes.
Para fevereiro então, tenho algumas ideias principais:
- ler sobre biblioteconomia e ciência da informação;
- pensar meu projeto de doutorado;
- complementar planejamento da viagem de julho à Itália; e
- reservar hotéis para as últimas duas noites, pesquisar bons restaurantes, planejar compras.
No mais, aproveitar o feriado de carnaval com os amigos, ir ao cinema e ler enquanto as aulas não começam. E continuar fazendo o menu semanal, que deu muito certo em janeiro.
Existe algo que está me incomodando há meses, mas ainda não consegui solucionar. Talvez porque encontrar a solução dê bastante trabalho e eu ainda não tenha criado vergonha na cara para encarar. Trata-se do meu projeto de pesquisa de doutorado. Eu já tenho um pré-projeto, mas preciso desenvolvê-lo melhor. Aí começa o problema, pois isso significa ler mais, pesquisar, buscar informações. Algo que ainda não comecei. Quando mais for empurrando com a barriga, pior será, eu sei, mas parece que estou meio congelada.
Janeiro foi um mês de viagem ao Rio Grande do Sul, revelação de fotos, organização de gavetas, implementação de menu semanal, idas à academia, marcação de exames, limpeza da papelada em casa, receber visitas, planejar a viagem de julho e de dormir pouco.
Faltou colocar em prática as horas de estudos que gostaria de fazer, organizar ainda diversos lugares da casa, ler mais e ver mais filmes.
Para fevereiro então, tenho algumas ideias principais:
- ler sobre biblioteconomia e ciência da informação;
- pensar meu projeto de doutorado;
- complementar planejamento da viagem de julho à Itália; e
- reservar hotéis para as últimas duas noites, pesquisar bons restaurantes, planejar compras.
No mais, aproveitar o feriado de carnaval com os amigos, ir ao cinema e ler enquanto as aulas não começam. E continuar fazendo o menu semanal, que deu muito certo em janeiro.
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planejamento
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Das coisas que amo fazer
Gosto de muita coisa nesta vida, mas se fosse colocá-las em ordem, a lista começaria assim:
1. Viajar
2. Ir ao cinema... à tarde
Viajar não interessa para onde ou por quanto tempo. Sair, conhecer lugares novos, rever tantos outros, encontrar e reencontrar pessoas. Isso me faz viver, me faz trabalhar, me faz forte.
Ir ao cinema à tarde significa viver o dia suavemente, significa liberdade, significa o resto do dia pela frente para fazer muitas outras coisas - embalada pela história 'vivida'.
1. Viajar
2. Ir ao cinema... à tarde
Viajar não interessa para onde ou por quanto tempo. Sair, conhecer lugares novos, rever tantos outros, encontrar e reencontrar pessoas. Isso me faz viver, me faz trabalhar, me faz forte.
Ir ao cinema à tarde significa viver o dia suavemente, significa liberdade, significa o resto do dia pela frente para fazer muitas outras coisas - embalada pela história 'vivida'.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Pensamentos aleatórios
Gosto de dias nublados. Não geram a ansiedade dos dias de
chuva, nem a preguiça dos dias quentes demais. Melhor que eles só os dias ensolarados
na medida certa.
O uso de bom-dia, por favor e obrigada melhoram a vida
consideravelmente.
Aprender uma palavra nova de alemão por dia é melhor que
nada.
Cozinhar dá uma sensação tão boa de controle.
Ontem, depois de ouvir mais uma vez “Esse cara sou eu”,
fiquei pensando que Roberto Carlos com certeza leu 50 Shades of Grey antes de compor essa música. Esse cara que ele
canta tem muito em comum com Christian Grey.
Nada como começar a ler um bom livro. Por sorte, surgiram duas boas leituras nos últimos dias.
O primeiro foi presente do Ralf, meu professor quando fiz curso de alemão em Saarbrücken. Chama-se Die Vermessung der Welt, de Daniel Kehlmann. Leio um pouco todas as manhãs enquanto meu computador no trabalho faz back up. Já consegui ler um livro do Umberco Eco (A misteriosa chama da rainha Leona) nesses minutos diários em que não posso usar o computador. No caso desse livro em alemão, leio marcando as palavras que não conheço ou que não lembro o significado. Tão logo o computador está liberado, olho uns cinco significados, antes de começar a trabalhar de verdade.
O segundo chama-se Por favor, cuide da mamãe, de Kyung-Sook Shin, e foi uma colega de trabalho que me emprestou. Li apenas duas ou três páginas, mas já gostei do estilo. Será meu companheiro de viagem nos próximos dias.
Começar um bom livro novo é tão estimulante!
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