domingo, 6 de abril de 2014

Wine Run - pós-viagem

Chegamos do Rio Grande do Sul faz poucas horas, para onde viajamos na sexta-feira a fim de participar da Wine Run. Nossos amigos Gil e Érika, de Uberlândia, já estavam lá e foram nos buscar na rodoviária - na última vez que fomos a Bento Gonçalves, também havia amigos nos esperando na rodoviária, o Alexandre e a Vanessa. :)

Na primeira noite, depois de pegarmos o kit da corrida, fomos comer xis, como havíamos combinado há meses. Eu adoro e aqui no Rio nunca consegui encontrar um xis como os que são feitos no Rio Grande do Sul. Assim, toda vez que vou para lá, eu aproveito para matar a vontade.

Fomos dormir cedo, pois a programação no dia seguinte começaria bem cedo.

Às 6h45 já estávamos tomando café. O ônibus que nos levaria até a largada sairia do centro de Bento às 7h30. Érika e eu fomos neste, pois faríamos a primeira parte da prova. Claudio e Gil seguiram na condução das 8h e ficaram um bom tempo nos esperando no revezamento 1 - especialmente o Claudio. Se bem que eu consegui fazer meus 9,9km em 1h22, quase 20 minutos a menos do que eu havia planejado. Fiquei satisfeita. Claudio fez os 11,1km dele quase no mesmo tempo.

Concluída a prova, voltamos para o hotel. Meu corpo cobrou o preço do excesso de treino, sol demais e alimentação precária. No começo da tarde, quando saímos para o almoço, minha cabeça parecia que iria explodir. E quem disse que toda cidade tem farmácias em cada esquina. Em Bento, encontrar uma farmácia não é para iniciantes.

Fomos ao Canta Maria e eu comi somente uma sopinha.

À noite, dor de cabeça curada, a fome era de leão e aí sim me dei o direito de comer galeto, massa, polenta e salada! Foi muito bom!

Como ganhamos carona até Porto Alegre bem cedo, até consideramos passar o dia por lá, mas como tinha que fazer algumas coisas aqui em casa, acabamos antecipando o voo. Afinal, a lista é enorme até a próxima viagem, na sexta-feira que vem!
  

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Wine Run - pré-viagem

Daqui a pouquinho partiremos rumo ao Galeão, onde pegaremos o voo para Porto Alegre. De lá, seguiremos para Bento Gonçalves, onde amanhã participaremos da Wine Run, uma corrida pelo Vale dos Vinhedos.

Estou indo para me divertir, pois treinei muito mal nos últimos tempos. Como tenho uma viagem grande na próxima semana, não posso me lesionar de jeito nenhum. Então vou fazer com muita tranquilidade.

Não que meu comportamento tenha sido muito diferente em outras provas. Sou daquelas que não está muito interessado no desempenho, mas sim em ser feliz completando a prova - acho que sou assim em tudo na minha vida.

Esta prova tem um grau de dificuldade bastante alto, pois não há retas, só subidas e descidas, sendo alguns delas realmente acentuadas. Optamos pela prova de revezamento. Eu farei 9,9km; Claudio, 11,1km. Tenho que completar meu trecho em até 2h, senão somos eliminados. Isto está me angustiando um pouco, mas espero completar em até 1h40. Tomara que dê! :)

Por ora, ficam de lado o interminável projeto de doutorado e tudo o resto que não caiba na mala - preocupações de trabalho, leituras que ainda quero fazer, arrumações...

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Felicidade (s)em reservas

Para mim isso é felicidade pura:

7 hotéis reservados no Booking.com até início de janeiro de 2015
5 viagens programadas
13 destinos!

:)

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Por uma vida menos volumosa

Ao longo do último ano, reduzi muitas coisas na minha vida.

Livrei-me de revistas, recortes de jornais e muitos papéis de cursos que andei fazendo nos últimos tempos e que nunca mais iria ler. Guardei somente o que é realmente uma referência importante e que não encontrarei facilmente na internet.

Sobrou pouca coisa considerada importante.

Ainda tenho alguns textos sobre metodologia e ciência da informação que jogarei fora tão logo passe o doutorado. Por enquanto, ainda estão sendo úteis.

Fotografei e depois levei para a reciclagem convites de festas, lembranças de nascimento e ingressos de shows, papéis que costumava guardar para um dia fazer um álbum bem bacana - na maioria dos casos, esse dia nunca chegou, provavelmente nunca chegará.

Há ainda algumas coisas para serem “liberadas”, como os folhetos que pegamos em viagens. São coisas que fazia sentido guardar quando não havia internet, agora muito se recupera na web. Alguns papéis têm valor sentimental, mas outros tantos posso fotografar e descartar.

Dei vários livros em 2013, menos do que gostaria, pois a estante ainda está cheia. Como consegui separar o que tenho vontade de ler, vi que tinha muita coisa ainda nova. O resultado foi que neste ano ainda não comprei sequer um livro – e já estamos em abril! Na estante estão livros que gosto muito e outros que ainda não consegui me desapegar.

Roupas e calçados sempre tive poucos, pois faço limpezas em meus armários todo mês. Estou tentando adotar a prática de comprar boas e poucas peças. Neste ano, tirando algumas roupas de baixo, comprei apenas um sapato preto com saltinho, que estava procurando desde o ano passado.

Aos poucos vamos conseguindo deixar somente aquilo que usamos. A cozinha é o território mais complicado de “esvaziar”, apesar de ser, ao mesmo tempo, o mais fácil de identificar o que realmente se usa - quando comecei este post ainda não tinha invertido a ordem de duas gavetas, o que acabou rendendo a doação de vários utensílios que o Claudio e eu sequer tiramos da gaveta nos últimos 7 anos. Já nos livramos de canecas que estavam guardadas há mais de meia década sem uso. Colocamos em uso taças que estavam esperando para... que mesmo? Tiramos coisas lascadas. Adotamos novos usos para determinados objetos - como a bacia da batedeira, que nunca era usada e percebemos que serve para muitas coisas, pois é a maior vasilha que temos em casa para misturar massa, fazer saladas etc.

Quanto mais se "limpa" a casa, mais se percebe quanta coisa inútil enche gavetas, entulha estantes, entope armários que poderiam muito bem ser melhor aproveitados. Ao livrar a casa de tantos objetos nunca usados, parece que todo o resto fica mais leve.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Organização

Tenho lido bastante sobre organização, simplificação da vida e desapego desde o segundo semestre de 2012. De lá para cá, já conseguir evoluir bastante nesses temas.

 Em novembro de 2012, eu já planejava fazer o curso da OZ sobre organização. Demorei um ano para realizar este desejo, mas consegui em fevereiro passado.

Gostei do curso. Aprendi boas técnicas de organização, mas creio que muitas das informações repassadas no curso eu poderia ter obtido na web. Claro que no curso tudo é oferecido de forma esquematizada. Em casa, eu teria que pensar sobre o que estou querendo aprender e partir para a busca.

O curso é bastante focado em quem está a fim de trabalhar como organizadora profissional. Neste caso, além de aprender sobre negócios, o certificado da OZ é fundamental, pois é a empresa referência em formação no momento.

Para quem quer simplesmente se organizar, como é o meu caso, talvez o investimento seja alto demais.

De qualquer modo, fiquei feliz em fazê-lo. Especialmente porque tenho outro projeto ligado à organização, e esse curso acabou servindo como uma base para o que pretendo fazer daqui a pelo menos quatro anos.

terça-feira, 25 de março de 2014

Tentativa permanente de uma vida mais saudável

No ano passado, conseguimos durante vários meses organizar um cardápio semanal e fazer compras a partir dele, tendo assim uma alimentação mais balanceada e, claro, perdendo alguns quilos. Bastou, porém, uma viagem de férias para nos desequilibrarmos de novo. Desde que voltamos de viagem, em agosto, nosso sistema de compras e organização de refeições não tem funcionado muito bem. Continuamos cozinhando bastante em casa, mas não planejamos o menu com a antecedência que gostaríamos. O resultado foi que dos quatro quilos que eu havia perdido até julho, ganhei novamente dois teimosos, difíceis de ir embora.

Eu até gosto do meu rosto mais "cheinho", mas no resto do corpo os dois quilos a mais são muito desconfortáveis. Não há nada pior do que ficar ajeitando a roupa a todo momento porque ela não se ajusta direito ao corpo dilatado. Como algumas roupas ficam apertadas, acabo usando sempre as mesmas, o que me incomoda - não pela repetição em si, mas por não usar 100% do que sobrou no meu armário. Não usando determinadas roupas, acabo também deixando de lado alguns sapatos. Ou seja, tudo ruim. Além, é claro, de me sentir mais pesada, sobrecarregar meus joelhos nas corridas e tantas outras coisas.

Está tudo estranho, mas não se pode perder a esperança!

Ontem fiquei feliz por conseguir fazer algumas compras, especialmente de legumes e frutas. No domingo, pensei um pouco sobre o que consumiríamos na semana, mas ainda sem organizar a tabela de cardápio. De qualquer modo, consegui programar nossos jantares e meus almoços - eu sempre levo comida para o trabalho e são terríveis os dias em que não consigo programar nada, pois isso acaba atrapalhando todo o andamento do dia.

Pelo menos nesta semana parece que tudo vai dar certo e a vida segue mais feliz.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Vestidos

No último ano e meio, comprei cinco vestidos.
Para quem compra entre 10 e 15 peças por ano, isso foi um marco no meu modesto guarda-roupa. Como eu tinha dez (contando dois de lã e dois de festa), agora tenho a inacreditável quantia de 15 vestidos.

Curioso é que três dos vestidos são verdes. Por anos, não tive nem uma roupa verde. De qualquer forma, a cor mais presente é o preto.

Na última quinta-feira e hoje vim trabalhar de vestido. Em uma altura da manhã, estava pegando uma água na geladeira, quando uma colega me perguntou se eu estava procurando emprego. Achei engraçado e perguntei se ela tinha alguma vaga a oferecer.
Eis que ela me responde: - É que você tem vindo tão arrumadinha, que eu achei que estava indo fazer entrevistas de trabalho.

Ando tão esculhambada no dia a dia, que quando coloco um vestido (e este de hoje está quase indo embora do meu guarda-roupa, pois não gosto mais muito) pode-se até pensar que é por alguma razão especial. Hoje nem era.

Quer dizer, tenho este projeto pessoal de usar todas as minhas roupas. Aquelas que me causarem desconforto, serão devidamente desligadas da minha coleção.

sábado, 15 de março de 2014

Vivências de um dia feliz

Praia de Ipanema, Rio de Janeiro, março 2014Hoje está sendo um dia muito bom. E ainda tem mais algumas horinhas.

Também foi um dia bem produtivos. Levantei-me cedo. Durante as duas horas seguintes, consegui revisar vários textos e finalizar três páginas de metodologia. Quando o Claudio acordou, eu já estava bem animada por ter conseguido reunir várias informações sobre o método que resolvi adotar em minha pesquisa.

Botafogo, Rio de Janeiro, março 2014Quando a fome começou a bater, pegamos o metrô até Ipanema para comer alguma coisa e passear um pouco. Nem me lembro qual foi a última vez que fizemos isso, sair para simplesmente passear. Eu sabia que em algum momento teria de voltar, então aproveite bem essas horinhas de folga. Caminhamos por toda a Rua Visconde Pirajá, compramos alguns temperinhos nas Casas Pedro, tentei comprar - em vão - um sapato (raro encontrar meu número), fomos até a praia, comemos mais uma coisinha, passamos no supermercado e voltamos felizes para casa.

Agora, o Claudio foi à academia, enquanto aproveito para escrever mais alguns parágrafos. Mais tarde, faremos um jantarzinho com uma comida caseira, tortéi com molho de frango, abriremos um vinho e nos sentaremos em nossa varanda, de onde poderemos ver a bela lua no céu.

Atualização, o tortéi:


sexta-feira, 14 de março de 2014

Sexta-feira

Não sou do tipo que fica esperando ansiosamente a sexta-feira, pois acho que a vida é muito mais do que o fim de semana. Aqui em casa, felizmente, conseguimos nos divertir em qualquer dia da semana. Os últimos dias foram uma pequena amostra disso, saímos com nossos amigos paulistas que estavam na cidade na quarta e na quinta à noite - vieram todos para o Encontro de Vinhos.

Confesso, porém, que fico feliz quando chega a sexta-feira por razões bem determinadas. Nos últimos dois semestres, sempre tinha aulas nas manhãs de sexta. Neste ano, estou livre das disciplinas, mas continuo com a sexta-feira livre para os estudos - fiz um arranjo em meu horário no trabalho, de tal modo que eu possa trabalhar somente de segunda a quinta. Assim, sempre fico feliz quando começam os três dias em que posso me dedicar às leituras do doutorado. 

É claro que há semanas em que acabo gastando meu precioso tempo em arrumações, vendo filmes, fazendo frilas, passeando com o Claudio, saindo com amigos... Nem reclamo, pois, no geral, são atividades que eu escolho fazer. Outro aspecto desta vida que estou conseguindo levar agora - e que me deixa feliz - é não ter que desenvolver atividades por obrigação. Elas estão cada vez mais raras.

***

Meu orientador finalmente encontrou uma brecha na agenda para me receber. Ontem fui conversar com um colega que agora é professor lá no curso. Ele me ajudou bastante. Agora tenho que lapidar o rascunho que consegui fazer na semana passada. Parece que tudo está realmente andando. Ufa!

***
Tenho acompanhado vários blogs relacionados a minimalismo e por meio deles acabei chegando a vários outros sobre "um ano sem compras". Eu os leio com curiosidade, pois nunca fui muito consumista (até por nunca ter muito dinheiro ou por preferir viajar a comprar roupas e sapatos). Eu nunca precisaria me submeter a um tratamento de choque desses, mas admiro quem resolve dar uma mudada na forma de encarar as compras. 

Esses dias contei rapidamente minhas roupas. Devo ter umas 150 peças, fora roupas de baixo e acessórios, como cachecóis. Sapatos são menos de 20, e ainda acho que tenha de mais, pois acabo sempre usando os mesmos. Tenho roupas bastante simples - o que muitas vezes é até um problema na hora de um programa mais refinado, se bem que no ano passado resolvi isso em parte ao comprar vários vestidos. 

quarta-feira, 12 de março de 2014

Filmes vistos em 2014

12. Mystic Pizza, de Donald Petrie, 1988 (Fiquei surpresa por nunca ter visto este filme antes. Comédia romântica dos anos 1980, com tudo que se tinha direito)
11. Larry Crowne, de Tom Hanks, 2011 (Quando foi que o Tom Hanks ficou com esta expressão cansada de cara de meia idade? Eu ainda me lembro dele com aquele jeito de moleque em Quero ser Grande, quando ele era o amor da minha vida)
10. De repente é amor (a lot like love), de Nigel Cole, 2004
9. Pegar e largar (Catch and release), de Susannah Grant, 2006
8. Nem por cima do meu cadáver, de Jeff Lowell, (Over her dead body), 2008 (Eu adoro o Paul Rudd, mas este filme é dureza)
7. O melhor amigo da noiva (Made of Honor), de Paul Weiland, 2008 (Foi engraçado ver este filme logo depois de Doce Lar. Naquele, o personagem de Patrick Dempsey é abandonado no altar; neste, ele faz a noiva abandonar o altar para ficar com ele. Eu me lembro deste ator de um filme que assisti em 1990 (Namorada de Aluguel). Depois de anos sem vê-lo, lembro-me que fiquei muito feliz em "reencontrá-lo" em Doce Lar. Este O melhor amigo... é outro daqueles filmes para quando você quer apenas ser feliz.)
6.  Doce Lar (Sweet Home Alabama), de Andy Tennant, 2002 (Quando este filme foi lançado, eu costumava ir ao cinema para ver todas as comédias românticas que entravam em cartaz. Tudo bem que em Florianópolis isso nem era muito difícil, pois nem era um número tão grande. Eu quase não me lembrava mais deste filme, foi quase como um filme inédito. Eu gosto deste tipo de histórinha sem grandes pretensões. E esta ainda tinha dois moços muito bonitos.)
5. Philomena, de Stephen Frears, 2013 (Esta igreja católica já fez coisas neste mundo, heim?! Será que quem brinca de Deus, tomando decisões pelos outros, também vai para o céu?)
4. Ela (Her), de Spike Jonze, 2013 (Confesso que fiquei bastante impactada por este filme. Não pelo romance ou pelos personagens em si, mas pelo que ele retrata. Ela é um recorte do que vivemos hoje, passamos mais tempo com nossos celulares do que com nossos amigos - e somos felizes assim.)
3. A menina que roubava livros (The Book Thief), de Brian Percival, 2013 (História bela e triste ao mesmo tempo. Eu havia lido o livro há muito tempo, mas ainda me lembrava deste calorzinho no coração que a história provocava quando se referia às amizades de Liesel - com o pai, com Rudy ou com Max. Gostei da adaptação para o cinema.)
2. Álbum de família (August: Osage County), de John Wells, 2013 (Você assiste a este filme e até começa a pensar que vive em uma família mais ou menos normal.)
1. A grande beleza (La grande bellezza), de Paolo Sorrentino, 2013 (Para muitos, um filme paradão. Para mim, um filme de contemplação da beleza, que me fez pensar sobre como seria bom se desacelerássemos um pouco e prestássemos mais atenção ao que acontece ao redor. Aquelas revoadas de pássaros no céu sempre me surpreendem quando passam aqui por Botafogo. As aves não estão nem aí para a confusão que ocorre a alguns metros abaixo delas. O filme nos chama para os detalhes do dia a dia.)

domingo, 9 de março de 2014

De repente, tudo fica mais claro

Nem acredito, mas neste fim de semana consegui fazer a primeira estrutura do texto da minha tese. Ainda terá que passar por muitos ajustes, especialmente a parte dos objetivos, mas tudo vai ficando mais claro. Consegui separar mais alguma bibliografia a ser lida e pretendo já começar a redigir os textos de pelo menos dois capítulos ainda amanhã. Estou animada!

O engraçado é que tudo veio meio de supetão. Ontem tive de passar a manhã terminando um trabalho de tradução que prometi fazer para um amigo. À tarde, saímos para fazer compras e acabei apenas relendo algumas coisas no final do dia e começando um texto introdutório. Fui dormir tarde, mas acordei hoje bem cedo e parecia que tinha que sentar logo à frente do computador, pois havia muito a ser escrito. O texto vinha aos borbotões.

Levantei, tomei um banho correndo, preparei um café da manhã rápido enquanto abria o computador... Quando abri o arquivo em word, passei duas horas redigindo toda a estrutura que, mesmo que não venha ser a definitiva, já está ali, organizada. Foi uma emoção só.

Agora só faltam "baixarem" com maior clareza os objetivos. Por enquanto ainda estão abrangentes demais, mas parece que já posso respirar um pouco - um pouquinho que seja - mais aliviada. :)


quinta-feira, 6 de março de 2014

Este lixo não é meu!


Faz alguns dias que os funcionários da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) estão em greve aqui no Rio de Janeiro. Finalmente notamos que eles existem. No dia a dia, costumam ser invisíveis aos nossos olhos, mesmo com aquele uniforme de cor berrante. Muitos de nós nem imagina o quanto o trabalho dessas pessoas é muito maior por conta de nossa falta de educação. 

Melhor do que só reclamar da imundície que tomou conta da cidade, talvez esta seja uma boa hora para pensar o quanto eu tenho a ver com tudo isso.

Eu, que vou ao cinema, mas me esqueço de levar até a lixeira aquele saco com resto de pipoca e o copo de coca-cola que estão enfiados no suporte ao lado da minha cadeira.

Eu, que saio para passear com meu cachorro e disfarço que aquele cocozinho não foi meu filhotinho quem fez, deixando-o ali na porta do prédio de outra pessoa.

Eu, que até recolho o resíduo produzido pelo meu cachorro, mas me desfaço dele de qualquer jeito na lixeira laranja como se ninguém mais fosse mexer naquele jornal semiaberto pelo resto dos tempos.

Eu, que na calada da noite coloquei aquele sofá velho na rua por pura preguiça de ligar para o serviço de coleta de grandes volumes da Comlurb.

Eu, que tenho filhos pequenos, mas continuo achando esse assunto de separação de lixo coisa de ecochato.

Eu, que não separo o lixo porque no meu prédio não tem coleta seletiva – e dane-se que no final da tarde aquele cara que vive de catar lixo vai ter que meter a mão na minha sacolinha que contém uma mistura de lixo orgânico com as latinhas de cerveja da festa de ontem - que têm peso de ouro lá na cooperativa dele.

Aliás, aquela sacolinha nem é mais minha, pois na hora que saiu do meu apartamento eu não tenho mais nada a ver com ela.

Eu, que sou obrigada a jogar lixo no chão porque nesta cidade não existem lixeiras suficientes – mesmo tendo espaço de sobra neste saco, digo, nesta bolsa enorme (linda, né?, comprei na minha última viagem ao civilizado Primeiro Mundo), para guardar o lixo até passar por uma lixeira.

Eu, que vou à praia e deixo meu lixo amontoadinho na areia. Gosto de facilitar o trabalho dos garis.

Eu, que estou a quatro passos da lixeira, mas o sinal vai abrir, minha vida é uma correria só, e vou ter que jogar esta garrafinha aqui mesmo, pois estou com pressa.

Eu, que tenho sacolinhas de supermercado suficientes para ensacar o lixo da minha casa pela próxima década, mas continuo achando uma chatice essa história de levar uma sacola de pano ao mercado.

No final, eu, que falo várias línguas, estou fazendo mais uma pós-graduação, convivo com pessoas inteligentes e viajadas... sou incapaz de pensar no outro e de entender que o lixo que produzo é meu problema sim.

Só seremos pessoas melhores - ou, no mínimo, mais civilizadas - no dia em que pensarmos de maneira mais responsável sobre o que consumimos, o tipo de lixo que geramos e os possíveis destinos que ele terá. Isso para mim não é papo de gente chata que fica só falando sobre meio ambiente, isso é uma questão de educação.

E aí, você é educado?

terça-feira, 4 de março de 2014

Carnaval 2014

Como escrevi anteriormente, neste ano ficamos no Rio. Minha intenção era me dedicar aos estudos o quanto conseguisse e ainda adiantar alguns trabalhos freelance. Pois deu tudo certo, mesmo com visitas.

Nosso amigo Deco veio para o desfile da União da Ilha e saiu vestido de lego, como se pode ver na foto ao lado. Na outra noite, ele e a Camila foram para o camarote da Devassa. Nós acabamos indo jantar na Cobal nas duas noites, pois a noite estava muito agradável, sem o calorão das semanas anteriores.

Nós não fomos a blocos, mas passamos por várias pessoas fantasiadas nas ruas, nos supermercados, nos bares... ou seja, em todos os cantos da cidade. Eu gosto muito deste clima, apesar de não ter muita vontade de participar da folia mais de perto.

De qualquer forma, se tudo der certo vamos dar uma espiada no Boca de Espuma, que passa aqui perto de casa no próximo domingo.

***

Eu tinha três releases para fazer. Dois para a próxima segunda-feira e um para 31 de março. Acabei fazendo um do prazo mais apertado e aquele que era apenas para o fim do mês - era o mais fácil e prazeroso, então resolvi aproveitar a disposição e me livrar logo dele. Para o que falta, ainda terei alguns dias, então está tranquilo.

O outro trabalho extra é bem mais complicado, uma tradução do alemão - até agora não sei por que aceitei. O prazo-limite é sábado. Estou um pouco ansiosa, mas mesmo assim o deixei por último. Fiquei com receio de começar a fazê-lo e não conseguir me dedicar a mais nada. Acho que fiz o certo. Apesar de ainda faltar muito para ser concluído, pelo menos consegui adiantar o resto do que havia planejado.

O resto, no caso, são as minhas leituras para o projeto de doutorado. Li pelo menos a metade do que me propus - eu já sabia que não iria conseguir ler 6 dissertações e mais 10 artigos assim tão fácil - e fiquei feliz, pois tive várias ideias. Só que não posso parar com isso. Amanhã depois do trabalho preciso continuar revisando o material que separei como referência. Quero ver se meu orientador vai finalmente me receber na semana que vem.

Estou satisfeita com meu desempenho. Claro que sempre poderia ter feito mais, mas fiz o suficiente e ainda consegui dar o mínimo de atenção para nossos amigos, como quando fomos almoçar no shopping aqui perto, que tem esta vista que não canso de olhar. 

sábado, 1 de março de 2014

Fevereiro: um mês de desânimo

Diferente de janeiro, que foi um mês bastante prazeroso, fevereiro teve muitos momentos de ansiedade e desânimo.

Doutorado
O tema foi escolhido, tratarei sobre a Hemeroteca Digital Brasileira, da Biblioteca Nacional. Uma ótima ideia sugerida pela minha amiga Angela. Apesar de estar bem entusiasmada com o assunto, ainda não defini a questão de pesquisa. Estou quase quase lá. Algo que me desanimou um pouco foi o fato de meu orientador não estar muito interessado em marcar uma reunião. Em março terei de ser mais incisiva. Ou trocar de orientador...

Livros
Neste mês, as leituras foram em menor número, mas mesmo assim consegui dar conta de três livros.Tudo bem que dois foram para trabalhos freelancer. Gostei do livro da Fernanda Torres. Fez-me lembrar sobre algo que perguntei a uma colega de segundo grau 20 anos atrás. Naquele dia, quando tínhamos ainda 16 anos e morávamos em Esmeralda, perguntei: "você já pensou como estaremos daqui a 10 anos?" Ela me deu uma resposta do tipo "que tipo de pensamento é esse?". Rio ao lembrar. Já se passaram 20 anos e seguimos rumos bem diferentes.

Planos
No final de janeiro prometi que me dedicaria somente ao doutorado e à corrida. Uma gripe me deixou sem ânimo durante mais de 20 dias. Até fui à academia, mas não consegui ter um bom rendimento. Nesta semana voltei bem melhor. Agora até acredito que conseguirei correr uns 5km até o final do mês.

Viagens
Em fevereiro, consegui adiantar muito os preparativos de uma viagem que farei em abril com minha mãe. Esta foi a única parte animada do mês. Bom, melhor que nada.

* Este post foi inspirado no blog A life less ordinary (http://alife-ordinary.blogspot.com.br/)

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Pensando no feriadão

Neste ano, resolvemos não viajar no carnaval. Em 2012, fomos para Ivinhema/MS. No ano passado, para Catalão/GO. Como eu tenho estudos atrasados suficientes para preencher os próximos dois anos, achei que era melhor ficar quieta em casa tentando recuperar um pouco do tempo perdido. É o que tentarei fazer com todas as minhas forças desta sexta até a próxima terça-feira.

No sábado receberemos visitas, mas elas já estão avisadas sobre o meu objetivo para este feriadão. Tomara que eu consiga me manter firme no meu propósito.

Para completar minha programação, tenho dois frilas para concluir e talvez ainda surja mais um amanhã. Vou tentar espichar o que der o prazo deste terceiro trabalho.

Eu sou muito ruim em dizer não. Como sempre tenho alguma viagem marcada, sempre fico pensando que uns trocados a mais não fariam mal. Problema é que acabo sempre priorizando o trabalho aos estudos. 


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Depois da tempestade...

Ou melhor, depois de quase 20 dias de gripe, estou me sentindo muito melhor.

Hoje voltei à academia. O treino rendeu tão bem. Na semana passada eu até tentei dar uma corridinha, mas não consegui mais do que um minuto. Já hoje, foi ótimo, bem melhor do que o esperado. Se eu seguir neste ritmo de hoje, não vou ser a última a chegar na wine run, prova que faremos no dia 5 de abril. Ainda tenho 38 dias! Hoje fiz 4,5km em 39 minutos. Nesse ritmo, terminarei minha parte da prova, 9,9km, em cerca de 1h30. Desafio é melhorar este tempo, para o Claudio não precisar ficar me esperando muito - pois é uma prova de revezamento.

Acho que ter tomado a dose de B12 recomendada por minha médica também ajudou na disposição. Vamos ver se consigo usar um pouco deste ânimo para escrever uma página do projeto hoje à noite ainda.

Hoje o dia foi também muito bom em termos de alimentação. Comi quatro tipos de frutas, cinco de legumes e três grãos diferentes. Nada de doces. Bastante água.


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Nasci para viajar

Já escrevi mil vezes por aqui sobre o quanto eu gosto de viajar. Para mim, viajar é viver, é sentir-se vivo. Viajar nos faz aprender a valorizar o que deixamos para trás. Viajar nos abre os olhos para o diferente, nos faz começar a entender o quão diferentes podemos ser, o quão diferentes temos o direito de ser. Ao viajar nos deparamos com pequenos pedacinhos do mundo - e percebemos o quanto ele é vasto. Ao viajar temos contato com diversos conhecimentos - e nos damos conta do quanto ainda temos por aprender. Viajar nos faz perceber que tipo de bagagem vale mais na vida (de cada um).


Buenos Aires/Argentina, 2007


Viña del Mar/Chile,2008


Curitiba/Brasil, 2009


Paris/França, 2010


Munique/Alemanha,2010


Estrasburgo/França, 2011


Brugge/Bélgica, 2012


Siena/Itália, 2013


Vale dos Vinhedos/Brasil, 2014

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

E a gripe prossegue...

Eu já cansei de estar gripada, mas minha gripe ainda não enjoou de mim. De qualquer modo, nossa despedida está próxima.
 Ontem fizemos um chá que deu muitos resultados. Continha alho e gengibre com inclusão de limão e mel ao final. Não foi a melhor coisa do mundo, mas também não sofri tanto para tomá-lo. Parece ter ajudado bastante, pois hoje amanheci melhor.
Já venho melhorando há alguns dias, desde que passei a tomar diariamente limão e mel. Ainda bem que decidi partir para os remédios caseiros, pois os da farmácia não estavam dando resultado algum.
Claro que também ajudou o fato de ter esfriado um pouco no Rio. Faz algumas noites que não precisamos mais dormir com ar condicionado. Bom para a conta de luz, bom para curar minha gripe.

Por conta do cansaço provocado pela gripe, não tenho conseguido fazer muitas coisas em meus horários livres.
A lista de tarefas só cresce!

No domingo e na segunda-feira, tivemos dias nublados, mas hoje o sol já voltou a aparecer. Só que não está tão quente.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Cenas do Rio: como chegar ao Cristo Redentor

Quando recebi a visita da minha mãe em dezembro, fiz vários passeios de turista pelo Rio de Janeiro. A visita ao Cristo Redentor foi uma delas. Em outra ocasião, já havíamos subido pelo Trem do Corcovado, que tem saída da estação localizada no bairro Cosme Velho. É um passeio bem interessante, pois o trem vai pela meio da floresta. O ingresso pode ser comprado no local e pela internet - adultos pagam R$ 50, incluindo já o transporte e o acesso à base onde está o Cristo Redentor. Informações completas no site do Trem do Corcovado.

O passeio seria muito tranquilo não fossem as filas que se formam na estação. Não há problemas de falta de ingressos, mas às vezes logo de manhã já se esgotaram as passagens para as primeiras viagens. Isso ocorre especialmente nos feriadões e em datas próximas ao Natal ou ao Ano Novo, que era justamente o período em que minha mãe estava no Rio. Primeiro pensei em comprar pela internet, mas o tempo estava tão incerto, que fiquei com medo de comprar o ingresso e pegar um horário muito ruim, com o Cristo encoberto, como estava frequentemente ocorrendo.

Acabei me decidindo por pegarmos uma van. Faz alguns meses que saem vans do Largo do Machado (praça central) e de Copacabana (Praça do Lido). Na primeira tentativa, acabamos não subindo, pois a moça nos informou que a visibilidade lá em cima estava baixa. No dia seguinte, tudo certo!





Pegamos uma fila pequena para comprar os ingressos. Eu paguei uma inteira (R$ 49, que inclui o transporte de ida e volta e o ingresso) e a mãe somente o transporte (R$ 17,64) - mais infos. A fila para pegar a van estava maior, mas não demoramos mais do que 20 minutos para partir em direção ao Cristo. Fomos por Santa Teresa, por um caminho interessante também. Demorou mais ou menos uma meia hora para chegarmos.



No caminho, passamos pelas Paineiras, onde funciona uma bilheteria para quem vai de carro. Não recomendo a ninguém ir de carro. Não vale a economia. O estacionamento é pequeno, lota fácil e às vezes a vaga disponível fica a mais de um quilômetro. Há fila para comprar o ingresso e depois  mais outra para pegar a van. Não é possível fazer este trecho a pé.



As vans que saem de Copacabana e do Largo do Machado passam direto e param somente aos pés do Cristo. Uma dica: a volta pelo Largo do Machado costuma ser muito mais tranquila, pois o volume de passageiros é menor. A espera sob o sol escandante será menor, se houver. Nós passamos direto pela pequena multidão que aguardava a vez de entrar na van que iria para Copacabana.

O acesso ao Largo do Machado pode ser feito de metrô ou ônibus. No site das informações sobre as vans há uma lista de ônibus que passam pela praça.



Gripe persistente

Hoje acordei afônica. Eu não sou de muitas palavras, mas há uma diferença grande em não querer falar e não poder. Comecei um curso hoje e gostaria de ter conversado com as colegas. Espero que amanhã eu amanheça melhor.

A chuva já chegou a São Paulo. Quando será que chegará por aqui também? Já há uma brisa geladinha na varanda, mas o ar condicionado, infelizmente, ainda precisa ser ligado todas as noites.

A gripe tem me deixado tão desanimada para ficar estudando. Quero só dormir quando estou em casa. Hoje tomei grandes doses de vitamina C - com suco de laranja, suco de limão com mel e agora vou tomar ainda uma pastilha de vitamina C.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Vidinha que segue

De amanhã até sábado farei o curso de organizadora profissional da OZ. Estou bem animada. Faz tanto tempo que não faço um curso sobre algo diferente. Acho que é isso o que está me animando mais. Claro que o assunto me interessa bastante. Arrumar coisas sempre foi um passatempo que me agradou, acho que sempre funcionou como uma válvula de escape. Faz pouco mais de um ano, eu acho, que comecei a ler o blog da Thais Godinho. Eu que já tinha mania de me desfazer de várias coisas, passei a olhar cada objeto de forma diferente. Preciso mesmo ter tudo isso? Nunca fui acumuladora, mas agora sou ainda menos apegada às coisas. Uma experiência que me fez notar isso foi quando a Air France perdeu minha mala na última viagem. Só senti falta do que tinha realmente um valor emocional. No mais, poderia continuar vivendo muito bem sem o resto das coisas.

Aliás, diminuir a importância das coisas em minha vida tem me parecido fundamental. Neste ano ainda não comprei nem uma roupa ou sapato. Ainda estou com o dinheiro que ganhei da mãe do Claudio de Natal guardado, esperando encontrar algo que realmente precise. Notei que preciso de pouca coisa. Tenho roupas e sapatos suficientes, livros que renderão leituras para mais de ano e cremes que não conseguirei gastar até a próxima viagem. Por opção também estamos cozinhando mais em casa, saindo menos. Uma opção que rende uma boa economia, pois os preços no Rio estão completamente fora da realidade. Quando chegamos de viagem de Porto Alegre pedimos uma pizza em casa e pagamos R$ 69 reais. Claro que a pizza era realmente de qualidade, mas acho que o preço é um pouco exagerado para apenas uma pizza.

Algo que consegui diminuir um pouco, mas ainda não da forma como gostaria é o vício de ficar consultando Facebook, Instagram e Foursquare várias vezes ao dia. Sei que isso me rouba tempo precioso, que eu poderia dedicar aos meus estudos, por exemplo. É algo a ser melhorado. Pelo menos parei de postar loucamente, como estava fazendo até um tempo atrás. É legal ficar sabendo o que tem feito meus amigos. Ao mesmo tempo me deixa tão incomodada ver como alguns contatos reclamam da vida, ficam postando frases sobre atos que eles mesmos não têm condições de colocar em prática ou se expõem gratuitamente de forma um pouco constrangedora às vezes. Acho que deveria controlar de forma mais forte minha curiosidade.

***
Toda vez que alguém morre, seja alguém próximo, seja um desconhecido, como foi o caso do cinegrafista atingido pelo rojão, sempre me vem o pensamento do quanto devemos aproveitar nossas vidas hoje! Sou daquelas que fazem mil listas sobre para onde gostaria de viajar, onde gostaria de jantar, qual passeio ainda espera fazer, mas acaba deixando isso para algum dia. É tão curiosa a maneira como tratamos nossos desejos. Sempre fico me questionando se realmente quero fazer tudo o que listo, pois se quisesse já teria feito – pelo menos uma parte. Claro que às vezes ainda não temos o dinheiro para realizar tudo que queremos, mas há tantas coisas simples que estão ao nosso alcance, e mesmo assim ficamos protelando. Talvez falte apenas coragem para vencer a inércia.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Ah, o calor

Desde a virada de ano está fazendo um calor descomunal no Rio. Eu não sou de reclamar do tempo, pois acho que não muda nada, mas neste ano confesso que o calor tem me feito mal. Peguei uma gripe difícil de ser curada, pois estou exposta diariamente a temperaturas altíssimas intercaladas com o ar gelado do ar condicionado. Não há saúde que resista.

Finalmente acho que estou no caminho certo na minha pesquisa de doutorado. Tudo está ficando mais claro. Aos poucos.

Se eu tratasse meu projeto de doutorado como trato os preparativos para uma viagem, acho que já tinha obtido o título de doutora há muito tempo. Nossa, como me empolgo com uma viagem nova. Com esta próxima não está sendo diferente.

A gripe e o calor têm atrapalhado os treinos para a Wine Run, corrida que faremos em abril no Vale dos Vinhedos. A prova é em dupla e eu vou fazer a primeira parte. Acho que o Claudio tem tudo para ser o último colocado.

Tenho pensado seriamente em voltar a assinar o Netflix, mas o que tem me segurado é o medo de os filmes serem muito mais interessantes que os estudos. Aí já viu, né, o desastre que será.

Eu li Fim, da Fernanda Torres. Morri de rir em várias partes do livro - tão carioca.O livro é bom, apesar de às vezes ficar meio cansativo por relatar as mesmas situações sob o ponto de vista dos cinco amigos. Vale a leitura, especialmente se você morar no Rio.

Claudio começou no sábado a fazer um fermento caseiro.

Nesta semana farei um curso de organizadora profissional. Estou bem animada!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Um dia qualquer

Existem umas figuras no Brasil que fazem parte de nossas vidas mesmo sem fazer. Acabei de ver uma propaganda do Oreo com o Amaury Junior e quase morri de rir. Não me lembro de ter visto um programa do AJ, mas ele faz parte de nossa história.

Hoje recebi a nota da minha última matéria do doutorado. Fiquei realmente surpresa. Eu fiz o melhor que consegui, mas sabia que perto dos trabalhos dos outros colegas, o meu estava bem fraco. Felizmente, os professores decidiram avaliar individualmente e ganhei um A. Ao escrever para eles, ainda recebi um comentário extra sobre o trabalho. Ganhei o dia, que estava sendo mais ou menos.

Faz três dias que escrevi para meu orientador e ele não me respondeu...

Amanhã faria uma endoscopia, mas estou sem um acompanhante. Claudio vai para SP. Vou desmarcar, pois se for sem acompanhante, o laboratório faz o exame sem a anestesia. Eu não gostaria de perder a melhor parte do exame, que é o soninho da anestesia.

Parece que o ano recomeçou mesmo. Hoje teve manifestação no centro, com tudo que se "espera" de uma manifestação - para o bem e para o mal.

Estou planejando uma viagem! Há algo melhor que isso?


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Janeiro: um mês prazeroso

Inspirada no blog da Cacá (a life less ordinary), resolvi fazer uma apanhado geral sobre como foi este primeiro mês de 2014.

Leituras
Consegui ler quatro livros! Isso realmente me deixou muito satisfeita. Estou gostando bastante do Neil Gaiman. Consegui não comprar nem um livro neste mês, apesar da vontade monstra. Vou ver se consigo seguir com esta determinação pelos próximos meses, enquanto vou consumindo o que já tenho em casa e aguardam na fila há anos.

Viagens
Minha vida não seria muito feliz sem uma escapadas de vez em quando. Neste começo de ano, ficamos 10 dias fora do Rio, passeando pelo Rio Grande do Sul. Dias felizes.

Planos
Depois desses 10 dias fora e sem me dedicar muito ao que deveria, resolvi que em fevereiro eu vou me dedicar apenas a duas atividades: as pesquisas de doutorado e os treinos para a corrida de abril.

Pelo caminho

De casa para o trabalho, cruzo com as enfermeiras do Hospital Samaritano que estão trocando de turno.


Na Arte dos Sucos, o movimento já é intenso. Em tempos de colégio, meninas lotam as mesinhas do lado de fora. A calmaria toma conta nesta época de férias.

Logo em seguida, preciso tomar decisões.
Há pelo menos três possibilidades de caminho para sair deste cantinho de Botafogo.

Se vou pela Assunção, vejo empregadas passeando com cachorros. Alguns já são meus velhos conhecidos. Gravo mais os cachorros do que as empregadas, devo confessar.

No pé-sujo da esquina, a atenção concentra-se na televisão que passa notícias. Na loja ao lado, de materiais de construção, a gatinha siamesa sai para a primeira caminhada do dia.

Um dia preciso almoçar no Bar do Esteves. Há quanto tempo planejo isso? Nem me lembro mais.

O lado esquerdo da Marquês de Olinda em direção à praia tem as melhores sombras. Por que será que a calçada precisa ser tão estreita?

Não entendo pessoas que atravessam no vermelho para depois continuarem o trajeto como se fossem lesmas. Deve ter a ver com esta nossa mania eterna de querer demonstrar esperteza.

Quando sigo pela Bambina, é porque tenho segundas intenções. Depois de algumas passadas, entro no Zona Sul. Há pelo menos quatro pessoas que sempre vejo por ali tomando café. Um deles sempre come muitos pães puros - hoje foram três! - enquanto lê o jornal e bebe uma coca-cola zero. Com essa dieta, pode-se imaginar o perfil.

Na mesa redonda, o casal conversa animadamente com aquela senhora macérrima, cheia de tiques. Volta e meia alguém comenta em tom de tristeza: "ela era tão inteligente quando nova". Sempre fico pensando o que pode ter acontecido. Um dia ainda vou perguntar, mas tenho medo de estabelecer uma relação, não sei por quê.

Pela Marquês de Ouro Preto, acompanho o movimento na porta do colégio, onde vez ou outra uma criança faz alguma cena. Atravesso no sinal, como sempre. Sigo até a praia sentindo o cheiro da padaria que foi reformada há pouco e o da pastelaria dos chineses. Dali sempre sai um cheiro azedo.

O sol me pega na praia.

Por ali sigo, suando.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Como se fosse uma baleia

Hoje estou me sentindo uma baleia!

Acho que tem a ver com o fato de ter comido dois pratos de massa ontem à noite e repetido o mesmo modelo hoje na hora do almoço. Estou estufada! Credo!

Sempre que volto de férias, alguma coisa se passa com meu peso. Claro que nada ocorre de maneira inocente. Não conheço nem uma pessoa gorda que não seja assim por comer mais do que deveria. Então não poderia querer que depois de todas as extravagancias da semana passada, tudo continuasse como se nada fosse. Seria fácil demais.

Já foi. Houve uma época em que comer demais durante uns dias não tinha esse impacto todo no meu peso. Tempos idos...

Chato é que esse assunto me incomoda. Quando penso que me livrei dos quilos a mais e posso viver feliz para sempre, lá chegam eles novamente depois de alguma leve ultrapassada dos limites.

Como vale mais ser feliz, lá vou eu  de novo!
Ânimo para a academia.
Ânimo para a comidinha equilibrada!


segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A vida é sempre boa quando há férias a planejar

Depois de 10 dias de miniférias, é hora de começar a... planejar a próxima escapada. :-) No intervalo, trabalho um pouco, escrever partes da tese, enfrentar o orientador, terminar um frila...

Parece brincadeirinha, mas é verdade. As próximas férias, no modelo mais longo, já estão agendadas. E, claro que tem que ter uma contagem regressiva, faltam 78 dias. 

Em breve, espero, mudaremos de endereço no trabalho. Se por um lado fico incomodada por não ir mais a pé para trabalho, por outro me deixa feliz a ideia de não precisar mais ter palpitações toda vez que passo pela pedreira da Pinheiro Machado. 

Passamos 10 dias muito agradáveis no Rio Grande do Sul. Não vi todas as pessoas que gostaria, mas passei bons momentos com outras. Deu para descansar, passear, comer bem, fazer caminhadas e ser feliz. 

Daqui a duas semanas farei um curso que estava planejando há tempos. Acho que será muito bom!

Este será um ano ainda melhor que 2013. Estou confiante!

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Um ano de ação

Apesar de o último post de 2013 ter sido uma lista do que gostaria de fazer em 2014, quanto mais o final do ano se aproximava, mais eu pensava que neste novo ano não quero ficar presa as minhas intermináveis listas. Decidi tentar simplesmente viver, fazendo o que estou a fim e o que acho que é necessário para seguir adiante da melhor forma.

Acho que pensar nos dias de forma individual me trará melhores resultados. É o que tenho tentado fazer nesses primeiros dias do ano. Se quero chegar ao meu peso ideal ou ter melhor preparo físico, preciso me mexer para fazer isso hoje, pois assim os resultados chegarão em um futuro bem próximo.

É claro que as listas nos ajudam a lembrar de nossos planos e desejos. O que noto, porém, é que os desejos são muito parecidos de um ano para outro, o que me fez pensar que algo está errado. Se quero realizar algo, não adianta colocar em uma lista de desejos, é preciso já pensar o que posso fazer agora para tornar isso realidade amanhã.

Este tem sido o mote para 2014.

Livros de 2014

7. O cavalo de lata, de Janice Steinberg
6. Legado, de Nancy Holder e Debbie Viguié (3º da Série Wicked)
5. Fim, de Fernanda Torres
4. Melancia, de Marian Keyes - já tinha lido antes, mas gostei igual. Adoro comédias românticas em forma de livros. :)
3. Nenhum lugar, de Neil Gaiman
2. O cisne e o aviador, de Heliete Vaitsman
1. Intermundo, de Neil Gaiman

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Meus planos de leitura leve para 2014

De repente, me vi apaixonada pelo Neil Gaiman.

Apesar de sempre dar uma olhadinha nas matérias que saem sobre literatura na época da Flip, confesso, constrangida, que não conheço muitos autores contemporâneos. Por isso, admito que "descobri" o Neil Gaiman apenas meses atrás.

Conhecia de nome, mas nunca tinha lido nada dele. A leitura não foi uma escolha minha, de início, fiz dois freelas relacionados a ele e foi assim que começou. Agora me vejo lendo o terceiro livro, por livre e espontânea vontade, e me pego fazendo uma lista do que mais gostaria de ler, como, por exemplo, O Oceano no Fim do Caminho.

Começa assim a lista de livros para 2014, que segue com: Morte Súbita, de J. K. Rowling (que ganhei de aniversário no ano passado); O Chamado do Cuco, de Robert Galbraith, quer dizer, é da Rowling também, mas vamos pensar que é do Robert para diversificar a lista; Cidades de Papel e Teorema Kathe, de John Green, que conheci em 2013 e pretendo acompanhar mais de perto em 2014; também quero ler deixe a neve cair, do John Green e de Maureen Johnson e Lauren Myracle, este vou tentar comprar o e-book em inglês, para dar uma treinada; o novo da Marian Keyes, Chá de Sumiço, que agora trata da irmã Walsh Helen, e, sim, gostaria de ler também Mamy's Walsh A-Z of the Walsh Family; e dois que o Dauro me enviou chamados O sentimento de um fim, de Julian Barnes (dele já li algo anos atrás), e Norwegian Wood, de Haruki Murakami.

Vai ser um ano bom!

domingo, 22 de dezembro de 2013

Desejos para 2014

- Ser menos exigente comigo mesma.
- Viajar para Machu Picchu.
- Passear por pelo menos duas capitais brasileiras, além de Porto Alegre, para onde já temos viagem agendada.
- Dar atenção aos meus afilhados.
- Voltar a correr com vontade para participar de provas interessantes.
- Continuar cuidando da alimentação.
- Descobrir minha questão de pesquisa de doutorado e cair dentro dos estudos.
- Tentar aperfeiçoar os conhecimentos em uma língua estrangeira.
- Tirar o visto americano.
- Planejar a reforma do apartamento e, se der, iniciar a obra.
- Pesquisar e escolher cadeiras novas e uma mesa para a varanda.
- Fazer mudanças no Le Vin au Blog.
- Ler pelo menos um livro por mês.
- Ver pelo menos um filme por semana.
- Engordar minha poupança.
- Continuar feliz.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Preguiça de fim de ano

Acho que já estou em ritmo de feriadão, apesar de ainda ter uma longa lista de tarefas a serem cumpridas, especialmente no trabalho - seja no trabalho oficial ou em casa mesmo com meus frilas. No trabalho oficial, estou correndo contra o tempo, pois neste ano tenho apenas mais dois dias na ativa. Depois, 12 dias de descanso. Esses dias livres deveriam ser dedicados aos estudos, mas eu não sou ingênua de pensar que farei isso, ainda mais com visita em casa.

Por aqui, conseguimos colocar praticamente tudo em ordem. Claro que sempre há mais o que arrumar, mas nas últimas semanas, ajeitamos coisas que estavam há meses à espera, como limpar o freezer e liberar mais um espaço no armário do escritório.

Comprei 95% dos presentes de Natal. Está faltando apenas um complemento para um presente. Sempre acabam ficando para o final os presentes das pessoas mais difíceis de presentear... Sorte que neste ano é apenas um presente difícil. Os demais, já comprei em novembro. Presentes fáceis.

Hoje dei uma volta pela Saraiva... Perdi toda confiança na minha decisão de não comprar mais livros enquanto não ler os que tenho em casa. Pelo menos dois do que vi queria começar a ler hoje!

Será que eu poderia me dar apenas um de Natal?

domingo, 15 de dezembro de 2013

2013: mais momentos felizes do que tristes

O fim do ano vai se aproximando e começa a dar aquela vontade de fazer um balanço do ano. Os melhores momentos voltam à mente, assim como aqueles em que devíamos ter tentado fazer algo diferente. Ainda bem que os primeiros foram muito mais frequentes em 2013.

O melhor que fizemos neste ano foi viajar para a Toscana, passando ainda uns dias em Roma e em Paris. Foram semanas lindas, mesmo com a Air France tentando sabotar minha felicidade, escondendo minha mala por 18 dias. Aprendi que as coisas que carregamos em uma mala são, no final das contas, apenas coisas mesmo, que podem ser substituídas por outras.

Diferente do ano passado, quando conheci muitas pessoas novas, neste ano as novas amizades foram poucas. Porém, consegui estreitar laços com diferentes pessoas.

Ao longo do ano, consegui me desfazer de diversas coisas que não me serviam mais: livros, papéis, objetos variados e até 2kg.

Consegui ir mais vezes à academia e por muitos meses neste ano mantivemos um cardápio semanal. Ainda não chegamos ao ideal desejado, mas acredito que neste ano desperdiçamos muito menos alimentos, eu cozinhei muito mais e comemos bem melhor do que nos anos anteriores. Tiramos de nossas vidas muitos produtos industrializados, como os sucos de caixinha que gostávamos inocentemente, e passamos a olhar os rótulos com mais atenção. Claudio já está há quase dois anos sem beber refrigerante. Eu devo ter bebido refri no máximo umas 10 vezes no ano todo. Este é apenas um pequeno exemplo. De qualquer forma, ainda estamos no caminho.

Voltamos a participar de provas de corrida. Fizemos duas e temos já uma planejada para 2014.

A parte ruim do ano foi não ter fechado meu projeto de doutorado até hoje. Ainda tenho 15 dias! :) Também queria ter feito algumas mudanças na minha vida profissional. Grandes planos para 2014.

Reflexões após ter uma mala perdida*

* Este post foi escrito em julho, durante os dias em que minha mala estava em lugar incerto e não sabido da Itália. A Air France perdeu minha mala no trecho Paris - Roma e demorou 18 dias para "reencontrá-la". Nesse período, cheguei às seguintes conclusões:

Coisas são apenas coisas. Podem ser substituídas por outras. Há sempre um ou outro item que parece impensável viver sem, mas quem nunca teve perdas piores do que uma blusa ou um pente de estimação Bom, eu já tive.

Perder uma mala causa transtorno, mas é preciso tentar não se deixar abater e estragar uma viagem planejada por tanto tempo. Talvez eu saia com as mesmas roupas em todas as fotos, mas no fundo o que realmente importa é o fato de estar ali naquele cenário.

É possível viver sem os mais de 100 itens que foram embora com a mala - apesar de o creme para o rosto com protetor solar fazer falta. Se dentro de uma mala não tão grande havia mais de 100 itens, imagina o quanto há em casa? Preciso de tanto mesmo?

Ter uma mala perdida pode ser o ponto de partida para uma renovação no guarda-roupa. Se a Air France me reembolsar, claro. (Atualização: a empresa pagou todas as notas enviadas)

E o mais importante de tudo: na próxima viagem, quando for despachar a mala novamente, lembrar-me de escolher a roupa que mais gosto para usar no voo. Vai que é a única que sobra? (Nunca mais cometerei o erro de viajar com a roupa que menos gostava...)

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Filmes vistos em 2013

Assim como sempre me programo para ler um determinado número de livros por ano, sempre penso que gostaria de ver pelo menos um filme por semana. Apesar de ver filmes ser mais fácil do ler livros, não consegui - ainda - atingir meu objetivo. Quem sabe faço um intensivo nessas últimas semanas.
  1. Mensagem pra você
  2. Crô - O filme
  3. À procura do amor
  4. Blue Jasmine
  5. Minha mãe é uma peça
  6. Os belos dias
  7. Cinderela em Paris (1956)
  8. As vantagens de ser invisível
  9. Um dia
  10. Sejam muito bem-vindos
  11. Confidências à meia-noite (1958)
  12. O grande Gatsby (1974)
  13. O solteirão (Greenberg)
  14. Muito Gelo e Dois Dedos d'Água
  15. Nick & Norah
  16. O garoto de programa (Lover boy)
  17. Cansada de besar sapos
  18. Forças do Destino (Forces of Nature)
  19. Casa comigo? (Leap Year)
  20. Up
  21. Seeing other people
  22. Coisas de Casais (Wishful Thinking)
  23. O Noivo da Minha Melhor Amiga (Something Borrowed)
  24. You Sister's Sister
  25. O lado bom da vida (Silver Linings Playbook)
  26. Amor
  27. Paris-Manhattan
  28. A filha do pai (La Fille du Puisatier)
  29. How I met your mother (1ª a 6ª temp.)
  30. Shame
  31. Seeing other people

Livros lidos em 2013

Todo começo de ano eu me proponho a ler pelo menos um livro por mês. Esta foi a primeira vez que resolvi anotar todos os que cheguei ao fim ao longo do ano.

Começados tenho vários.

Alguns deles estavam na minha estante há anos. Como comecei a me livrar de tudo que não uso, resolvi priorizar a leitura de alguns para depois doá-los. Aproveitei o embalo e doei mais 10 livros que já tinha tinha lido e gostado. Com isso, consegui aliviar o abarrotamento da estante e ainda fazer com que os livros ganhassem novos leitores. Ao dar os livros, recomendei que fossem lidos e passados adiante, mas isso vai depender, claro, do desprendimento de quem os ganhou.  


  1. Garota Exemplar, de Gillian Flynn
  2. A bela velhice, de Mirian Goldenberg
  3. Miss Minimalism, de Francine Jay
  4. Nem santos, nem anjos, de Ivan Klíma
  5. O pedacinho de carvão, de Lemony Snicket
  6. Noites de insônia, de Mirian Goldenberg
  7. Escolha sua vida, de Paula Abreu
  8. A arte de pesquisar, de Mirian Goldenberg
  9. Radical Chique e o novo jornalismo, de Tom Wolfe
  10. Maldição, de Nancy Holder e Debbie Viguié
  11. Mentiras no Divã, de Irvin D. Yalom.
  12. É tudo tão simples, de Danuza Leão
  13. Todas as histórias do analista de Bagé, de Luis Fernando Verissimo
  14. A parisiense - o guia de estilo de Ines de La Fressange
  15. Retalhos, de Craig Thompson
  16. Baile de gelo em Nova York, de Fabrice Colin
  17. A culpa é das estrelas, de John Green
  18. O silêncio da chuva, de Luiz Alfredo Garcia-Roza
  19. Instruções, de Neil Gaiman
  20. O homem, a mulher e o tempo – revitalizando a chama da vida, de João Curvo
  21. Bruxaria, de Nancy Holder e Debbie Viguié
  22. Kate Somente, de Erin Bow
  23. Conversas com um professor de Literatura, de Gustavo Bernardo Krause
  24. Equilíbrio - A vida não faz acordos, de Flavia Mariano
  25. Por favor, cuidem da mamãe, de Kyung-sook Shin

domingo, 8 de dezembro de 2013

Um pouco de descanso

Lá se foram dois anos de doutorado. Nesta sexta-feira, finalmente, cheguei ao final das disciplinas que tinha que cursar. Quer dizer, espero passar nesta última para poder dizer que realmente estou livre desta primeira parte. Foram nove disciplinas. Confesso que já estava meio cansada. Meus colegas de doutorado encontraram outras saídas e ninguém precisou fazer tantas matérias.

O trabalho final tinha que ser entregue na sexta-feira. Esta foi a primeira vez que os professores não deram uns dias a mais. No final, foi ótimo, pois agora estou de férias, coisa que não ocorria, pois sempre havia algumas semanas para preparar o trabalho final. Conheço poucas, bem poucas, pessoas que produzem ao longo do semestre e não se descabelam nos últimos dias. 

Para completar, nesta semana eu tinha que fechar a newsletter, participar de uma reunião de tarde inteira no trabalho e ir ao jantar de fim de ano da empresa. Tudo sempre tem um lado bom: também recebemos em casa alguns amigos para comer pizzas. Tudo ficou meio corrido porque na semana passada fiz uma viagem de trabalho durante dois dias e no fim de semana fomos visitar amigos em Campinas. 

Ai, mas tudo passa! 

E chegou o meio-dia da sexta-feira. Pude vir para casa e colocar coisas em ordem. Separei tudo que não pretendo usar nas próximas semanas. Uma papelada sem fim, mas que ainda não quero jogar fora, pois sei que precisarei para as pesquisas da tese. Deixei à mostra apenas um caderno de anotações. Amanhã terei de retomar minhas tentativas de encontrar um tema. O fim de semana foi de descanso, mas o trabalho ainda nem começou...

Consegui realmente descansar. Só o fato de não ter uma obrigação imediata a ser cumprida já me deu um alívio. Ontem, saímos pelo bairro, fomos à feira orgânica, tomamos café na rua, fizemos compras para a semana e ainda preparamos pães de queijo para a festinha que fomos à noite. 

Depois de tantos anos sem conviver com gaúchos aqui no Rio, recentemente fomos a duas festas em que os participantes eram majoritariamente gaúchos. Foi ótimo!

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Quase no fim

Minhas aulas do doutorado se encerram nesta semana, mais especificamente na sexta-feira. Não vejo a hora de olhar no relógio e ver 12:00. Quando você começa um curso, fica animado para fazer mil atividades. Quando chega na nona disciplina... bem... a história muda um pouco de figura. Em resumo, tomara que nesses dois dias a inspiração em nível master desça sobre minha cabeça e eu consiga terminar esta última matéria com um pouco de dignidade.

Passamos um ótimo fim de semana em Campinas, onde moram vários amigos que gostamos muito.

Terminadas as disciplinas, finalmente vou poder me dedicar de corpo e alma ao meu tema de pesquisa. E que seja na semana que vem já! Hoje mesmo saiu uma matéria no Globo sobre o aumento da expectativa de vida. Já estamos em 74,6. Claro que isso é para quem nasceu em 2012 - e para aqueles que levarem uma vida relativamente saudável. De qualquer modo, pensando neste número, pode-se dizer que neste ano cheguei à metade da minha vida.

Ontem li uma matéria da Cristiane Segatto sobre vida saudável. Ou melhor, o inverso. O estilo de vida contemporâneo, que de saudável tem pouco - em diferentes sentidos.

Três colegas de mestrado passaram na seleção de doutorado do IBICT. Agora, já somos oito de volta.

Nesta semana, começam os festejos de fim de ano com a festa do trabalho. Depois, vêm os encontros com os colegas do mestrado, a turma da nossa "escolinha invisível" como diz o Claudio, os gaúchos todos que conhecemos em setembro...

Descobri vários blogs bacanas nas últimas semanas. Quando você pensa que os blogs estão morrendo, aparecem novos para provar o contrário.

domingo, 24 de novembro de 2013

Fim de semana de tempo fechado

Lá fora. Porque aqui dentro tivemos sol.

Neste fim de semana, passamos boa parte do tempo em casa, colocando coisas no lugar, separando o que é preciso ser estudado nas próximas duas semanas, categorizando as roupas para passar, preparando posts para o blog. Nos momentos em que estivemos na rua, foi para conhecer a feirinha orgânica que todo sábado se instala na esquina das ruas São Clemente e Muniz Barreto, para tomar café da manhã, comprar suprimentos rápidos e visitar a mãe do Claudio.

Sempre fico com pena dos turistas que vêm ao Rio e se deparam com tempo fechado. Para uns, é a viagem da vida. Lamentável vir ao Rio e não ver o Cristo - porque há dias em que ele simplesmente se esconde em uma nuvem.

Hoje fizemos um pão diferente, sem glúten. Compramos uma mistura para pão no Talho Capixaba. Ficou um pão pequeno, com gosto ao qual não estamos acostumados, mas gostamos. Creio que repetiremos a dose. Já li em vários lugares que o trigo não faz tão bem. Veremos com este teste se fará alguma diferença.

Nesta semana tenho duas viagens. Na terça-feira, vou a Uberlândia a trabalho. Na sexta, vamos a Campinas, por diversão. Grande expectativa com as duas, por motivos diferentes.

Estou pensando em começar a fazer drenagem linfática uma vez por semana. Cabe no meu orçamento e acho que me fará bem.

Ontem, fomos ao cinema bem tarde da noite. Fiquei impressionada com a movimentação dentro do cinema à meia-noite. Para quem não está acostumada a sair à noite, foi uma boa surpresa. Assistimos a Blue Jasmine. No começo, me deu uma preguiça, mas depois o filme foi ficando mais animado, daquele tipo que você nem percebe que está passando. De repente, chega ao final.

Amanhã fará oito anos que Claudio e eu nos encontramos pela primeira vez. :)

sábado, 23 de novembro de 2013

Garota Exemplar

Acabei de ler Garota Exemplar. Não gostei do final, mas analisando com mais distanciamento um dia depois, penso que talvez não houvesse outra saída. A autora poderia ir por um caminho que deixaria pelo menos metade dos leitores satisfeitos, mas não foi isso que fez. Resolveu, de certa forma, ser mais realista.

Não gostei do desfecho, mas gostei da leitura. É daqueles livros que você quer ler até o fim. Hoje dei uma olhada em vários comentários na web e, claro, há um pouco de tudo. Muitos disseram que não conseguiram ler até a metade. Eu não tive esse problema. Só não li mais rápido porque tinha outras coisas para fazer. Eu queria saber como tudo terminaria.

Para quem procura por um livro de virar noites, este pode ser uma boa opção. Para quem se revolta com finais que parecem preguiçosos, talvez seja melhor nem ler.

Eu gostei, achei bem escrito. Gosto de livros que te fazem querer parar de fazer tudo apenas para ler. Este foi um deles. Por isso, o recomendo.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Triste adeus às locadoras

Dia desses saiu uma matéria no Globo sobre o fim da Blockbuster. Apesar de eu mesma atualmente alugar menos de cinco filmes por ano, fiquei triste. Locadoras fizeram parte de boa parte da minha vida.

Os tempos são outros agora, mas lamento que lugares tão legais estejam chegando ao fim. Passei ótimas horas da minha vida escolhendo filmes.

Por morar em uma cidade bem pequena, comecei a ter acesso ao mundo dos filmes mais tarde do que gostaria. Em Esmeralda, não havia nem cinema tampouco locadoras. Pelo menos na minha infância.

Na adolescência, tive dois tipos de experiências. Ou três, se contar os filmes que de vez em quando o professor Fernando me emprestava. Só tivemos videocassete em casa depois da minha festa de 15 anos. A festa foi filmada e foi necessário ter o equipamento em casa para assistir à gravação. Já era 1991, mas, para mim, um novo mundo se abria.

Tão logo tive meu primeiro emprego, meses depois da aquisição do videocassete, comecei a pegar filmes em Vacaria. Aproveitava a consulta semanal no ortodentista para escolher duas ou três fitas, assim também podia ficar uns dias a mais com os filmes. Depois, pagava o cobrador do ônibus da manhã, o Leosés, para devolvê-los para mim. Dava certo, mas era um pouco caro para meu salário de estagiária.

Pouco depois, o seu Gerpes começou a ter uns filmes para alugar na livraria. Ele fechou algum acordo com uma locadora de Vacaria e tinha sempre uns 10 filmes disponíveis por semana. Um dos filmes que me lembro de ter assistido nesse período foi Dança com Lobos, no verão de 1993 – sim, o filme já nem era lançamento nem nada, mas eu não podia estar mais contente.

Quando me mudei para Caxias do Sul, demorei um pouco para convencer minha mãe, mas lá pelas tantas ela deixou que levássemos o videocassete para lá. Fiz uma ficha toda contente na Audiolar que ficava na Avenida Julio, pertinho da minha casa. Era uma locadora enorme!

O número de filmes locados aumentou consideravelmente depois que comecei a trabalhar no Pioneiro em 1995. Foram bons tempos.

Independente do lugar em que eu morei, sempre havia uma locadora por perto – e eu sempre me tornava sócia. Acompanhei a transição do VHS para o DVD quando já estava em Florianópolis. E, pouco tempo depois, do DVD comum para o Blu-Ray, já aqui no Rio.

Perto de casa aqui no Rio, havia várias locadoras. Eu já fui sócia de várias, mas não há mais nem uma aberta... É uma pena, pois ainda não há locadora on-line com um acervo completo.Se precisar encontrar um filme antigo de um diretor menos conhecido, sinceramente, não sei o que fazer.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Capturada por uma ficção

Há poucas coisas melhores neste mundo do que começar a ler um bom livro. Este não deveria ser um momento para me dedicar à ficção, mas talvez seja uma válvula de escape, sei lá... Só sei que comecei a ler Garota Exemplar e não consigo mais parar - mesmo que a história me cause um mal estar quando a leio à noite. Não é exatamente um livro leve. Não vejo a hora de descobrir o que há por trás do misterioso desaparecimento de Amy Elliot Dunne.

domingo, 17 de novembro de 2013

É melhor feito do que perfeito

Acabei de ler esta frase no blog recém-descoberto A casa que a minha vó queria. Adorei. Ela não poderia dizer mais sobre mim. Eu sou desse tipo que prefere uma coisa completa do que esperando para ser perfeita - e correndo o risco de nunca chegar a ser nada porque o perfeccionismo muitas vezes leva a isso, a lugar algum.

Sim, admiro quem consegue fazer tudo à perfeição, mas sempre desconfio - muito - de quem vive entoando frases-clichê do tipo "quando pego algo para fazer, faço direito". Sei lá, sempre fico achando que essas pessoas não vão terminar o que começaram. (Tá bom, confesso que tenho implicância com várias outras expressões dessa mesma linhagem.)

Gosto de organização, das coisas devidamente em seus lugares, mas tenho a sorte de não ter nascido perfeccionista. Vejo minhas amigas mais próximas gastando horas na psicóloga, tendo reações alérgicas ou até tomando remédios por não conseguirem dar conta dos compromissos, do que assumiram fazer. Não que não sejam competentes. Todas o são. Só que quase todas elas têm esse "defeito" da perfeição. Tudo precisa ser nota 10 em um mundo que nem sempre há tempo para se chegar ao máximo.

Eu sei que sou média 7 em praticamente tudo e consigo conviver bem com isso. Ainda bem!

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Anotações

Não posso dizer que sempre escrevi diários, mas a primeira anotação que fiz com esse pensamento foi em 1988. Eu estava escutando música dentro de uma caminhonete branca que meu tinha acompanhada de nossos dois gatos, o Dindim e o Pingo. Até 1991, fiz anotações esparsas. De 1991 a 1993, resolvi que anotaria tudo, ou quase. Foram vários cadernos com os mais variados tipos de anotações. Pouco tempo atrás trouxe tudo para o Rio, mas nunca tive coragem de folheá-los. Não se bem por quê.

Já nas anotações feitas aqui no blog desde 2007 volta e meia dou uma olhadinha. Gosto de olhar especialmente o que estava pensando no mesmo mês anos atrás. Fico admirada em ver que meus pensamentos não sofrem grandes alterações mesmo com o passar do tempo. Mais ainda que certas ideias são recorrentes. Talvez eu devesse prestar mais atenção nelas. Algo que está sempre presente é a felicidade por viajar. Esta é realmente a minha essência. Uma hora vou ter que me dedicar seriamente a isso.

Acho que isso me tornaria mais feliz - assim como uma dose de B12.

Livros, filmes e o tempo

Depois de um calorão de quase 40 graus, a temperatura caiu. O dia amanheceu ameno.

Sinto que estou quase chegando a minha questão de doutorado. Ela está a poucos passos, a poucas linhas. Ontem percorri mais algumas. Tomara que se complete no feriadão.

Nos três dias de pausa que terei, pretendo dedicar um aos estudos de doutorado, um para revisar os textos da disciplina que estou fazendo e outro apenas ao descanso. Parece-me uma boa medida.

Uma colega de trabalho vai passar uma temporada em Nova York. Basta ouvir falar em viagem, que já dá vontade de arrumar as malas. Ainda bem que já temos uma programada para janeiro.

Nesta semana, fará 8 anos que conheci o Claudio.
Naquela época, final de 2005, eu tinha outros planos para minha vida.
Por mais planejamento que desenvolvamos, sempre pode aparecer um (bom) imprevisto que nos faz mudar totalmente de ideia. Foi o caso.

Apesar de estar lendo e vendo filmes menos do que gostaria, nos últimos dias concluí a leitura de dois livros e ontem consegui ver um filme. Um dos livros, sobre minimalismo, comprei na Amazon e baixei diretamente no Kindle. Já escolhi qual dos que tenho lá será o próximo. Pretendo começar a leitura hoje.
Consegui avançar mais um livro no meu projeto de deixar em casa apenas aqueles que amo. Este era de um autor tcheco, que estava na estante há anos, eu o trouxe ainda de Floripa. Este livro - Nem santos, nem anjos - foi uma boa leitura, mas a história em si não tinha nada de mais. Mais um motivo para não querer que ele fique na minha estante fazendo número. Hoje de manhã, ao sair de casa, dei quatro livros para o Márcio, o nosso porteiro da parte da manhã que eu sei que gosta de ler. Entre eles, O caçador de pipas, livro que gostei muito na época em que li, mas que provavelmente nunca mais lerei. Achei a história bastante pesada e nunca tive coragem de ver o filme. Agora preciso ver qual será o próximo livro a ser lido antes de ser doado para alguém.
Vi ontem, ao longo do dia, o filme Minha mãe é uma peça. É um filme bobinho, mas engraçado. Nunca tinha visto nada do Paulo Gustavo, ator que volta e meia encontramos aqui pelo Rio.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Endereço: Mundo

Seguindo um pouco os costumes alemães, aqui no trabalho todo mundo traz comida para o almoço. Quem está mais liberado, acaba almoçando junto. Quando o chefe está viajando, transformamos a mesa de reuniões na sala dele em refeitório. Ele sabe, mas nunca reclamou.

Hoje estávamos conversando sobre ganhar na loteria. Uma das colegas falou que continuaria trabalhando. Eu e quase todas as outras falamos que não, que ganharíamos o mundo. Tão logo falei isso, uma das colegas me disse:

- Você iria viajar por aí para fazer matérias sobre viagem, né?

Sorri.

Ela não poderia estar mais certa. Se eu ganhasse na loteria, minha casa seria o mundo.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Conversas sem ponto final

Acabei de acessar o Le Vin au Blog e vi que o Claudio fez o upload do post sobre o vinho Punto Final. Ele foi bebido junto com a Milena e a Emília em encontro de final de tarde que entrou a noite em uma livraria qualquer de Botafogo. Era assunto que não acabava mais. Depois de sairmos do café ainda ficamos um tempo na frente na livraria, pois parecia ainda ter uma coisa a mais ser falada/ouvida.

São esses encontros que fazem a vida valer a pena. São neles que podemos compartilhar o que mais nos anima, aflige ou incomoda, sem precisar ficar medindo palavras.

Posso me considerar bem feliz, pois a vida volta e meia me reserva esses momentos. Vivi alguns na semana passada, quando reencontrei com algumas amigas em Florianópolis. É bom saber que o tempo não corroi as amizades – fiquei tentada a escrever as amizades verdadeiras, mas achei que seria redundante, pois as amizades que tenho são todas verdadeiras.

Em resumo, a vida que vale a pena é essa que inclui conversas sem pontos finais, apenas com pequenas paradas, para serem continuadas mais tarde – seja em algumas horas, seja em alguns anos.

domingo, 10 de novembro de 2013

Giro em Floripa

Na outra semana, fui a Florianópolis.

Eu havia visitado a cidade em 2011, na companhia de minha amiga Marie. Como ela nunca havia estado em Floripa, nosso tempo foi dedicado a conhecer pontos turísticos.

A penúltima vez, havia sido em 2009, com o Claudio – e a mãe, que foi nos encontrar lá.

Desta vez, a motivação para a viagem foi o Enancib, mas, com o passar dos meses de preparativos, acabou perdendo todo o espaço. Meu foco passou a ser as minhas amigas. Não poderia ter tomado decisão mais acertada.

Obrigada, meninas.