segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Luz que entra pela janela...

... clareia mais do que a sala, ilumina a alma.

É impressionante o poder de um dia claro, de céu azul e repleto do frescor de uma manhã de inverno (carioca).

Hoje eu tive uma agradável surpresa ao abrir a janela que fica na lateral da minha mesa de trabalho. Na semana passada todas as árvores da rua onde fica o escritório do DAAD foram podadas. Esperávamos por isso há pouco mais de um ano, pois toda vez que ventava forte os fios de energia batiam contra os galhos das árvores provocando barulhos assustadores. Pois bem, na semana passada finalmente Light e Comlurb realizaram o serviço. Agora eu consigo ver o Cristo Redentor da minha janelinha.

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Comecei a ler ontem à noite um livro chamado "O álbum". Segui lendo até a 1h e hoje de manhã ele foi comigo até a academia. Faltam apenas 24 das 237 páginas para eu chegar ao fim da bela história de Huck e Gabe. Tão logo eu termine de lê-lo, já sei para quem darei o livro.

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Acabei dormindo tarde ontem. Apaguei a luz, mas quem disse que o sono vinha. Acho que adormeci somente lá pelas 2h. Quando o relógio tocou hoje sem cedo, nem quis acreditar, mas forcei meu corpo a sair da cama e a caminhar até a academia. O livro mencionado logo acima foi o responsável por me tirar da cama. Nem vi o tempo passar.




quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Status: 100 páginas

Ufa! Acabei de enviar ao professor um segundo rascunho do texto da minha tese. Ainda precisa ser muito trabalhado, reescrito, burilado, ampliado, mas confesso que me deu um felicidadezinha chegar à página 100. Parece que agora vai dar certo, mesmo que eu saiba que ali está realmente uma versão que passará por alterações profundas. Consegui sistematizar de certa forma a ideia da pesquisa - pelo menos até a próxima reunião com o orientador. Alguns parágrafos da revisão bibliográfica já estão quase bonitos. Outros ainda precisam passar por um choque de coerência, mas melhor ter o que editar do que ainda não ter nenhuma linha, só planos na cabeça. :)

Importante nesta fase foi ter tirado três dias de folga do trabalho para me dedicar ao doutorado. Foram seis dias de total dedicação. Fiquei até com a sensação de que se eu tivesse a chance de me dedicar exclusivamente aos estudos a tese estaria pronta para defesa em dezembro. Não custa curtir esta ilusãozinha por uns dias. Foram dias ótimos à frente do computador, terminando de ler artigos baixados há meses, revisando o texto mais uma vez, dando mais uma ajeitada na normalização do texto, me arriscando a escrever algumas seções evitadas desde a qualificação e tomando coragem para buscar a população-alvo da minha pesquisa.

Muito ainda precisa ser feito. Ainda faltam mil coisas para chegar ao fim, mas acho que esses dias mergulhada no assunto me trouxeram o encantamento que estava faltando. Hoje, que voltei ao trabalho, fiquei contando as horas para retomar o texto. Isso nunca tinha me acontecido antes. Dá até um calorzinho no coração. :)

Que esta paixão siga firme e forte pelos próximos seis meses.

sábado, 8 de agosto de 2015

Leveza distante

Às vezes eu me sinto tão "pesada". 
Acredito que a vida seria muito mais fácil se eu a encarasse de forma mais leve.
Precisa ser um esforço diário e, como nos exercícios do pilates, de concentração. 

sábado, 1 de agosto de 2015

Sábado de atividades legais

"The more you learn, the more questions you have", escrevem Morville e Rosenfeld (2006, p. 264), em seu clássico Information Architecture for the World Wide Web. Eles complementam dizendo que é por isso que estudantes de doutorado às vezes levam mais de uma década para completar suas teses. Meio assustador.

Estou muito dispersiva, mas muiiiito. Estou há horas sentada à frente do computador, mas a cada 10 minutos me pego com o pensamento longe - e raramente sobre temas relacionados ao doutorado.

Hoje é sábado. Antes de iniciar os estudos, fomos buscar os produtos que comprados da Junta Local, grupo de produtores de comidinhas variadas. Fizemos o pedido pela web e hoje fomos lá pagar e pegar. O clima é muito legal, gostei. Alguns dos produtos já vamos provar hoje à noite. Neste momento estou tomando um chá de hibiscos delicioso.

Depois de passar no hortifruti para comprar umas frutas, fomos almoçar na Feira Planetária, outra ação bem bacana que já vem acontecendo na cidade há meses. É uma feira de food trucks que ocupa o pátio do Planetário uma vez por mês. Comemos comidinhas gostosas, tomamos chá gelado e para finalizar tomamos até um sorvete. Tudo muito bom. Como estava no início, tudo ainda estava meio vazio.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Férias dos outros

Esta semana foi bem cheia de atividades no trabalho. Normalmente meu dia a dia no trabalho é bem tranquilo. Somente tem algumas emoções quanto o humor da chefe está meio alterado. Como ela passa grande parte do tempo longe do escritório, os dias costumam correr de forma bem tranquila.

Nas últimas semanas, a agitação foi por conta das férias de diversas colegas. Eu assumi a função de uma e ajudei a atender as ocupações de outra. Como estamos no meio de uma seleção de bolsas, tive de fazer muitas coisas, mas foi ótimo. Acho que prefiro dias cheios a dias modorrentos. Claro que sempre depende das atribuições. Neste caso, eram atividades interessantes.

Na semana que vem todas voltam das férias e tudo retorna ao ritmo normal.

Neste fim de semana em casa estou animada com a perspectiva de adiantar algumas páginas da minha tese. Eu acho que ainda reescreverei tudo, mas é animador ver o número de páginas aumentar pouco a pouco.

Compramos ingressos para o show de Belle and Sebastian. Agora preciso treinar para que o show fique ainda mais interessante. Antes disso, vamos a uma noite do Rock in Rio. Estou bem animada, pois será minha primeira experiência no Rock in Rio. :)

O clima friozinho no Rio convida a ficar em casa.

Conversar com quem sempre olha o mundo pelo lado negativo é bem cansativo.

Estou tão cheia de planos para depois de março de 2016, que nem sei como vou encaixá-los todos nos meses que restam...

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Por ora o melhor é ficar em casa

Estou em Brasília, pensando que deveria estar em casa mergulhada nos meus estudos. Eu trouxe o computador e um livro para poder fazer algo por aqui, mas a verdade é que o dia de trabalho foi exaustivo e agora o que mais quero é ficar ouvindo músicas no YouTube. Ainda vou tentar fazer uns dois parágrafos, mas minha cabeça está já desligando.

Eu gosto muito de viajar. Uma noite em um hotel me traz muitas alegrias. Eu simplesmente gosto. Só que nas últimas semanas precisei ficar tanto tempo fora de casa... Isto tem me deixado meio preocupada, pois tenho apenas alguns poucos meses para terminar minha tese que ainda é um bebezinho. Ela ainda precisa crescer muito para se tornar madura para o dia da defesa.



quinta-feira, 9 de julho de 2015

De táxi

Hoje de manhã precisei ir aplicar uma prova de alemão no CEFET que fica lá perto do Maracanã. Resolvi ir de táxi, pois não me lembrava direito se o metrô chegava lá pertinho. Tão logo entrei no carro e o taxista me disse algo, pensei: "Engraçado, já conheço esta voz". Como ultimamente sempre pego táxi nesse ponto, não seria nada exótico pegar o mesmo carro duas vezes. E foi isso mesmo.

Logo depois de atender rapidamente a uma ligação, ele soltou um: "Não é fácil para um velho viver sozinho." Todas as histórias que ele havia me contado meses atrás, voltaram. A esposa morreu faz poucos anos e os filhos moram longe, um em Pernambuco e outra, em Londres. Eu me lembrava que ele sempre ia comemorar o aniversário em Recife no mês de janeiro e que o irmão é médico.

O que me impressiona na história deste homem é a falta que ele sempre da esposa. Argumentei que há muitas pessoas que passam pela vida sem conhecer ninguém interessante e que ele teve a sorte de encontrar alguém e ser feliz por muitos anos. "Quem nunca encontrou não sente esta falta porque nunca teve."

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Por aí e por aqui

Mais um semestre chega ao fim. Não vejo a tese se desenvolver. Neste segundo semestre minha vida será a tese. Ou é isso ou não precisarei entrar em 2016.

Fui a Brasília a trabalho. Depois emendei com uma viagem a São Paulo, que também alcançou Santana do Parnaíba e Campinas.

No sábado à tarde, enquanto o Claudio fazia um curso de pão, fui ao Museu da Língua Portuguesa. Não sei se foi pela minha ligação com a língua, que acaba sendo meu ganha-pão, mas fiquei emocionada várias vezes. É um museu para ser apreciado com calma e tempo. Fiquei muito feliz por tê-lo conhecido. Era um sonho antigo.

Como mulher, fiquei ofendida com este adesivo que criaram da Dilma para colar no tanque de combustível. Achei uma falta de respeito.

Dia de faxina não é meu dia preferido, mas é tão bom chegar em casa e ver tudo limpinho.

Hoje fiz exame de sangue. Espero que os resultados não sejam assustadores.

Ah, ontem fiz uma aula experimental de pilates. Gostei muito. Estou sentindo os músculos do abdômen até agora. Acho que será bom. Sigo com as caminhadas na academia. Vamos ver se isso traz o retorno que tanto desejo.

Caminhões de comida me deixam feliz. Hoje comi um crepe da Creperia Cliché.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Viagens e cartórios

Eu gosto de planejar viagens com bastante antecedência. No final deste mês vou ao Rio Grande do Sul. Inicialmente havia reservado um hotel para duas pessoas, mas como viajarei sozinha fiz a alteração da reserva dia desses. Economia de R$ 60 ao trocar o quarto duplo por um single.

Hoje, não sei bem por que, pensei em conferir minha reserva. Ao invés de ir direto na reserva, pensei: ah, vou ver se tem um hotel melhor pelo mesmo preço. Às vezes acontece. Qual não foi a minha surpresa ao ver que o quarto que eu havia reservado estava R$ 60 mais barato no Booking. A facilidade para reservar e cancelar ajuda bastante nessas horas. Fiz nova reserva, cancelei a outra mais antiga e tudo certo. Com os R$ 60 da diferença poderei ter um jantarzinho até melhor. :)

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Estou lidando há duas semanas com três cartórios - e o correio consequentemente.
Aliás, quando foi mesmo que começamos a perder a confiança nos correios?

No dia 1º liguei para o cartório 1, que me deu o endereço para onde teria de enviar um requerimento com firma reconhecida. No dia 2 coloquei a carta no correio. Até o dia 12 não havia chegado, sendo que o prazo dizia 4 dias úteis. Reclamei e a carta "apareceu" na caixa-postal do cartório. Quer dizer, a carta não, um aviso de que ela poderia ser retirada. Finalmente ontem, dia 17/06, a carta chegou ao destino.

Para o cartório 2 eu liguei no dia 2. Fui informada de que deveria enviar um e-mail solicitando as instruções - que eram as mesmas do cartório 1, mas eu só saberia disso quatro telefonemas e oito dias depois, quando finalmente responderam ao meu e-mail. Enviei a carta, que desta vez, ufa!, chegou rápido. Só que até agora o cartório não soube me informar se as certidões solicitadas já foram enviadas. Lá vou eu ligar novamente.

O cartório 3 não pediu requerimento, apenas um e-mail com a lista do que eu precisava. Responderam dando o valor, mas não onde depositá-lo. Depois de dois e-mails e uma ligação, consegui o número da conta e da agência. Fiz o depósito bem rápido e enviei o recibo, achando que no final daquela semana mesmo teria meus documentos. Nada.
Resolvi então ligar novamente, no dia 16/06.
- Olá, fulana. Estou ligando para saber se o dinheiro depositado chegou à conta de vocês. Enviei o comprovante por e-mail.
- Hoje ainda não abri meus e-mails ainda. Quando foi que você enviou?
- Na terça passada (ou seja, dia 9/6).
(Silêncio)
- Ah, tá, ainda falta digitar uma certidão. Amanhã mesmo te enviamos tudo.

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Agora só me resta torcer para que realmente mandem e que isso chegue ainda dentro do meu prazo, que se esgota no dia 26.