Este blog já se chamou Cenas do Rio na época em que morei no Rio de Janeiro. O título nunca fez muito sentido, pois o Rio acabou nunca sendo o tema principal. Acho que o novo título, Uma vida em vários cenários, tem mais a ver neste momento. :) O endereço, porém, por ora, continuará o mesmo.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
O bloco passou
O Carnaval chegou ao fim. Quer dizer, não no Rio, onde até domingo ainda haverá blocos pelas ruas. No resto do Brasil, a semana termina em ritmo lento, mas com todo mundo se preparando para dar continuidade aos projetos que estavam meio parados.
Sigo trabalhando no texto da minha tese. Aos poucos, as páginas vão aumentando. Esses dias achei um tesouro. Em uma pilha de papéis que eu pretendia escanear - de disciplinas antigas -, encontrei vários textos que poderão ser muito úteis na redação de um capítulo da tese. Eu me dedicarei a eles neste fim de semana.
Hoje tive que ir ao banco Itaú, na agência do Botafogo Praia Shopping. Ela tem um horário diferente, abrindo só às 12h. Como cheguei mais cedo, tive que esperar. Se há algo que me tira do sério é atraso. Não sei se isso ocorre todos os dias, mas hoje as portas só foram abertas às 12h05. Se eles fazem isso todos os dias, em um ano roubam 20 horas de atendimento aos clientes. Enquanto eu e mais meia dúzia esperávamos ansiosos para entrar, a faxineira e os guardas conversavam animadamente do lado de dentro. Detalhe é que a área dos caixas automáticos estava imunda. Mas quem se importa, né?
Para me distrair um pouco dos textos acadêmicos ou técnicos que tenho lido, ontem escolhi um livro em minha estante. Fazia anos que o havia comprado, mas nunca tinha lhe dado uma chance. Chama-se "Es ist nie zu spät für alles", algo como "nunca é tarde demais para tudo". É uma história bem levinha, ideal para relaxar. Ontem consegui ler 84 páginas, o que me deixou bem feliz. Claro que o fato de ser uma linguagem bem coloquial ajuda muito, mas quem sabe depois dele me animo a ler em alemão outros livros um pouco mais pesadinhos que também me aguardam ansiosos na estante.
Gostaria de fazer um post sobre Punta del Este, mas ando tão preguiçosa. Só não tenho preguiça para planejar uma nova viagem. Para isso estou animada na mesma hora, o que me faz pensar que não padecemos de falta de tempo, mas de falta de vontade para realizar certas coisas. Não conheço ser humano que seja realmente sem tempo.
Depois de quase oito anos de espera, nesta semana fizemos crepes/panquecas em casa. Que coisa mais boa! Compramos foi queijos diferentes para o recheio. A combinação de ementhal com gruyère
ficou excelente!
Hoje esqueci meu celular em casa. Isto é tão libertador. :)
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
GRANGO AMILANESA
A primeira foi ao comprar o almoço para a nossa faxineira na casa de sucos da esquina. Normalmente é o gerente que me atende, mas hoje foi uma funcionária. Falei que queria encomendar o almoço para a uma hora. Ela me lançou um olhar de desamparo, mas pegou o bloquinho para anotar. Se posicionou e começou a escrever "GRANGO AMILANESA". Na hora de anotar a hora saiu um "nr 1.00".
O fato de ela não perceber que escreveu errado nem foi o que me chamou a atenção. O que me deu uma baita tristeza foi o tempo e o esforço que ela precisou fazer para conseguir anotar meia dúzia de informações. No final, paguei, pedi para ela anotar no papel que estava pago, mas sai achando que vão chegar lá em casa e pedir o dinheiro.
A segunda cena foi quase chegando ao trabalho. Havia uma senhora meio perdida, perguntando sobre determinada rua. Expliquei para ela e ouvi ela reclamar que cada pessoa lhe dava uma informação diferente. "Estou vindo do metrô e me falaram para entrar à esquerda." Ela havia entrado à direita... Nunca chegaria ao destino. Voltei até a esquina e falei que sim, ela deveria entrar à esquerda, mas lá adiante. Espero que tenha conseguido chegar...
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Fragmentos de um começo de mês
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| Vista do Parque da Cidade, em Niterói |
Comecei hoje a leitura de mais um livro durante a sessão na academia, o quinto.
As minhas leituras andam tão início dos anos 2000... Harry Potter, Marian Keyes. Livrinhos que salvaram minha vida no começo do milênio.
A movimentação começa bem cedo para várias pessoas. Há sempre muita gente se deslocando às 6h e pouco aqui no meu quadrado. Às segundas, a movimentação é um tanto mais intensa por causa da feira livre.
Ainda chegarei a alguma segunda-feira com mais de R$ 5 na carteira. Só me lembro de que deveria ter ido ao banco quando passo pela feira.
Eu não estava tão cansada hoje de manhã, mas agora me deu um sono daqueles. Já estou em meu segundo café. Acho que terei um dia longo.
Depois de dois fins de semana de passeios, nas próximas quatro semanas pretendo ficar bem quieta em casa. Tenho que entrar no mês do meu aniversário com boa parte da minha vida acadêmica resolvida. Preciso muito disso, pois durante 15 dias de setembro farei três viagens e só terei tempo para coisas de trabalho.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Pelo caminho
Na Arte dos Sucos, o movimento já é intenso. Em tempos de colégio, meninas lotam as mesinhas do lado de fora. A calmaria toma conta nesta época de férias.
Logo em seguida, preciso tomar decisões.
Há pelo menos três possibilidades de caminho para sair deste cantinho de Botafogo.
Se vou pela Assunção, vejo empregadas passeando com cachorros. Alguns já são meus velhos conhecidos. Gravo mais os cachorros do que as empregadas, devo confessar.
No pé-sujo da esquina, a atenção concentra-se na televisão que passa notícias. Na loja ao lado, de materiais de construção, a gatinha siamesa sai para a primeira caminhada do dia.
Um dia preciso almoçar no Bar do Esteves. Há quanto tempo planejo isso? Nem me lembro mais.
O lado esquerdo da Marquês de Olinda em direção à praia tem as melhores sombras. Por que será que a calçada precisa ser tão estreita?
Não entendo pessoas que atravessam no vermelho para depois continuarem o trajeto como se fossem lesmas. Deve ter a ver com esta nossa mania eterna de querer demonstrar esperteza.
Quando sigo pela Bambina, é porque tenho segundas intenções. Depois de algumas passadas, entro no Zona Sul. Há pelo menos quatro pessoas que sempre vejo por ali tomando café. Um deles sempre come muitos pães puros - hoje foram três! - enquanto lê o jornal e bebe uma coca-cola zero. Com essa dieta, pode-se imaginar o perfil.
Na mesa redonda, o casal conversa animadamente com aquela senhora macérrima, cheia de tiques. Volta e meia alguém comenta em tom de tristeza: "ela era tão inteligente quando nova". Sempre fico pensando o que pode ter acontecido. Um dia ainda vou perguntar, mas tenho medo de estabelecer uma relação, não sei por quê.
Pela Marquês de Ouro Preto, acompanho o movimento na porta do colégio, onde vez ou outra uma criança faz alguma cena. Atravesso no sinal, como sempre. Sigo até a praia sentindo o cheiro da padaria que foi reformada há pouco e o da pastelaria dos chineses. Dali sempre sai um cheiro azedo.
O sol me pega na praia.
Por ali sigo, suando.
terça-feira, 29 de março de 2011
quarta-feira, 31 de março de 2010
segunda-feira, 2 de março de 2009
Domingo no Maracanã
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Rojões?
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Ruas de Botafogo
domingo, 21 de outubro de 2007
Botafogo no Engenhão
Estava há várias rodadas sem ganhar. Fora de brincadeira, o time precisava que eu fosse assistir a partida para voltar a ganhar. Eu falo isso, de nariz empinado, porque nunca vi o Botafogo perder. Estou invicta no Maracanã e no Engenhão agora. Claro que tudo pode mudar, como já aprendi. Há semanas, o Botafogo estava em primeiro no campeonato. De repente, pego por uma onda ruim, foi só descendo na tabela. Nunca acompanhei futebol de perto e fiquei bem impressionada.
Ainda mais depois que o Cuca saiu do time. Apesar de o Cuca ter jogado no Grêmio, eu gosto muito dele, como grande parte da torcida alvinegra. Ainda bem que ele voltou. Agora, espero que o time volte a ser aquele do início do ano, quando só ganhava. Ruim é que alguns dos melhores jogadores está pensando em sair, o Juninho parece que já está certo e o Dodô já anunciou também. Como tenho pouca experiência nessa história de futebol, isso me apavora um pouco.
Comecei a gostar do time com os jogadores que estão ali e vai ser difícil superar a separação, mas acho que é assim mesmo, né? As pessoas gostam do time, independente dos jogadores. Lúcio Flávio, Leandro Guerreiro, Dodô, Juninho, Zé Roberto são os primeiros jogadores de time - e não da seleção, que não mais fáceis de serem conhecidos - que eu consegui guardar o rosto e o nome. Fora o Julio Cézar, mas este, de uns tempos para cá, passei a ter receio. Se a bola se aproxima do gol, sinto um gelo na barriga... de medo.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Fiametta
sábado, 15 de setembro de 2007
Praia de Botafogo
Praia de Botafogo, vista do alto do Cristo
A vista lá de cima do Corcovado é bela. Neste dia, estava meio nublado, mas mesmo assim dá para se ter uma idéia de como é. Por pouco, daria para ver onde eu moro, mas ficou escondidinho no canto esquerdo. A foto foi feita em janeiro, quando a Márcia e o Jacy vieram para cá e fomos até o Cristo de trenzinho.
Livro novo e dor de garganta
Eu não sei explicar bem o porquê, mas tenho uma quedinha por dias nublados. Obviamente, eu adoro os dias de sol, mas sinto uma tranquilidad...
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Hoje estou em Vitória, Espírito Santo. Esta é a segunda vez que venho passar um dia aqui, mais especificamente um dia no campus da Universid...
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Hoje li isso no blog da Rita : praticar exercícios deveria estar no mesmo nível de atividades como comer e dormir em termos de ‘compromisso’...
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Em dezembro de 2011, viajamos de Porto Alegre até Colônia do Sacramento de carro. Foi uma ótima experiência. A viagem é muito tranquila. ...

