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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

Anotações curtas

Viagens:

 

Eu não fiz uma conta superprecisa, mas calculei que no ano passado dormi pelo menos 90 noites em hotéis, albergues ou visitando amigos. Praticamente três meses de viagens. Quando comecei a contar, não achei que seriam tantos dias.

 

Ano passado estive em 11 países: Alemanha, Áustria, Estados Unidos (escala), México, França, Bélgica, Países Baixos, Itália, Brasil, Argentina (apenas atravessei a fronteira para ir ao parque das cataratas) e Suíça. Tirando o México, todos países em que eu já havia estado. Neste ano, gostaria de visitar alguns novos. Vamos ver como será.

 

Planos tenho muitos, mas provavelmente começarei com o Brasil mesmo.

 

Cabelo:

 

Depois de várias tentativas frustradas, estou conseguindo lavar meu cabelo a cada dois dias. Por muitos anos da minha vida, se eu fizesse isso, ficaria com o cabelo oleoso assim que pisasse para fora de casa. Agora, há dias e dias, mas, no geral, está dando certo.

 

Aliás, meu cabelo está enorme – especialmente em comparação com os últimos dois anos, quando ainda estava bem curtinho após ter caído completamente.

 

Estou pensando em deixar crescer até eu não aguentar mais. Vamos ver como ele se comporta. Agora, os cachos aparecem quando não uso o secador. Parece ter mais volume, mas na frente ainda é mais ralo. Como era antes de cair. Eu tive um momento de esperança quando ele começou a crescer, mas não demorou a ficar parecido com o que era antes.

 

Mudança:

 

Um pouco inspirada pelo meu mapa solar, neste ano, ou melhor, já no final do ano passado, resolvi arriscar um pouco. Resultado: haverá muitas mudanças em 2025.

 

Estudos:

 

Nem eu mesmo acredito quando vejo que o curso de Data Librarian que fiz em Colônia já passou. Foram nove meses que demoraram para passar, mas que ao mesmo tempo passaram voando. O curso terminou em setembro. Desde então, tenho me dedicado a aprender sobre vários outros assuntos ligados à tecnologia. Atualmente, estou terminando um curso de banco de dados. Estou bem empolgada, apesar da falta de tempo para me dedicar como gostaria.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

E um mês já se foi

Ontem escutei que o que passa nao é o tempo e, sim, nossa vida. Seja como for, fato é que já estamos em fevereiro. 

Janeiro foi bem aproveitado, caminhando pelo menos 60 mil passos por semana, tomando muita água e chá, viajando (conseguimos fazer duas viagens de fim de semana), passeando pelos arredores, bebendo e comendo bem. 

Quando o ano comecou, eu estava resfriada. Evitei vir de bike pro trabalho por achar que seria mais agressivo para meu corpo do que vir caminhando. Acabei deixando a bicicleta de lado nas últimas quatro semanas. Um pouco também porque meu plano de saúde tem um desafio no aplicativo de caminhar 60 mil passos por semana. Algo que tentei fazer já no ano passado, mas sem êxito. Agora deu certo! 

Já estou quase fechando a quarta semana. 

Isso deve proporcionar algum benefício ao coracao, como pontuou uma amiga. Também acho, apesar de nao notar grandes mudancas. Estou feliz com a pequena conquista. Sinto falta de andar de bicicleta, mas estou curtindo as caminhadas. Percebe-se muito melhor o caminho a pé. 

 *** 

Nesta semana, ouvi pela primeira vez passarinhos cantando de manhazinha. Fiquei feliz com a perspectiva da chegada da primavera. 

*** 

Estou achando o inverno meio fraco neste ano, mais quente. Apesar de termos dias com temperaturas perto do zero, lembro que no ano passado teve mais neve. Nem reclamo, pois se estivesse nevando, nao conseguiria fazer meu trajeto a pé. 

*** 

A aula de natacao foi boa. Somos muitos agora, mais de 10, o que causa um pouco mais de confusao na piscina. No final do outro curso, éramos somente quatro. Tínhamos mais atencao do professor. Hoje tem aula de novo.

sexta-feira, 5 de março de 2021

Vida segue

Eu já perdi as contas de quantas vezes já voltei às aulas de inglês. Pois agora voltei de novo. Foi num impulso. Uma amiga fez uma recomendação no Instagram, imediatamente escrevi para a professora, que respondeu também de imediato. Marcamos uma primeira conversa, gostei e marcamos as aulas. Duas horas por semana, com o compromisso de eu estudar por conta pelo menos duas outras horas na semana.

Eu aprendi a beber chá nos últimos anos. Antes, bebia de forma esporádica e sem apego. Agora, me pego gastando longos minutos na seção de chá do supermercado. Meu paladar foi se transformando. Inicialmente gostava dos chás vermelhos. Agora parece que os de ervas me agradam mais, camomila, hortelã. Ainda não estou tão avançada para gostar de chá de sálvia, mas, quem sabe, no caminho. Beber um chá agora significa ter uns minutos de (mais) introspecção, de colocar os pensamentos em ordem. E também porque é ótimo em dias frios para aquecer as mãos e a garganta.

Outra mudança desde que moro na Alemanha tem sido me aventurar mais na cozinha. Não é que eu prove receitas mirabolantes, nada disso, mas passei a cozinhar receitas básicas com mais frequência e a raramente comprar comida pronta. Acho que como mais quando cozinho, mas tirando isso tem sido uma ótima experiência. T. é bem parceiro e como também é bem amador, como eu, nos entendemos bem nas nossas pequenas cozinhas.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Semana corrida

Ontem à noite, fiz uma apresentação on-line para os colegas do curso de Biblioteconomia da UCS. O título "Atuação bibliotecária no exterior" prometia mais do que eu efetivamente mostrei, mas isso é o que dá quando se tem que entregar o título com muita antecedência, sem ainda ter terminado a apresentação em si.

A experiência é sempre bacana. Esta foi a terceira vez que participei - foi a quarta semana acadêmica. A primeira vez, ainda como aluna, foi presencial. As outras duas, a distância. Confesso que este último formato me agrada bastante - apesar de eu ser uma pessoa que desde a tenra idade não gosta de falar ao telefone e muito menos de fazer ligações de áudio.

Acho que a do ano passado, sobre pós-graduação na área de Biblio foi mais útil, mas talvez uma ou outra ideia passada na de ontem sirva para algum colega futuramente.

***

Nesta semana estou fechando um frila. Claro que tinha que coincidir com alguns compromissos que havia marcado há semanas. Na quarta, por exemplo, fiz um curso de culinária (mediterrânea). Como já havia pago, não quis jogar o dinheiro fora. Iria ganhar pelas horas trabalhadas no frila, mas seria então apenas para compensar o gasto com o curso. Decidi ir fazer o curso e terminar o frila até hoje. Quem me contratou sabia que faria o trabalho apenas nas minhas horas de folga - e, sendo assim combinado, aqui na Alemanha ninguém fica cobrando.

O curso de culinária foi ok. Acho que não gostei muito do formato. Todo mundo ajuda e faz tarefas diferentes no começo, como fatiar legumes, cortar cebolas (o que me ofereci de pronto para fazer, porque estou acostumada e nem choro mais). Só que à medida que esse trabalho vai sendo concluído, já começa-se a cozinhar efetivamente. Se você ainda estiver envolvido na sua tarefa, perderá a explicação, pois a cozinha é grande. Sei lá se consegui pegar muita coisa. De qualquer forma, hoje vou fazer a massa simples e gostosa que aprendi no curso.

***

Consegui vir duas vezes para o trabalho de bicicleta nesta semana. Na segunda ida e volta. Na terça, vim de bicicleta, mas somente ontem voltei. Nas outras noites, tinha compromissos no centro e achei que ficaria muito tarde para voltar de bike. No final, ainda estava claro e daria para ter ido. Mesmo se estivesse escuro daria para ter ido, mas também tenho que usar meu caro cartão do ônibus. Hoje preciso resolver umas coisinhas no centro, então resolvi vir de busão mesmo. Quando venho de bike, acabo não passando pela região central, ando pela outra margem do rio Neckar.

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Ah, o verão...

Como se ignorando mudanças climáticas e restringindo-se apenas ao calendário, o verão chegou faz apenas uns poucos dias a Heidelberg. E chegou com tudo!

Fiz uma viagem no feriadão e quando voltei na segunda-feira, ao desembarcar em Frankfurt, levei uma lufada de ar quente na cara. Foi bom, porque já estava meio cansada do ar fresquinho.

Ontem fez uns 35 graus. Hoje a previsão é chegar quase aos 40. Vamos ver. No trabalho, não precisamos seguir o horário obrigatório. Se a sala ficar quente demais, podemos ir embora. Tirando a parte onde ficam os livros, que é geladinha o ano inteiro, as salas aqui no instituto têm somente calefação, mas não ar condicionado.

A aula de italiano ontem foi quase ao ar livre. A troca de mensagens começou já no meio da tarde, muitos dizendo que estava muito quente para estudar. Organizamos o plano de convencer o professor a fazer a aula em outro lugar. A sala não tem ar condicionado e quando as janelas ficam abertas é difícil ouvir o professor. Como faltam só três aulas para as férias de verão, o professor topou rapidinho. Fomos para um bar ali perto, que fica no clube de remo. Foi ótimo. Claro que fizemos muito pouco de italiano, mas nada como sentar-se para bater papo e conhecer um pouco melhor os colegas.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Io vado in bicicleta

Aprendi essa frase no fim de semana, durante um curso rápido de italiano.

E, sim, agora tenho uma bicicleta "nova". Bom, nova ela nao é, mas é recém-comprada. Hoje completamos uma semana juntas e foi a segunda vez que vim ao trabalho com ela. Foi mais fácil do que na primeira vez, mas nao com menos emocao. Hoje parei numa das pontes para fazer uma foto (o amanhecer estava lindo!) e no meio do caminho perdi a tranca e fui avisada por outra ciclista. Tive que voltar, mas melhor assim do que chegar ao trabalho e só entao me dar conta de que a havia perdido.

Apesar de velhinha, a bicicleta está funcionando bem. Curiosamente, a acabei comprando-a de um brasileiro, que fez uma estadia de pesquisa aqui no instituto. Foi ótimo, pois ele me explicou os detalhes da bike em português. Meu plano agora é submetê-la a uma revisao e deixá-la mais bonita. Só tenho que descobrir onde comprar uns acessórios mais bonitos. A buzina nova, já escolhi. Da Pilones, em forma de gatinho. :)

Ontem fui ao curso de italiano de bike e me senti tao livre por nao precisar esperar o ônibus. E ainda me senti feliz por estar me movimentando um pouco. Já que ando meio parada, acho que será uma forma de nao ficar tao sedentária. Claro que vir o inverno me limitará um pouco, mas estou confiante de que terei oportunidades de usar a bicicleta mesmo nos dias mais frios. Aos poucos vou pegando a manha da quantidade de roupa que tenho que colocar. No primeiro dia em que vim ao trabalho de bike quase morri de calor. Hoje, que está mesmo mais quente, vim com menos roupas. Passei um calorzinho, mas já foi bem mais adequado. Também senti menos cansaco ao longo do trajeto. Como disse um colega, entramos em forma (no sentido de nos acostumarmos de novo a andar de bike)... andando de bicicleta.

sábado, 12 de agosto de 2017

Voltei

Faz 13 diz que voltei, mas, por tudo que já fiz, parece que foi bem mais.

Desde que voltei, já me encontrei três vezes com minhas amigas do antigo trabalho. Estávamos com saudades. Não do antigo trabalho, mas de nossas conversas animadas. Foi tão bom!

Também já consegui fazer um jantar para as colegas queridas do mestrado, coisa bem difícil de marcar nos últimos tempos, mas separamos uma data na agenda com bastante antecedência e deu certo.

No dia 1º comecei meu estágio supervisionado na biblioteca do Museu Nacional. Tão bom! Eu me sinto muito à vontade em uma biblioteca.

Eis que nesta semana surgiu outra oportunidade e comecei um estágio voluntário na Biblioteca Nacional. Imagina minha felicidade!

Agora estou com a manhã e a tarde ocupadas. Depois do trabalho tento adiantar os estudos das últimas duas matérias que estou cursando. Quero ver se já vou escrevendo o relatório também até o dia da prova em Caxias, que desta vez será no di 16 de setembro.

sábado, 22 de julho de 2017

(Pequenas e grandes) alegrias

O dia amanheceu ensolarado em Stuttgart hoje.

No tempo preciso, completei meu cartão de fidelidade na padaria vizinha e pude tomar um último café com leite de graça. Sim, eu adoro cartões de fidelidade, que, por mim, poderiam se chamar cartões de felicidade. Foi isso que senti quando a mocinha me entregou o copo.

Café deve ter sido, disparado, o produto em que mais "investi" meu dinheiro aqui na Alemanha. Dos 162 dias por aqui, não é exagero dizer que em pelo menos uns 120 comprei café fora de casa, o que em cálculos bem superficiais significa pelos menos uns 250 euros. Foi meu pequeno luxo.

Porque sou uma menina comportada (quando poderei deixar de ser?), o zelador do alojamento estudantil permitiu que eu retirasse a caução antes mesmo de deixar o prédio. Ontem quando veio vistoriar o apê, falou algumas frases em italiano - meu nome costuma inspirar as pessoas a fazerem isso, apesar de meu Rafaela não ser muito italiano. Ele me contou que, sendo romeno, quando vai a Itália de férias, costuma entender muita coisa. Herr Kiss adora uma prosa.

Ter ido essas duas vezes a Itália foi bem significativo. Gostei de me sentir bem neste país, que agora também é meu. Melhorar o italiano é uma meta.

Hoje irei me despedir da Biblioteca Municipal de Stuttgart. De tudo, será do que sentirei mais falta. Foi muito bom ter essa sorte de vir morar bem aqui. Considero como um verdadeiro privilégio ter tido acesso a essa biblioteca. Quem dera, todos nós tivéssemos essa oportunidade.

terça-feira, 7 de março de 2017

Leveza, pelo menos por um instante

Hoje fui invadida por um sentimento tão bom.

Não sei se foram os brotinhos que começaram a aparecer nas árvores e arbustos (que observo com atenção especial), a prova de alemão que não foi muito difícil, a conversa boa com o professor de biblioteconomia da HdM ou o simples fato de estar realizando (finalmente) o sonho de fazer um intercâmbio, mas o dia está terminando de forma diferente dos outros dias.

Hoje acredito até que a dor, que se instalou em mim há quase um ano, vai passar.

O dia foi cheio de emoções. Começou com um café de boas-vindas na Hochschule der Medien. Conheci a Mariana, minha buddy, ou seja, a pessoa na universidade que se voluntariou para me ajudar com as coisas do dia a dia na Alemanha. Descobri que ela também é jornalista.

Depois fui conversar com o professor responsável pelos alunos estrangeiros. Seremos só eu e um francês neste semestre como alunos estrangeiros. Talvez façamos uma disciplina juntos. Eu tinha feito uma tabela com meus desejos. A maioria poderei cursar. Duas ainda dependerá dos professores, mas estou feliz por já ter uma ideia da minha programação no semestre.

Nem tive muito tempo de comer ou pensar antes de correr para a aula de alemão. Hoje ainda tínhamos prova! Quando cheguei, meu colega iraniano me olhou de forma desesperada. Ele é ótimo falando e se expressando em alemão, mas a parte escrita não é muito seu forte. Somos o oposto. Eu posso escrever muito melhor do que falar. Acabamos ajudando um ao outro.

No final da aula, minha barriga roncava tanto! Sai rápido da aula e resolvi me proporcionar um jantar. Escolhi um pequeno italiano perto de "casa". Eu era a única pessoa no pequeno restaurante. A comida estava deliciosa.

Para fechar o dia, tarefas de casa, um pouco de leitura do livro que peguei na biblioteca pública e descansar, pois amanhã o dia será novamente cheio.

:)

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Hora de apertar novamente no play

A Copa do Mundo 2014 está quase chegando ao fim.
Neste ano cheio de pausas, estamos prestes a apertar novamente no play.

Durante este mês de copa, muitas coisas aconteceram. Meu trabalho mudou de endereço (ficando ainda mais perto de casa), a academia abriu uma filial do lado do trabalho (e de casa), o querido tio Roberto nos deixou, a seleção do Brasil nos deu e ainda dará alguns sustos, o Pequeno Dicionário de Futebol ficou pronto e foi disputado, viajei para Caxias do Sul e obtive ótimos resultados em uma nova empreitada. Vários tipos de ocorrências, vários tipos de sentimentos.

Julho vem cercado de altas expectativas. É o mês em que terei de dar um rumo à minha trajetória como doutoranda. O caminho já está definido, mas, como diz meu orientador, ainda é necessário ver qual sentido será trilhado. Como se isso fosse bem fácil...

Detalhe da Igreja de São Pelegrino
Biblioteca Central da UCS
Sábado de manhã bem cedo na UCS
Depois dos compromissos do dia, uma sopinha de agnolini para esquentar




terça-feira, 27 de maio de 2014

Voltando à realidade

Depois de praticamente um mês afastada das atividades cotidianas, tenho me visto bastante envolvida no que havia deixado em suspenso.

Logo que voltei da viagem, já tive que mergulhar de cabeça nas responsabilidades de um novo projeto que assumi. É quase um projeto de vida, de tão intenso que começou. Agora, já está tudo mais tranquilo.

Consegui até retomar meus levantamentos preliminares do doutorado, que estavam deixados de lado de verdade, bem no final da pilha. Aos poucos, o interesse vai voltando, assim como as ideias. Continua doloroso.

Com raras exceções, minhas noites têm sido à frente do computador, mas isso não tem sido pesado, pois a percepção é de que a produtividade é bastante boa.

Da academia, dei um tempo, quer dizer, achei uma desculpona. Desde a volta das férias, fui uma única vez, ainda mais depois que descobri que vai abrir uma filial da Smart Fit a 5 minutos de casa - e não vou mais caminhar 16 minutos como fazia até então. Para a notícia ficar ainda melhor, o valor da mensalidade é 30 reais menor. Pulinhos de felicidade também gastam calorias.

Eu estava mesmo precisando de uma mudança na minha vida. E eis que ela chegou assim. Para completar, meu trabalho finalmente vai mudar de endereço. O contrato ainda vai ser assinado nos próximos dias, mas se tudo der muito certo, também não precisarei me deslocar mais do que 5 minutos para chegar até o DAAD.

Sim! A academia e o trabalho serão vizinhos. Às vezes nem acredito que isso seja verdade... Junho será um mês de mudanças literais.

Nas minhas horas de estudos tenho feito muitas anotações à mão. Minha nossa, como é difícil! Nunca achei que perderia o jeito, mas parece que minha coordenação motora para a escrita encolheu. Mas estou confiante de que pegarei o jeito de novo.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Organização

Tenho lido bastante sobre organização, simplificação da vida e desapego desde o segundo semestre de 2012. De lá para cá, já conseguir evoluir bastante nesses temas.

 Em novembro de 2012, eu já planejava fazer o curso da OZ sobre organização. Demorei um ano para realizar este desejo, mas consegui em fevereiro passado.

Gostei do curso. Aprendi boas técnicas de organização, mas creio que muitas das informações repassadas no curso eu poderia ter obtido na web. Claro que no curso tudo é oferecido de forma esquematizada. Em casa, eu teria que pensar sobre o que estou querendo aprender e partir para a busca.

O curso é bastante focado em quem está a fim de trabalhar como organizadora profissional. Neste caso, além de aprender sobre negócios, o certificado da OZ é fundamental, pois é a empresa referência em formação no momento.

Para quem quer simplesmente se organizar, como é o meu caso, talvez o investimento seja alto demais.

De qualquer modo, fiquei feliz em fazê-lo. Especialmente porque tenho outro projeto ligado à organização, e esse curso acabou servindo como uma base para o que pretendo fazer daqui a pelo menos quatro anos.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Vidinha que segue

De amanhã até sábado farei o curso de organizadora profissional da OZ. Estou bem animada. Faz tanto tempo que não faço um curso sobre algo diferente. Acho que é isso o que está me animando mais. Claro que o assunto me interessa bastante. Arrumar coisas sempre foi um passatempo que me agradou, acho que sempre funcionou como uma válvula de escape. Faz pouco mais de um ano, eu acho, que comecei a ler o blog da Thais Godinho. Eu que já tinha mania de me desfazer de várias coisas, passei a olhar cada objeto de forma diferente. Preciso mesmo ter tudo isso? Nunca fui acumuladora, mas agora sou ainda menos apegada às coisas. Uma experiência que me fez notar isso foi quando a Air France perdeu minha mala na última viagem. Só senti falta do que tinha realmente um valor emocional. No mais, poderia continuar vivendo muito bem sem o resto das coisas.

Aliás, diminuir a importância das coisas em minha vida tem me parecido fundamental. Neste ano ainda não comprei nem uma roupa ou sapato. Ainda estou com o dinheiro que ganhei da mãe do Claudio de Natal guardado, esperando encontrar algo que realmente precise. Notei que preciso de pouca coisa. Tenho roupas e sapatos suficientes, livros que renderão leituras para mais de ano e cremes que não conseguirei gastar até a próxima viagem. Por opção também estamos cozinhando mais em casa, saindo menos. Uma opção que rende uma boa economia, pois os preços no Rio estão completamente fora da realidade. Quando chegamos de viagem de Porto Alegre pedimos uma pizza em casa e pagamos R$ 69 reais. Claro que a pizza era realmente de qualidade, mas acho que o preço é um pouco exagerado para apenas uma pizza.

Algo que consegui diminuir um pouco, mas ainda não da forma como gostaria é o vício de ficar consultando Facebook, Instagram e Foursquare várias vezes ao dia. Sei que isso me rouba tempo precioso, que eu poderia dedicar aos meus estudos, por exemplo. É algo a ser melhorado. Pelo menos parei de postar loucamente, como estava fazendo até um tempo atrás. É legal ficar sabendo o que tem feito meus amigos. Ao mesmo tempo me deixa tão incomodada ver como alguns contatos reclamam da vida, ficam postando frases sobre atos que eles mesmos não têm condições de colocar em prática ou se expõem gratuitamente de forma um pouco constrangedora às vezes. Acho que deveria controlar de forma mais forte minha curiosidade.

***
Toda vez que alguém morre, seja alguém próximo, seja um desconhecido, como foi o caso do cinegrafista atingido pelo rojão, sempre me vem o pensamento do quanto devemos aproveitar nossas vidas hoje! Sou daquelas que fazem mil listas sobre para onde gostaria de viajar, onde gostaria de jantar, qual passeio ainda espera fazer, mas acaba deixando isso para algum dia. É tão curiosa a maneira como tratamos nossos desejos. Sempre fico me questionando se realmente quero fazer tudo o que listo, pois se quisesse já teria feito – pelo menos uma parte. Claro que às vezes ainda não temos o dinheiro para realizar tudo que queremos, mas há tantas coisas simples que estão ao nosso alcance, e mesmo assim ficamos protelando. Talvez falte apenas coragem para vencer a inércia.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Sobre textos

Hoje li isso no blog da Rita: praticar exercícios deveria estar no mesmo nível de atividades como comer e dormir em termos de ‘compromisso’. Concordo.

Estou fazendo o curso Tratamento de texto e conteúdo editorial no Centro Cultural da Justiça Federal toda quarta-feira à noitinha. Para a aula de hoje, a professora nos passou uma tarefa: escrever um pequeno texto sobre o prazer do texto. Já comecei a rascunhar, mas ainda não cheguei à versão final.
Hoje é a terceira aula do curso. Vamos ver se a professora consegue chegar na hora. Meu lado certinho tende a não gostar de pessoas que sempre chegam atrasadas.

Texto é meu ganha-pão há quase duas décadas. Aliás, ao pensar sobre previdência privada, aposentadoria, planos para o futuro, dei-me conta de que comecei a trabalhar há pouco mais de 21 anos. Nesse período, fiquei sem trabalhar durante o primeiro ano de faculdade e outro que morei na Alemanha. Descontando esses dois anos, sobram 19! Pena que nem todos os empregos contaram para a aposentadoria. :-(

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Quanto tempo!

Acho que só cai a ficha de que não somos mais crianças, quando nos damos conta do tempo que passou desde que vimos, aprendemos ou fizemos determinada coisa. Hoje, conversando com a estagiária do trabalho, lembrei-me de ter aprendido a fazer cartas seriadas em um curso de Word que fiz no segundo semestre de 1994! Claro que já nem lembro mais, mas hoje em dia tenho muito mais afinidade com o Word do que naquela época. Essa lembrança me levou a outras, como o curso de digitação, realizado em 1991. Curiosamente, fiz um curso de datilografia um ano mais tarde, em 1992. Ontem, ao participar de uma seleção de bolsas de mestrado no trabalho, um dos componentes da banca estava rindo porque um dos candidatos, nascido em 1985, havia feito curso de datilografia. Devia ser criança quando fez...

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Contagens regressivas

- Para a retirada do aparelho. Ontem, fiz uma radiografia panorâmica para ver se está tudo certinho. Tomara que esteja e que seja iniciado logo o plano de retirada. - Para o fim de semana em Liberdade, no interior de Minas. - Para o aniversário do Nicolas, no outro fim de semana, em Florianópolis. - Para a entrega de todos os trabalhos do semestre.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

HTML

Sempre quis aprender a mexer com html. Fazia parte da lista de coisas que um dia eu gostaria de aprender. Pois neste ano, resolvi encontrar um tempo para isso. Logo em janeiro, fiz o curso de html e o de css. Gostei muito, mas pratiquei pouco na época. Nesta semana, Claudio fez um layout para o site de uma ong, para a qual faço um pequeno trabalho voluntário, e lá fui eu fazer o html. Mein Gott! Que difícil! Bom, depois de várias horas quebrando a cabeça, consegui fechar o cabeçalho e o rodapé que servirão de base para todas as páginas. Apesar do trabalhão, adorei colocar em prática o que havia aprendido. Hoje à noite, a batalha continua! Quando ficar pronto, eu mostro aqui como ficou. :)

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Espanhol

Amanha, terei minha última aula de espanhol. Posso dizer, sem medo, que aprendi muito. Agora, será uma questao de tempo assimilar tudo, pois realmente foi muita coisa, praticamente todos os tempos do pretérito, o presente, o presente do subjuntivo, adjetivos, advérbios... Ufa!

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Projeto de conclusão aplicada

Este é o nome pomposo do projeto final que estou fazendo para conseguir o diploma da pós-graduação em arquitetura de informação. Trabalheira danada, mas vai valer a pena.

Livro novo e dor de garganta

 Eu não sei explicar bem o porquê, mas tenho uma quedinha por dias nublados. Obviamente, eu adoro os dias de sol, mas sinto uma tranquilidad...