sexta-feira, 27 de março de 2026

Livro novo e dor de garganta

 Eu não sei explicar bem o porquê, mas tenho uma quedinha por dias nublados. Obviamente, eu adoro os dias de sol, mas sinto uma tranquilidade nos dias em que amanhece meio escuro, o que é uma sorte, dado que aqui acontecem muitos dias escuros durante meses. Eu me dei conta disso nesta semana ao olhar com um olhar alegre a chuvinha que havia começado a cair logo depois de chegar ao trabalho.

Eu comecei a ler um livro (So, I met this guy), escrito por uma autora que eu sei que tem mais ou menos a minha idade (Alexandra Potter). As protagonistas têm 26 e 49 anos. É curioso ver como a de 49 é tratada quase como uma anciã em algumas cenas. Eu entendo que 26 é praticamente a metade da idade e tudo que significa ter 26 anos na vida. Bom, também estou sabendo como é ter quase 50, com meus calorões, o corpo que se transforma dia a dia e minha memória deixando um pouco a desejar.

Estava desde dezembro sem ficar com dor de garganta. No verão brasileiro, ficamos meio impactados pelo ar-condicionado frio e pelo calor lá fora. Tinha ficado bem até agora, apesar do inverno. Isso até segunda-feira. "Do nada", o T. sempre ri quando falo isso, minha garganta começou a doer. Em questão de duas horas, eu estava mal. E assim foi até ontem, tentando ignorar. Ontem, eu fui para o trabalho, ao chegar lá, sem voz, minhas colegas me mandaram para casa imediatamente. E aí percebi o quanto estava mal, precisando simplesmente dormir. Foi o que fiz a tarde toda. Precisei cancelar todos os meus compromissos da noite, o que é sempre ruim, pois nem sempre consigo encontrar outros horários para repô-los.


quinta-feira, 12 de março de 2026

Pensamentos soltos

Mesmo depois de todos esses anos aqui na Alemanha e de tantos anos aprendendo alemão, tenho um leve momento de deslumbramento toda vez que me pego assistindo a uma palestra, cercada de alemães. Eu não sei explicar, mas fico fascinada por estar no meio de tantas pessoas que falam, entendem e têm como língua materna um idioma tão diverso do meu. Fico fascinada com essa coisa de falarmos diferentes línguas no planeta. Também fico assim quando vejo um grupo de estrangeiros no trem, por exemplo, falando alguma língua que não conheço e de que não faço a menor ideia de qual seja. Uma grande viagem, não?

De uns dias para cá, sei lá por quê, resolvi que queria aprender mais sobre ayurveda. Estou fazendo um pequeno curso de introdução que encontrei na web. Estou gostando. Eu queria alterar um pouco minha alimentação. Estou achando interessante. Vamos ver a que isso tudo me levará.

Nas últimas duas semanas, têm feito dias lindos de primavera. As flores já tomam conta dos gramados, das sacadas e de alguns logradouros públicos. A primavera, para mim, é como se fosse sempre uma nova chance de renascer, de começar de novo, de tentar fazer tudo de uma maneira melhor. Seria quase como aquela sensação que temos quando se inicia o ano. No meu caso, ela é muito mais forte na chegada da primavera.

A partir deste mês, eu poderei trabalhar um dia de casa. É tão boa a ideia de não precisar levantar cedo e me deslocar em pelo menos um dia da semana. Naturalmente, já tenho altos planos de como aproveitar as duas horas que vou ganhar.

Sigo firme no meu curso de algoritimos. Estou começando um novo módulo, o quarto de cinco. Devagarinho, devagarinho, mas um pouco mais de conhecimento a cada semana.

Livro novo e dor de garganta

 Eu não sei explicar bem o porquê, mas tenho uma quedinha por dias nublados. Obviamente, eu adoro os dias de sol, mas sinto uma tranquilidad...