quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Livros, filmes e o tempo

Depois de um calorão de quase 40 graus, a temperatura caiu. O dia amanheceu ameno.

Sinto que estou quase chegando a minha questão de doutorado. Ela está a poucos passos, a poucas linhas. Ontem percorri mais algumas. Tomara que se complete no feriadão.

Nos três dias de pausa que terei, pretendo dedicar um aos estudos de doutorado, um para revisar os textos da disciplina que estou fazendo e outro apenas ao descanso. Parece-me uma boa medida.

Uma colega de trabalho vai passar uma temporada em Nova York. Basta ouvir falar em viagem, que já dá vontade de arrumar as malas. Ainda bem que já temos uma programada para janeiro.

Nesta semana, fará 8 anos que conheci o Claudio.
Naquela época, final de 2005, eu tinha outros planos para minha vida.
Por mais planejamento que desenvolvamos, sempre pode aparecer um (bom) imprevisto que nos faz mudar totalmente de ideia. Foi o caso.

Apesar de estar lendo e vendo filmes menos do que gostaria, nos últimos dias concluí a leitura de dois livros e ontem consegui ver um filme. Um dos livros, sobre minimalismo, comprei na Amazon e baixei diretamente no Kindle. Já escolhi qual dos que tenho lá será o próximo. Pretendo começar a leitura hoje.
Consegui avançar mais um livro no meu projeto de deixar em casa apenas aqueles que amo. Este era de um autor tcheco, que estava na estante há anos, eu o trouxe ainda de Floripa. Este livro - Nem santos, nem anjos - foi uma boa leitura, mas a história em si não tinha nada de mais. Mais um motivo para não querer que ele fique na minha estante fazendo número. Hoje de manhã, ao sair de casa, dei quatro livros para o Márcio, o nosso porteiro da parte da manhã que eu sei que gosta de ler. Entre eles, O caçador de pipas, livro que gostei muito na época em que li, mas que provavelmente nunca mais lerei. Achei a história bastante pesada e nunca tive coragem de ver o filme. Agora preciso ver qual será o próximo livro a ser lido antes de ser doado para alguém.
Vi ontem, ao longo do dia, o filme Minha mãe é uma peça. É um filme bobinho, mas engraçado. Nunca tinha visto nada do Paulo Gustavo, ator que volta e meia encontramos aqui pelo Rio.

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