Apesar de ter passado por momentos horríveis (dentro da minha realidade abençoada), sobrevivi e encerro 2016 com o coração cheio de esperança de que o pior já passou. Agora, diante das escolhas que fiz, tudo ficará bem. Eu realmente acredito nisso. Não controlamos o futuro (tampouco as pessoas), mas podemos trabalhar o presente para que se transforme em um futuro melhor (já as pessoas, podemos simplesmente decidir pela não convivência com aqueles que nos ferem).
Por meses vivi com o coração pesado, sem qualquer vontade de planejar o que quer que fosse. A situação começou a mudar nas últimas semanas. Estou cheia de planos e já com uma grande viagem em vista (e planejamento) - isso me faz ter razões para sair da cama de manhã, o que diante dos sentimentos recentes é bastante coisa.
Consegui passar uma semana na Lapinha em abril, o que foi meu presente (adiantado) pela conclusão do doutorado. Foi uma semana muito especial, cuidando de mim. Na época eu ainda nem imaginava tudo que teria de passar, mas acredito que ter tido essa vivência me ajudou mais tarde. Em termos de presente, este foi o melhor que eu poderia me dar.
Espero que minha memória seletiva lembre-se de apagar os momentos ruins deste ano (como fez com os dos anos passados). Desejo que 2017 me traga tantas razões para me sentir feliz que eu simplesmente não tenha nem tempo de me lembrar do passado recente.
Obrigada ao Zero Assoluto e ao kindle, por me distraírem alegremente da realidade diversas vezes.
No mais, agradeço ao meu anjo da guarda pelas incontáveis horas extras.
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