quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Não entendi direito...

Depois de passar os olhos pelo jornal local, O Globo, fiquei cheia de dúvidas:

- “Ator Mauro Mendonça é aplaudido durante lançamento de livro de Ana Maria Braga depois de esperar uma hora na fila.” Não deveria ser a coisa mais normal esperar na fila até chegar a sua vez de ser atendido, sem querer dar uma de esperto por ser ‘vip’?

- “Equipamento de combate ao tráfico apodrece no Rio.” Não deveria ter gente mais inteligente, comprometida e com noção na polícia?

- “Preso em cadeia de Goiás controlava o tráfico internacional de drogas.” Não deveria ser impossível ter um preso ter contato com o mundo exterior, uma vez que ele está... preso?

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Próxima parada: Florianópolis

Enquanto ainda separamos as fotos de Curitiba e de Liberdade, já arrumamos as malas para o fim de semana em Florianópolis. Acho que ainda teremos duas novas saídas do Rio em novembro e dezembro, mas as 'grandes' viagens chegaram ao fim, pelo menos por este ano. Afinal, preciso terminar meus trabalhos de aula e me dedicar um pouco (muito mais, na verdade) ao mestrado. Além de economizar um tanto para os presentes de fim de ano e para os planos de 2010, que são grandiosos. Minha mãe também estará em Florianópolis para nos encontrar - e ir ao aniversário do Nicolas. Com certeza será um ótimo fim de semana, mas pelo jeito será tão corrido quando aquela viagem ao Rio Grande do Sul meses atrás. Espero que o tempo esteja bom por lá.

Liberdade

Esta viagem estava sendo planejada há mais de um ano, mas só agora é que finalmente conseguimos conhecer Liberdade. Foi minha primeira vez em Minas Gerais. Liberdade fica ao Sul de Minas, a pouco mais de três horas do Rio. Viajamos na sexta à noite para aproveitar melhor o fim de semana prolongado. Para ajudar, pedi um dia de férias no trabalho. Na última hora, descobri que na segunda seria feriado na universidade, devido ao Dia do Funcionário Público. Foi ótimo. Viajamos com calma. Foi um fim de semana muito legal, entre amigos, fazendo nada. Ou melhor fazendo tudo que queríamos: ficar jogados nos sofás da varanda; mexer nos brinquedos do Arthur e do Rafael (e passando vergonha por muitas vezes não sabermos mexer neles); comer porcarias com refrigerante (!); andar até o açude; fazer city tour pelo centro da cidadezinha; jogar o criativo banco imobiliário feito pelo Marcelo; e ficar de prosa até bem tarde. Foi fantástico! Muito obrigada ao Miguel e à Paula pelo convite. Agora que aprendemos o caminho, voltaremos mais vezes!

Clima esquisito

Saí de casa com garoa. Quando cheguei ao trabalho, caiu uma chuva grossa. Há cinco minutos, o sol iluminou minha sala – ou meu quarto, como se diz por aqui em uma tradução literal de Zimmer. Realmente, vivemos um momento de instabilidade.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Contagens regressivas

- Para a retirada do aparelho. Ontem, fiz uma radiografia panorâmica para ver se está tudo certinho. Tomara que esteja e que seja iniciado logo o plano de retirada. - Para o fim de semana em Liberdade, no interior de Minas. - Para o aniversário do Nicolas, no outro fim de semana, em Florianópolis. - Para a entrega de todos os trabalhos do semestre.

Musiquinha

"Se essa rua fosse minha eu mandava ladrilhar com pedrinhas de diamante só para o meu amor passar"

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Sou só eu?

Talvez eu esteja enganada, mas ficaria menos, digamos, incomodada, se as pessoas não parassem: - em frente à porta de um elevador prestes a se abrir, sabendo-se que esse elevador fica em um prédio comercial e há chances altíssimas de alguém sair de dentro dele; - em frente à porta do metrô prestes a se abrir, sabendo-se que muitas pessoas vão descer e se elas não conseguirem descer, quem está fora não conseguirá entrar; - de qualquer lado na escada rolante. Elas demonstram assim que ou nunca precisaram subir mais rápido a escada ou não têm noção de que seria bem mais civilizado se todos parassem do lado direito e deixassem o lado esquerdo liberado; - no meio do vagão do metrô, com suas enormes mochilas nas costas ou bolsas, atrapalhando totalmente quem pretende passar para o outro lado ou simplesmente se posicionar diretamente atrás dela. Ainda mais no metrô vazio e espaçoso que temos atualmente no Rio de Janeiro;
- grudadas em você em qualquer fila, seja no restaurante, no supermercado.

Livro novo e dor de garganta

 Eu não sei explicar bem o porquê, mas tenho uma quedinha por dias nublados. Obviamente, eu adoro os dias de sol, mas sinto uma tranquilidad...