segunda-feira, 19 de julho de 2010

De volta ao Rio

Eu gosto bastante de morar no Rio. Em agosto, completarei quatro anos aqui.

Por isso, fico sempre me perguntando por que sempre demoro um tempo para voltar a me sentir ambientada quando volto de viagem. Nem precisa ser uma viagem longa, às vezes pode ser uma saidinha de dois, três dias.

Nesta última vez, fiquei oito dias fora. Ontem, passamos o dia praticamente fechamos no apartamento da mãe do Claudio e hoje foi o primeiro dia de volta à vida normal.

É tão estranho...

Se bem que o dia hoje foi bem diferente do que é normalmente. Corri de um lado para outro, cuidando no relógio para não perder a hora de tudo que tinha para fazer.

De manhã, fui ao trabalho, em Laranjeiras. Às 13h, precisei catar uma papelaria no Flamengo, encadernar, finalmente!!!, o documento de qualificação.

Deixei uma cópia ali mesmo no Flamento para uma amiga levar para uma das professoras da banca. Ela mora em Niterói.

Tinha ainda dentista e oftalmologista programados para a tarde. Um no Catete, outro no Leblon... E ainda precisava deixar a outra cópia, para a segunda professora-avaliadora, em Botafogo.

O resultado é que tudo acabou só lá pelas 16h30, quando pude, enfim, almoçar.

Depois disso tudo, resolvi me dar a noite de folga. Vou descansar e aproveitar.

Afinal, agora tem ainda a apresentação, mas disso cuidarei a partir de amanhã.

***

Fazia tempo que não ia ao Leblon no meio da tarde. Será que sempre foi assim ou de uns tempos para cá a profissão de passeador de cachorro ganhou força?

Ninguém almoça no Leblon depois das quatro da tarde. Os restaurantes todos estavam bem vazios, o que desencoraja os retardatários, como eu hoje.

Impressionante, você pode ficar uma semana só fora, mas sempre surge uma novidade na cidade. Hoje, a surpresa foi uma Fornalha ali no Flamengo.

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