domingo, 31 de agosto de 2014

Pensando bem, não está tudo tão ruim assim

Imagem registrada durante a viagem
realizada à Itália em 2010
Depois de várias semanas fechada em casa aos fins de semana, hoje de manhã peguei um pouco de sol. Como é bom! Estou com as minhas pernas tão brancas como quando me mudei para o Rio. Realmente tenho aproveitado bem pouco as áreas ao ar livre, tanto do meu prédio quanto da cidade.

Claudio fez sua terceira Meia Maratona. Fiquei orgulhosa dele. Correr 21.097 metros não é para qualquer pessoa. Parabéns, meu amorzinho!

Em 2010, eu fiz uma Meia Maratona também. Naquele ano, participei das quatro provas da Adidas e fechei o ano com a São Silvestre. A Meia fizemos um dia antes de embarcarmos para a Europa. Hoje pensei como seria bom ter uma viagem agendada para amanhã. :)

Porque eu sempre me envolvo com
algum gato estrangeiro
Bom, nem dá para reclamar, pois tenho três viagens programadas para os próximos 20 dias. Na semana que vem vamos ao aniversário de 40 anos do Gil, que promete ser bem animado. Depois vou fazer minha prova do trimestre e logo em seguida, embarco para uma viagem a trabalho de uma semana. Nesse meio tempo, ainda preciso estudar muito, fazer uns levantamentos para meu texto de qualificação e pensar em um montão de coisas. Acredito que vai dar tudo certo. Faz uns quatro dias que ando bem otimista. Acho que é melhor assim.

Com cachorros também
Andei pensando em todos os problemas que andam perto de mim. Felizmente eles não me pertencem diretamente. O único que é meu mesmo é o que diz respeito ao meu doutorado. Este é um problema bom. E o melhor de tudo é que só depende de mim para ser resolvido. Quer coisa melhor do que esta? Ter um problema que eu sozinha posso resolver. Tá, tudo bem, meu orientador também vai ter que se mexer um pouco, mas essencialmente tudo depende da minha dedicação. Já pensou se eu dependesse de outra pessoa para solucionar? Sou agradecida por isso.

Um comentário:

Daise disse...

Boa reflexão.

Na verdade, as coisas que mais me incomodam hoje também não me dizem respeito diretamente. E ao mesmo tempo em que é ótimo saber que essas coisas não dependem de mim (estão fora do meu controle) e eu não posso fazer nada por elas, me perturba o fato de eu me deixar abalar a ponto de quase torná-las problema meu também. Eis uma reflexão que eu tenho e tento colocar em prática.

Meu projeto de doutorado também está se delineando. Estou numa fase cheia de vontade de ler artigos relacionados para pensar a minha pesquisa. Isso é ótimo, não é sempre que eu me sinto motivada assim.

Beijos e boa(s) viagem(ns)!