quinta-feira, 23 de junho de 2016

E não é que passou?

Depois desses meses todos de angústia, finalmente chegou o dia da defesa do doutorado. Foi na última segunda-feira, dia 20. 

Tudo ocorreu muito rápido nas semanas finais, ou melhor, nas primeiras semanas do mês de junho. Quando o mês virou, fiquei no pé do meu orientador para marcarmos logo esta defesa. 

Amanhã estou viajando para o RS, depois para férias longas e não queria ter que resolver isso somente na volta. 

Acho que ganhei pelo cansaço. E também pela estratégia montada pelo Claudio, de fazer um cronograma, escrever um e-mail bem elaborado e por aí vai, tudo que uma mente menos estressada com o assunto poderia pensar melhor.

No dia da defesa eu acordei levemente nervosa, mas como tinha uma videoconferência com colegas da Alemanha, minha preocupação foi direcionada para este outro desafio, entender o que estava sendo transmitido em alemão - e eventualmente falar alguma coisa.

Quando a reunião acabou é que comecei a ficar realmente nervosa, mas minhas colegas me acompanharam em um almoço tranquilo, sem pressa. 

Saí com uma hora de antecedência e ainda dei um tempinho entre os gatos da UFRJ antes de ir para o IBICT. 

Fui a primeira a chegar na sala, mas antes conferi se as duas professoras do IBICT estavam lá, pois a professora suplente teve um bebê e não poderia cobrir o lugar de ninguém. Elas estavam. Ufa! Aí foi esperar a chegada de todos. 

Um deles se atrasou, mas já estava a caminho. Começamos com quase meia hora de atraso.

Consegui fazer minha apresentação sem consultar minhas anotações. As perguntas não foram fáceis, mas também estavam alinhadas com o trabalho. Respondi quase todas. Cada um fez vários comentários sobre o texto, a escrita, apontaram pontos positivos e negativos. Minha amiga Angela estava na plateia. Ela levou três colegas da BN. Não deixei o Claudio ir. Estava nervosa demais e quanto menos gente, melhor. 

Depois da banca se reunir, fui declarada aprovada. :)

Não há como expressar o alívio sentido. 



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