quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Google World

Google causou exatamente um buzz ontem à tarde ao colocar no ar sua versão de rede de mensagens instantâneas remetidas a todos os seguidores, algo como o que o twitter e o facebook já fazem.

O legal, na minha opinião, de o Buzz estar acoplado ao gmail é que não é necessário abrir outro site e se logar a mais uma conta. Está tudo ali já. Gostei e acho que vou usar bem mais do que os dois precursores. Twitter entro uma vez por mês e Facebook, apesar de eu achar a rede social mais legal dos últimos tempos, entro mais para cuidar da minha fazendinha mesmo.

Acho que vai emplacar mais do que o Google Wave.

Falando ainda de Google, mas desta vez da empresa, gostei bastante dos vídeos publicitários disponíveis no YouTube. Um deles foi exibido no Super Bowl dias atrás. Simples e eficiente.

Ainda no mesmo tema, esses dias vi o carro da Google que fotografa as ruas de grandes cidades pelo mundo para o Google Street View. Estou curiosa para ver se vou aparecer caminhando pela Marquês de Olinda ou se fiquei atrás de um carro que estava estacionado.

Por fim, gostaria de dizer que meu sonho é trabalhar na Google. Será que com uma busca no Google eu consigo isso?

Um comentário:

Maurício Oliveira disse...

Oi, Rafa! Ó alguns trechos de uma matéria que fiz ano passado para o Valor sobre as empresas mais desejadas do país:

"Estrela da chamada nova economia, o Google obteve mais que o dobro das citações do ano passado e saltou da 6ª para a 2ª posição. A empresa ganhou rapidamente a reputação de ser um lugar inovador, divertido e descontraído – a tal ponto que jogar sinuca no meio do expediente é perfeitamente normal e incentivado pelos chefes. “Nada do que fazemos em prol do bem estar de quem trabalha aqui é por modismo ou por estratégia de marketing. Somos verdadeiros nos nossos propósitos e isso faz com que discurso e prática permaneçam alinhados, algo percebido tanto pelos nossos colaboradores quanto pelo mercado”, considera o diretor de Recursos Humanos para a América Latina, Deli Matsuo.

O Google confia tanto no próprio taco que sequer tem uma política formal de retenção de talentos. “Queremos que as pessoas fiquem conosco enquanto estão felizes. Só nessa condição elas conseguem render 100% do que podem”, diz Matsuo. O programa de bolsa de estudos não exige a permanência na casa por um determinado tempo após a conclusão do curso, como costuma ocorrer na maioria das empresas que oferecem o benefício. “Se o funcionário concluir o MBA hoje e quiser ir embora amanhã, está totalmente livre para fazê-lo”, assegura o diretor de RH. Entre os benefícios mais valorizados pelos funcionários estão a flexibilidade de horário e o tratamento especial dado a quem ganha um bebê. A empresa concede licença paternidade de um mês e as mães podem cumprir um regime de meio expediente no escritório – há ainda uma verba especial para bancar a entrega de comida em casa nos três primeiros meses da criança. “Queremos colaborar para o equilíbrio da família nesse momento sempre delicado que é a chegada de um filho”, diz Matsuo.

Quem começa a trabalhar no Google é acompanhado de perto por um colega, o buddy (“camarada”, em inglês), que se torna responsável por esclarecer as dúvidas do cotidiano. A empresa não divulga o número de colaboradores no Brasil, mas afirma que o quadro nas sedes de São Paulo e Belo Horizonte aumentou 20% neste ano. Embora metade da equipe esteja diretamente ligada à engenharia de software, há espaço para profissionais de outras áreas: as equipes de vendas e a de gestão de recursos humanos reúnem especialistas com várias formações, incluindo engenheiros, publicitários, economistas, filósofos, matemáticos e físicos. Para ingressar nos quadros da empresa, há dois caminhos: metade das vagas são preenchidas por indicações dos funcionários, depois que o perfil desejado é divulgado internamente, e a outra metade vem do recrutamento convencional, a partir dos currículos recebidos. Um dos atributos mais valorizados na análise dos currículos é a realização de trabalho voluntário. “No processo de seleção procuramos indícios de engajamento em causas coletivas. Isso é muito importante para o Google”, descreve Matsuo. Espera-se também que os candidatos demonstrem, durante o processo de seleção, grande capacidade de aprendizado – já que em tecnologia o ciclo de vida dos produtos é curto – e facilidade para trabalho em equipe."