domingo, 30 de junho de 2013

Manhã de domingo

O dia está nublado lá fora, mas aqui dentro está bem colorido. Talvez seja porque levantamos cedo. Talvez porque já cozinhamos duas paneladas de pinhão, que mais tarde serão transformados em paçoca. Talvez seja porque tive uma boa ideia para um dos trabalhos finais e já esteja na quarta página. Talvez porque faltem apenas oito dias para nossa tão planejada viagem de férias. Talvez porque há a perspectiva de um almoço saboroso logo mais. Talvez porque a casa está bem organizada e não haja mais roupas para lavar - neste momento, melhor não pensar no que há para passar. Talvez porque simplesmente é ainda manhã de domingo. E manhãs de domingo são sempre motivos para ficar feliz.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Duas semanas

Faltam 14 dias para as férias! Oba!

Até lá, uma newsletter precisa ser escrita e enviada.
Dois trabalhos de aula devem sair desta cabecinha oca.
Um roteiro de viagem terá de ser completado. Para isso, a cabecinha funciona que é uma beleza.
Malas precisam ser arrumadas. Ah, felicidade!

terça-feira, 18 de junho de 2013

Avulsos*

Hoje fui fazer um exame em uma clínica aqui perto de casa. Enquanto esperava, acabei vendo duas partes da sessão da tarde. Estava passando um filme chamado Mamãe saiu com um vampiro, filme que me lembrou aquelas produções do começo dos anos 1990. É levinho, divertido e meio óbvio. Apesar de imaginar o que aconteceria no final, depois que fiz o exame voltei para a recepção e assisti a mais um parte. Pensei: melhor voltar para o mundo adulto e ir para casa. Saindo dali aproveitei para marcar uma consulta em um prédio próximo. Qual não foi minha surpresa ao chegar à médica, onde nunca havia estado antes, e me deparar com uma tv ligada na Globo. O mais engraçado foi que o telefone não parava de tocar e a atendente nunca conseguia me dar atenção. Enquanto isso, vi mais uma parte do filminho. Quando ela me atendeu, pensei: puxa vida, logo agora que falta só a parte final?! Sai me dizendo que tentaria viver o final depois na web. Nisso resolvi comprar uma salada no Hortifruti. Quanto cheguei lá, resolvi dar uma volta pela área de lojas. Quem sabe não encontraria uma televisão. Dito e feito. Sentei na minipraça de alimentação e consegui ver o vampiro ser preso com grampos de prata em seu caixão para sempre! Todos viveram felizes para sempre e eu pude voltar para casa me sentindo completa. :)

Estou feliz com o movimento provocado pelas manifestações. O protesto em frente ao computador não está mais sendo suficiente. Na quinta planejo ir para a rua!

A contagem regressiva para a viagem de férias já foi iniciada. Na mesma medida em que diminui o número de dias até as férias aumenta meu nervosismo, pois, para variar, tenho muitas coisas para terminar até lá. Frilas, trabalhos de aula, projeto de doutorado...



Título roubado da Daise, do miúdas alegrias

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Ah, os amigos

Como havíamos planejado há uns dois meses, passamos o último fim de semana no interior de São Paulo. No sábado, saímos cedo do Rio em direção a Piracicaba. Tive a honra de fazer parte de uma limitada lista de convidados para o casamento da Milena e do Rodrigo.

Conheci a Milena no começo do ano passado, ao iniciar o doutorado.

A festa foi superanimada. Havia alguns parentes dos noivos, mas a maioria era amigo mesmo. Talvez por isso a festa tenha sido tão emocionante. Eu sou do tipo que gosta de chorar escondida - e, protegida, sou bem chorona, não resisto a um comercial bem feito, a passagens de filmes e de livros ou a demonstrações de amizade e amor. Naquele dia tive que me esforçar várias vezes para não chorar na frente de todos.

Não teve cerimônia tradicional. Dois amigos falaram sobre os noivos. Identifiquei nas palavras da Bia muito do sentimento que tenho pela Milena.

Assim, a amizade foi o tema de muitos pensamentos durante o fim de semana, pois depois do casamento fomos para Campinas, onde temos vários amigos. (Fico tão feliz por poder escrever isso.)

Tenho amizades bem antigas, mas sempre me pego impressionada com as amizades recentes. De repente você está ali cercada de pessoas que conheceu há tão pouco tempo, mas que parecem fazer parte da sua vida desde sempre, tamanha a empatia. Isso é o que sinto tanto pela Milena quanto pelos amigos feitos por meio do Le Vin au Blog ou mesmo do Cenas do Rio.

Quem poderia imaginar que um blog poderia aproximar pessoas ao ponto de elas se tornaram muito importantes umas para as outras, pois é assim que me sinto em relação a esses amigos.

Dias antes, eu havia ido a Uberlândia, onde moram outros dois queridos amigos “do mundo do vinho”, como costumamos dizer. Érika e Gil (e a Antônia, claro!) me fizeram companhia nas duas noites em que passei em Uberlândia, sendo que na primeira prepararam um ótimo jantar e na segunda,Gil não me deixou pagar minha parte da conta. (!)

Agora, em Campinas, tivemos o prazer de jantar e almoçar com mesa cheia, conversa animada e ótimos vinhos. Ficamos hospedados na casa da Vanessa e do Alexandre e nos encontramos com o Cris e a Val, o Emerson e a Anna e a Tati e o Dani. Fico sempre emocionada ao me sentir cercada de pessoas tão especiais.

Lembro-me de ter sentido algo semelhante em 2005, quando passei uns meses nos Estados Unidos. Na minha última noite em Las Vegas, um grupo de amigos (recentes naquele momento) fez um jantar para mim. Em um determinado momento, lembro-me que me peguei encostada em um balcão na cozinha olhando ao redor, para aquelas pessoas que estavam ali reunidas para se despedir... de mim.

Não tem como não se sentir importante numa hora dessas, né?

terça-feira, 11 de junho de 2013

Sensações

Faz uns 10 dias que estou me sentindo doente.
Primeiro, foi uma gripe. Depois, uma dor em meu ombro esquerdo.
Contra gripe não há muito que se fazer além de que tomar uns chás e muita água, proteger-se o máximo que der do frio e do vento, dormir bastante e ingerir vitamina C aos montes.
Foi o que fiz, e ela já está quase no fim – mesmo com uma viagem no caminho, que acabou estendendo um pouco mais do que deveria o problema.
Contra o torcicolo fui ao médico, no atendimento da Unimed. O médico perguntou onde era a dor, olhou e me deu três remédios diferentes. Isso foi há dois dias. Quando passa o efeito do remédio, volta a dor. Vou esperar mais um pouco para ver que providência tomar. Se tivesse ido em uma clínica de ortopedia, provavelmente teriam me passado fisioterapia. Já no atendimento pelo plano, o médico nem cogitou essa opção (coisa que o médico da clínica com certeza recomendaria).
Leiga que sou, nunca saberei o que seria o mais correto.

Amanhã é dia dos namorados. Não poderia existir data mais comercial, mas sempre fazemos uma pequena comemoração. Sem presentes, mas com um bom vinho e, quando dá tudo certo, uma comida à altura.

Ao ler as notícias sobre as ondas de demissões em várias redações do país, acabo me sentindo feliz por não passar (mais) por isso. Não há nada melhor do que trabalhar com tranquilidade.

No sábado vamos a um casamento em Piracicaba. Ser convidada para casamentos é uma ótima forma de conhecer o Brasil. Nós adoramos! Desde que moro no Rio, já fomos a casamentos em Campinas, Curitiba, Resende, Volta Redonda e Cordisburgo. Agora, teremos este em Piracicaba, o que me deixa feliz por muitos motivos. Alguns deles são: ter ganhado uma amiga já no primeiro ano de doutorado, conhecer pessoas novas e interessantes, passear por cidades que de outro modo não conheceríamos e viajar. E ainda aproveitaremos para visitar os amigos de Campinas.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Um dia de molho

Faz mais de duas décadas que trabalho. Neste último posto, onde estou há pouco mais de cinco anos, eu nunca tinha faltado a um dia de trabalho, independente do motivo.

Hoje, porém, pedi para trabalhar de casa. Quando acordei de manhã estava me sentindo péssima. Normalmente, iria mesmo assim, mas hoje resolvi me preservar. Estava viajando nos últimos três dias e ontem, no voo de volta, meu ouvido parecia que ia arrebentar. Já tinha sentido dores em outros voos. Inclusive tinha ouvido histórias de pessoas que pegam avião gripadas e sofrem à beça. Meu ouvido só foi desentupir horas mais tarde, quando eu estava saindo de cada para ir ao médico.

Passei hoje o dia prostrada. Não foi um dia muito animado. Ficar em casa por motivo de doença não é uma coisa boa.