quarta-feira, 27 de maio de 2009

Viagem à Serra Gaúcha

Bem, na verdade a viagem de última hora ao Sul começou em Florianópolis. Resolvi fugir do avião e ficar por ali mesmo no Aeroporto Hercílio Luz na última sexta-feira.

Fim de tarde em Floripa
Fim de tarde em Florianópolis.

Fim de tarde em Floripa
Chegando ao aeroporto.

Ótima decisão, pois pude ver meu afilhado querido, o Nicolas, além, claro, dos compadres, da Camille, do Helton e da Lú (com Cecília na barriga). Foi um jantar muito agradável, desses que você está ali e fica pensando, como estou feliz neste momento.

Saindo dali, peguei um ônibus rumo a Vacaria, para no dia seguinte seguir para Esmeralda, cidade onde morei meus primeiros 17 anos. A razão de sair do Rio e ir para Esmeralda foi o aniversário do tio Nenê, que na foto abaixo aparece ao lado do tio Luis:

tio Nenê e tio Luis

O tio Nenê fez 80 anos no dia 13 de maio. Eu não ia, mas depois coloquei a cabeça no lugar, pedi um dia de folga no trabalho, decidi perder uma aula e optei por ficar perto de pessoas que valem muito a pena. Já tive outros tios, mas agora só tenho os dois.

A festa foi ótima, reencontrei parentes que não via há anos. Fazendo uma contagem por alto com uma das primas, chegamos à conclusão de que somos pelo menos 50 primos. Como eu fui a penúltima a nascer, dá para imaginar que os mais velhos, nascidos em 1940, já têm netos pouco mais novos que eu. Isso é meio engraçado, mas é bem legal também. Minhas amigas de infância eram filhas de primos. :)

Uma delas é a Liliane, mãe do fofo Thor.



Além de ver boa parte dos parentes, ainda consegui rever antigos conhecidos de Esmeralda. É curioso observar que lembro perfeitamente da fisionomia das pessoas, sei que as conheço, mas já começo a não saber mais os nomes. Isso é ruim...

Conversei bastante com uma amiga de infância, a Carla. Lembro do dia em que a conheci, eu tinha quatro anos e ela um pouquinho menos. Estudamos da primeira série ao terceiro ano juntas e ainda fizemos um estágio no mesmo lugar durante dois anos. É tão bom poder ficar perto de alguém tão familiar.

Passada a festa, voltei para Vacaria, de onde iria para Caxias do Sul, Porto Alegre, São Paulo e, finalmente, Rio. Foi um dia longo, passando por diversos tipos de transporte.



Apesar do cansaço e de tudo que ficou me esperando aqui no Rio para fazer, minha decisão de ir não poderia ter sido mais acertada.

Pelos arredores - na Serra Fluminense

Na volta do passeio aproveitamos para passar por Petrópolis. Pena que o dia já estava no fim e estávamos com o vidro do carro com problema, não podendo parar para um café. De qualquer forma, valeu.









Viagem à Serra Fluminense

Depois de muito planejar, finalmente fomos passar um fim de semana no sítio dos padrinhos do Claudio na Serra Fluminense. Foram dois dias muito agradáveis. Além de o sítio ser lindo, os anfitriões nos fazem sentirmo-nos em casa. Abaixo, algumas fotinhos de lugares bacanas de lá.

Parque Monteiro Lobato
Parque Monteiro Lobato, onde as crianças adoram brincar.

Ponte sobre o corrego que vem do Mário Lago
Pontezinha


Mário Lago

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Estudando

"A construção de um fato é um processo tão coletivo que uma pessoa sozinha só constrói sonhos, alegações e sentimentos, mas não fatos."
Bruno Latour, 2000.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

terça-feira, 12 de maio de 2009

domingo, 10 de maio de 2009

Bibliotecas

Estava me preparando para a aula de amanhã, quando teremos uma palestra e um debate com o professor Geraldo Prado, quando resolvi escrever este post sobre um assunto que me atrai desde a mais tenra idade: bibliotecas.

Quando eu estava em uma das primeiras séries, um dos meus passatempos durante as manhãs era brincar de biblioteca. Às vezes, somente a minha irmã pegava livros na bibliteca de brincadeira, às vezes atendia a uma ou duas primas. As fichinhas dos livros eram copiadas do modelo dos livros da biblioteca do colégio e da biblioteca da prefeitura.

Lendo o artigo do professor Geraldo, soube que no Brasil, dos 5.561 municipios, 1.609 ainda não têm biblioteca. Essa era a realidade do povoado de São José do Paiaiá/Nova Soure até a uns anos atrás. Tudo mudou quando o professor Geraldo, vindo desse povoado no interior da Bahia, resolveu comprar uma casa da família e transformá-la em uma biblioteca.

No começo, teve oposição até do padre. Onde já se viu a população ter acesso a livros de Jorge Amado, cheiros de cenas inapropriadas. Depois de muita conversa, o povoado ganhou a biblioteca, algo que muitos nem tinham ideia do que era. Atualmente, a Biblioteca Comunitária Maria das Neves Prado tem um acervo de 45 mil livros.

Quanto a mim, sempre peguei livros em bibliotecas. Lá em Esmeralda, quando não tinha muito o que fazer da vida, ajudava a dona Marli a datilografar as tais fichinhas. E quando a biblioteca foi transferida do prédio antigo para o novo, até ajudei a carregar livros.

Hoje vejo que tive muita sorte de ter bibliotecas tão boas por perto.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Dia das Mães

Durante muitos anos fiquei sem comprar presentes para a minha mãe no Dia das Mães. Isso por vários motivos, de falta de grana a esquecimento mesmo, por morar há 15 anos longe de casa.

Desde que me mudei para o Rio, no entanto, passei a considerar o ato de escolher um presente algo importante. Em 2007 e 2008, enviei flores, para ela e para a tia Onira, que é quase como uma mãe. Quando eu era criança e minha mãe fazia faculdade, ela costumava me deixar ou com minha madrinha, em Esmeralda, ou com a tia, em Vacaria. Na adolescência, quando eu usava aparelho, almoçava pelo menos uma vez por semana na casa da tia - o dentista era em Vacaria.

Neste ano, resolvi mudar um pouco e escolhi uma das criações da comadre Márcia para presentear as mamães. Como o correio foi mais eficiente do que o esperado, elas já receberam os presentes - e adoraram. Também, quem não ficaria feliz com aventais tão lindos?

Pinhões

Minha mãe me mandou várias cozinhadas de pinhão esta semana. Agora, já podemos programar uma segunda edição da Noite Gaúcha lá em casa, com direito à paçoca de pinhão e tudo.

Ano passado, nossos convidados aprovaram o arroz-de-carreteiro e a paçoca de pinhão, feitas pelo meu mais legítimo carioca. :)

Vamos separar alguns pinhões para plantar, como fizemos há dois anos. Nossos pinheirinhos devem (espero) estar felizes lá em Secretário, na Serra Fluminense.

Tarde de folga

Acabei de tomar uma decisão: hoje vou tirar a tarde de folga!

Parece uma coisa fácil, mas não é. Sempre que fico um pouco de bobeira, me sinto meio culpada, mas hoje resolvi que depois do trabalho vou assistir a um filme em casa (estou com Love Story para rever) e se bater um soninho (o que não será difícil, pois fui dormir às 3h30min por causa do site daquela ong que estou fazendo), vou simplesmente me permitir dormir.

Ainda mais que no fim de semana a programação será intensa. Exames de sangue e corrida de manhã; feijoada de aniversário do Mauro à tarde; e talvez mais alguma coisinha à noite. O domingo será de estudos, como sempre.

Sendo assim, eu mereço!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Abrindo a cabeça

É durante as aulas do mestrado, prestando atenção ao debate entre os colegas (às vezes participando), lendo os vários textos recomendados e vasculhando sites de pesquisa na internet, que percebo o quanto é pouco o que eu sei.

Não menosprezo os conhecimentos que já adquiri ao longo dos anos, mas, puxa!, existe tanto e tanto mais para aprender. Ainda bem que voltei à sala de aula.

As aulas têm sido muito boas para olhar as coisas de maneira um pouco diferente, aprender a questionar algumas outras e dedicar um tempo a pensar em assuntos que nunca passavam pela minha cabeça. Um deles, por exemplo, é sobre a evolução do conhecimento ou como as pessoas têm se relacionado ao longo dos tempos com a transmissão do conhecimento.

HTML

Sempre quis aprender a mexer com html. Fazia parte da lista de coisas que um dia eu gostaria de aprender. Pois neste ano, resolvi encontrar um tempo para isso. Logo em janeiro, fiz o curso de html e o de css. Gostei muito, mas pratiquei pouco na época.

Nesta semana, Claudio fez um layout para o site de uma ong, para a qual faço um pequeno trabalho voluntário, e lá fui eu fazer o html. Mein Gott! Que difícil! Bom, depois de várias horas quebrando a cabeça, consegui fechar o cabeçalho e o rodapé que servirão de base para todas as páginas.

Apesar do trabalhão, adorei colocar em prática o que havia aprendido.

Hoje à noite, a batalha continua!
Quando ficar pronto, eu mostro aqui como ficou. :)