sexta-feira, 30 de julho de 2010

Novidade boa

Acessei meu blog agora pouco e me deparei, na coluna dos blogs amigos, com uma notícia que me alegrou muito no Futilidades Literais.

Marcos Fernando Kirst será o patrono da 26ª Feira do Livro de Caxias do Sul.

Fiquei tão orgulhosa de ver meu primeiro editor recebendo tal honraria. Ele merece. E acho isso ainda mais depois que li um de seus livros: O Gato que não sabia de nada, lançado pela Belas-Letras, editora também lá de Caxias, de um ex-colega de faculdade, o Gustavo Guertler.

Parabéns, Marcos!

terça-feira, 27 de julho de 2010

Um pouco de tudo

Tenho três livros da UFRJ aqui em casa desde novembro. Já tentei devolvê-los várias vezes, mas nunca consigo. A biblioteca a que pertencem - a do CCJE, batizada Eugenio Gudin - está fechada para reformas desde o começo do ano. A previsão de abertura era 18 de abril, mas, sabe como é, obras parecem nunca acabar no prazo previsto.

Como estamos em época de férias, não tenho ido à universidade por esses dias. Fui então ver se achava alguma informação na web. No site da UFRJ não consta nenhuma informação sobre o assunto. No site da própria biblioteca, sequer falam que foi fechada, que dirá que está novamente aberta. O recurso, como diria minha mãe, é carregar mais uma vez os livros e torcer para que já esteja aberta.

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Ando tão tensa com a história da banca de qualificação que hoje tive de ir ao ortopedista. Claro que não foi só isso. Soma-se à qualificação, um travesseiro alto demais na casa da minha mãe, carregar uma mala cheia de coisas pesadas, o frio passado no Sul e a corrida do fim de semana. Junta-se tudo isso e tem-se uma dor no pescoço. Nada que o remédio certo e umas 10 sessões de fisioterapia não resolvam...

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Acabei de descobrir que o Smart, meu carrinho preferido, tem câmbio automático. Gostei ainda mais dele.

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No domingo, fiz minha quarta prova no Aterro do Flamengo. Estava há um mês sem treinar, mas achei a prova bem tranquila. Fiz os 5km em 38:27. Mais do que da última vez, mas tudo bem.



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Na noite anterior à corrida, fomos ao casamento da Carol e do Marcelo. Foi tudo lindo, num lugar belíssimo.









domingo, 25 de julho de 2010

Semana cheia

Quando será que essa sensação de cansaço irá embora?

Talvez depois de uma boa noite de sono. O fim de semana foi bem agitado e bom. Ontem, depois de um passeio na Barra durante o dia, fomos à festona de casamento do Marcelo e da Carol. Estava tudo perfeito, lindo! Adoramos.

Algumas horas depois de voltarmos para casa, o despertador tocou. Tínhamos um compromisso agendado há semanas: a edição inverno do Circuito das Estações Adidas. Eu corri 5km, Claudio, 10km.

O curioso é que achei que essa prova foi mais tranquila que a última, realizada em março. O mais bizarro é que não treino desde o final de junho... O dia estava com sol, mas fresco. Isso deve ter ajudado também.

Para completar, fomos comer feijoada na hora do almoço. Depois de tudo isso, nada melhor do que um longo cochilo. Foi o que fiz, mas acho que dormirei ainda assim muito bem à noite.

A semana promete ser bem cheia, com preparação para a banca de qualificação na próxima semana, adaptação das lentes novas, exames variados do check-up anual...

terça-feira, 20 de julho de 2010

Contagem regressiva

Faltam 16 dias para a banca de qualificação.

Faltam 31 dias para minhas férias!

Faltam 33 dias para a meia maratona. (Seu eu vou mesmo fazer, é outra história)

Faltam 36 dias para a nossa viagem de férias.

Faltam 62 dias para o meu aniversário!

Faltam 88 dias para a viagem com a mãe para Aracaju. :)

Dia do amigo

Quando acordei hoje nem fazia ideia de que hoje era o Dia do Amigo, mas depois de receber tantas mensagens sobre o assunto, acabei me convencendo. :)

Então, Feliz Dia do Amigo!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

De volta ao Rio

Eu gosto bastante de morar no Rio. Em agosto, completarei quatro anos aqui.

Por isso, fico sempre me perguntando por que sempre demoro um tempo para voltar a me sentir ambientada quando volto de viagem. Nem precisa ser uma viagem longa, às vezes pode ser uma saidinha de dois, três dias.

Nesta última vez, fiquei oito dias fora. Ontem, passamos o dia praticamente fechamos no apartamento da mãe do Claudio e hoje foi o primeiro dia de volta à vida normal.

É tão estranho...

Se bem que o dia hoje foi bem diferente do que é normalmente. Corri de um lado para outro, cuidando no relógio para não perder a hora de tudo que tinha para fazer.

De manhã, fui ao trabalho, em Laranjeiras. Às 13h, precisei catar uma papelaria no Flamengo, encadernar, finalmente!!!, o documento de qualificação.

Deixei uma cópia ali mesmo no Flamento para uma amiga levar para uma das professoras da banca. Ela mora em Niterói.

Tinha ainda dentista e oftalmologista programados para a tarde. Um no Catete, outro no Leblon... E ainda precisava deixar a outra cópia, para a segunda professora-avaliadora, em Botafogo.

O resultado é que tudo acabou só lá pelas 16h30, quando pude, enfim, almoçar.

Depois disso tudo, resolvi me dar a noite de folga. Vou descansar e aproveitar.

Afinal, agora tem ainda a apresentação, mas disso cuidarei a partir de amanhã.

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Fazia tempo que não ia ao Leblon no meio da tarde. Será que sempre foi assim ou de uns tempos para cá a profissão de passeador de cachorro ganhou força?

Ninguém almoça no Leblon depois das quatro da tarde. Os restaurantes todos estavam bem vazios, o que desencoraja os retardatários, como eu hoje.

Impressionante, você pode ficar uma semana só fora, mas sempre surge uma novidade na cidade. Hoje, a surpresa foi uma Fornalha ali no Flamengo.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Cenas do frio







Que corda é essa?

Claudio registrou este flagrante dia desses. Estão pintando o prédio ao lado e os gatos do vizinho se divertiram.


- Que corta é essa?



- Ei, tem mais uma ali!



- O que você está fazendo, cara?



- Estou tentando resolver um mistério.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Observações de uma viagem

Sábado passado, viajei do Rio para Caxias do Sul.

No Galeão, uma família perguntava para uma atendente da Gol se dava para ver o Cristo de algum lugar do aeroporto. A moça explicou de forma gentil que o Galeão ficava um pouco longe do Corcovado.

Em Curitiba, único movimento era em frente à casa do pão de queijo. E foi para lá que eu fui. Depois, para aguentar a hora de espera, comprei umas palavras cruzadas.

Nem precisava, pois tinha um livro comigo, mas deu uma vontade de fazer palavras cruzadas.

Em Caxias, pude voltar à Doce Docê. As tortas não se comparam às da Chuvisco, mas tudo causa tão boa impressão e me dá uma sensação tão boa de familiaridade, que não tive como resistir. Comi um brancão!

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É tão ruim quando se perde a confiança. Eu já acreditei nas companhias aéreas. E nem faz tanto tempo que perdi a ilusão de que elas funcionavam. Essa confiança vinha sendo abalada aos poucos, mais pelas experiências dos outros do que pelas minhas, mas em janeiro depois de uma viagem demorar 12 horas a mais que o previsto, eu realmente não acredito mais.

No sábado, quando o avião começou a demorar para chegar, eu já estava ficando nervosa. Quando o destino é outra cidade grande, acho que o prejuízo é menor, mas quando estamos indo para o interior, com horários de ônibus limitados, o problema não é pequeno quando o voo atrasa. No final, deu tudo certo, mas não sei quando voltarei a acreditar em companhias aéreas.

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Eu tinha me esquecido o quando é difícil estudar com o frio, ou melhor, ficar trabalhando no computador quando o ar está gelado. Além do pé gelado o tempo todo, os dedos das mãos costumam ficar levemente doloridos do frio. Lembrei rapidinho.

Por outro lado, poder comer feijão mexido no café, com pão feito em casa e café passado na hora compensa e muito o frio.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Semaninha pesada

Eu levo uma vidinha muito leve, com marolinhas de vez em quando. E talvez seja por isso que achei esta última semana especialmente pesada. Estou na reta final de preparação do documento de qualificação. Troquei de orientador há dois meses, achando que assim o processo andaria mais rápido. Sou a única orientanda desse professor, enquanto que antes era uma entre oito. Só que não foi bem assim. Ele é ocupado demais, como todo mundo hoje em dia, e não tem lá muito tempo para efetivamente me orientar.

Nem tudo está perdido quando temos bons amigos. E é exatamente isso que tenho na minha turminha de mestrado. Meus colegas não só são ótimos companheiros de intervalos, aulas, almoços e idas ao shopping quanto são muito atenciosos na hora de dar uma forcinha no documento de qualificação. Essa foi a minha sorte, pois se não fosse por eles, nem sei como andaria meu projeto. Consegui chegar a uma versão que talvez já desse para apresentar à banca, mas ainda quero mudar algumas coisas, pois não estou satisfeita. Meu prazo já está mais do que estourado, mas como ninguém ainda entregou, vou ganhando uns diazinhos a mais para os ajustes.

Talvez esse sentimento estranho nesta semana tenha a ver com o fato da mãe de um conhecido ter morrido, de eu ter ido dormir uma noite às cinco da manhã e nas duas seguintes, às 3h. Estou realmente cansada. Também tem toda essa história nas capas dos jornais desse crime horrível em Minas. Não sei os outros, mas eu fiquei realmente abalada com as barbaridades que podem ter acontecido. Cada dia uma coisa pior é revelada.

Para completar ainda terei de ir ao Rio Grande do Sul sem querer nem poder muito, mas isso pode ter um lado positivo.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Reta final ou o encerramento de uma fase

Esta semana é decisiva, é o fechamento de uma fase. Até sexta-feira, terei minha última aula do mestrado, farei e apresentarei o último trabalho e, se tudo der certo, entregarei o documento de qualificação para a banca examinadora. Depois de sexta, terei algumas semanas para me preparar para outro desafio: a apresentação do projeto à banca, marcada para dia 5 de agosto. Contagem regressiva.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Concentração

Não sei por que, mas tem sido tão difícil manter a concentração nos últimos dias.

Ainda preciso escrever algumas páginas do documento da qualificação e isso me leva a procurar referências a todo momento na web. Computador sem internet não existe, mas é, ao mesmo tempo, também um ladrão de atenção. Quando dou por mim, fui abduzida pelo YouTube e estou procurando algo do tipo "música de fundo para garota estudando". Sempre acho e uma música leva a outra, que leva a outra...

Pouco depois, minha mente pergunta: Será que o orientador finalmente respondeu ao meu e-mail? 'Bora lá checar. Ele não escreveu, mas de uma hora para outra todo mundo comentou as mesmas fotos dos meus amigos no Facebook. Sim, eu sei que a gente mesmo é quem programa o que vai receber no e-mail. Estando no Facebook, que tal dar uma olhada na fazendinha? Vai que algo está no ponto para ser colhido...

Aí, do nada, me lembro que preciso abrir um post no Le Vin au Blog para o vinho do mês. Já estamos atrasados com isso (e estamos mesmo, pois o prazo é hoje, dia 1.).

Falando em blogs, vem à mente que preciso sair para comprar o presente para a Isabela, que daqui a pouco já vai fazer dois meses e eu ainda nem consegui pensar num bom presente para ela.

Quando penso no tempo é que volto para a realidade e cai a ficha de que faltam apenas poucos dias, ou melhor, que o tempo já estourou e eu deveria já estar com o trabalho fechado. Nessa hora, eu paro o que estiver fazendo, desligo o som do YouTube e volto para o Word. É exatamente isso que eu vou fazer agora.