terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Caminhando eu vou!

Costumo caminhar para ir ao trabalho, à universidade ou à academia, minhas três atividades principais no momento. E sou muito agradecida por ter essa possibilidade. Lendo o jornal de manhã, que falava sobre as filas para quem precisa pegar os ônibus do metrô (as estações Cantagalo e General Osório ficarão fechadas por um tempo), tive certeza mais uma vez do quando sou privilegiada.

As caminhadas servem não apenas para me levar aonde eu preciso, mas são momentos que servem para organizar o dia, ter pensamentos aleatórios e ainda fazer algum exercício. De casa ao trabalho, levo, em média 18 minutos. Até a universidade, quase meia hora. A academia é o que fica mais perto, cravados 16 minutos. Para chegar a cada um desses lugares, tomo caminhos em direções opostas. Vez ou outra, testo trajetos novos, para não enjoar.

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Caminhar pela cidade é uma das atividades que mais gostamos. Depois que isso se torna rotineiro, parece até que as distâncias diminuem. Ir ao Flamengo, ao Largo do Machado ou à Cobral no Humaitá a pé é algo muito normal.

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Em um livro que li recentemente, há uma cena em que a mocinha conversa com um cadeirante. Ela olha com pena para ele, o que ele percebe. Quando ela resolve perguntar como ele se sente, ele não mede palavras. Pergunta como ela se sente, uma vez que também passa a maior parte do dia em uma cadeira? A questão é bem pertinente e ela nem sabe o que responder.

Apesar de termos capacidade de nos movimentarmos, acabamos gastando muitas horas de nossos dias sentados, seja na frente da televisão, virados para um computador, dentro de um carro...

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Tenho adorado os dias de sol. Mesmo que não seja tão agradável para andar na rua, fico muito mais animada a cada manhã quando vejo que o céu está azul e o sol está lindo lá fora.

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