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Mostrando postagens de Maio, 2013

Válvula de escape?

Tenho uma tendência (creio não ser só eu) de começar a desempenhar uma atividade qualquer toda vez que preciso me concentrar em algum assunto específico. Exemplifico: quando estava escrevendo a minha qualificação, passava horas plantando e colhendo em minha fazendinha do Facebook; quando estava escrevendo a dissertação, tinha que iniciar pelo menos uns 10 jogos de paciência antes de começar realmente a trabalhar no texto.

Agora que preciso fechar o meu projeto de doutorado, é claro que encontrei algo bem melhor para fazer.

Diferente das outras vezes, quando gastava meu tempo realmente à toa, desta vez, resolvi pelo menos colocar mais conteúdo na minha escapadela. Quando não aguento mais ler sobre divulgação científica e promoção em saúde, eu me dedico a obras de ficção. Tem dado certo – e ainda aumento o número de livros lidos no ano.

Essas fugidas não ocorrem somente nos estudos. Já observei que quando tenho algo chato de trabalho para resolver também encontro sempre uma alternativa …

Lembrete: não deixe a vida para depois

A vida pode acabar num estalar de dedos. Há quem considere pessimismo pensar assim, mas a verdade é que tudo pode acabar mesmo (e vai acabar) de uma hora para outra. E o pior é que ninguém está preparado para este momento inevitável. Este não é um assunto que eu fique pensando muito, mas nos últimos dias acabei tendo três inspirações.

Começou com o filme francês Sejam Muito Bem-vindos. O filme não fala exatamente sobre a morte, mas mostra um homem septuagenário desencantado da vida. Como em muitos filmes que seguem esse mesmo modelo, ele encontra em uma amizade a força para retomar a vida. Ao lado, uma jovenzinha que enfrenta cedo o lado sombrio dos dias. Juntos, tornam-se fortes.

No sábado, fomos assistir a Felicidade, peça em que o primo do Claudio atua. São quatro personagens, de diferentes perfis, idades e problemas. Eles morreram. A dona morte resolve então dar-lhes mais 24 horas para que resolvam suas vidas, fazendo aquilo que sempre quiseram, porém nunca tiveram coragem. Cada u…

O poder da arte

Minha tarde estava meio langweilig* no trabalho. Então para espantar essa sensação, resolvi encontrar algo no YouTube para me acompanhar enquanto escrevo os textos finais para nossa newsletter.

Como dias desses uma amiga havia falado sobre o ACDC, pensei: é disso que eu preciso, algo que me deixe bem acordada. Até tentei, mas é barulhento demais para mim. Aí o YouTube me indicou Queen. Uma boa pedida.

Quando começou a tocar Under Pressure, fui invadida por uma sensação tão boa, uma vontade de sorrir. Não pela letra provavelmente, mas pela melodia, sei lá.

Isso me fez pensar o quanto admiro quem é capaz de criar uma música, escrever uma boa história ou entregar-se com toda a alma para uma atividade artística. Essas pessoas costumam ser muito especiais.

Agora, vou voltar para meus textos, pois ainda há muito a ser escrito antes da aula de alemão e do meu encontro com a Gabi, amiga dos tempos de faculdade.

*chatinha

Semana ensolarada

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Depois de uma sexta-feira de muita chuva e humor cinza, a semana começa ensolarada e com ânimo mais colorido. Trabalhei bastante em meu projeto durante o fim de semana e apesar de ainda não ter uma questão de pesquisa, já consegui enumerar vários questionamentos, dentre os quais um possa vir a ser o meu tão esperado "problema".

Além de estudar, também consegui fazer pequenos passeios. Rápidos, mas prazerosos. No sábado, em uma pausa nas leituras, fomos tomar um café no Cake & Co. Além de comer um docinho, pude ver rapidamente minha amiga Marie, que tomara um café com a Sabrina e a Marcela.

No domingo, logo depois de acordarmos, fomos ao Leblon. Enquanto o Claudia fazia o treino de 8km na orla, eu resolvi caminhar um pouco e fazer algumas fotos. Bem no começo da minha caminhada, ouvi alguém chamando meu nome. Era minha amiga Bia, acompanhada pelo Luís e pela Gabí. Esta é uma das famílias mais bonitas que conheço. Se um dia eu tivesse um filho, gostaria de ser como a Bia. …

Ansiedade acadêmica

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Ando bem nervosa ultimamente pela indecisão do projeto de doutorado. Quanto mais nervosa fico, mais paralisada me sinto. Isso acaba criando um ciclo muito ruim. Como disse, quanto mais paralisada, mais nervosa. Quanto mais nervosa, mais paralisada. As reuniões com meu orientador não têm me ajudado a quebrar essa rotina. Amanhã terei mais uma. As últimas duas foram desalentadoras. Espero que amanhã seja melhor.

Toda vez que falo com alguém sobre isso, a primeira frase é: "troca de orientador!". Não é assim tão fácil, pois continuarei sem projeto. Tudo bem que já tive dois começos de ideias que foram "destruídas" logo de início pelo orientador, mas não acho - ainda - que isso seja motivo suficiente para mudar de orientador. Mesmo por que isso não é a coisa mais simples do mundo. Só sei que por ora estou até com dor na minha barriga de ansiedade.

Atualização: acabei de ler meu horóscopo e achei engraçado o que estava escrito nele.



Tempo de ser paciente.


Do sono à vontade de mudar

Definitivamente, café não faz nem cósquinha no sono pós-almoço que me atacou hoje. (Comecei a fazer este post na semana passada. Felizmente, desde então, não tive mais esse sono arrebatador que às vezes ataca no começo do tarde)

Gostaria de ter a disposição e disciplina da minha ex-colega de jornal Maristela. Na primeira semana do ano, ela escreveu no Facebook que sua resolução de ano novo era escrever ficção todos os dias, custasse o que custasse. Há poucas semanas, ela lançou um novo livro. Acabei de comprá-lo e fiquei feliz com o resultado. Chama-se Os deliciosos biscoitos de Oma Guerta.

Faltam dois meses para a viagem de férias. Agora sim a contagem regressiva começa a ficar interessante. Não vejo a hora de não ter que pensar em projeto de doutorado, trabalho ou coisas do dia a dia.

Amanhã passaremos o dia todo em função dos 40 anos do DAAD. Primeiro, haverá uma solenidade no Palácio Guanabara. À tarde, será realizado um seminário para ex-bolsistas do DAAD em um hotel no Flamengo…

Resultado do Circuito Light Rio Antigo

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Acabou de sair o resultado da prova. 
Meu tempo foi 35:28 no Circuito Light Rio Antigo. Estou bem satisfeita. Engraçado é que nas outras corridas que fiz, meu tempo foi mais ou menos esse mesmo. Não mudo meu trotinho por nada neste mundo. :) O Claudio fez em 28:04. 
Dá vontade de já marcar a próxima!



Projeto de doutorado, corrida e festejos

Este fim de semana foi repleto de atividades e tarefas. Consegui estudar mais do que costumo estudar no fim de semana, mas ainda não foi suficiente. Preciso realmente me dedicar mais nas noites ao longo da semana e aos fins de semana. A questão ainda é a mesma: definir o projeto de doutorado.

Já me encontrei duas vezes com meu orientador e nas duas ele me desestimulou a continuar nos temas que eu havia pensado. Foi bastante frustrante. Na última vez, ele me deu várias ideias, mas não gostei de nada dos projetos apresentados. Então resolvi seguir buscando um projeto na segunda ideia que eu havia tido. Estou meio desanimada, mas é preciso seguir em frente.

Se no lado acadêmico as coisas vão meio mal, na parte das atividades físicas segue tudo bem. Hoje participamos do Circuito Light Rio Antigo - Etapa Lapa. Fizemos a prova de 5km. Eu estava meio em dúvida se conseguiria, pois no domingo passado fui correr na Lagoa e mal consegui correr 2km - em minha defesa, é preciso dizer que eram 13h…

Outono

Outono e primavera são meus meses preferidos, apesar de eu gostar também do verão e do inverno. Sim, sou alguém que não consegue gostar apenas de uma coisa.

Outono é uma estação especial. Não está mais o calorão do verão, nem o frio cortante do inverno. Apesar de amanhecer mais cedo, os finais de dia têm uma luz incrível. As manhãs têm aquela brisa geladinha que faz a gente se sentir mais viva. Eu gosto também das temperaturas mais amenas, especialmente quando vou caminhando para o trabalho. Coisa boa não chegar suando.No outono podemos usar casaquinhos. Eu adoro casaquinhos!

Outono no Rio significa praias menos lotadas, sol quentinho combinando direitinho com a brisa que vem do mar, os frutos de árvores que não sei os nomes caem estalando sobre os carros (e provocando sustos e risadas).

1º de maio de 2013

Um mês inteirinho e repleto de oportunidades começa hoje!

Abril parece que passou como um sopro. Acabei nem fazendo um post sobre o que planejava. Olhando agora, nem sei se evoluí muito nos meus projetos de março para cá. Em abril, parece que apenas vivi, sem me preocupar muito com o que tinha para fazer.

Claro que nem tudo foi assim.

Comecei abril fora do Rio. Acompanhei minha mãe em uma cirurgia no Rio Grande do Sul. Acabei ficando a primeira semana lá. Dediquei-me a fazer-lhe companhia, não dando muito atenção para a lista de tarefas que pensei em realizar durante os dias de "férias" que tirei do trabalho e das aulas. Voltei com a lista maior ainda, mas sem me preocupar tanto.

Havia uma preocupação maior que leituras de aula, exercícios de alemão ou compromissos de trabalho: a decisão sobre meu projeto de doutorado. Pensei em várias ideias, argumentos, grupos a serem pesquisados. Tão logo voltei, tive a primeira reunião do ano com meu orientador. Ele me fez desistir de to…