segunda-feira, 26 de junho de 2023

Festa de verão

No último domingo, fizemos uma festinha aqui no prédio. Temos um grupo de WhatsApp e por ali trocamos avisos, pedimos ajudas (para alguém esperar por um pacote, receber flores, emprestar algo) e organizamos esses encontros de tempos em tempos.

Uma particularidade do meu prédio* é que nos mudamos todos no mesmo dia. O prédio é de 1890, mas foi comprado por uma instituição ligada à prefeitura e totalmente reformado internamente. A fachada é a mesma, mas dentro renovaram bem. No meu apartamento, ainda há as portas e janelas originais, que dão um ar bonito à construção. 

Quando a reforma ficou pronta, viemos todos juntos. Imagina a quantidade de caixas de papelão que havia no lixo! Levamos semanas para que a lixeira pudesse ser usada de forma regular. 

Já houve umas quatro ou cinco festinhas e mercados de pulgas. Eu participei até agora somente de duas, pois nas outras não estava em casa. Com exceção de quatro moradores, eu incluída, todos têm entre 25 e 30 anos. No ano passado, um casal teve o primeiro bebê. Por enquanto, a única criança por aqui.

Os encontros são bem animados e tranquilos ao mesmo tempo. Eu acho uma ótima oportunidade para conhecer um pouco mais dos vizinhos, falar dos nossos problemas comuns enquanto inquilinos e passar umas horas agradáveis em nosso pátio. 


* Meu prédio não é o único no terreno. Ele fica no pátio interno, mas há também um de frente para a rua e ainda mais dois apartamentos em cima de uma marcenaria que ocupa o térreo. Ao todo, são 14 apartamentos pequenos - ontem, havia pessoas de 10 apartamentos e mais uma funcionária da marcenaria. Do meu prédio, dos seis, estávamos em cinco, mas a sexta moradora nos deu um oi antes de sair com o namorado. 


quarta-feira, 21 de junho de 2023

Ah, o verão

Esperamos tanto tempo pelo verão. Aí ele chega e ficamos esgotados pelo calor, querendo que ele não seja tão forte e longo. Às vezes, fico pensando como aguentei o verão no Rio por tantos anos. Aqui, quando a temperatura chega a 27, 28 graus, já estou no meu limite. Uma amiga brasileira me visitou na última semana e me disse que o calor é diferente. Aqui é seco, o que torna mais difícil. 

Tirando os desconfortos, eu gosto do verão. Fico feliz ao sair de casa de mangas curtas. 

Por sorte, já tenho um ventilador em casa. Lembro que no ano passado, ele foi fundamental. 

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Sinto calafrios só de pensar nos cinco malucos que estão dentro desse submarino que desapareceu ao fazer uma excursão até o Titanic. Entrar em um submarino é algo que não tenho a menor vontade. 

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Depois de Lindau, fizemos mais duas viagens! Isso me mantém viva. Fomos a Basel e fizemos um tour de bike ao longo do Kinzig. Basel foi a primeira cidade suíça que visitei. Gostei bastante da atmosfera da cidade, mas nos sentimos bem pobres. A Suíça é bem cara para quem mora na Alemanha. De qualquer forma, comemos bem, passeamos bastante e até fizemos umas comprinhas. Um dos lugares que visitamos foi a fronteira tríplice - Alemanha, Suíça e Franca.

Duas semanas depois, aproveitando outro feriadão, fizemos nosso primeiro tour de bike depois da doença. Eu estava um pouco insegura e curiosa para saber como meu corpo reagiria. Deu tudo certo! Que viagem gostosa e experiência boa. Passamos por cidades tão bonitas. 

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Ir e vir de bicicleta é uma coisa que me alegra sempre. Eu me sinto livre. Já faz três semanas que tenho usado minha bike para ir à biblioteca.

Pequenos comentários

No curso de italiano, de vez em quando, escutamos algumas músicas. Uma delas foi “L'isola che non c'è”, de Edoardo Bennato, música q...