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quarta-feira, 21 de junho de 2023

Ah, o verão

Esperamos tanto tempo pelo verão. Aí ele chega e ficamos esgotados pelo calor, querendo que ele não seja tão forte e longo. Às vezes, fico pensando como aguentei o verão no Rio por tantos anos. Aqui, quando a temperatura chega a 27, 28 graus, já estou no meu limite. Uma amiga brasileira me visitou na última semana e me disse que o calor é diferente. Aqui é seco, o que torna mais difícil. 

Tirando os desconfortos, eu gosto do verão. Fico feliz ao sair de casa de mangas curtas. 

Por sorte, já tenho um ventilador em casa. Lembro que no ano passado, ele foi fundamental. 

***

Sinto calafrios só de pensar nos cinco malucos que estão dentro desse submarino que desapareceu ao fazer uma excursão até o Titanic. Entrar em um submarino é algo que não tenho a menor vontade. 

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Depois de Lindau, fizemos mais duas viagens! Isso me mantém viva. Fomos a Basel e fizemos um tour de bike ao longo do Kinzig. Basel foi a primeira cidade suíça que visitei. Gostei bastante da atmosfera da cidade, mas nos sentimos bem pobres. A Suíça é bem cara para quem mora na Alemanha. De qualquer forma, comemos bem, passeamos bastante e até fizemos umas comprinhas. Um dos lugares que visitamos foi a fronteira tríplice - Alemanha, Suíça e Franca.

Duas semanas depois, aproveitando outro feriadão, fizemos nosso primeiro tour de bike depois da doença. Eu estava um pouco insegura e curiosa para saber como meu corpo reagiria. Deu tudo certo! Que viagem gostosa e experiência boa. Passamos por cidades tão bonitas. 

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Ir e vir de bicicleta é uma coisa que me alegra sempre. Eu me sinto livre. Já faz três semanas que tenho usado minha bike para ir à biblioteca.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Neve

A neve cai mansamenente desde muito cedo. Aos poucos, o gramado vai ficando branco. Eu gosto de chuva, mas a neve é mais suave.

Hoje está uma calmaria no instituto. Na biblioteca, acredita que estejamos apenas em quatro. Há o seguranca na portaria. Pesquisadores, confesso, nao vi nem um. 

Acho que o ano comecará mesmo na próxima segunda-feira.

Eu até tinha pensado em ficar de férias até lá, mas nao quis gastar os dias que podem fazer falta quando eu puder ir ao Brasil ou no verao. 

E também porque tive dias suficientes de folga. Foram 19 no total, dos quais fiquei todos fora de Heidelberg. Já estava com saudades do meu apartamentinho novo.

sábado, 5 de novembro de 2016

Fascinação por dias nublados

Diz a música da minha conterrânea Adriana Calcanhoto que cariocas não gostam de dias nublados. Mais uma prova de que não sou e nunca serei carioca, pois adoro dias nublados e chuvosos, como hoje. Gosto tanto de estar em casa quanto de estar na chuva.

Eu acho que não tenho tantas lembranças assim de quando era muito pequena, mas algumas das poucas ocorrem em dias chuvosos. Lembro-me de brincar com o Cássio e os amigos dele de fazer barquinhos de papel e de soltar onde a calha da casa despejava a água que vinha do telhado. Lembro-me de passear de gaiota com o Cássio e a Fernanda. Nós duas dentro de uma fechada artesanalmente e o Cássio a empurrando abaixo de chuva. Lembro-me de gostar de ir à casa da dona Eva nos dias de chuva, só para ver os pequenos riozinhos que se formavam no terreno da esquina, que não tinha casas na época. Lembro-me também de gostar de ler e de ver filmes em dia de chuva, concentrada nessas atividades, mas com o barulho de chuva ao fundo.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Frio no verão carioca

Faz dois dias que a temperatura não se afasta dos 20 graus, o que, para os padrões cariocas, é bem estranho. Afinal, estamos em janeiro, época de calorão, suor, 40 graus... Pessoalmente, estou bem feliz. É bem mais confortável viver a 20 e poucos graus.

Continuo com meu plano trabalho-academia-estudo. Tem funcionado bem. Amanhã é que não sei como farei, pois a academia vai abrir em horário de feriado - e para mim, infelizmente, não é feriado. Vou ver se consigo fazer uma caminhada em algum lugar aberto da cidade, se a chuva passar.

Em dias de chuva, eu sempre fico imaginando como gostaria de estar em um café charmoso tomando um bom chocolate quente e comendo um pedaço de bolo. Ao lado do café, um livro daqueles que não dá vontade de largar por nada. Das wäre ein Traum. (Isto seria um sonho)

domingo, 15 de novembro de 2015

Trovões

Acabei de ouvir um trovão ao longe. Estava aqui na sala de casa lendo um texto sobre busca e recuperação da informação, entretida, e na minha imaginação lá fora devia estar um dia bonito. Agora tirei dois segundos para olhar para fora e percebi que o tempo fechou. As colinas ao final da vistas estão esbranquiçadas pela neblina. A chuva vem chegando aos poucos, de mansinho. Como estou aqui fechada e gosto de chuva, sinto um conforto com essa garoinha fina. Os trovões prosseguem avisando que vem mais coisa por aí.

***

A vida em geral é repleta de tragédias. Nós temos nossas pequenas tragédias íntimas, mas volta e meia somos surpreendidas por tragédias maiores, que ganham as capas de jornais.

Há duas semanas, vilarejos inteiros foram cobertos por uma lama tóxica em Minas Gerais. Infelizmente não conheci a região antes e agora suponho que nunca mais o faça, pois o que sobrou lá é apenas um grande vale cimentado pela lama, pois, como li num depoimento, esta lama é tão cheia de química, que vira um coisa dura, imperfurável, irrecuperável, que mata toda forma de vida por onde passa.

Na sexta-feira passada, mais de 120 pessoas foram mortas em Paris por desequilibrados influenciados por pensamentos que, a meu ver, tem mais a ver com o demônio do que com Deus. A crença cega em uma religião criada pelos homens nunca levou a bons resultados. Não faltam exemplos na história da humanidade para confirmar isso.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Muitos tons de cinza

Parece que o dia amanheceu meio triste hoje. Houve rajadas de vento à noite (não vi nada!) e de manhã o céu estava cinza, a calçada estava molhada e eu, sem pensar, dei boa noite ao seu Álvaro, nosso porteiro que trabalha das 22h às 6h. O porteiro que começa às 6h ainda não havia chegado - ou ainda estava distribuindo o jornal nos andares.

Na academia, apenas um pouco menos gente do que o normal. Projeto Verão a mil! Menos eu, que voltei às caminhadas. Perdi um pouco o ritmo nos últimos dias. Já estava na segunda semana de treinos de corrida, mas, de repente, me deu uma preguiça. Então estou fazendo caminhadas. Apesar de que hoje olhei para meus braços e fiquei pensativa... Vou ter que realmente começar a pensar neles. Ainda mais com todos os vestidos sem manga que tenho no momento - praticamente todos.

Hoje vou fazer as unhas no salão. É tão grande o desconforto que isso me causa, que estou desde ontem pensando como vou explicar à manicure de forma clara como ela deve tratar minhas mãozinhas. Na minha lista de coisas a aprender nesta vida, talvez passar esmalte colorido nas minhas próprias unhas devesse figurar bem no começo.

Hoje vamos a uma degustação em um restaurante meio bizarro situado no Leme. Estou curiosa.

Por ora, os planos todos estão dando certo. Amém.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Como escapei da chuva, mesmo sem planejar

Ontem caiu a  maior chuva no Rio, mas como meu anjo da guarda trabalha muito bem eu nem vi.

Ontem foi um dia com horários diferentes do que estou acostumada. Como iria participar de uma feira de estudantes à tarde, inverti meu horário. De manhã, fui à academia, resolvi pequenas coisinhas em casa e fiz a declaração de imposto de renda. Depois de almoçar em casa, ainda passei no correio para devolver uma compra on-line que não gostei e caminhei até o trabalho.

Só fomos para a feira mais tarde. Era em um hotel antigo que foi reformado há pouco tempo, o Windsor, que fica bem na divisa entre o Leme e Copacabana. Eu já havia estado neste hotel anos atrás, quando vim ao Rio para a coletiva do Fernando Meirelles e do Ralf Fiennes. Naquela época, ainda chamava-se Le Méredien.

Como eu tinha médico no início da noite, saí da feira antes do final. Meu plano era pegar uma bike ali do lado do hotel e ir pedalando até a Santa Clara, mas o ponto da Bike Rio estava em manutenção. Eu tinha ainda que passar no banco e acabei indo a pé da Princesa Isabel até a Constante Ramos. O Google Maps me diz que são 2km, que podem ser percorridos em 25min. Exatamente! Demorei ainda mais 5min no banco. Resultado: cheguei 10min atrasada ao meu compromisso.

Foi só eu entrar no prédio, a chuva desabou! Eu ouvi que estava forte, mas não fiquei prestando muito atenção. Quando saí, sem sombrinha, liguei para o Claudio.Quem sabe ganhava uma carona, mas ele estava na academia. Só então soube que estava bem alagado em diferentes pontos da cidade. Como o que não tem remédio, remediado está, e havia uma cafeína bem embaixo do prédio onde eu estava, resolvi que ficaria ali, comendo tranquilamente, até a chuva parar.

A chuva não passou, mas ficou bem fraquinha. Peguei um táxi, sem me molhar muito, e segui para casa. Àquela hora, depois de quase uma hora depois da chuvona, a água já havia baixado.

Meu anjo da guarda deve ter ido dormir cansado. :)


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Chuvinha bem-vinda!

Cai uma leve chuvinha sobre Botafogo neste exato momento. Depois de tantos dias de calor, é mais do que bem-vinda. Quando os dias de sol se prolongam por muito tempo, sempre começo a ficar com pena das plantas, não as minhas que rego, mas com essas que dependem da chuva.

Como sempre, a chuva traz novos acidentes, mortes e gente desabrigada. É preciso muita fé para não perder a esperança de que um dia a infraestrutura de algumas áreas da cidade/estado/país vai melhorar.  A cada ano, um novo local é destruído.

Ontem foi dia de começar a arrumar as fotos a serem impressas. Hoje, além de dar continuidade a isso, será a hora de selecionar o que ler durante o ano, talvez retirar alguns livros para doação e começar a enfrentar o último trabalho de aula.

Terminei finalmente de ver o filme Shame ontem. É bom, mas eu não o escolheria como o filme do ano, como fez o jornal O Globo.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Adoro dias chuvosos!

Lembramos do que queremos e da maneira que queremos normalmente. Em algumas das minhas lembranças da infância chovia. As águas da chuva que escorriam pelas ruas de Esmeralda ou eram bem clarinhas ou eram barrentas. Quando eram clarinhas, eram ideais para se brincar na rua, soltando na correnteza qualquer coisa que pudesse ser imaginada como um barquinho. Em uma das casas em que moramos, os barquinhos eram de papel mesmo e costumavam naufragar tão logo fossem inundados por algumas gotas.

Dias de chuva também me lembram bolo, especialmente um de amendoim que a minha mãe fazia. Chamava-se fregolá. Primeiro torrava-se os amendoins, sendo a cada invadida por aquele cheiro bom de amendoim torrado. Depois, vinha a tarefa de descascá-los. Em questão de hora, haviam todos virado bolo. Sinto o cheiro agora. Era tão bom, mas ninguém comia bolo recém-assado, pois podia fazer mal. Então, era preciso achar o que fazer até que esfriasse um pouco.

Outra lembrança é de passear espremida em uma gaiota, uma espécie de carrinho de mão construído pelo próprio irmão, com direito até a cobertura. A gaiota era manobrada por ele ou algum de seus amigos adolescentes da época – invariavelmente o André. Algum acidente sempre aconteceria, mas tudo bem. No final das contas, ficam mesmo as lembranças boas.

sábado, 10 de abril de 2010

Ilhada 3

Hoje, ao ir à aula do mestrado, fiquei sabendo de mais duas histórias da chuva de segunda/terça. Minha professora estava na Praça da Bandeira na noite do alagamento e ficou ilhada em um posto de gasolina. A garagem de uma colega alagou e o carro ficou submerso. Outro, que mora em Olaria, na Zona Norte, ficou preso em Copacabana. E, ontem, a Tati, outra colega, que mora em Niterói, se viu obrigada a ficar no Rio, pois a situação lá em Niterói estava descontrolada. Hoje, ela conseguiu voltar para casa.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Ilhada 2

Dormi pesado na noite passada. Nem reparei que havia chovido tanto.

Acordei bem cedo, pois tinha treino puxado de corrida, mas enquanto me dava mais cinco minutinhos de sono, ouvi que a chuva estava forte. Resolvi dar uma espiadinha pela janela e vi que a rua estava toda alagada. Meu primeiro pensamento foi: fiz umas horas extras na semana passada, vou ligar para o meu chefe e dizer que vou usá-las hoje.

Acordei o Claudio para dizer que a situação estava esquisita. Ligamos a tevê e percebemos que nossa rua alagada não era nada. A cidade havia parado. Soube horas depois que a moça que nos ajuda com a limpeza aqui em casa chegou em casa as quatro da manhã. Teve gente que nem a essa hora conseguiu e ficou perambulando pelas ruas inundadas.

Fui liberada do trabalho - "regenfrei" -, e passamos o dia fechados em casa, observando a chuva enfraquecer para logo voltar mais forte, sem nunca parar.

Agora pouco, arrisquei uma saída rápida, uma ida ao super, pois a água estava no fim. Resolvi ir logo, supondo que tudo estaria fechado quando anoitecesse.

A rua ainda apresentava muita água no meio-fio. Não eram nem cinco horas, mas não havia gente ou carros pelas ruas. Sensação estranha. No supermercado, pouca gente trabalhando, pouca gente comprando.

Enquanto eu estava lá, caiu outra chuva forte, suficiente para acumular mais água ainda na rua. As fotos estão ruins, mas mostram um pouco - quase nada - de como estamos por aqui.









Ilhada

Ontem, falei que o tempo parecia indeciso. Isso foi ontem. Hoje, ele tem certeza do que fazer: chover, chover e chover. Estamos ilhados, as ruas ao redor de casa estão cheias.

Atendendo ao pedido do prefeito, ficarei em casa hoje. Mesmo que eu quisesse, não poderia sair...

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Sol + chuva

O clima aqui no Rio passou o dia meio indeciso hoje. Foi de nublado a ensolarado. De garoa à chuva com vento. Eu andei duas vezes de metrô e nunca sabia ao certo como seria ao sair do buraco. Por sorte, não precisei abrir minha sombrinha em nenhum momento.

Parece que as tarefas que não deu para realizar no fim de semana serão realizadas com sucesso neste fim de folga. :)

quinta-feira, 18 de março de 2010

Clima convidativo

Todo dia chove no Rio. Alguns dias, chuvinha de verão, que logo passa. Noutros, chuva de alagar a cidade. Hoje, porém, como num recomeço, tem um sol fraquinho, gostoso. Cariocas não gostam de chuva. Eu gosto. Uma chuvinha convida para um chocolate quente. E foi isso que fiz ontem enquanto aguardava o horário de uma consulta no Leblon. Podem falar o que quiserem do café de lá, mas nenhuma outra cafeteria tem poltronas tão aconchegantes como aquela Starbucks do Shopping Leblon. *** Na volta para casa, Sob a chuva que caia sobre o Leblon ontem à noite, só o que pensava era que já está mais do que na hora de eu começar a aprender os números dos ônibus... No final, optei pelo metrô mesmo... *** Uma hora e meia depois, eu estava em Botafogo. Sã e salva, bebendo um vinhozinho com meu amor.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Dias de chuva

Nunca cheguei tão ensopada no trabalho como hoje. Em dias normais, dependendo do caminho escolhido, levo entre 15 e 20 minutos para chegar. Hoje, acho que demorei mais de 35 minutos. Cheguei 13 minutos atrasada. Tive de mudar o trajeto várias vezes, pois era impossível atravessar verdadeiros lagos formados ao longo do meio-fio. Esses amontoados de água levam a outro risco: o de levar um banho quando os carros passam. Como não tenho carro, tampouco dinheiro para comprar/manter um, tomei algumas decisões: - Comprar um guarda-chuva daqueles enormes para dias como hoje (Sorry, Maurício); - Deixar uns $$$ escondidos na carteira para pegar um táxi em dias como hoje – é nestes dias que odeio o meu terrível hábito de carregar apenas trocados na carteira; e - Comprar uma galocha e uma capa de chuva. Nada me convence do contrário, de que esses são acessórios com a cara do Rio. Apesar da desgraça de chegar totalmente ensopada no trabalho, eu gosto de dias chuvosos. Talvez fosse melhor passá-los em casa, mas a verdade é que eles me remetem a momentos divertidos da infância. No primeiro, eu devia ter uns quatro, cinco anos. Quando chovia muito, meu irmão e, às vezes, o João Carlos, filho da madrinha e vizinho, faziam barquinhos com folhas de caderno que soltávamos no riozinho que se formava com a água da chuva ao lado da casa. Em alguma dessas tardes, lembro de minha mãe fazer fregolá. Ainda me lembro do cheiro de bolo recém-assado. Noutra situação, Cássio havia construído uma gaiota, espécie de carrinho de madeira. Total loucura, mas minha mãe permitiu pelo menos uma vez que ele colocasse minha irmã, que tinha uns três anos, e eu dentro do tal carrinho, que tinha uma cobertura, e saísse para dar uma volta na chuva. Aventuras dele e do André, nosso vizinho. A terceira lembrança é a de brincar na chuva, de sair para dar uma volta quando caía aquela chuva mais forte. Deve vir daí a minha tolerância com a chuva. A diferença é que a água que ficava na rua lá misturava-se à terra. Aqui, sabe-se lá o que contém a água preta que se acumula nas esquinas.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Clima esquisito

Saí de casa com garoa. Quando cheguei ao trabalho, caiu uma chuva grossa. Há cinco minutos, o sol iluminou minha sala – ou meu quarto, como se diz por aqui em uma tradução literal de Zimmer. Realmente, vivemos um momento de instabilidade.

domingo, 11 de outubro de 2009

E não é que...

... o sol voltou ao Rio de Janeiro?

Isso, no entanto, não muda em nada a programação do meu dia.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

12 dias - 12 meses

Quando eu era criança, minha mãe costumava dizer que os primeiros 12 dias do ano mostravam como seria o clima nos próximos 12 meses.

Bom, se for assim, teremos um mês de março de muito sol, mas abril e maio terão um sol tímido e uma chuvinha fina e chata. Junho será meio cinza e chuvoso. Torcer para o resto do ano ser mais quentinho...

Anotações curtas

Viagens:   Eu não fiz uma conta superprecisa, mas calculei que no ano passado dormir pelo menos 90 noites em hotéis, albergues ou visitando ...