sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Lindo dia de sol

Caí da cama bem cedo hoje. Tinha minha sétima sessão de RPG às 7h30. Foi bom, pois o dia rendeu. Ainda tenho uma lista enorme de coisas para fazer, mas aos poucos, ela vai sendo vencida.

Já terminei um frila, arrumei meu guarda-roupa, separei algumas coisas para dar, coloquei roupas para lavar, fiz almoço, almocei, organizei uma última pendência da minha pesquisa de campo, fiz lista de compras, coloquei minhas anotações de gastos em dia, li uma parte do jornal, molhei as plantas, bebi vários copos de água.

Hoje está o maior calor aqui no Rio, especialmente aqui na sala de casa. O dia está lindo lá fora. Do que avisto daqui, vejo um céu azulzinho e sol bonito.

Ontem recebi o cartão de natal mais especial, do meu afilhado Nicolas, feito por ele mesmo. E com meu nome! Muito fofo, mas mais fofo ainda foi o presente enviado pela minha comadre, um pen drive com fotos do Nico e um vídeo em que ele aparece cantando uma música de Natal diferente. É muita fofura!

Agora, volta ao trabalho, que ainda preciso fazer uns 10 gráficos, limpar mais algumas coisinhas, empacotar uns presentes, organizar meu sábado e sair para dar uma volta, que eu vou merecer depois de tudo isso!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Rapidinhas

Claudio comemora hoje aniversário de batismo. :)

Diferente de outros dias, hoje está mais fresco, o Rio voltou a ficar nublado.

Ontem, bem na hora da festa de fim de ano do DAAD, caiu uma chuvona de verão, com aqueles pingos enormes. Sorte que Ursula e eu já havíamos chegado e pudemos ver a chuva da janela do Clube Germânia.

A festa foi bem boa, muitas pessoas com relações com a Alemanha, mas não tantos alemães. Nossa mesa acabou virando a mesa 'jovem' da festa. Acho que eu era a mais velha.

A comida estava muito boa, assim como os drinques. Aproveitamos!

Aproveitei a manhã livre hoje para marcar médicos, programar a troca de cupons de compras coletivas, marcar exames... A agenda nova já está cheia de compromissos.

Show do Roberto Carlos na Praia de Copacabana. É claro que eu vou! E a mãe vai junto!

Aliás, a programação de fim de ano já está bem definida. Hoje tem encontro do mestrado, noite de Natal e almoço natalino na casa de parentes, amigo-secreto com amigos próximos. Só falta mesmo festinha de Natal da turma de amigos.

Compra dos presentes de Natal já foi iniciada, mas ainda faltam muitos. Por que será que algumas pessoas são fáceis de serem presenteadas e para outras é impossível encontrar uma opção de presente?

A minha lista pessoal já está pronta, mas essa é para ser atendida ao longo do ano e por mim mesma. :) Afinal, quem me daria uma viagem para outro continente?

Continuo muito apaixonada pelo meu iPad. Melhor presente do ano.

Pendências de décadas foram resolvidas nos últimos dois anos. Isso faz um bem para o coração e para a cabeça. Recentemente, mais algumas.

A casa já está decorada para o Natal. Neste ano não teve árvore, mas o clima não poderia estar mais natalino.

De repente, descobri Vitor Ramil! Tão bom!

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Tecnologia (só) para complicar

De que adiantam seis aparelhos de CD pela casa, tocadores de MP3 nos armários, tocador para iPhone, iPad e afins, se tudo parece tão pouco prático de usar. Um precisa regular todas as tantas caixas de som, outro ligar a tomada atrás de labirintos de fios atrás de armários pesados, outro recarregar baterias, outro conectar à web que fica indo e vindo...
A tecnologia nem sempre é muito prática. (Ou sou eu...)
Saudades do aparelho de som único para uma casa inteira. Era só colocar o disco e curtir...
Eu só queria ouvir música que flui pelo ambiente...

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Experiências universitárias

Está é minha segunda visita à PUC. Na primeira, vim para falar com uma provável orientadora. Depois acabei passando na seleção do mestrado da UFRJ, numa área bem mais a ver comigo e de graça.

Hoje, vim a trabalho. Isso acabou comprometendo a minha orientação, mas consegui remarcar com o professor. Aqui na PUC é tudo bem tranquilo, o campus é muito bonito, arborizado e cheio de vida.

Junto com uma colega, fui pela primeira vez a um bandejão. Na minha uni, isso não existia. Foi uma experiência bem tumultuada. E nem tão barata assim.

As dores deram uma aliviada neste último fim de semana. Ainda estou tomando os remédios, mas já na reta final - espero.

sábado, 27 de novembro de 2010

Ansiosa

Na semana passada, conheci a emergência do Hospital São Lucas. Acordei as 4h com um incômodo que já vinha se anunciando há alguns dias. Dito e feito, estava com uma pequena infecção. O resultado do exame demorou duas longas horas. Tomei os remédios e passei o dia todo na cama. No dia seguinte, já estava (quase) recuperada.
Hoje de manhã, lá estava eu de novo. O médico foi bem mais atencioso que a da semana passada. Porém, desta vez eu não sai "curada" do hospital. Diagnóstico para uma dor chata no peito: ansiedade. O que vem a ser isso, perguntei ao médico. Você está ansiosa com alguma coisa que precisa fazer no futuro. Não fiquei muito convencida com a simplicidade da explicação. Comprei os remédios, tomei-os e me sinto exatamente igual ao momento em que acordei - novamente - às 4h...
Seria fácil entender se eu tivesse ficado assustada de ontem para hoje com tudo que vem acontecendo na cidade, mas a verdade é que faz dois meses que essa dor tem aparecido. Só que de ontem para cá de forma constante.
Vamos ver se amanhã isso vira assunto do passado.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Coletivos

O dia hoje estava nublado e talvez isso também tenha contribuído para a sensação estranha que tomou conta da cidade. Por todos os lados, havia policiais. Pelo menos aqui na Zona Sul. Pessoas falando aos celulares comentavam alto sobre notícias de ataques de bandidos aqui e ali.
Acabei me lembrando de outras duas situações em que me vi envolvida em uma situação vivenciada por grande parte da população do lugar onde eu morava.
A primeira vez foi durante o apagão de Florianópolis, no final de outubro de 2003. Passamos, nós moradores da ilha, dois dias sem energia elétrica e também sem saber quando tudo voltaria ao normal. Lembro que fugi para o continente, pois a vida continuava, apesar da falta de luz, água, elevador, lugares para comer...
A segunda foi em março passado, quando choveu além do normal aqui no Rio e precisamos ficar um dia fechados dentro de casa porque as ruas estavam todas alagadas.

Anotações curtas

Viagens:   Eu não fiz uma conta superprecisa, mas calculei que no ano passado dormir pelo menos 90 noites em hotéis, albergues ou visitando ...