terça-feira, 5 de dezembro de 2023

Pequenos comentários

No curso de italiano, de vez em quando, escutamos algumas músicas. Uma delas foi “L'isola che non c'è”, de Edoardo Bennato, música que ouvi hoje no rádio agora há pouco e me lembrei das últimas férias. Estava ao balcão de uma padaria em Pádua, esperando para comprar um café e um croissant, quando ela começou a tocar. Eu fiquei contente por tê-la reconhecido.

Com os dias ficando cada vez mais frios, estou pensando em trabalhar alguns dias de casa. Hoje, um colega do setor de TI reinstalou o acesso em meu novo computador. Mencionei que a minha câmera estava estragada. Ele pediu para olhar e chegamos à conclusão de que estava simplesmente fechada. Eu ri. Uma coisa tão boba. Eu já estava prestes a encomendar uma câmera externa.

 

No ano passado, a mãe estava aqui. Eu estava doente e não sinto saudades disso, mas sinto falta de passearmos juntas por aqui. Antes de eu passar pela minha cirurgia, fomos algumas vezes a diferentes mercados de natal.

 

Já faz tanto tempo que lojas e casas estão enfeitadas, que parece que o natal já está logo ali. Dezembro ainda nem começou. Amanha já podemos abrir nossos calendários do advento. Penso em comprar um nos próximos dias, quando passam a ser vendidos com um bom desconto.

 

Hoje li que uma atriz de Barrados no Baile está com um câncer incurável. Há alguns anos, ela teve câncer de mama. Ler esse tipo de notícia me dá um aperto no coração. Ninguém consegue prever o futuro, eu não sei se ficarei doente de novo, mas sinto uma angústia.

2 comentários:

Daniela disse...

Oi Rafa,

Aqui, ao contrario, começou a esquentar. Já tenho saudade de usar casaco e não suar. Moro em um apto muito quente, de tarde é a filial do inferno, tem q ficar com o ar ligado o tempo todo. Sem contar as comidas, que gosto bem mais no inverno, massas, molhos, queijos. Ainda tenho que passar o Natal em um lugar frio só para aproveitar as comidas natalinas.

Se conselho fosse bom, a gente não dava, vendia né? Mas procura viver o presente, essa ansiedade de se preocupar com o que pode acontecer no futuro embaça a nossa vida, deixa tudo meio sem gosto e sem cor. Como ansiosa que sou, sei que é beeeem mais fácil falar do que fazer, mas vai lá, não fica lendo sobre doença, que cada pessoa tem a sua história.

Um grande abraço, fica bem!
Daniela

Rafaela disse...

Oi, Dani, obrigada pelo conselho! É algo que tento ter em mente, mas nem sempre, nem todos os dias funciona.

Eu nem sou de ficar lendo, mas a notícia saltou aos meus olhos.

Abraco pra você e boa sorte com o calorao. Eu ri com o "filial do inferno" :-)

Pequenos comentários

No curso de italiano, de vez em quando, escutamos algumas músicas. Uma delas foi “L'isola che non c'è”, de Edoardo Bennato, música q...