Contando as horas para embarcar no feriado de carnaval, literalmente. Aproveitaremos os dias de folga para passear um pouco. Vamos rever vários amigos de uma vez só!
Para tornar o dia ainda melhor, além de fazer o check-in para a viagem de amanhã, aproveitei para comprar as passagens para outra viagem. Por acaso, neste ano, o aniversário da minha mãe cai bem no domingo de páscoa. Resolvi aproveitar o feriadão e ir comemorar com ela a chegada dos 70.
Garanti assim, a terceira viagem do ano. :)
Daqui a pouco vou experimentar o serviço de uma esmaltaria que abriu aqui perto do trabalho. Chama-se Nailz. Funciona sem horário marcado, só chegar e ser atendido. O preço da pedicure (que acabei de descobrir é tanto masculino quanto feminino, segundo o VOLP) é R$ 18, um pouco mais baixo do que estou acostumada a pagar no Majestics, que para hoje não tinha mais horário. Tomara que as moças sejam competentes e tenham as mãos leves.
Estou ansiosa para cortar meu cabelo, mas tracei uma meta e ainda não consegui atingi-la. Espero que isso aconteça em breve! Cabelo comprido é legal, mas começa a dar uma agonia depois de certo ponto.
A boa notícia do dia foi que o euro caiu. Em época de preparativos para uma viagem à Europa, não podia ter novidade melhor. Vamos ver se cai mais um pouquinho nos próximos dias.
Já quase me esqueci qual foi o último dia totalmente sem chuva aqui no Rio. Todos os dias, em algum horário, cai uma chuvinha ou chuvona. Está sendo um verão bem diferente este. Eu tinha um conhecido que costumava dizer que as estações estavam ocorrendo com atraso. Se ele tiver razão, verão mesmo será lá por abril ou maio. Vamos ver.
Ontem fizemos mais uma arrumação em casa. Sensação tão boa!
Este blog já se chamou Cenas do Rio na época em que morei no Rio de Janeiro. O título nunca fez muito sentido, pois o Rio acabou nunca sendo o tema principal. Acho que o novo título, Uma vida em vários cenários, tem mais a ver neste momento. :) O endereço, porém, por ora, continuará o mesmo.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Muito além do peso
Assisti esse documentário não faz muito tempo e fiquei bastante impressionada. Explora um tema assustador: obesidade na infância.
Há quem trate este tema ainda com displicência, mas eu realmente acho que este ganho de peso que estamos tendo é algo preocupante.
Não acho bonito uma criança com sobrepeso, comendo coxinha com coca-cola às 10h da manhã (como já vi uma vez em Florianópolis) ou ganhando todo tipo de comida-lixo só porque é mais fácil para os pais ou porque acostumaram a criança de tal jeito que ela não aceita outro tipo de alimento - se é que dá para chamar de alimento batatas fritas em pacotes, bolachas recheadas, salgadinhos, coca-cola.
Eu como essas porcarias também de vez em quando, mas não é a regra. Não costumamos comprar, não costumamos consumir. Comer um negresco vez ou outra ou beber uma coca-cola lá de vez em quando não é problema. Problema é fazer isso todos os dias, como se fosse algo normal. Eu não acho normal.
Muito além do peso está disponível para download no site: http://www.muitoalemdopeso.com.br/
Abaixo uma sinopse apresentada também no site:
Obesidade, a maior epidemia infantil da história.
"Um filme obrigatório para qualquer pessoa que se importe com a saúde das nossas crianças" Jamie Oliver
Pela primeira vez na história da raça humana, crianças apresentam sintomas de doenças de adultos. Problemas de coração, respiração, depressão e diabetes tipo 2.
Todos têm em sua base a obesidade.
O documentário discute por que 33% das crianças brasileiras pesam mais do que deviam. As respostas envolvem a indústria, o governo, os pais, as escolas e a publicidade. Com histórias reais e alarmantes, o filme promove uma discussão sobre a obesidade infantil no Brasil e no mundo.
Recomendo!
Há quem trate este tema ainda com displicência, mas eu realmente acho que este ganho de peso que estamos tendo é algo preocupante.
Não acho bonito uma criança com sobrepeso, comendo coxinha com coca-cola às 10h da manhã (como já vi uma vez em Florianópolis) ou ganhando todo tipo de comida-lixo só porque é mais fácil para os pais ou porque acostumaram a criança de tal jeito que ela não aceita outro tipo de alimento - se é que dá para chamar de alimento batatas fritas em pacotes, bolachas recheadas, salgadinhos, coca-cola.
Eu como essas porcarias também de vez em quando, mas não é a regra. Não costumamos comprar, não costumamos consumir. Comer um negresco vez ou outra ou beber uma coca-cola lá de vez em quando não é problema. Problema é fazer isso todos os dias, como se fosse algo normal. Eu não acho normal.
Muito além do peso está disponível para download no site: http://www.muitoalemdopeso.com.br/
Abaixo uma sinopse apresentada também no site:
Obesidade, a maior epidemia infantil da história.
"Um filme obrigatório para qualquer pessoa que se importe com a saúde das nossas crianças" Jamie Oliver
Pela primeira vez na história da raça humana, crianças apresentam sintomas de doenças de adultos. Problemas de coração, respiração, depressão e diabetes tipo 2.
Todos têm em sua base a obesidade.
O documentário discute por que 33% das crianças brasileiras pesam mais do que deviam. As respostas envolvem a indústria, o governo, os pais, as escolas e a publicidade. Com histórias reais e alarmantes, o filme promove uma discussão sobre a obesidade infantil no Brasil e no mundo.
Recomendo!
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Incentivo à malhação
Sábado passado fiz exames de sangue. Muitos exames. Alguns ainda não ficaram prontos, mas hoje já recebi uma série de resultados. Um dos que mais me preocupam, sempre, é o colesterol.
Entre 2010, no mesmo período em que estava terminando o mestrado, tive uma grande alteração, mas nos últimos dois exames, os resultados voltaram aos padrões normais, abaixo dos 200.
O aumento do tal colesterol bom, HDL, me fez pensar que a malhação e a alimentação mais regrada têm valido a pena.
Tomara que quando as aulas voltarem, eu consiga manter o ritmo de três ou quatro idas semanais à academia e o das caminhadas aos fins de semana.
Entre 2010, no mesmo período em que estava terminando o mestrado, tive uma grande alteração, mas nos últimos dois exames, os resultados voltaram aos padrões normais, abaixo dos 200.
O aumento do tal colesterol bom, HDL, me fez pensar que a malhação e a alimentação mais regrada têm valido a pena.
Tomara que quando as aulas voltarem, eu consiga manter o ritmo de três ou quatro idas semanais à academia e o das caminhadas aos fins de semana.
A difícil arte de ser empático e tolerante
Todos os dias parece que temos nossa tolerância testada.
No meu caso, em particular, nem sempre consigo vencer minha intolerância com algumas pessoas.
Ontem, por acaso, a Martha Medeiros (alguém com quem eu era superintolerante anos atrás) escreveu sobre simpatia e empatia. Ela falou sobre o quanto é necessário aprendermos a nos colocar no lugar do outro. Isso me parece cada vez menos provável no mundo em que vivemos.
Não conheço ninguém que seja ao mesmo tempo realmente tolerante ou empático nesse sentido descrito pela colunista. Infelizmente.
Hoje li outra coluna, da Rita Domingues, do blog The busy woman and the stripy cat, na qual ela fala nas expectativas que temos em relação às pessoas, a situações. Acabamos sempre sofrendo um pouco quando imaginamos que algo será de tal forma ou que os outros se comportarão de determinada maneira (que é a que gostaríamos normalmente). Difícil o exercício de não criar expectativas.
No meu caso, em particular, nem sempre consigo vencer minha intolerância com algumas pessoas.
Ontem, por acaso, a Martha Medeiros (alguém com quem eu era superintolerante anos atrás) escreveu sobre simpatia e empatia. Ela falou sobre o quanto é necessário aprendermos a nos colocar no lugar do outro. Isso me parece cada vez menos provável no mundo em que vivemos.
Não conheço ninguém que seja ao mesmo tempo realmente tolerante ou empático nesse sentido descrito pela colunista. Infelizmente.
Hoje li outra coluna, da Rita Domingues, do blog The busy woman and the stripy cat, na qual ela fala nas expectativas que temos em relação às pessoas, a situações. Acabamos sempre sofrendo um pouco quando imaginamos que algo será de tal forma ou que os outros se comportarão de determinada maneira (que é a que gostaríamos normalmente). Difícil o exercício de não criar expectativas.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Pais e filhos
Ontem acabei de ler Por favor, cuidem da mamãe. À tarde, fui ver o filme francês Amor. Ao final do dia, ao pensar sobre os dois, notei algumas semelhanças. As histórias são distintas, mas envolvem pessoas de idade avançada, o relacionamento entre pais e filhos e, de certa forma, como encarar as dificuldades em determinado ponto de nossas vidas.
O livro trata, resumidamente, da história de uma mãe que se perdeu em Seul ao ir visitar os filhos. Ao longo da leitura, percebemos o quão pouco cada filho sabia sobre a própria mãe e quão pouco o marido conhecia sobre a esposa. Em Amor, acompanha-se as últimas semanas (meses) de uma pianista que vive com o marido. Ao sofrer um enfarte, ela passa a ser cuidada pelo marido.
São histórias bem contadas, mas nada fáceis. Acho que é meio impossível não ficar pensando em nossas próprias vivências. Afinal, todos somos filhos e, com sorte, muitos ainda temos nossos pais.
As duas obras nos levam a pensar o quanto conhecemos de nossos pais, de nossos irmãos, de nossos filhos. A convivência diária não significa conhecer a fundo. Quanto tempo de nossos dias dedicamos a essas pessoas tão importantes? Devemos mesmo dedicar? Devemos nos dar o direito de levarmos nossas vidas, assim como eles levaram as suas? Pais devem cuidar dos filhos até quando? Filhos têm mesmo a obrigação de cuidar dos pais? O quanto cada um pode ou deve esperar do outro? Até quanto os pais podem determinar o que o filho deve fazer? Quando é que os filhos começam a se achar no direito de dizer o que os pais devem fazer? Qual o comportamento certo em tudo isso?
Ficaram muitos questionamentos. Ainda não consegui encontrar muitas das respostas. Sigo pensando.
O livro trata, resumidamente, da história de uma mãe que se perdeu em Seul ao ir visitar os filhos. Ao longo da leitura, percebemos o quão pouco cada filho sabia sobre a própria mãe e quão pouco o marido conhecia sobre a esposa. Em Amor, acompanha-se as últimas semanas (meses) de uma pianista que vive com o marido. Ao sofrer um enfarte, ela passa a ser cuidada pelo marido.
São histórias bem contadas, mas nada fáceis. Acho que é meio impossível não ficar pensando em nossas próprias vivências. Afinal, todos somos filhos e, com sorte, muitos ainda temos nossos pais.
As duas obras nos levam a pensar o quanto conhecemos de nossos pais, de nossos irmãos, de nossos filhos. A convivência diária não significa conhecer a fundo. Quanto tempo de nossos dias dedicamos a essas pessoas tão importantes? Devemos mesmo dedicar? Devemos nos dar o direito de levarmos nossas vidas, assim como eles levaram as suas? Pais devem cuidar dos filhos até quando? Filhos têm mesmo a obrigação de cuidar dos pais? O quanto cada um pode ou deve esperar do outro? Até quanto os pais podem determinar o que o filho deve fazer? Quando é que os filhos começam a se achar no direito de dizer o que os pais devem fazer? Qual o comportamento certo em tudo isso?
Ficaram muitos questionamentos. Ainda não consegui encontrar muitas das respostas. Sigo pensando.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Que venha fevereiro
O primeiro mês de 2013 está chegando ao fim, então é hora de fazer um rápido balanço deste começo de ano e de planejar o próximo. Neste mês, fiquei com a impressão de que fiz menos do que gostaria.
Existe algo que está me incomodando há meses, mas ainda não consegui solucionar. Talvez porque encontrar a solução dê bastante trabalho e eu ainda não tenha criado vergonha na cara para encarar. Trata-se do meu projeto de pesquisa de doutorado. Eu já tenho um pré-projeto, mas preciso desenvolvê-lo melhor. Aí começa o problema, pois isso significa ler mais, pesquisar, buscar informações. Algo que ainda não comecei. Quando mais for empurrando com a barriga, pior será, eu sei, mas parece que estou meio congelada.
Janeiro foi um mês de viagem ao Rio Grande do Sul, revelação de fotos, organização de gavetas, implementação de menu semanal, idas à academia, marcação de exames, limpeza da papelada em casa, receber visitas, planejar a viagem de julho e de dormir pouco.
Faltou colocar em prática as horas de estudos que gostaria de fazer, organizar ainda diversos lugares da casa, ler mais e ver mais filmes.
Para fevereiro então, tenho algumas ideias principais:
- ler sobre biblioteconomia e ciência da informação;
- pensar meu projeto de doutorado;
- complementar planejamento da viagem de julho à Itália; e
- reservar hotéis para as últimas duas noites, pesquisar bons restaurantes, planejar compras.
No mais, aproveitar o feriado de carnaval com os amigos, ir ao cinema e ler enquanto as aulas não começam. E continuar fazendo o menu semanal, que deu muito certo em janeiro.
Existe algo que está me incomodando há meses, mas ainda não consegui solucionar. Talvez porque encontrar a solução dê bastante trabalho e eu ainda não tenha criado vergonha na cara para encarar. Trata-se do meu projeto de pesquisa de doutorado. Eu já tenho um pré-projeto, mas preciso desenvolvê-lo melhor. Aí começa o problema, pois isso significa ler mais, pesquisar, buscar informações. Algo que ainda não comecei. Quando mais for empurrando com a barriga, pior será, eu sei, mas parece que estou meio congelada.
Janeiro foi um mês de viagem ao Rio Grande do Sul, revelação de fotos, organização de gavetas, implementação de menu semanal, idas à academia, marcação de exames, limpeza da papelada em casa, receber visitas, planejar a viagem de julho e de dormir pouco.
Faltou colocar em prática as horas de estudos que gostaria de fazer, organizar ainda diversos lugares da casa, ler mais e ver mais filmes.
Para fevereiro então, tenho algumas ideias principais:
- ler sobre biblioteconomia e ciência da informação;
- pensar meu projeto de doutorado;
- complementar planejamento da viagem de julho à Itália; e
- reservar hotéis para as últimas duas noites, pesquisar bons restaurantes, planejar compras.
No mais, aproveitar o feriado de carnaval com os amigos, ir ao cinema e ler enquanto as aulas não começam. E continuar fazendo o menu semanal, que deu muito certo em janeiro.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Das coisas que amo fazer
Gosto de muita coisa nesta vida, mas se fosse colocá-las em ordem, a lista começaria assim:
1. Viajar
2. Ir ao cinema... à tarde
Viajar não interessa para onde ou por quanto tempo. Sair, conhecer lugares novos, rever tantos outros, encontrar e reencontrar pessoas. Isso me faz viver, me faz trabalhar, me faz forte.
Ir ao cinema à tarde significa viver o dia suavemente, significa liberdade, significa o resto do dia pela frente para fazer muitas outras coisas - embalada pela história 'vivida'.
1. Viajar
2. Ir ao cinema... à tarde
Viajar não interessa para onde ou por quanto tempo. Sair, conhecer lugares novos, rever tantos outros, encontrar e reencontrar pessoas. Isso me faz viver, me faz trabalhar, me faz forte.
Ir ao cinema à tarde significa viver o dia suavemente, significa liberdade, significa o resto do dia pela frente para fazer muitas outras coisas - embalada pela história 'vivida'.
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